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Q1077115 Psiquiatria
Não pode ser considerado mecanismo através do qual os fatores psicológicos afetam as condições médicas gerais:
Alternativas
Q1072195 Psiquiatria
No que diz respeito aos serviços de emergências psiquiátricas, leia o texto abaixo e preencha a lacuna:
“A relação entre ___________________________ e unidades tradicionais de internação psiquiátrica se modificou com as políticas de "desinstitucionalização". Os efeitos danosos de macro hospitais, os escândalos envolvendo pacientes com doenças mentais, a postura de aumentar a liberdade e a qualidade de vida dos pacientes, assim como a busca por tratamentos mais humanizados justificaram o desmantelamento do modelo asilar e valorizaram SEPs como unidades habilitadas para o manejo de pacientes em quadros agudos”
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1072194 Psiquiatria
Os pacientes com esse transtorno, apresentam um quadro clínico muito parecido com a Esquizofrenia. A diferença deve-se ao tempo limitado em que os sintomas persistem. Ou seja, os sintomas devem estar presentes por mais de um mês, porém os pacientes não devem ultrapassar seis meses com o quadro.
O Transtorno a que se refere acima é:
Alternativas
Q1072193 Psiquiatria
Esquizofrenia é uma doença mental que se caracteriza por uma desorganização ampla dos processos mentais. É um quadro complexo apresentando sinais e sintomas na área do pensamento, percepção e emoções, causando marcados prejuízos ocupacionais, na vida de relações interpessoais e familiares. Os quadros de esquizofrenia podem variar de paciente para paciente, sendo uma combinação em diferentes graus. Sobre os sintomas gerais da Esquizofrenia, analise os itens abaixo: 
I. Delírios. II. Alucinações. III. Discurso e pensamento desorganizado. IV. Expressão das emoções. V. Alterações de comportamento.
Estão CORRETAS as alternativas:
Alternativas
Q1072192 Psiquiatria

A Demência é um grave prejuízo na memória, julgamento, orientação e cognição. A figura abaixo apresenta que tipo de demência: 


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1072191 Psiquiatria
Sinais e sintomas importantes para realização de diagnósticos em psiquiatria e suas relações com algumas das doenças mentais (cada um dos sintomas encontrados nada diz de forma isolada, mas ganham importância quando analisados em conjunto com todos os dados apresentados: fornece informações para um estabelecimento diagnóstico, bem como que área do cérebro pode estar com algum tipo de prejuízo).
“É a vivencia, a experiência sensorial (envolvendo os órgãos do sentido) que o paciente tem. E ele pode ter experiências que sente como reais e são irreais (hiperestesia). Bem como, não ter a sensação de vivência de alguma experiência (hipoestesia). Na psiquiatria, a sensação de vivenciar experiências irreais é extremamente comum e importante em estabelecimento de diversas doenças mentais”.
O texto em destaque se refere a um Sinal ou Sintoma de:
Alternativas
Q1062590 Psiquiatria

Considere as assertivas abaixo em relação às diferenças entre envelhecimento normal e Doença de Alzheimer:


I. No envelhecimento normal há o esquecimento de alguns nomes ou fatos, podendo ser lembrados posteriormente.

II. Na doença de Alzheimer, o esquecimento leva a prejuízo da vida diária e o paciente não percebe o esquecimento.

III. Os erros no envelhecimento normal são frequentes, impactando nas tarefas relativas às atividades instrumentais de vida diária.

IV. Na doença de Alzheimer o paciente apresenta capacidade preservada para resolver problemas, porém mostra lentificação nas atividades. As atividades de vida diária instrumentais estão preservadas.

