Questões de Concurso
Comentadas por alunos sobre ética na administração pública
Foram encontradas 8.318 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Segundo o Decreto n.º 1.171/1994, que aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue o item a seguir.
A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de advertência.
Segundo o Decreto n.º 1.171/1994, que aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue o item a seguir.
A Comissão de Ética é incumbida de fornecer, aos
organismos encarregados da execução do quadro de
carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta
ética para fins de promoções, por exemplo.
Resumos relacionados
Introdução, Ética e Moral na Administração Pública para Concursos
A introdução à ética e moral na Administração Pública é fundamental para o entendimento das condutas exigidas dos servidores e agentes públicos. Ética diz respeito ao conjunto de valores e princípios que norteiam o comportamento humano em sociedade, enquanto moral refere-se aos costumes e regras aceitos por determinado grupo. No contexto do serviço público, esses conceitos ganham destaque, pois a atuação dos agentes impacta diretamente o interesse coletivo, exigindo padrões elevados de integridade.
Código de Ética da Caixa: principais pontos para concursos
O Código de Ética da Caixa Econômica Federal é um documento norteador das condutas esperadas dos empregados, dirigentes e colaboradores da instituição. Ele é fundamental para garantir a integridade, a transparência e a confiança nas relações com clientes, colegas e a sociedade, sendo frequentemente cobrado em concursos públicos para níveis médio e superior.
Acerca da definição e das atitudes em relação ao planejamento, à ética, à responsabilidade social e ao atendimento ao público, julgue o seguinte item.
O conceito de responsabilidade social não se vincula ao
conceito de inter-relação entre a organização e o
ambiente externo em que ela atua.
Acerca da definição e das atitudes em relação ao planejamento, à ética, à responsabilidade social e ao atendimento ao público, julgue o seguinte item.
Os códigos de ética representam orientações ao
comportamento dos empregados de uma organização,
mas sua adoção por eles não é de caráter obrigatório.
Julgue o seguinte item de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994).
Não cabe ao servidor público, em sua conduta, buscar o
equilíbrio entre a legalidade e a finalidade para
consolidar a moralidade do ato administrativo
Julgue o seguinte item de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994).
Toda pessoa tem direito à verdade, podendo o servidor
omiti-la, desde que a omissão seja favorável aos
interesses da Administração Pública.
Julgue o seguinte item de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994).
Toda ausência injustificada do servidor de seu local de
trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o
que quase sempre conduz à desordem nas relações
humanas.
Julgue o seguinte item de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994).
A conduta do servidor público jamais poderá desprezar
o elemento ético.
Julgue o seguinte item de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994).
No exercício do cargo ou da função, ou fora dele, o
servidor público deve nortear-se pela dignidade, pelo
decoro, pelo zelo, pela eficácia e pela consciência dos
princípios morais.
Organização do doping na Copa da Rússia estará
sob supervisão da Fifa
Jamil Chade
No centro de uma tempestade por conta das suspeitas de doping de seus atletas, a Rússia garante que o problema não existirá na Copa do Mundo que ela organiza e que começa em cem dias. Em entrevista ao Estado, o CEO do Mundial, Alexey Sorokin, confirmou que os testes de doping serão realizados fora da Rússia e que os atletas russos serão alvos de rigorosos exames.
Investigações realizadas pela Agência Mundial de Antidoping revelaram que jogadores de futebol estiveram entre os suspeitos de se beneficiar de um esquema de doping promovido pelo Estado russo. Entre 2011 e 2016, pelo menos treze jogadores pegos em testes de doping na Rússia foram protegidos e seus exames foram trocados por testes limpos, segundo a agência.
A fraude no doping do futebol havia sido coordenada não apenas por funcionários de escalões inferiores do governo russo. Mas pelo próprio ex-ministro dos Esportes, Vitaly Mutko, que também foi um dos membros do Conselho da Fifa, o órgão máximo da entidade. O russo ainda acumulava a função de organizador da Copa de 2018 e, na Fifa, foi membro da Comissão para o Desenvolvimento Técnico do Futebol. Ele acabou sendo afastado.
