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Q1683060 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


O afastamento para tratamento pode trazer consequências no âmbito interpessoal e afetivo de Luana.

Alternativas
Q1683059 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


O isolamento associado ao choro fácil e ao medo da morte apresentados por Luana são sintomas característicos de quadro depressivo em fase inicial.

Alternativas
Q1683058 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).
A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
Na situação, estão presentes os critérios para se diagnosticar Luana com transtorno de ansiedade decorrente do quadro cancerígeno.
Alternativas
Q1683056 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


A pica pode ser diagnosticada junto com outros transtornos alimentares.

Alternativas
Q1683055 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


O transtorno alimentar denominado pica caracteriza-se pela ingestão de substâncias não alimentares, frequentemente comparecendo antes dos 2 anos.

Alternativas
Q1683054 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


Os fatores psicossociais desempenham papel preponderante na etiologia dos transtornos alimentares.

Alternativas
Q1683053 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


A etiologia dos transtornos alimentares é complexa e pode ser multifatorial, com curso de desenvolvimento relativamente positivos.

Alternativas
Q1683052 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


Em se tratando de alterações alimentares na infância, há de se considerar o que se ingere, além da forma como se faz a ingestão.

Alternativas
Q1681306 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. As informações presentes no texto permitem inferir que, nos modelos psicanalíticos, a dependência química é compreendida como a causa de uma série de problemas e comportamentos, não como um sintoma.

II. O texto procura deixar claro para o leitor que a psicologia não dispõe de uma teoria comum, única, homogênea e finalística sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681305 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Após a análise do texto, é possível inferir que, na visão da abordagem sistêmica, o indivíduo recorre à droga como algo que irá lhe conferir uma fuga a um sentimento que ele deseja reprimir, como um medo ou uma necessidade fisiológica básica.

II. O texto leva o leitor a inferir que, para a Gestalt-terapia, as pessoas reconhecidas como dependentes estão fora de seu equilíbrio ótimo e, frequentemente, são incapazes de perceber quais as suas necessidades.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681303 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto leva o leitor a entender que, na abordagem sistêmica, o conceito de dependência química é entendido como um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada.

II. O texto procura destacar que, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência química se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681302 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Os modelos psicanalíticos propõem que o sujeito incorpora à sua rotina o hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, conforme sugere o texto.

II. O texto sugere que existem diferentes hipóteses sobre a dependência química, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou das relações estabelecidas entre os homens e o meio.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681301 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, para a Gestaltterapia, a dependência química está relacionada a alterações nos processos funcionais de contato e afastamento, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que, na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681277 Psicologia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A gestão de carreira dos colaboradores visa planejar, juntamente com o colaborador, a trilha de carreira a ser percorrida para que ele se desenvolva na organização. As organizações podem adotar planos de carreiras diferentes: o plano de carreira vertical, também chamado de carreira em Y, no qual as promoções ou substituições podem ser feitas verticalmente (cargos mais elevados) ou o plano de carreira horizontal (cargos no mesmo nível, mas complexos ou envolvendo outras especialidades).

II. Nos quadros maníacos dos pacientes com transtornos de humor, há diminuição da atenção voluntária e aumento da atenção espontânea, com hipervigilância e hipotenacidade. A atenção do indivíduo em fase maníaca salta rapidamente de um estímulo para outro, sem se fixar em algo. Já nos quadros depressivos, geralmente há diminuição geral da atenção, ou seja, hipoprosexia. Em alguns casos graves, ocorre a fixação da atenção em certos temas depressivos (hipertenacidade), com rigidez e alguma diminuição da capacidade de mudar o foco da atenção (hipovigilância).

III. Cultivar o enfoque preventivo, ou seja, trabalhar as relações interpessoais na escola, visando à reflexão e conscientização de funções, papéis e responsabilidades dos envolvidos, não é uma das finalidades da psicologia escolar.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1679363 Psicologia
O que é Distimia?
Alternativas
Q1679362 Psicologia
Segundo Manual Diagnóstico e Estatístico do Transtorno Mentais – 5° edição, NÃO é critério de diagnóstico para o Transtorno de Jogo:
Alternativas
Q1672358 Psicologia
Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


De acordo com Paulo Dalgalarrondo (2008), os delírios como os do paciente caracterizam uma alteração do conteúdo do pensamento.

Alternativas
Q1672356 Psicologia
Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


O quadro clínico do paciente pode ser classificado, de acordo com o DSM-5, como esquizofrenia catatônica.

Alternativas
Q1672355 Psicologia
Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


O fato de o paciente crer que é irmão de Deus e que tem uma missão divina na Terra evidencia a presença de alucinações.

Alternativas
Respostas
3881: C
3882: E
3883: E
3884: C
3885: C
3886: E
3887: C
3888: C
3889: C
3890: C
3891: C
3892: A
3893: A
3894: A
3895: C
3896: A
3897: D
3898: E
3899: E
3900: E