V. Na doença de Alzheimer as atividades básicas de vida diária são as primeiras a serem prejudicadas.


Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q1062589 Psiquiatria

Está correta a associação do subtipo de Esquizofrenia e sua respectiva descrição:

Alternativas
Q1062588 Psiquiatria
São sintomas de primeira ordem na Esquizofrenia, segundo a descrição feita por Kurt Schneider (1887-1967), EXCETO:
Alternativas
Q1062587 Psiquiatria
M.N., 54 anos, vem trazida pela irmã ao serviço de emergência psiquiátrica, pois a paciente recebeu uma intimação judicial para manter-se afastada do ator e cantor F.A.B., sob pena de prisão. A paciente conta que acompanha a carreira de F.A.B desde o início, e foi conhecê-lo numa entrevista há cerca de 6 meses. Nesse dia, percebeu que as músicas que ele escrevia eram para ela, e passou a ir aos lugares que ele costumava frequentar. Mandava cartas diariamente, e mostra uma foto autografada “que ele mandou somente para mim”. Após receber essa foto, teve certeza de que ele a cortejava. Ao ser questionada sobre a família do ator, responde: “ele casou com ela antes de me conhecer, e ela não deixa ele se separar, usa os filhos”. Passa dias seguindo F.A.B e, devido a faltas, perdeu o emprego no mês passado – “mas quando casarmos voltarei a trabalhar”. Nas últimas semanas vem escrevendo “sobre o que fazer para se livrar dela”. A irmã está preocupada com o que pode acontecer com a paciente, informando que tem autocuidados preservados, mantém cuidados com a casa, vai ao banco e gerencia sua conta. Sono e apetite preservados. A irmã nota a piora comportamental há cerca de 2 meses, quando a paciente começou a falar mais sobre o assunto, e não aceita quando ela (irmã) tenta falar sobre a impossibilidade desta relação − nestes momentos fica irritada e já chegou a jogar prato na parede. Ao exame psíquico: consciente, atenta e vigil. Orientada no tempo e espaço. Memória preservada. Humor sem polarização, afeto reativo. Psicomotricidade sem alterações. Não foram observados sinais alucinatórios. Pensamento com curso e direção preservados, fala pausada sem alteração quanto à velocidade. 
Do ponto de vista da medicina legal, a paciente é
Alternativas
Q1062586 Psiquiatria
M.N., 54 anos, vem trazida pela irmã ao serviço de emergência psiquiátrica, pois a paciente recebeu uma intimação judicial para manter-se afastada do ator e cantor F.A.B., sob pena de prisão. A paciente conta que acompanha a carreira de F.A.B desde o início, e foi conhecê-lo numa entrevista há cerca de 6 meses. Nesse dia, percebeu que as músicas que ele escrevia eram para ela, e passou a ir aos lugares que ele costumava frequentar. Mandava cartas diariamente, e mostra uma foto autografada “que ele mandou somente para mim”. Após receber essa foto, teve certeza de que ele a cortejava. Ao ser questionada sobre a família do ator, responde: “ele casou com ela antes de me conhecer, e ela não deixa ele se separar, usa os filhos”. Passa dias seguindo F.A.B e, devido a faltas, perdeu o emprego no mês passado – “mas quando casarmos voltarei a trabalhar”. Nas últimas semanas vem escrevendo “sobre o que fazer para se livrar dela”. A irmã está preocupada com o que pode acontecer com a paciente, informando que tem autocuidados preservados, mantém cuidados com a casa, vai ao banco e gerencia sua conta. Sono e apetite preservados. A irmã nota a piora comportamental há cerca de 2 meses, quando a paciente começou a falar mais sobre o assunto, e não aceita quando ela (irmã) tenta falar sobre a impossibilidade desta relação − nestes momentos fica irritada e já chegou a jogar prato na parede. Ao exame psíquico: consciente, atenta e vigil. Orientada no tempo e espaço. Memória preservada. Humor sem polarização, afeto reativo. Psicomotricidade sem alterações. Não foram observados sinais alucinatórios. Pensamento com curso e direção preservados, fala pausada sem alteração quanto à velocidade. 
Dos abaixo, são exames que poderiam ser pedidos no serviço de emergência, EXCETO:
Alternativas
Q1062585 Psiquiatria
M.N., 54 anos, vem trazida pela irmã ao serviço de emergência psiquiátrica, pois a paciente recebeu uma intimação judicial para manter-se afastada do ator e cantor F.A.B., sob pena de prisão. A paciente conta que acompanha a carreira de F.A.B desde o início, e foi conhecê-lo numa entrevista há cerca de 6 meses. Nesse dia, percebeu que as músicas que ele escrevia eram para ela, e passou a ir aos lugares que ele costumava frequentar. Mandava cartas diariamente, e mostra uma foto autografada “que ele mandou somente para mim”. Após receber essa foto, teve certeza de que ele a cortejava. Ao ser questionada sobre a família do ator, responde: “ele casou com ela antes de me conhecer, e ela não deixa ele se separar, usa os filhos”. Passa dias seguindo F.A.B e, devido a faltas, perdeu o emprego no mês passado – “mas quando casarmos voltarei a trabalhar”. Nas últimas semanas vem escrevendo “sobre o que fazer para se livrar dela”. A irmã está preocupada com o que pode acontecer com a paciente, informando que tem autocuidados preservados, mantém cuidados com a casa, vai ao banco e gerencia sua conta. Sono e apetite preservados. A irmã nota a piora comportamental há cerca de 2 meses, quando a paciente começou a falar mais sobre o assunto, e não aceita quando ela (irmã) tenta falar sobre a impossibilidade desta relação − nestes momentos fica irritada e já chegou a jogar prato na parede. Ao exame psíquico: consciente, atenta e vigil. Orientada no tempo e espaço. Memória preservada. Humor sem polarização, afeto reativo. Psicomotricidade sem alterações. Não foram observados sinais alucinatórios. Pensamento com curso e direção preservados, fala pausada sem alteração quanto à velocidade. 
O tratamento mais adequado seria:
Alternativas
Q1062584 Psiquiatria
M.N., 54 anos, vem trazida pela irmã ao serviço de emergência psiquiátrica, pois a paciente recebeu uma intimação judicial para manter-se afastada do ator e cantor F.A.B., sob pena de prisão. A paciente conta que acompanha a carreira de F.A.B desde o início, e foi conhecê-lo numa entrevista há cerca de 6 meses. Nesse dia, percebeu que as músicas que ele escrevia eram para ela, e passou a ir aos lugares que ele costumava frequentar. Mandava cartas diariamente, e mostra uma foto autografada “que ele mandou somente para mim”. Após receber essa foto, teve certeza de que ele a cortejava. Ao ser questionada sobre a família do ator, responde: “ele casou com ela antes de me conhecer, e ela não deixa ele se separar, usa os filhos”. Passa dias seguindo F.A.B e, devido a faltas, perdeu o emprego no mês passado – “mas quando casarmos voltarei a trabalhar”. Nas últimas semanas vem escrevendo “sobre o que fazer para se livrar dela”. A irmã está preocupada com o que pode acontecer com a paciente, informando que tem autocuidados preservados, mantém cuidados com a casa, vai ao banco e gerencia sua conta. Sono e apetite preservados. A irmã nota a piora comportamental há cerca de 2 meses, quando a paciente começou a falar mais sobre o assunto, e não aceita quando ela (irmã) tenta falar sobre a impossibilidade desta relação − nestes momentos fica irritada e já chegou a jogar prato na parede. Ao exame psíquico: consciente, atenta e vigil. Orientada no tempo e espaço. Memória preservada. Humor sem polarização, afeto reativo. Psicomotricidade sem alterações. Não foram observados sinais alucinatórios. Pensamento com curso e direção preservados, fala pausada sem alteração quanto à velocidade. 
A hipótese diagnóstica mais provável para o presente quadro clínico é:
Alternativas