Mas, segundo Sorokin, para a Copa do Mundo, os exames de doping serão realizados fora da Rússia e sob a supervisão da própria Fifa.
Internet: <http://esportes.estadao.com.br/>
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética, seus princípios e valores, e moral.
É correto afirmar que há uma moral e uma ética
universal, presentes nos eventos esportivos, que devem
ser respeitadas e seguidas, sendo possível que elas
sejam mudadas, com o decorrer do tempo, com o
objetivo de buscar o bem comum.
Organização do doping na Copa da Rússia estará
sob supervisão da Fifa
Jamil Chade
No centro de uma tempestade por conta das suspeitas de doping de seus atletas, a Rússia garante que o problema não existirá na Copa do Mundo que ela organiza e que começa em cem dias. Em entrevista ao Estado, o CEO do Mundial, Alexey Sorokin, confirmou que os testes de doping serão realizados fora da Rússia e que os atletas russos serão alvos de rigorosos exames.
Investigações realizadas pela Agência Mundial de Antidoping revelaram que jogadores de futebol estiveram entre os suspeitos de se beneficiar de um esquema de doping promovido pelo Estado russo. Entre 2011 e 2016, pelo menos treze jogadores pegos em testes de doping na Rússia foram protegidos e seus exames foram trocados por testes limpos, segundo a agência.
A fraude no doping do futebol havia sido coordenada não apenas por funcionários de escalões inferiores do governo russo. Mas pelo próprio ex-ministro dos Esportes, Vitaly Mutko, que também foi um dos membros do Conselho da Fifa, o órgão máximo da entidade. O russo ainda acumulava a função de organizador da Copa de 2018 e, na Fifa, foi membro da Comissão para o Desenvolvimento Técnico do Futebol. Ele acabou sendo afastado.
Mas, segundo Sorokin, para a Copa do Mundo, os exames de doping serão realizados fora da Rússia e sob a supervisão da própria Fifa.
Internet: <http://esportes.estadao.com.br/>
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética, seus princípios e valores, e moral.
A ética fornece ao homem critérios para a escolha da
melhor conduta, considerando o interesse coletivo.
Organização do doping na Copa da Rússia estará
sob supervisão da Fifa
Jamil Chade
No centro de uma tempestade por conta das suspeitas de doping de seus atletas, a Rússia garante que o problema não existirá na Copa do Mundo que ela organiza e que começa em cem dias. Em entrevista ao Estado, o CEO do Mundial, Alexey Sorokin, confirmou que os testes de doping serão realizados fora da Rússia e que os atletas russos serão alvos de rigorosos exames.
Investigações realizadas pela Agência Mundial de Antidoping revelaram que jogadores de futebol estiveram entre os suspeitos de se beneficiar de um esquema de doping promovido pelo Estado russo. Entre 2011 e 2016, pelo menos treze jogadores pegos em testes de doping na Rússia foram protegidos e seus exames foram trocados por testes limpos, segundo a agência.
A fraude no doping do futebol havia sido coordenada não apenas por funcionários de escalões inferiores do governo russo. Mas pelo próprio ex-ministro dos Esportes, Vitaly Mutko, que também foi um dos membros do Conselho da Fifa, o órgão máximo da entidade. O russo ainda acumulava a função de organizador da Copa de 2018 e, na Fifa, foi membro da Comissão para o Desenvolvimento Técnico do Futebol. Ele acabou sendo afastado.
Mas, segundo Sorokin, para a Copa do Mundo, os exames de doping serão realizados fora da Rússia e sob a supervisão da própria Fifa.
Internet: <http://esportes.estadao.com.br/>
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética, seus princípios e valores, e moral.
A moral constitui-se como um conjunto de normas de
conduta corretas.
Organização do doping na Copa da Rússia estará
sob supervisão da Fifa
Jamil Chade
No centro de uma tempestade por conta das suspeitas de doping de seus atletas, a Rússia garante que o problema não existirá na Copa do Mundo que ela organiza e que começa em cem dias. Em entrevista ao Estado, o CEO do Mundial, Alexey Sorokin, confirmou que os testes de doping serão realizados fora da Rússia e que os atletas russos serão alvos de rigorosos exames.
