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1) Para as crianças com TEA, as escolas não necessitam realizar adaptações curriculares, bastando incluir atividades que facilitem a interação com os outros alunos da sala. 2) Uma forma de auxiliar a inclusão dos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), na escola, é o Atendimento Educacional Especializado (AEE), definido como um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos, organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. 3) Para incluir, a escola deve se adaptar para atender às especificidades desses alunos; para isso, são necessárias mudanças na estrutura e no funcionamento da escola, na formação dos professores e nas relações família-escola. 4) Um dos objetivos do Atendimento Educacional Especializado é garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular. 5) Já que os alunos com Transtorno do Espectro Autista são caracterizados como alunos com deficiência intelectual, os professores e a escola podem desenvolver AEE que atendam a esses dois segmentos.
Estão corretas, apenas:
Sendo assim, na atuação escolar com crianças portadoras de TEA, deve-se considerar que
Considerando-se os dados acima, qual seu provável diagnóstico?
A classificação dada a esse delírio, segundo os critérios atuais, é a do tipo
Essa pessoa deve ser diagnosticada com transtorno depressivo persistente (distimia) se
Os dados acima descritos são suficientes para um diagnóstico de
O diagnóstico adequado ao caso e uma consideração relevante para o diagnóstico diferencial seriam, respectivamente, o(a)
O critério clínico acima descrito é decisivo para o diagnóstico de transtorno
Ao contrário do indivíduo com transtorno do espectro autista, o disléxico
O conceito acima se refere a:
Antônio é professor, tem 50 anos, é casado e tem 3 filhos. Usou álcool pela primeira vez aos 11 anos, quando o pai ofereceu uma taça de champanhe no Natal. Quando entrou na faculdade, após as aulas, bebia até altas horas. No início, apenas nas sextas feiras. Depois, quartas e depois, todos os dias. Aos 30 anos, após ser demitido, passou a beber diariamente. Quando Antônio se casou, ele já bebia bastante e com o fim do casamento, seu comportamento de beber piorou bastante.
Hoje em dia só bebo pinga. A minha vida hoje se restringe ao álcool. Deixei de trabalhar. A “caninha” não me sai da cabeça. Parece que tenho um “encosto” que me faz beber, parece que já não sou dono de mim mesmo. Estou hoje aqui, com vocês, não conheço ninguém e vocês não me conhecem. Estou há dois dias sem beber, sem dormir, com o corpo todo tremendo e, às vezes, parece que tem uns bichos percorrendo o meu corpo. Por vezes, perco a noção do tempo e de onde estou. Acho que o álcool está me fazendo falta…
Após a leitura do caso do professor, qual seria o
diagnóstico mais adequado em relação aos problemas
relacionados ao uso de droga por ele apresentados?