Q1062583 Psiquiatria
J.A., 24 anos, solteira, estudante universitária de engenharia, apresenta quadro importante de agitação, acompanhada de aceleração do pensamento, fala rápida, com dificuldade de permanecer no mesmo assunto. Quando questionada, paciente fala sentir-se triste e desanimada e pede um remédio para essa tristeza, chegando a rir e chorar na entrevista. A família nega antecedentes de quadros depressivos no passado. Informa que nas últimas 2 semanas tem dormido pouco, passando a noite acordada querendo jogar videogame de dança em casa. No último final de semana foi ao shopping e gastou quase 10 mil reais em compras para os amigos da faculdade. Conta que adora sair “para a balada” e que tem bebido bastante (“não me lembro bem do que ocorreu nas noites passadas”). Paciente apresenta-se, ao exame psíquico, consciente, orientada, atenção preservada, porém, com distratibilidade frente a estímulos; por vezes, chora na entrevista, apresentando grande labilidade emocional, pensamento com perda da direção e presença de arborizações; crítica prejudicada quanto ao estado mórbido. Paciente vem saindo muito à noite e postando fotos provocativas nas redes sociais. Diz querer “namorar muito”. Familiar nega conhecimento de uso de drogas ilícitas. Informa que paciente iniciou uso de lisdexanfetamina (50 mg) há cerca de 2 meses devido à dificuldade de estudar para provas e que o “curso de engenharia era muito puxado e ela sentia ter déficit de atenção e não conseguir se concentrar o suficiente para acompanhar o curso”. Nos últimos semestres, familiar refere que J.A. vinha sobrecarregada e se dizia “exausta” e que o uso da medicação ajudou “a dar conta da faculdade”. Familiar informa que tem tido dificuldade de manter a paciente em casa e que, por vezes, ela se mostra agressiva quando alguém tenta impedir que saia. 
O tratamento inicial mais indicado para essa paciente seria:
Alternativas
Q1062582 Psiquiatria
J.A., 24 anos, solteira, estudante universitária de engenharia, apresenta quadro importante de agitação, acompanhada de aceleração do pensamento, fala rápida, com dificuldade de permanecer no mesmo assunto. Quando questionada, paciente fala sentir-se triste e desanimada e pede um remédio para essa tristeza, chegando a rir e chorar na entrevista. A família nega antecedentes de quadros depressivos no passado. Informa que nas últimas 2 semanas tem dormido pouco, passando a noite acordada querendo jogar videogame de dança em casa. No último final de semana foi ao shopping e gastou quase 10 mil reais em compras para os amigos da faculdade. Conta que adora sair “para a balada” e que tem bebido bastante (“não me lembro bem do que ocorreu nas noites passadas”). Paciente apresenta-se, ao exame psíquico, consciente, orientada, atenção preservada, porém, com distratibilidade frente a estímulos; por vezes, chora na entrevista, apresentando grande labilidade emocional, pensamento com perda da direção e presença de arborizações; crítica prejudicada quanto ao estado mórbido. Paciente vem saindo muito à noite e postando fotos provocativas nas redes sociais. Diz querer “namorar muito”. Familiar nega conhecimento de uso de drogas ilícitas. Informa que paciente iniciou uso de lisdexanfetamina (50 mg) há cerca de 2 meses devido à dificuldade de estudar para provas e que o “curso de engenharia era muito puxado e ela sentia ter déficit de atenção e não conseguir se concentrar o suficiente para acompanhar o curso”. Nos últimos semestres, familiar refere que J.A. vinha sobrecarregada e se dizia “exausta” e que o uso da medicação ajudou “a dar conta da faculdade”. Familiar informa que tem tido dificuldade de manter a paciente em casa e que, por vezes, ela se mostra agressiva quando alguém tenta impedir que saia. 