Investigações realizadas pela Agência Mundial de Antidoping revelaram que jogadores de futebol estiveram entre os suspeitos de se beneficiar de um esquema de doping promovido pelo Estado russo. Entre 2011 e 2016, pelo menos treze jogadores pegos em testes de doping na Rússia foram protegidos e seus exames foram trocados por testes limpos, segundo a agência.
A fraude no doping do futebol havia sido coordenada não apenas por funcionários de escalões inferiores do governo russo. Mas pelo próprio ex-ministro dos Esportes, Vitaly Mutko, que também foi um dos membros do Conselho da Fifa, o órgão máximo da entidade. O russo ainda acumulava a função de organizador da Copa de 2018 e, na Fifa, foi membro da Comissão para o Desenvolvimento Técnico do Futebol. Ele acabou sendo afastado.
Mas, segundo Sorokin, para a Copa do Mundo, os exames de doping serão realizados fora da Rússia e sob a supervisão da própria Fifa.
Internet: <http://esportes.estadao.com.br/>
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética, seus princípios e valores, e moral.
Caso a Rússia editasse uma norma autorizando o uso de
doping pelos atletas russos, a utilização dessas
substâncias não poderia ser considerada como antiética.
Organização do doping na Copa da Rússia estará
sob supervisão da Fifa
Jamil Chade
No centro de uma tempestade por conta das suspeitas de doping de seus atletas, a Rússia garante que o problema não existirá na Copa do Mundo que ela organiza e que começa em cem dias. Em entrevista ao Estado, o CEO do Mundial, Alexey Sorokin, confirmou que os testes de doping serão realizados fora da Rússia e que os atletas russos serão alvos de rigorosos exames.
Investigações realizadas pela Agência Mundial de Antidoping revelaram que jogadores de futebol estiveram entre os suspeitos de se beneficiar de um esquema de doping promovido pelo Estado russo. Entre 2011 e 2016, pelo menos treze jogadores pegos em testes de doping na Rússia foram protegidos e seus exames foram trocados por testes limpos, segundo a agência.
A fraude no doping do futebol havia sido coordenada não apenas por funcionários de escalões inferiores do governo russo. Mas pelo próprio ex-ministro dos Esportes, Vitaly Mutko, que também foi um dos membros do Conselho da Fifa, o órgão máximo da entidade. O russo ainda acumulava a função de organizador da Copa de 2018 e, na Fifa, foi membro da Comissão para o Desenvolvimento Técnico do Futebol. Ele acabou sendo afastado.
Mas, segundo Sorokin, para a Copa do Mundo, os exames de doping serão realizados fora da Rússia e sob a supervisão da própria Fifa.
Internet: <http://esportes.estadao.com.br/>
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética, seus princípios e valores, e moral.
A utilização de doping, por tornar a competição injusta,
é considerada como uma atitude contrária à ética.
Contudo, no momento em que o país incentivar sua
utilização, ela será considerada como moralmente
aceitável.
Mais da metade dos servidores expulsos do governo federal em 2017 praticou corrupção, diz CGU
O governo federal expulsou 506 servidores em 2017 por irregularidades, de acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) divulgado no dia 8 de janeiro de 2018.
Segundo o relatório, o principal motivo das expulsões foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%). Abandono de cargo, ausência sem justificativa e negligência também motivaram as expulsões, segundo a CGU.
Do total de expulsos do ano passado, 424 foram demissões de funcionários efetivos, 56 cassações de aposentadorias e 26 foram destituídos de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como Caixa, Correios e Petrobras.
Desde 2003, o governo federal já expulsou quase 7 mil servidores. Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.211), Distrito Federal (800) e São Paulo (716).
Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a Administração Pública) e lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.
Internet: <https://g1.globo.com/>
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.117/1994).
