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A hipertensão arterial sistêmica é uma condição de alta prevalência e, por isso, um problema de saúde pública. A decisão de iniciar o tratamento com um anti-hipertensivo depende do valor da pressão arterial (PA) e do risco cardiovascular. Pacientes com hipertensão estágio 1 (leve) e baixo risco cardiovascular podem iniciar medidas não farmacológicas e aguardar de três a seis meses para o uso de fármacos. Já pacientes em estágio 2 (moderada) ou 3 (severa), e/ou aqueles com alto risco cardiovascular, devem começar o anti-hipertensivo imediatamente caso a PA sistólica esteja maior que 140 mmHg e/ou a diastólica maior que 90 mmHg.
O Técnico em Enfermagem, em relação aos cuidados para a aferição da PA, a qual é fundamental para o tratamento e controle da doença, sabe que:
A eliminação urinária é uma das mais importantes funções do organismo, e suas anormalidades podem provocar diversos distúrbios, dentre os quais as modificações no ato da micção. Essas, por sua vez, compreendem a falha em armazenar a urina ou falha em eliminá-la totalmente, resultando da função vesical comprometida, da obstrução do efluxo urinário ou da incapacidade de controlar voluntariamente a micção.
Assim, quanto à assistência de enfermagem para o atendimento das necessidades de eliminação urinária, é adequado afirmar que:
A literatura evidencia uma grande variedade de lesões cutâneas, as quais vão desde as mais superficiais, como as máculas que, na maioria das vezes não causam prejuízo relevante, até as profundas, que atingem todas as camadas da pele e/ou tecidos subjacentes, como, por exemplo, as úlceras venosas, arteriais, de pé diabético, úlcera plantar neurotrófica (por hanseníase), as lesões por pressão (antes denominadas de úlceras por pressão) e aquelas decorrentes do posicionamento cirúrgico.
Quais são as características clínicas da úlcera venosa?
As estomias de eliminação urinária são realizadas em pessoas com doenças que envolvem a pelve renal, os ureteres, a bexiga e a uretra. Essas derivações têm por finalidade preservar a função renal e estão previstas na abordagem terapêutica de algumas doenças, incluindo as neoplasias, disfunções neurológicas, doenças obstrutivas do trato urinário e algumas anomalias congênitas.
Quanto aos tipos de estomias de eliminação urinária e às possíveis complicações, é adequado afirmar que:
A aferição da temperatura corporal objetiva identificar o estado de homeotermia, que é a manutenção do equilíbrio entre a produção e a perda calórica, assim como as suas anormalidades. Os valores normais podem variar de acordo com o local de aferição, sendo: temperatura axilar = 35,5 a 37°C; temperatura bucal = 36 a 37,4°C e temperatura retal: 36 a 37,5°C. De modo geral, a temperatura média corporal costuma variar entre 36 e 37,3°C.
Portanto, em relação à medida da temperatura corporal, é adequado afirmar que:
J. D. S., 76 anos, aposentado, viúvo, ensino fundamental incompleto, mora sozinho, foi submetido à colectomia parcial por neoplasia obstrutiva de sigmoide, segue com colostomia localizada no quadrante superior esquerdo e em sessões de quimioterapia. Apresenta prolapso extenso da alça intestinal, em média 10 cm de exteriorização, e dermatite irritativa em área inferior direita do estoma.
Mediante a situação apresentada, os cuidados de enfermagem adequados são:
A Pressão Arterial (PA) é um dos sinais vitais e para se fazer uma correta avaliação do paciente cirúrgico, é importante a PA ser aferida antes, durante e após os procedimentos clínicos ou cirúrgicos a ele destinados. Aparelhos eletrônicos para a mensuração de PA estão disponíveis para a sua aferição automática. Eles contam com um sensor eletrônico que detecta as vibrações do fluxo sanguíneo quando passa por uma artéria.
Seguindo as recomendações do enfermeiro e antes de o paciente ser encaminhado para algum procedimento cirúrgico, o Técnico em Enfermagem precisa avaliar todos os parâmetros vitais do paciente, incluindo os valores da PA.
Assim sendo, o Técnico em Enfermagem deve:
I. Explicar ao paciente a frequência e a extremidade anatômica onde a medição vai ser realizada e revisar como proceder à adequada seleção do tamanho da braçadeira do aparelho em relação ao tamanho apropriado do paciente.
II. Colocar a braçadeira sobre a roupa do paciente, desde que essa roupa seja de tecido fino, para não interferir na obtenção da PA.
III. Revisar a PA de rotina do paciente e relatar ao enfermeiro se houver alterações significativas e/ou anormalidades.
IV. Expor o membro que vai receber o manguito do equipamento, removendo a roupa que restringe o local para assegurar o seu adequado posicionamento.
Analisando essas quatro afirmativas em relação ao exposto, está correto o que se afirma em:
Os cuidados de enfermagem são essenciais no período pré-operatório, transoperatório e, igualmente, na etapa pós-operatória. A admissão no setor de cuidados pós-anestésicos e de recuperação pressupõe que o paciente necessita ser muito bem avaliado, para evitar que vá ao seu quarto antecipadamente e corra o risco de apresentar complicações posteriores.
Nesse contexto, qual(quais) avaliação(ões) a seguir deve(m) ser realizada(s) de imediato?
I. A respiratória, que compreende a frequência, o ritmo, a ausculta do murmúrio respiratório e o nível de saturação do oxigênio.
II. O sistema cardiovascular, monitorando-se a frequência e o ritmo cardíaco.
III. A função neurológica, constatando se o paciente “acordou” da anestesia, está obedecendo aos comandos, está localizado e apresenta movimentos.
IV. A função renal, analisando-se a quantidade de líquidos recebida (soros, sangue) e a sua eliminação (por drenos e cateteres)
V. A função psíquica/espiritual, constatando se o paciente está cantando, sorrindo, verbalizando frases engraçadas e/ou chorando.
VI. O sítio cirúrgico, observando-se a presença e a cor de líquidos de drenagem de curativos.
Qual é a análise correta dessas afirmações?
Conforme o texto, assinale o nível da escala de RASS que mantém os pacientes em seu nível ótimo, sem dor e com sedação consciente:
I. A monitoração da pressão intracraniana (PIC) tem análise de formato e tendência de onda que permite a avaliação, interpretação e intervenção ativa no tratamento de situações de emergências neurológicas. A monitorização da PIC pode ser obtida apenas por meio da monitorização invasiva. (2).
II. A aferição do diâmetro da bainha do nervo óptico por procedimento ultrassonográfico permite a mensuração indireta da PIC, e as imagens podem ser obtidas à beira do leito, em pacientes com instabilidade hemodinâmica. (3)
III. A avaliação pupilar (pupilometria) permite ao enfermeiro avaliar o II nervo craniano (nervo oculomotor) e o III nervo (óptico), pois a diminuição ou ausência da resposta dos nervos cranianos podem indicar hipertensão intracraniana. (4)
IV. Para a monitorização invasiva da PIC, faz-se necessária a inserção de cateter intracraniano por orifício de trepanação ou craniotomia, pelo neurocirurgião. A porção distal do cateter pode ser posicionada em diferentes locais do espaço intracraniano, dependendo das condições clínicas e neurológicas do paciente, bem como da integridade do sistema ventricular. ( 5 )
A soma das afirmativas CORRETAS totaliza
( ) O padrão ouro de medida da algia é o autorrelato do paciente, que deve ser obtido com a maior frequência possível, porém, em situações críticas, nem sempre é possível realizá-lo, sendo necessária a utilização de ferramentas de mensuração da dor.
( ) O enfermeiro possui alta resolutividade e autonomia no manejo da dor. Na maior parte dos casos, é o profissional que a identifica, avalia e notifica à equipe, posteriormente, implementando ações específicas para cada caso e avaliando a sua eficácia.
( ) Nas situações em que o paciente consegue localizar a dor, pode-se utilizar o diagrama corpóreo, no qual as áreas dolorosas são marcadas pelo profissional que supervisiona, contribuindo para a identificação da etiologia e das condutas mais assertivas.
( ) A escala analógica visual consiste em duas linhas, vertical e horizontal, que representam a qualidade contínua da intensidade da dor, identificando nenhuma dor considerada ou dor máxima, sendo o paciente que marca o ponto correspondente ao seu nível doloroso.
( ) A escala da observação da dor do cuidado crítico (CPOT) é composta por quatro domínios comportamentais: expressão facial, movimentos corporais, tensão muscular e conformidade com o ventilador mecânico.