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1. O CID-11 introduz uma nova categoria de transtornos do neurodesenvolvimento, que inclui o transtorno do espectro autista e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
2. A CID-11 reorganizou os transtornos relacionados ao uso de substâncias, enfatizando a importância da dependência química em detrimento do abuso de substâncias.
3. O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) foi ampliado para incluir sintomas dissociativos, como despersonalização e desrealização.
4. A CID-11 reconhece o transtorno de identidade de gênero como uma condição médica, mantendo-o na categoria de transtornos mentais.
5. A CID-11 foi desenvolvida com uma abordagem mais culturalmente sensível, permitindo que os diagnósticos sejam adaptados às realidades socioculturais de diferentes países.
Alternativas:
1. A psicopatologia busca compreender as origens, sintomas e desenvolvimento dos transtornos mentais, considerando fatores biológicos, psicológicos e sociais.
2. A psicodinâmica enfatiza a influência dos processos inconscientes, como desejos reprimidos e conflitos intrapsíquicos, no comportamento.
3. As abordagens psicodinâmicas sugerem que a maior parte dos transtornos mentais se origina de experiências traumáticas na infância.
4. A psicopatologia se limita ao estudo dos sintomas e à classificação diagnóstica, sem considerar os processos subjacentes.
5. A psicodinâmica e a psicopatologia compartilham o objetivo de tratar o comportamento desadaptativo por meio da modificação dos padrões de pensamento e crenças.
Alternativas:
1. O Cluster A inclui transtornos de personalidade paranoide, esquizoide e esquizotípico, que são caracterizados por comportamentos excêntricos e pensamentos distorcidos.
2. O Cluster B, que inclui transtornos de personalidade antissocial, borderline, histriônico e narcisista, é marcado por comportamentos dramáticos, emocionais ou erráticos.
3. O Cluster C inclui transtornos de personalidade dependente, obsessivo-compulsivo e esquivo, que são caracterizados por comportamentos ansiosos e temerosos.
4. O DSM-5 sugere que todos os transtornos de personalidade apresentam algum grau de comorbidade, sendo raro encontrar um transtorno isolado.
5. A abordagem categórica do DSM-5 para os transtornos de personalidade é amplamente aceita e não tem sido objeto de críticas ou propostas alternativas.
Alternativas:
Pessoa com síndrome clínica caracterizada por padrões restritivos e repetitivos de comportamentos, interesses e atividades, que se manifestam por comportamentos motores ou verbais estereotipados ou por comportamentos sensoriais incomuns, além de excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados.
O enunciado acima é compatível com a definição de:
1. Normalidade ideal
2. Normalidade estatística
3. Normalidade subjetiva
4. Normalidade como ausência de doença
( ) Critério bastante falho, precário e redundante. Define a normalidade não por aquilo que ela supostamente é, mas sim, por aquilo que ela não é.
( ) Identifica norma e frequência. O normal passa a ser aquilo que se observa com mais frequência.
( ) É tomada como uma certa utopia. Depende de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários, e, às vezes, dogmáticos e doutrinários.
( ) É dada maior ênfase à percepção do próprio indivíduo em relação ao seu estado de saúde, às suas vivências. O ponto falho deste critério é que é que muitas pessoas que se sentem bem, apresentam, de fato um transtorno mental grave.
Murmura olhando o prado, o rio, a espuma:
Como isso é pobre, insípido, enfadonho!
Fagundes Varela
As síndromes depressivas são atualmente reconhecidas como um problema prioritário de saúde pública e segundo levantamento da OMS a depressão maior é considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde. Do ponto de vista psicopatológico:
A deficiência intelectual é uma denominação atual, que substitui a expressão deficiência mental, e representa um comprometimento orgânico que interfere negativamente no desenvolvimento cognitivo. Não caracteriza uma doença, e sim uma condição de vida. Uma pessoa com deficiência intelectual pode ou não ter outros comprometimentos associados.
(CFP, 2009 p. 136.)
Considerando o texto anterior, leia o caso hipotético descrito a seguir: João, dez anos, está matriculado em uma escola de
educação especial, e é atendido pela psicóloga clínica que dá suporte para essa escola. Foi diagnosticado com deficiência
intelectual leve e transtorno de fluência da fala (gagueira); um dos fatores contribuintes para o distúrbio da fala são fatores
emocionais. Uma das queixas do aluno é sobre a ausência de discurso em sala de aula, afirma que, no momento em que tenta
falar, é sempre interrompido pela professora ou pelos colegas de classe, que todos falam com ele, “espera ai, daqui a pouco
você fala”. Sobre a deficiência intelectual e a garantia de direitos e acessibilidade, assinale a afirmativa INCORRETA.
Esses sintomas são transtornos na área do(a)
A situação aqui relatada configura
De acordo com o DSM 5, são transtornos alimentares ligados à imagem corporal:
As demências são classificadas na psiquiatria como
Texto 17A2-II
Heitor, com 9 anos de idade, tem tido algumas intercorrências na escola. Professores têm notado que a criança frequentemente está com olhos vermelhos; sempre agitado, inquieto e disperso. Ele tem resistido em fazer as tarefas em sala e as de casa; tem sido agressivo e tem brigado com frequência com os colegas. Passa boa parte do tempo fora de sala de aula ou mesmo no banheiro.
A família não compareceu ao chamamento. A situação ficou mais grave quando um colega denunciou que Heitor trazia um canivete na mochila.
Diante da gravidade desse quadro, a equipe escolar, composta por professores, coordenador e psicólogo escolar, decidiu chamar novamente a família para uma reunião juntamente com a psicóloga clínica especialista, que iniciou a avaliação e o acompanhamento de Heitor há duas semanas.