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I. O câncer do colo do útero é raro em mulheres até 30 anos e sua incidência aumenta progressivamente até ter seu pico na faixa de 45 a 50 anos. A mortalidade aumenta progressivamente a partir da quarta década de vida, com expressivas diferenças regionais. II. O câncer do colo do útero está associado à infecção persistente por subtipos oncogênicos do vírus HPV (Papilomavírus Humano), especialmente o HPV-16 e o HPV-18, responsáveis por cerca de 70% dos cânceres cervicais. III. Para o controle do câncer do colo do útero, o direito à informação e a redução das barreiras de acesso aos serviços de saúde são questões centrais a serem garantidas mediante ações intersetoriais que elevem o nível de escolaridade e a renda da população, bem como qualifiquem o Sistema Único de Saúde (SUS). IV. O método de rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil é o exame citopatológico (exame de Papanicolaou), que deve ser oferecido às mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual.
pode-se dizer que
O enfermeiro que atua em um Centro Obstétrico deve reconhecer as características, a evolução do trabalho de parto e quais são as condutas e os procedimentos a serem adotados frente a elas.
Leia as proposições a seguir:
1- Respiração mais facilitada, o aumento da lordose e das secreções das glândulas cervicais caracterizam o período premonitório do parto.
2- O diagnóstico do trabalho de parto em primíparas é feito quando o colo encontra-se semi-apagado, dilatado para 3cm e, no mínimo, quatro contrações em 60 segundos.
3- O 3º período clínico do parto inicia-se com a dilatação completa do colo e encerra-se com a saída do feto.
4- A amniotomia está contra-indicada em caso de parturiente HIV positivo.
Estão CORRETAS, apenas, as proposições:
A hemorragia puerperal, ainda, é uma causa que contribui para o agravamento das condições clínicas da mulher no puerpério imediato, podendo, inclusive, levar à morte.
São cuidados que evitam a hemorragia e suas complicações:
Analise o quadro abaixo:
“A ocorrência de Iacerações perineais é frequente, especialmente em primíparas. Lacerações de primeiro grau, às vezes, não necessitam sutura; as de segundo grau, em geral, podem ser suturadas com facilidade sob analgesia local e, em regra geral, cicatrizam sem complicações. As Iacerações de terceiro grau podem ter consequências mais sérias e sempre devem ser suturadas para prevenir problemas de fístula ou incontinência fecal”
Segundo o Manual de Parto, aborto e puerpério, é CORRETO afirmar em relação à episiotomia, como cuidado de enfermagem, deve(m)-se aplicar