Questões de Concurso
Sobre segurança do paciente em enfermagem
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I. Para a prevenção de LPP, deve-se realizar a avaliação de risco por meio de escalas validadas, especificas para a população em risco, de todos os pacientes admitidos, e acompanhamento diário do risco destes durante todo o período de internação, assim como na vigência e alteração da condição clínica.
II. A LPP estágio 4, caracteriza-se pela perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. O leito da ferida é viável, de coloração rosa ou vermelha, úmido e pode também apresentar-se como uma bolha intacta (preenchida com exsudato seroso) ou rompida. O tecido adiposo e tecidos profundos não são visíveis.
III. A LPP estágio 3, caracteriza-se pela perda da pele em sua espessura total e perda tissular na qual a extensão do dano não pode ser confirmada porque está encoberta pelo esfacelo ou escara.
IV. Quando houver a ocorrência de óbitos e never events, os Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) dos serviços de saúde devem notificá-las ao Sistema Nacional de Vigilância em Saúde (SNVS) e proceder imediatamente à investigação desses eventos.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
Diante da condição hemodinâmica e dos fatores intrínsecos de risco, qual intervenção mais crítica deve ser integrada ao manejo para reduzir microcizalhamento e isquemia tecidual profunda associada a colapso capilar em proeminências ósseas?
Desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a lista de verificação de segurança cirúrgica do programa “Cirurgias seguras salvam vidas” tem como propósito aumentar a segurança dos pacientes em procedimentos cirúrgicos, reduzindo complicações evitáveis e taxas de mortalidade. Trata-se de uma ferramenta de fácil aplicação, que deve ser usada pela equipe cirúrgica em três momentos-chave: antes da indução anestésica, antes da incisão na pele e antes de o paciente sair da sala cirúrgica.
Assim sendo, associe as duas colunas, relacionando o momento-chave e o item ou pergunta da lista de verificação de segurança cirúrgica que deve ser verificado nesse momento.
1. Antes da indução anestésica.
2. Antes da incisão na pele.
3. Antes de o doente sair da sala cirúrgica.
(_) O enfermeiro confirma verbalmente, em conjunto com o cirurgião e o anestesista, o nome do procedimento.
(_) Os exames de imagens estão visíveis?
(_) O oxímetro de pulso está no doente e em funcionamento?
(_) A profilaxia antibiótica foi administrada nos últimos 60 minutos?
(_) A verificação do equipamento de anestesia e da medicação está concluída?
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
Em unidades de terapia intensiva, a avaliação da dor se torna um desafio, particularmente em relação ao indivíduo impossibilitado de comunicação efetiva, como é o caso do paciente inconsciente e/ou intubado.
Para essas situações, o enfermeiro conta com instrumentos validados para avaliação da dor, tais como
B. B., do sexo feminino, com 66 anos de idade, hipertensa, portadora de diabete tipo 2 há 10 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico, foi admitida na unidade de clínica médica procedente da unidade de cuidados intermediários. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou que, entre outros itens, a paciente apresentava hemiplegia à direita, afasia expressiva e disfagia. O profissional observou que B. B. portava cateter central de inserção periférica em membro superior esquerdo e sonda vesical de demora. Ao verificar os registros de enfermagem, o enfermeiro constatou que a administração da dieta por via oral já havia sido iniciada há 1 dia e que, de acordo com a prescrição médica, a sonda vesical de demora deveria ser retirada e a paciente deveria receber a insulina detemir, por via subcutânea. Após finalizar a avaliação de enfermagem de B. B., o enfermeiro passou a desenvolver as demais etapas do processo de enfermagem.
Em consonância com as recomendações da Anvisa para a prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde, como medida de prevenção da infecção da corrente sanguínea, a prescrição de enfermagem para B. B. deve compreender, entre outras intervenções, a
B. B., do sexo feminino, com 66 anos de idade, hipertensa, portadora de diabete tipo 2 há 10 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico, foi admitida na unidade de clínica médica procedente da unidade de cuidados intermediários. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou que, entre outros itens, a paciente apresentava hemiplegia à direita, afasia expressiva e disfagia. O profissional observou que B. B. portava cateter central de inserção periférica em membro superior esquerdo e sonda vesical de demora. Ao verificar os registros de enfermagem, o enfermeiro constatou que a administração da dieta por via oral já havia sido iniciada há 1 dia e que, de acordo com a prescrição médica, a sonda vesical de demora deveria ser retirada e a paciente deveria receber a insulina detemir, por via subcutânea. Após finalizar a avaliação de enfermagem de B. B., o enfermeiro passou a desenvolver as demais etapas do processo de enfermagem.
B. B., do sexo feminino, com 66 anos de idade, hipertensa, portadora de diabete tipo 2 há 10 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico, foi admitida na unidade de clínica médica procedente da unidade de cuidados intermediários. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou que, entre outros itens, a paciente apresentava hemiplegia à direita, afasia expressiva e disfagia. O profissional observou que B. B. portava cateter central de inserção periférica em membro superior esquerdo e sonda vesical de demora. Ao verificar os registros de enfermagem, o enfermeiro constatou que a administração da dieta por via oral já havia sido iniciada há 1 dia e que, de acordo com a prescrição médica, a sonda vesical de demora deveria ser retirada e a paciente deveria receber a insulina detemir, por via subcutânea. Após finalizar a avaliação de enfermagem de B. B., o enfermeiro passou a desenvolver as demais etapas do processo de enfermagem.
Considerando as condições clínicas da paciente, o enfermeiro registrou como um dos diagnósticos de enfermagem: “Risco de broncoaspiração relacionado à disfagia”.
Em consonância com as recomendações da Anvisa para a prevenção da broncoaspiração, a prescrição de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados,