Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Q3169600 Psiquiatria

Quanto aos transtornos psicóticos julgue o próximo item. 


Em se tratando de esquizofrenia, nas mulheres, o início é mais tardio, com pico na meia-idade, e o prognóstico é mais favorável: elas exibem menos sintomas negativos e desorganizados, maior preservação social e melhor resposta ao tratamento, o que indica um funcionamento premórbido mais preservado.

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Q3169599 Psiquiatria

Quanto aos transtornos psicóticos julgue o próximo item. 


Cerca de 5% a 6% dos indivíduos com esquizofrenia morrem por suicídio, em torno de 20% tentam suicídio em ao menos uma ocasião e muitos mais têm ideação suicida importante.

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Q3169598 Psiquiatria

Quanto aos transtornos psicóticos julgue o próximo item. 


A síndrome de Ekbom, também conhecida como delírio de parasitose, é um exemplo de transtorno delirante persistente que pode ser primário ou secundário a causas orgânicas.

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Q3169597 Psiquiatria

Quanto aos transtornos psicóticos julgue o próximo item. 


O transtorno esquizoafetivo combina características de esquizofrenia, como delírios e alucinações, com episódios de humor, como mania ou depressão, devendo os sintomas de humor e psicóticos sempre estar presentes em todos os episódios.

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Q3169596 Psiquiatria

Quanto aos transtornos psicóticos julgue o próximo item. 


A fluvoxamina tem demonstrado atividade terapêutica tanto na depressão psicótica quanto na depressão delirante, depressão em pacientes psicóticos, devido à sua propriedade de ligação aos receptores sigma, sendo superior a sertralina. 

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Q3169595 Psiquiatria
        João, 65 anos de idade, com quadro de insônia de longa data, começou há um ano a fazer uso de zolpidem 10mg por indicação de um amigo. Inicialmente o uso era esporádico, mas ele passou a ter dificuldades de “desligar a mente”. Nos últimos 3 meses, aumentou para 20mg, uma vez que a dose anterior não fazia mais efeito. João relata que, nos dias que tenta não usar a medicação, passa a noite em claro, sentindo-se irritado e ansioso no dia seguinte. Apresenta queixas de lapsos de memória e episódios de sonambulismo, relatados pela esposa.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item que se segue.


O uso de benzodiazepínicos e drogas Z em idosos não está relacionado ao aumento do risco de delirium, uma vez que essas medicações possuem baixo impacto na cognição e no estado mental em indivíduos dessa faixa etária.  

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Q3169594 Psiquiatria
        João, 65 anos de idade, com quadro de insônia de longa data, começou há um ano a fazer uso de zolpidem 10mg por indicação de um amigo. Inicialmente o uso era esporádico, mas ele passou a ter dificuldades de “desligar a mente”. Nos últimos 3 meses, aumentou para 20mg, uma vez que a dose anterior não fazia mais efeito. João relata que, nos dias que tenta não usar a medicação, passa a noite em claro, sentindo-se irritado e ansioso no dia seguinte. Apresenta queixas de lapsos de memória e episódios de sonambulismo, relatados pela esposa.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item que se segue.


O plano de tratamento inclui retirada imediata do zolpidem, com prescrição de ansiolíticos para alívio dos sintomas de abstinência, introdução de técnicas de higiene do sono e psicoterapia cognitivo-comportamental voltada para insônia (TCCi) e monitoramento regular do paciente quanto à abstinência e a recaídas.

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Q3169593 Psiquiatria
        João, 65 anos de idade, com quadro de insônia de longa data, começou há um ano a fazer uso de zolpidem 10mg por indicação de um amigo. Inicialmente o uso era esporádico, mas ele passou a ter dificuldades de “desligar a mente”. Nos últimos 3 meses, aumentou para 20mg, uma vez que a dose anterior não fazia mais efeito. João relata que, nos dias que tenta não usar a medicação, passa a noite em claro, sentindo-se irritado e ansioso no dia seguinte. Apresenta queixas de lapsos de memória e episódios de sonambulismo, relatados pela esposa.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item que se segue.


O quadro descrito é compatível com transtorno por uso de sedativos-hipnóticos: uso prolongado, aumento da dose sem prescrição médica e presença de sintomas de abstinência, como insônia e irritabilidade, ao interromper o medicamento. 

