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I.As crianças com o transtorno tendem a se preocupar excessivamente com sua competência ou a qualidade de seu desempenho. Durante o curso do transtorno, o foco da preocupação vai sendo reforçado.
II.A ansiedade é acompanhada por pelo menos quatro dos seguintes sintomas adicionais: inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele, fatigabilidade, dificuldade de concentrar-se ou sensações de "branco" na mente, irritabilidade, tensão muscular, perturbação do sono, embora apenas um sintoma adicional seja exigido para crianças.
III.Sintomas de excitabilidade autonômica aumentada são menos proeminentes no transtorno de ansiedade generalizada do que em outros transtornos de ansiedade.
Qual(is) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S)?
Para desenvolver seu trabalho com eficiência e sensibilidade, um cuidador precisa conhecer as características dos principais transtornos mentais com os quais ele pode lidar em ambiente escolar.
Relacione os seguintes transtornos a suas respectivas descrições.
1. Esquizofrenia
2. Depressão
3. Autismo
( ) Transtorno invasivo de desenvolvimento, que ocorre geralmente na infância, e afeta a capacidade cognitiva, o comportamento, a comunicação e a linguagem.
( ) Transtorno caracterizado por tristeza, perda de interesse, apresentando sentimento de culpa, baixa autoestima, cansaço e falta de concentração.
( ) Transtorno definido por distorções na percepção, no pensamento, no comportamento e na linguagem, que podem se apresentar na forma de alucinações e delírios.
Assinale a opção que mostra a relação correta, na ordem apresentada.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Dificuldades como as apresentadas por Josué costumam
extrapolar para problemas relacionados, por exemplo, à
nomeação, com agilidade, de números e cores.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno misto das habilidades
escolares.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta critérios diagnósticos para transtorno
invasivo do desenvolvimento associado a um transtorno de
linguagem expressiva.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno específico do
desenvolvimento que é comumente precedido por histórico
de comprometimento da fala e da linguagem.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
As dificuldades de Josué podem ser agravadas por
circunstâncias sociais e familiares.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
De modo geral, os transtornos de aprendizagem, como o
apresentado por Josué, estão associados a dificuldades
cognitivas, as quais comprometem a memória visual, a
atenção e a decifração.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
As dificuldades de aprendizagem de Josué precisam ser
avaliadas levando-se em consideração as particularidades da
criança e seu contexto familiar e pedagógico.
I. A definição de transtorno mental inclusa no DSM – 5, foi desenvolvida para satisfazer as necessidades de clínicos, profissionais da área da saúde e pesquisadores, em vez de todas as necessidades técnicas de tribunais e de profissionais da área jurídica. II. Quando usados apropriadamente, os diagnósticos e as informações diagnósticas, podem auxiliar os detentores do poder de decisão no âmbito legal em suas deliberações. III. O DSM – 5, não fornece diretrizes de tratamento das características relevantes dos transtornos mentais pelas autoridades judiciais.
Estão corretas as afirmativas:
I. Os transtornos da personalidade se caracterizam pelo comprometimento de características normais que podem prejudicar a adaptação do indivíduo às situações. II. As modificações de personalidade podem ser duradouras e ocorrer após uma experiência catastrófica. III. O estudo de comportamentos patológicos e estados psíquicos anormais não podem auxiliar a entender a conduta das partes e das testemunhas.
Estão corretas as afirmativas: