Questões de Concurso
Sobre introdução, ética e moral e orientações gerais em ética na administração pública
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Quando atua como um agente que promove a boa vontade e motiva as ações coletivas construtivas, o coordenador de operações do hospital está agindo com
Julgue o item subsequente.
Os servidores públicos podem aceitar convites para
viagens de luxo e eventos pagos por empresas privadas,
desde que não interfiram em suas responsabilidades
profissionais e que não ocorram em horário e período de
trabalho. Essas viagens e eventos promovem o
networking e fortalecem as relações entre o setor público
e privado, contribuindo para o desenvolvimento
econômico e social do país.
Julgue o item subsequente.
O conceito de ética é fundamental no serviço público,
inclusive no uso da internet pela Guarda Municipal. Os
agentes devem utilizar as ferramentas online com
responsabilidade e respeito à privacidade dos cidadãos.
Isso implica em não divulgar informações sensíveis
obtidas durante o serviço, proteger dados pessoais
capturados pelas câmeras de monitoramento e utilizar os
aplicativos móveis apenas para fins profissionais. Além
disso, é necessário garantir que o treinamento em
segurança cibernética inclua aspectos éticos, para que os
guardas estejam cientes das implicações éticas de suas
ações online.
Julgue o item subsequente.
Os servidores públicos têm liberdade para utilizar
recursos públicos, como veículos oficiais e equipamentos
de escritório, para fins pessoais, desde que não interfiram
em suas responsabilidades profissionais. Essa prática é
comum e aceitável, pois os servidores têm direito a
benefícios em virtude de seu cargo e dedicação ao
serviço público.
Julgue o item subsequente.
De acordo com o código de ética de um funcionário
público, as regras imperativas são aquelas que instruem
as pessoas a fazer algo. Elas orientam o sujeito ético a
realizar ou construir o que se deseja. Como toda regra,
elas limitam o leque de ações que podem ser realizadas.
Contudo, ao contrário das regras afirmativas, as regras
imperativas mais orientam a ação do indivíduo do que a
ordenam ou a proíbem.
Um ponto importante que deve ser levado em consideração quando falamos em cidadania e ética é a lembronça de que a moralidade na administração pública está circunscrita à dicotomia entre bem e mal, devendo ser guiada pela realização exclusiva dos interesses do Estado.
De acordo com os estudos filosóficos, podemos dizer que a Ética corresponde a um determinado conjunto de valores que guia o indivíduo inserido em sociedade e leva em conta o aspecto cultural da coletividade. Na vida profissional, diz respeito as diretrizes adotadas pelo respectivo campo de ação. Nesse contexto, o servidor, quando no exercício da função pública, pode compreender em separado sua vida particular daquela relacionada à sua atuação.
O trabalho nas Comissões de Ética é considerado relevante e, portanto, enseja remuneração adicional pelo tempo dedicado, devendo ser registrado nos assentamentos funcionais do servidor, além de ter prioridade sobre as atribuições próprias dos cargos dos seus membros, quando eles atuarem com exclusividade na Comissão.
Uma concepção ética individualista e utilitarista contribui para a solução de dilemas das relações culturais, devendo ser adotada pelos governantes como diretriz no contexto democrático.
Na filosofia, ética e moral são frequentemente usadas como sinônimos, mas alguns filósofos fazem distinções entre esses termos. A ética é frequentemente vista como um campo teórico que investiga os princípios e valores que guiam o comportamento humano, enquanto a moral refere-se às normas e regras de conduta que orientam as ações individuais e coletivas.
A moralidade consiste em principios que norteiam as ações e as colocações dos indíviduos nas mais diversas circunstâncias que podem estar inseridos. Nesse sentido, podemos dizer que a ética e a moralidade na função pública envolve o compromisso dos servidores com a transparência, a honestidade e a prestação de contas no exercício de suas atividades.
O exercício da função pública não se integra na vida particular do servidor público, de modo que os atos verificados na conduta quotidiana no âmbito da vida privada não podem ser utilizados para desfavorecer o conceito do servidor na sua vida funcional.
A avaliação da responsabilidade social de uma organização envolve seu relacionamento com o mundo externo; ética é um termo mais genérico, que envolve tanto os relacionamentos internos quanto os externos, e pode ser definida como o estudo do modo pelo qual nossas decisões afetam as outras pessoas. Podemos dizer que tais características definem o sistema ético chamado de universalismo.
O sujeito moral ou ético apresenta a condição de ser responsável, isto é, de capacidade para controlar e orientar desejos, impulsos, tendências, sentimentos (para que estejam em conformidade com a consciência) e de capacidade para deliberar e decidir entre as diversas alternativas possíveis.
A moral é sistemática e particular a partir de um conjunto de regras, valores, proibições e tabus que provêm de fora do ser humano, ou seja, que são cultivados ou impostos pela política, costumes sociais, religiões ou ideologias.
De acordo com os princípios da ética no serviço público e dos direitos e deveres dos cidadãos, podemos dizer que a vida funcional e a vida privada do servidor público, embora estejam conectadas entre si, representam esferas próprias de condutas, não podendo o servidor ser privado de ligar seu nome a empreendimentos, ainda que eles ostentem caráter duvidoso.
Conhecendo os principios da ética e da moral no trabalho coletivo e no meio social em que o indíviduo está inserido, podemos dizer que mediante ação popular, os cidadãos podem proteger a moralidade como princípio atinente à administração pública.
A ética da virtude, desenvolvida por alguns filósofos, como Aristóteles, foca no desenvolvimento do caráter moral e das virtudes pessoais como meio para alcançar a excelência moral e a felicidade. Aristóteles defende que a virtude está no meio-termo entre dois extremos de vícios, como a coragem entre a covardia e a temeridade.