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Q3169592 Psiquiatria
        João, 65 anos de idade, com quadro de insônia de longa data, começou há um ano a fazer uso de zolpidem 10mg por indicação de um amigo. Inicialmente o uso era esporádico, mas ele passou a ter dificuldades de “desligar a mente”. Nos últimos 3 meses, aumentou para 20mg, uma vez que a dose anterior não fazia mais efeito. João relata que, nos dias que tenta não usar a medicação, passa a noite em claro, sentindo-se irritado e ansioso no dia seguinte. Apresenta queixas de lapsos de memória e episódios de sonambulismo, relatados pela esposa.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item que se segue.


A depressão no envelhecimento frequentemente apresenta sintomas somáticos predominantes, sendo subdiagnosticada devido à sobreposição com doenças clínicas crônicas.

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Q3169591 Psiquiatria
        João, 65 anos de idade, com quadro de insônia de longa data, começou há um ano a fazer uso de zolpidem 10mg por indicação de um amigo. Inicialmente o uso era esporádico, mas ele passou a ter dificuldades de “desligar a mente”. Nos últimos 3 meses, aumentou para 20mg, uma vez que a dose anterior não fazia mais efeito. João relata que, nos dias que tenta não usar a medicação, passa a noite em claro, sentindo-se irritado e ansioso no dia seguinte. Apresenta queixas de lapsos de memória e episódios de sonambulismo, relatados pela esposa.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item que se segue.


O aumento na prevalência de insônia em idosos explica-se pelos problemas físicos de saúde que surgem com envelhecimento.

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Q3169590 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O descalonamento verbal no contexto da agitação psicomotora é responsabilidade exclusiva do psiquiatra assistente.

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Q3169589 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Em casos de internação psiquiátrica involuntária, o Ministério Público estadual deverá ser notificado pelo responsável técnico do estabelecimento no prazo máximo de quarenta e oito horas.

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Q3169588 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Pacientes com adenocarcinoma pancreático podem se apresentar com síndrome depressiva antes mesmo do diagnóstico formal, havendo hipóetese de que, para além dos fatores psicossociais envolvidos, a desregulação da via bioquímica da quirunenina pode representar uma base biológica para a explicação desse fenômeno.

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Q3169587 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Na abordagem a catatonia (seja de causa psiquiátrica, seja de outras condições médicas). o uso de bloqueadores dopaminérgicos pode piorar a gravidade do quadro, sendo também um fator de risco para síndrome neuroléptica maligna, de modo que se recomenda evitar o seu uso ainda que manifestações psicóticas estejam presentes.

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Q3169586 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O uso de carbonato de lítio não contraindica a realização de exames de neuroimagem contrastados, embora se saiba que os contrastes à base de iodo tendem a ser mais seguros que aqueles à base de gadolínio.

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Q3169585 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Acolher indivíduos e famílias enlutadas por meio da teoria do processo dual do luto, uma vertente da psicoterapia dialética comportamental, constitui atualmente uma das principais linhas de intervenção nesses casos, dada a crescente evidência de benefício clínico estatisticamente relevante quando comparada às demais modalidades existentes.

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Q3169584 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O conceito de idioma cultural de sofrimento compreende as maneiras de expressar sofrimento mental que não necessariamente se enquadram em síndromes e sintomas específicos, mas que proporcionam formas coletivas e compartilhadas de experimentar e falar sobre preocupações pessoais ou sociais.

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Q3169583 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


Ainda que determinada situação específica se assemelhe a um episódio dissociativo, caso ela possa ser explicada pelo contexto cultural particular e não gere sofrimento ou incapacidade significativa, então não satisfará os critérios diagnósticos para transtornos de natureza dissociativa.  

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Q3169582 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


A prevalência média do suicídio indígena no Brasil é maior que o dobro da média brasileira e pesquisas qualitativas para compreender a motivação desse comportamento podem prover recursos para intervenções psicoterápicas específicas bem como guiar políticas públicas direcionadas a essas comunidades. 

Alternativas
Q3169581 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O termo experiência de possessão chega a ser mencionado nos critérios diagnósticos para transtorno dissociativo de identidade no DSM-V-TR, enquanto na CID-10 não há tipologias específicas para a classificação de situações de transe ou possessão.

Alternativas
Respostas
1961: C
1962: C
1963: C
1964: E
1965: E
1966: E
1967: E
1968: C
1969: C
1970: E
1971: E
1972: E
1973: C
1974: C
1975: E
1976: E
1977: C
1978: C
1979: C
1980: E