É vedado ao servidor público retirar da repartição
pública, sem estar legalmente autorizado, qualquer
documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio
público.
Mais da metade dos servidores expulsos do governo federal em 2017 praticou corrupção, diz CGU
O governo federal expulsou 506 servidores em 2017 por irregularidades, de acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) divulgado no dia 8 de janeiro de 2018.
Segundo o relatório, o principal motivo das expulsões foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%). Abandono de cargo, ausência sem justificativa e negligência também motivaram as expulsões, segundo a CGU.
Do total de expulsos do ano passado, 424 foram demissões de funcionários efetivos, 56 cassações de aposentadorias e 26 foram destituídos de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como Caixa, Correios e Petrobras.
Desde 2003, o governo federal já expulsou quase 7 mil servidores. Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.211), Distrito Federal (800) e São Paulo (716).
Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a Administração Pública) e lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.
Internet: <https://g1.globo.com/>
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.117/1994).
Para apuração de comprometimento ético, o ocupante
de cargo comissionado não poderá ser entendido como
servidor público por expressa disposição normativa.
Mais da metade dos servidores expulsos do governo federal em 2017 praticou corrupção, diz CGU
O governo federal expulsou 506 servidores em 2017 por irregularidades, de acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) divulgado no dia 8 de janeiro de 2018.
Segundo o relatório, o principal motivo das expulsões foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%). Abandono de cargo, ausência sem justificativa e negligência também motivaram as expulsões, segundo a CGU.
Do total de expulsos do ano passado, 424 foram demissões de funcionários efetivos, 56 cassações de aposentadorias e 26 foram destituídos de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como Caixa, Correios e Petrobras.
Desde 2003, o governo federal já expulsou quase 7 mil servidores. Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.211), Distrito Federal (800) e São Paulo (716).
Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a Administração Pública) e lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.
Internet: <https://g1.globo.com/>
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.117/1994).
O servidor público deve prestar toda a sua atenção às
ordens de seus superiores, não podendo resistir às
pressões de superiores hierárquicos que visem obter
vantagens indevidas em decorrência de ações imorais,
ilegais ou aéticas.
Mais da metade dos servidores expulsos do governo federal em 2017 praticou corrupção, diz CGU
O governo federal expulsou 506 servidores em 2017 por irregularidades, de acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) divulgado no dia 8 de janeiro de 2018.
Segundo o relatório, o principal motivo das expulsões foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%). Abandono de cargo, ausência sem justificativa e negligência também motivaram as expulsões, segundo a CGU.
Do total de expulsos do ano passado, 424 foram demissões de funcionários efetivos, 56 cassações de aposentadorias e 26 foram destituídos de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como Caixa, Correios e Petrobras.
Desde 2003, o governo federal já expulsou quase 7 mil servidores. Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.211), Distrito Federal (800) e São Paulo (716).
Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a Administração Pública) e lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.
Internet: <https://g1.globo.com/>
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.117/1994).
Entidades da Administração Pública Federal indireta,
como a Petrobras e os Correios, não são obrigadas a criar
uma Comissão de Ética.
Mais da metade dos servidores expulsos do governo federal em 2017 praticou corrupção, diz CGU
O governo federal expulsou 506 servidores em 2017 por irregularidades, de acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) divulgado no dia 8 de janeiro de 2018.
Segundo o relatório, o principal motivo das expulsões foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%). Abandono de cargo, ausência sem justificativa e negligência também motivaram as expulsões, segundo a CGU.
Do total de expulsos do ano passado, 424 foram demissões de funcionários efetivos, 56 cassações de aposentadorias e 26 foram destituídos de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como Caixa, Correios e Petrobras.
Desde 2003, o governo federal já expulsou quase 7 mil servidores. Os estados com número mais elevado de punições foram Rio de Janeiro (1.211), Distrito Federal (800) e São Paulo (716).
Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a Administração Pública) e lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.
Internet: <https://g1.globo.com/>
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir de acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.117/1994).
Um dos deveres do servidor público é ser assíduo e
frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência
provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo
negativamente em todo o sistema.