Questões de Concurso
Sobre introdução, ética e moral e orientações gerais em ética na administração pública
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Com relação à ética no serviço público, julgue o item.
Em seu sentido tradicional, a cidadania expressa um
conjunto de direitos e de deveres que permite aos
cidadãos participar da vida política e da vida pública.
Com relação à ética no serviço público, julgue o item.
A moralidade é uma característica e um dever inerente
ao Estado e, em consequência, a seus diversos
servidores públicos.
Com relação à ética no serviço público, julgue o item.
Apresentar‐se ao trabalho com vestimentas adequadas
ao exercício da função é um dever fundamental do
servidor público.
Com relação à ética no serviço público, julgue o item.
O servidor público não terá que decidir somente entre o
legal e o ilegal, mas, principalmente, entre o honesto e o
desonesto.
No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.
O servidor, para que sua conduta seja considerada como imaculada, deverá decidir entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, o honesto e o desonesto.
No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.
Define‐se a moral como um desdobramento da filosofia, cujos objetos de estudo são a ética, os diversos padrões
públicos de conduta, suas razões e suas características.
No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.
Com a finalidade de não contrariar os interesses do
administrado, o servidor público poderá omitir, do
interessado, a verdade.
No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.
Em sua atuação, o servidor público, além de fazer a
distinção entre o bem e o mal, deverá buscar o
atingimento do bem comum.
No que se refere à ética no serviço público, julgue o item.
O conhecimento das normas éticas fará com que os
agentes públicos definam suas condutas com a
finalidade de atingir o interesse coletivo.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
O conhecimento da ética fornece ao homem critérios
para escolha da melhor conduta, levando em
consideração o interesse de toda a comunidade.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Caso exista uma legislação brasileira que autorize o pagamento de voluntários para participarem de estudos, é correto afirmar que o conhecimento científico, sem interferência da ética, é suficiente para dizer que a prática realizada será ética, não sendo necessário análise crítica diante do agir.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Comitês de ética podem avaliar os benefícios e os
possíveis malefícios causados aos voluntários. Se o
benefício para um paciente for maior que para toda a
coletividade, o projeto merecerá aprovação e estará
eticamente correto.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Não é possível que a ciência e a ética prosperem em
conjunto, devendo prevalecer a ciência, que visa ao bem
do indivíduo, que poderá se beneficiar com a nova
tecnologia.
Quanto à ética no serviço público, julgue o item.
Dilemas são situações nas quais nos encontramos em
que uma decisão deve ser tomada, mas nenhuma das
alternativas que se apresentam como caminhos para a
solução satisfaz nossas expectativas.
Quanto à ética no serviço público, julgue o item.
Votar e ser votado, participar ativamente na elaboração
das leis e exercer funções públicas são exemplos de
direitos do cidadão no exercício da cidadania.