A conduta mais adequada frente à dificuldade da família em cuidar da paciente seria:
Alternativas
Q1062581 Psiquiatria
J.A., 24 anos, solteira, estudante universitária de engenharia, apresenta quadro importante de agitação, acompanhada de aceleração do pensamento, fala rápida, com dificuldade de permanecer no mesmo assunto. Quando questionada, paciente fala sentir-se triste e desanimada e pede um remédio para essa tristeza, chegando a rir e chorar na entrevista. A família nega antecedentes de quadros depressivos no passado. Informa que nas últimas 2 semanas tem dormido pouco, passando a noite acordada querendo jogar videogame de dança em casa. No último final de semana foi ao shopping e gastou quase 10 mil reais em compras para os amigos da faculdade. Conta que adora sair “para a balada” e que tem bebido bastante (“não me lembro bem do que ocorreu nas noites passadas”). Paciente apresenta-se, ao exame psíquico, consciente, orientada, atenção preservada, porém, com distratibilidade frente a estímulos; por vezes, chora na entrevista, apresentando grande labilidade emocional, pensamento com perda da direção e presença de arborizações; crítica prejudicada quanto ao estado mórbido. Paciente vem saindo muito à noite e postando fotos provocativas nas redes sociais. Diz querer “namorar muito”. Familiar nega conhecimento de uso de drogas ilícitas. Informa que paciente iniciou uso de lisdexanfetamina (50 mg) há cerca de 2 meses devido à dificuldade de estudar para provas e que o “curso de engenharia era muito puxado e ela sentia ter déficit de atenção e não conseguir se concentrar o suficiente para acompanhar o curso”. Nos últimos semestres, familiar refere que J.A. vinha sobrecarregada e se dizia “exausta” e que o uso da medicação ajudou “a dar conta da faculdade”. Familiar informa que tem tido dificuldade de manter a paciente em casa e que, por vezes, ela se mostra agressiva quando alguém tenta impedir que saia. 
Um importante diagnóstico diferencial para esse caso seria:
Alternativas
Q1062580 Psiquiatria
J.A., 24 anos, solteira, estudante universitária de engenharia, apresenta quadro importante de agitação, acompanhada de aceleração do pensamento, fala rápida, com dificuldade de permanecer no mesmo assunto. Quando questionada, paciente fala sentir-se triste e desanimada e pede um remédio para essa tristeza, chegando a rir e chorar na entrevista. A família nega antecedentes de quadros depressivos no passado. Informa que nas últimas 2 semanas tem dormido pouco, passando a noite acordada querendo jogar videogame de dança em casa. No último final de semana foi ao shopping e gastou quase 10 mil reais em compras para os amigos da faculdade. Conta que adora sair “para a balada” e que tem bebido bastante (“não me lembro bem do que ocorreu nas noites passadas”). Paciente apresenta-se, ao exame psíquico, consciente, orientada, atenção preservada, porém, com distratibilidade frente a estímulos; por vezes, chora na entrevista, apresentando grande labilidade emocional, pensamento com perda da direção e presença de arborizações; crítica prejudicada quanto ao estado mórbido. Paciente vem saindo muito à noite e postando fotos provocativas nas redes sociais. Diz querer “namorar muito”. Familiar nega conhecimento de uso de drogas ilícitas. Informa que paciente iniciou uso de lisdexanfetamina (50 mg) há cerca de 2 meses devido à dificuldade de estudar para provas e que o “curso de engenharia era muito puxado e ela sentia ter déficit de atenção e não conseguir se concentrar o suficiente para acompanhar o curso”. Nos últimos semestres, familiar refere que J.A. vinha sobrecarregada e se dizia “exausta” e que o uso da medicação ajudou “a dar conta da faculdade”. Familiar informa que tem tido dificuldade de manter a paciente em casa e que, por vezes, ela se mostra agressiva quando alguém tenta impedir que saia. 
