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I. Produtos para saúde críticos são aqueles utilizados para a realização de procedimentos invasivos com penetração na pele e no sistema vascular.
II. Produtos para saúde não críticos são os que entram em contato com a pele íntegra ou não entram em contato com o paciente.
III. Produtos que entram em contato com a pele não íntegra ou com mucosas íntegras colonizadas são chamados de “produtos para saúde semicríticos”.
IV. A pré-limpeza se refere à remoção de sujidade visível presente nos produtos para saúde.
V. A limpeza é a remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas.
Quais estão corretas?
Analise as asserções abaixo:
I. Boas práticas de funcionamento do serviço de saúde: componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados.
II. Cultura da segurança: conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.
III. Evento adverso: incidente que resulta em dano à saúde.
IV. Incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário à saúde.
V. Núcleo de segurança do paciente (NSP): instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.
VI. Segurança do paciente: redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
( ) Uma das medidas recomendadas é proteger a pele da exposição à umidade excessiva por meio do uso de produtos de barreira, de forma a reduzir o risco de lesão por pressão.
( ) Em pacientes acamados ou com mobilidade reduzida recomenda-se mudanças de decúbito a cada 2 horas ou menos, para redistribuir a pressão sobre as proeminências ósseas.
( ) A massagem está contra-indicada na presença de inflamação aguda e onde existe a possibilidade de haver vasos sanguíneos danificados ou pele frágil.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
( ) É imprescindível higienizar as mãos antes e após a inserção de CIVP e para qualquer tipo de manipulação destes dispositivos.
( ) A escolha do cateter para atender à necessidade de terapia intravenosa. Não usar CIVPs para infusão contínua de produtos vesicantes, para nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou outros aditivos que resultem em osmolaridade final acima de 900 mOsm/L, ou para qualquer solução com osmolaridade acima de 900 mOsm/L.
( ) Limitar no máximo a três tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, seis no total. Múltiplas tentativas de punções causam dor, atrasam o início do tratamento, comprometem o vaso, aumentam custos e os riscos de complicações.
( ) Para pacientes adultos: as veias de escolha para inserção do CIVP são as das superfícies dorsal e ventral dos antebraços, que podem acomodar cateteres de maior dimensão, tais como, cefálica, basílica, medianas do antebraço, cotovelo e do dorso da mão. Veias de membros inferiores não devem ser utilizadas a menos que seja absolutamente necessário, em virtude do risco de embolias e tromboflebites.
( ) Recomenda-se utilizar cobertura para CIVP estéril, semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Todo medicamento deve ter rótulo.
II. Não lavar as mãos antes e após o preparo do medicamento.
III. Manter os medicamentos em condições especiais para uso, como refrigeração e fotossensibilidade quando indicados, ou conforme orientação da farmácia.
IV. Todo medicamento deve estar dentro do prazo de validade.
V. Não é necessário anotar em prontuário qualquer alteração na administração de medicamento, como recusas, reações alérgicas e efeitos colaterais.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
I. Deve-se higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos.
II. Não existe uma recomendação para o limite de tentativas de punção venosa periférica.
III. As coberturas, cateteres e conexões devem ser protegidos com plástico ou outro material impermeável durante o banho para não molhar a fim de evitar infecções.
IV. Cateteres com menor calibre causam menos flebite mecânica.
V. Quanto maior o cateter, melhor para a prevenção de flebites.
Sobre esse assunto, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:
I. Limpeza é o processo manual ou mecânico de remoção de sujidade, mediante o uso da água, sabão e detergente neutro ou detergente enzimático para manter em estado de asseio os artigos e superfícies reduzindo a população microbiana. A limpeza constitui ainda o primeiro passo nos procedimentos técnicos de desinfecção e esterilização, considerando que a presença de matéria orgânica potencializa a ação dos agentes desinfetantes e esterilizantes.
II. Descontaminação é o processo de redução dos microrganismos de artigos e superfícies, tornando-os seguros para o manuseio.
III. Desinfecção é o processo físico ou químico de destruição de todos os microrganismos, inclusive os esporulados. A desinfecção é realizada por meio físico, através da água quente (60 a 90ºC) ou em ebulição e pelo meio químico, através de produtos denominados de desinfetantes.
IV. Esterilização é o processo de destruição de todos os microrganismos, inclusive esporulados, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los através de testes microbiológicos padrão. A probabilidade de sobrevida do microrganismo no item submetido ao processo de esterilização é menor que um em um milhão. A esterilização é realizada pelo calor, óxido de etileno, radiação e outros.
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
I. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
II. A equipe usará métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
III. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
IV. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas.
V. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
VI. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sítio cirúrgico.
VII. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas.
VIII.A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos.
IX. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação. X. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Diversas instituições públicas e privadas, internacionais e nacionais, somam esforços publicando orientações para a prevenção e o controle das infecções, norteando ações básicas a serem adotadas pelos profissionais da saúde. No ambiente do centro cirúrgico os profissionais de saúde se deparam com a necessidade de utilizar as precauções padrão, assim como as precauções com base em transmissão. São equipamentos de proteção individual utilizados na proteção padrão:
No caso pacientes ambulatoriais como a alta se dará para a residência, aplica-se o índice de Aldrete e Kroulik ampliado, que consiste na: