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A vigilância estratégica, focada na visão de futuro da empresa, tem por finalidade observar, acompanhar, questionar possíveis riscos e oportunidades que possam exigir, oportunamente, ações antecipadas e respostas estratégicas ou contramedidas da organização.
Identificar os pontos fortes e os fracos de uma organização em relação à concorrência e ao ambiente de negócio em que atua faz parte da fase de controle da gestão estratégica.
Planejamento estratégico, execução e controle são etapas da gestão estratégica.
O PDCA, considerado uma ferramenta cíclica por buscar sempre o aprimoramento do processo, é muito utilizado na elaboração, execução, no acompanhamento e na melhoria de um projeto.
O diagrama de dispersão é uma ferramenta que analisa o comportamento de eventos. As variáveis qualitativas são inseridas e discutidas por meio da análise descritiva das situações que gerem riscos e oportunidades de melhoria.
A ferramenta análise SWOT, baseando-se nos pontos fracos e fortes, nos aspectos que podem gerar melhorias e também nas tendências que podem originar maior risco, busca melhorar os diferenciais competitivos da empresa perante o mercado.
O Diagrama de Causa e Efeito, proposto por Ishikawa, permite estudar, por dados estatísticos, as variações da qualidade da saúde em determinado período de tempo.
O serviço de saúde deve ser capaz de ofertar serviços dentro dos padrões de qualidade exigidos, atendendo aos requisitos das legislações e dos regulamentos vigentes. Caso não atenda aos requisitos, deverá ser descredenciado, e reavaliada sua acreditação.
Para garantir a qualidade da assistência, os serviços de saúde devem assegurar que o prontuário seja preenchido de forma legível por todos os profissionais envolvidos diretamente na assistência ao paciente, com aposição de assinatura e de carimbo em caso de prontuário em meio físico.
As boas práticas de funcionamento (BPF) são os componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços sejam ofertados com padrões de qualidade adequados.
No Brasil, as duas instituições que atuam como acreditadoras são a Joint Commission International, representada pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação, e a Canadian Council on Healthcare Services Accreditation, representada pelo Instituto Qualisa de Gestão.
Em âmbito nacional, o processo de acreditação é embasado na avaliação compulsória dos recursos institucionais, usando-se um procedimento periódico, reservado e sigiloso, que tende a garantir a qualidade da assistência, por meio de padrões previamente estabelecidos.
No Brasil, até o momento, não existe uma política nacional de qualidade em saúde definida nos marcos regulatórios e, formalmente, institucionalizada pelo Ministério da Saúde.
No Brasil, uma das estratégias importantes para o estímulo do controle e a garantia de qualidade em serviços de saúde foi o lançamento, em 2013, do programa nacional de segurança do paciente (PNSP).
Em 2001, o Ministério da Saúde brasileiro reconheceu a Joint Commission International como instituição competente e autorizada a operacionalizar o desenvolvimento do processo de acreditação hospitalar no país.
Nas definições donabedianas de qualidade em serviços de saúde, prevalece a relação risco/benefício, e é avaliada a atenção à saúde considerando-se o cuidado técnico, a relação interpessoal e as amenidades. Nos sistemas de avaliação, prevalece o uso da tríade clássica e funcionalista, embasada em recursos, informações e pessoas.
Devido ao custo de manutenção de estoques elevados, pode-se utilizar a curva ABC, desenvolvida por Pareto, para classificar materiais, cuja construção exige o levantamento de todos os materiais e itens que atingem o custo anual acumulado próximo a 50% do seu total, os quais devem ser classificados como grupo C.
A distribuição de medicamentos por dose unitária é a que melhor atende aos requisitos por colocar à disposição do paciente o medicamento prescrito, na dosagem e na formulação corretas e na hora certa para sua administração, e os pedidos de medicamentos, nesse caso, devem considerar a prescrição médica para o período de 24 horas.
Na distribuição de materiais, é facultado ao profissional seguir o sistema de complementação da previsão, o sistema de unidades móveis e o sistema baseado em ordens de produção.
A classificação da auditoria se sujeita a variações da finalidade do processo como é realizada: segundo a execução, é prospectiva, concorrente ou retrospectiva; de acordo com o método, divide-se em analítica ou operativa; consoante a intervenção, classifica-se como contínua ou periódica; conforme a natureza, subdivide-se em interna ou externa; e, em conformidade com o limite, caracteriza-se como total ou parcial.