A hipótese diagnóstica mais provável é:
Alternativas
Q1062579 Psiquiatria
M.N.E., 78 anos, apresenta quadro no qual não se alimenta há 1 semana referindo estar morta, solicita aos familiares para comprar um caixão, em que deve ser enterrada. Nas últimas 24 horas parou de falar com as pessoas e passou a não reagir quando chamada. No último mês a família diz que estava mais isolada e pouco comunicativa, queixando-se de desânimo e não querendo ver os netos e os filhos. Neste período emagreceu 4 kg e vem se queixando de dificuldade para dormir. Há quinze dias pediu para suspender o almoço de domingo (“não sei se consigo cozinhar”, “minha cabeça está vazia”). Familiar informa que ao longo dos últimos dias tem passado cada vez mais tempo na cama, sem se movimentar, falando pouco e baixo e com temática de morte. Tem antecedente psiquiátrico de quadros depressivos e ansiosos com vários episódios ao longo da vida. Já fez uso de fluoxetina (60 mg), venlafaxina (75 mg), mirtazapina (30 mg), buspirona (15 mg) e mantém uso atual de clonazepan 1 mg à noite, sertralina 50 mg ao dia prescrita pelo cardiologista. Faz seguimento clínico para hipertensão e diabetes. 
O tratamento de escolha para o diagnóstico da paciente é:
Alternativas
Q1062578 Psiquiatria
M.N.E., 78 anos, apresenta quadro no qual não se alimenta há 1 semana referindo estar morta, solicita aos familiares para comprar um caixão, em que deve ser enterrada. Nas últimas 24 horas parou de falar com as pessoas e passou a não reagir quando chamada. No último mês a família diz que estava mais isolada e pouco comunicativa, queixando-se de desânimo e não querendo ver os netos e os filhos. Neste período emagreceu 4 kg e vem se queixando de dificuldade para dormir. Há quinze dias pediu para suspender o almoço de domingo (“não sei se consigo cozinhar”, “minha cabeça está vazia”). Familiar informa que ao longo dos últimos dias tem passado cada vez mais tempo na cama, sem se movimentar, falando pouco e baixo e com temática de morte. Tem antecedente psiquiátrico de quadros depressivos e ansiosos com vários episódios ao longo da vida. Já fez uso de fluoxetina (60 mg), venlafaxina (75 mg), mirtazapina (30 mg), buspirona (15 mg) e mantém uso atual de clonazepan 1 mg à noite, sertralina 50 mg ao dia prescrita pelo cardiologista. Faz seguimento clínico para hipertensão e diabetes. 
É um importante diagnóstico diferencial:
Alternativas
Q1062577 Psiquiatria
M.N.E., 78 anos, apresenta quadro no qual não se alimenta há 1 semana referindo estar morta, solicita aos familiares para comprar um caixão, em que deve ser enterrada. Nas últimas 24 horas parou de falar com as pessoas e passou a não reagir quando chamada. No último mês a família diz que estava mais isolada e pouco comunicativa, queixando-se de desânimo e não querendo ver os netos e os filhos. Neste período emagreceu 4 kg e vem se queixando de dificuldade para dormir. Há quinze dias pediu para suspender o almoço de domingo (“não sei se consigo cozinhar”, “minha cabeça está vazia”). Familiar informa que ao longo dos últimos dias tem passado cada vez mais tempo na cama, sem se movimentar, falando pouco e baixo e com temática de morte. Tem antecedente psiquiátrico de quadros depressivos e ansiosos com vários episódios ao longo da vida. Já fez uso de fluoxetina (60 mg), venlafaxina (75 mg), mirtazapina (30 mg), buspirona (15 mg) e mantém uso atual de clonazepan 1 mg à noite, sertralina 50 mg ao dia prescrita pelo cardiologista. Faz seguimento clínico para hipertensão e diabetes. 
A hipótese diagnóstica mais provável para o presente quadro clínico é:
Alternativas
Respostas
8141: A
8142: E
8143: B
8144: C
8145: A
8146: E
8147: C
8148: A
8149: E
8150: A
8151: B
8152: C
8153: B
8154: D
8155: D
8156: B
8157: A
8158: A
8159: E
8160: E