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Questões Discursivas

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Q3346642 Enfermagem
Objetivando assegurar padrões de segurança do paciente e dos profissionais envolvidos no processo de cuidar, a RDC nº 15/2012 regulamentou os requisitos de boas práticas para serviços que realizam processamento de produtos para saúde. A referida resolução apresenta as assertivas a seguir:

I. Produtos para saúde críticos são aqueles utilizados para a realização de procedimentos invasivos com penetração na pele e no sistema vascular.

II. Produtos para saúde não críticos são os que entram em contato com a pele íntegra ou não entram em contato com o paciente.

III. Produtos que entram em contato com a pele não íntegra ou com mucosas íntegras colonizadas são chamados de “produtos para saúde semicríticos”.

IV. A pré-limpeza se refere à remoção de sujidade visível presente nos produtos para saúde.

V. A limpeza é a remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3346487 Enfermagem
A Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa RDC n° 36, de 25 de julho de 2013, institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências.

Analise as asserções abaixo:

I. Boas práticas de funcionamento do serviço de saúde: componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados.

II. Cultura da segurança: conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.

III. Evento adverso: incidente que resulta em dano à saúde.

IV. Incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário à saúde.

V. Núcleo de segurança do paciente (NSP): instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.

VI. Segurança do paciente: redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3345983 Enfermagem
Acerca do protocolo do Ministério da Saúde para prevenção de úlcera por pressão, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Uma das medidas recomendadas é proteger a pele da exposição à umidade excessiva por meio do uso de produtos de barreira, de forma a reduzir o risco de lesão por pressão.
( ) Em pacientes acamados ou com mobilidade reduzida recomenda-se mudanças de decúbito a cada 2 horas ou menos, para redistribuir a pressão sobre as proeminências ósseas.
( ) A massagem está contra-indicada na presença de inflamação aguda e onde existe a possibilidade de haver vasos sanguíneos danificados ou pele frágil.

As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Alternativas
Q3345342 Enfermagem
Sobre cateteres venosos periféricos, de acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde do Brasil sobre Práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico (CIVP) em serviços de saúde, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:

( ) É imprescindível higienizar as mãos antes e após a inserção de CIVP e para qualquer tipo de manipulação destes dispositivos.
( ) A escolha do cateter para atender à necessidade de terapia intravenosa. Não usar CIVPs para infusão contínua de produtos vesicantes, para nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou outros aditivos que resultem em osmolaridade final acima de 900 mOsm/L, ou para qualquer solução com osmolaridade acima de 900 mOsm/L.
( ) Limitar no máximo a três tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, seis no total. Múltiplas tentativas de punções causam dor, atrasam o início do tratamento, comprometem o vaso, aumentam custos e os riscos de complicações.
( ) Para pacientes adultos: as veias de escolha para inserção do CIVP são as das superfícies dorsal e ventral dos antebraços, que podem acomodar cateteres de maior dimensão, tais como, cefálica, basílica, medianas do antebraço, cotovelo e do dorso da mão. Veias de membros inferiores não devem ser utilizadas a menos que seja absolutamente necessário, em virtude do risco de embolias e tromboflebites.
( ) Recomenda-se utilizar cobertura para CIVP estéril, semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3344584 Enfermagem
Sobre práticas seguras na administração de medicamentos, está definido que o(a):
Alternativas
Q3344580 Enfermagem
Sobre os cuidados com as bombas infusoras, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3344559 Enfermagem
De acordo com o “Protocolo de prevenção de quedas” (ANVISA, 2013), as escalas para risco de queda permitem classificar o grau de risco que o paciente apresenta para cair, possibilitando orientar as intervenções necessárias para evitar a ocorrência. Para reconhecer pacientes como alto risco de queda, devem-se observar as seguintes características: 
Alternativas
Q3344558 Enfermagem
Em relação às estratégias de monitoramento e indicadores gerais para o uso seguro de medicamentos, o documento “Protocolo de Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos” (Anvisa, 2013) recomenda que o: 
Alternativas
Q3344552 Enfermagem
As cirurgias em partes erradas do corpo têm maior chance de ocorrer em procedimentos bilaterais. Para promover a segurança do paciente cirúrgico e favorecer que a equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo, entre as medidas altamente recomendadas está a que orienta que:
Alternativas
Q3342840 Enfermagem
Julgue as proposições a seguir:

I. Todo medicamento deve ter rótulo.
II. Não lavar as mãos antes e após o preparo do medicamento.
III. Manter os medicamentos em condições especiais para uso, como refrigeração e fotossensibilidade quando indicados, ou conforme orientação da farmácia.
IV. Todo medicamento deve estar dentro do prazo de validade.
V. Não é necessário anotar em prontuário qualquer alteração na administração de medicamento, como recusas, reações alérgicas e efeitos colaterais.


Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q3342837 Enfermagem
De acordo com Instituto de Práticas Seguras no Uso de Medicamentos que trata sobre o Uso Seguro De Medicamentos Em Pacientes Pediátricos, 2017, são recomendações para promoção do uso correto e seguro de medicamentos, EXCETO: 
Alternativas
Q3342832 Enfermagem
Sobre as Medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde, caderno 4 da ANVISA, 2017, julgue os itens a seguir:

I. Deve-se higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos.
II. Não existe uma recomendação para o limite de tentativas de punção venosa periférica.
III. As coberturas, cateteres e conexões devem ser protegidos com plástico ou outro material impermeável durante o banho para não molhar a fim de evitar infecções.
IV. Cateteres com menor calibre causam menos flebite mecânica.
V. Quanto maior o cateter, melhor para a prevenção de flebites.
Alternativas
Q3338486 Enfermagem
A esterilização é o processo pelo qual um item é purificado de todos os microrganismos e esporos. O uso de materiais estéreis para cirurgia é considerado uma prática padronizada internacionalmente. Os microrganismos têm diferentes níveis de resistência aos métodos de esterilização dependendo do tipo, capacidade de formação de esporos, sensibilidade ao calor, a produtos químicos e desinfetantes e da composição e espessura da parede celular bacteriana ou envelope viral. Portanto, obter a esterilização, particularmente em instrumentais cirúrgicos reutilizáveis, requer uma sequência de limpeza e remoção mecânica dos contaminantes grosseiros, inspeção e montagem, empacotamento, esterilização, armazenamento, transporte e entrega na sala operatória e certificação do processo de esterilização.

Sobre esse assunto, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:


I. Limpeza é o processo manual ou mecânico de remoção de sujidade, mediante o uso da água, sabão e detergente neutro ou detergente enzimático para manter em estado de asseio os artigos e superfícies reduzindo a população microbiana. A limpeza constitui ainda o primeiro passo nos procedimentos técnicos de desinfecção e esterilização, considerando que a presença de matéria orgânica potencializa a ação dos agentes desinfetantes e esterilizantes.
II. Descontaminação é o processo de redução dos microrganismos de artigos e superfícies, tornando-os seguros para o manuseio.
III. Desinfecção é o processo físico ou químico de destruição de todos os microrganismos, inclusive os esporulados. A desinfecção é realizada por meio físico, através da água quente (60 a 90ºC) ou em ebulição e pelo meio químico, através de produtos denominados de desinfetantes.
IV. Esterilização é o processo de destruição de todos os microrganismos, inclusive esporulados, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los através de testes microbiológicos padrão. A probabilidade de sobrevida do microrganismo no item submetido ao processo de esterilização é menor que um em um milhão. A esterilização é realizada pelo calor, óxido de etileno, radiação e outros.

As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
Alternativas
Q3338485 Enfermagem
Em 2003, a Comissão Conjunta formulou e obrigou o uso de um protocolo universal para prevenção dos erros relacionados ao local errado, ao paciente errado e ao procedimento errado, o qual foi adotado por muitas organizações profissionais, incluindo o Colégio Americano de Cirurgiões. O protocolo universal é um processo de três etapas no qual cada uma é complementar à prática de confirmar o paciente, local e procedimentos corretos. Das etapas a serem aplicadas NÃO é adequado:
Alternativas
Q3338484 Enfermagem
A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes operatórias têm dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS, são elas:

I. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
II. A equipe usará métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
III. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
IV. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas.
V. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
VI. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sítio cirúrgico.
VII. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas.
VIII.A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos.
IX. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação. X. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338481 Enfermagem
Atualmente as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) estão intimamente relacionadas ao tema segurança do paciente, exercendo forte pressão sobre as organizações de assistência à saúde. São consideradas eventos adversos que geram várias consequências deletérias, como elevação dos custos da assistência, aumento do tempo de internação, aumento da morbidade e da mortalidade.
Diversas instituições públicas e privadas, internacionais e nacionais, somam esforços publicando orientações para a prevenção e o controle das infecções, norteando ações básicas a serem adotadas pelos profissionais da saúde. No ambiente do centro cirúrgico os profissionais de saúde se deparam com a necessidade de utilizar as precauções padrão, assim como as precauções com base em transmissão. São equipamentos de proteção individual utilizados na proteção padrão: 
Alternativas
Q3338480 Enfermagem
O papel do enfermeiro na sala de Recuperação pósanestésica (SRPA) é imprescindível, sendo fundamental na garantia de um cuidado seguro no momento pós-operatório, sendo assim possui como atribuições: A admissão do paciente; monitoramento hemodinâmico; checagem de curativos, drenos e cateteres; instalação de medicamentos e drippings, de acordo com a gravidade do paciente; avaliação contínua e transferência para a unidade de internação ou residência de acordo com o tipo de intervenção cirúrgica. É de suma importância que o enfermeiro aplique o índice de Aldrete e Kroulik. Esse índice baseia-se na avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso central e muscular.
No caso pacientes ambulatoriais como a alta se dará para a residência, aplica-se o índice de Aldrete e Kroulik ampliado, que consiste na: 
Alternativas
Q3338476 Enfermagem
O sistema de eletro cirurgia monopolar é um equipamento composto de gerador, eletrodo ativo e eletrodo dispersivo (eletrodo de retorno). Nesse modelo, a corrente elétrica retorna para o gerador em vez de ser devolvida ao fio terra, após ter atravessado o corpo do paciente. Caso a placa se desconecte durante o procedimento, um sistema de segurança faz com que o gerador deixe de enviar a corrente, evitando queimaduras na pele do paciente. Portanto, é de crucial importância o papel do enfermeiro na prevenção de eventos adversos na utilização da placa neutra ou eletrodo dispersivo. A esse respeito, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3335537 Enfermagem
A etapa de administração de medicamentos é a última barreira para evitar um erro de medicação derivado dos processos de prescrição e dispensação, intensificando, assim, a responsabilidade do profissional de enfermagem encarregado dessa tarefa. Dada a potencial gravidade das consequências associadas aos erros na administração de medicamentos, uma medida essencial para assegurar uma prática segura é:
Alternativas
Q3333279 Enfermagem
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou a 2ª versão do Plano Integrado para a Gestão Sanitária da Segurança do Paciente em Serviços de Saúde, 2021-2025, apoiado na Resolução da Diretoria Colegiada nº 36 de 2013, que define Segurança do Paciente como:
Alternativas
Respostas
1001: E
1002: C
1003: D
1004: C
1005: B
1006: A
1007: A
1008: B
1009: A
1010: A
1011: E
1012: D
1013: C
1014: A
1015: E
1016: D
1017: A
1018: C
1019: D
1020: A