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Q1618777 Enfermagem
O soro antirrábico de uso humano (SAR) é indicado para profilaxia da raiva humana após exposição ao vírus rábico. A indicação desse soro depende da natureza da exposição e das condições do animal agressor. No caso de ferimentos profundos e dilacerantes , principalmente quando há necessidade de sutura, a indicação de infiltração de SAR no local do ferimento proporciona proteção local importante, pois
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Q1618776 Enfermagem
O programa Academia da Saúde, lançado em 2011, é uma estratégia que prevê a implantação de academias em espaços públicos conhecidos como polos do Programa Academia da Saúde. Seu objetivo é promover práticas corporais e atividade física, alimentação saudável, educação em saúde, entre outros, além de contribuir para a produção do cuidado e de modos de vida saudáveis e sustentáveis da população. Trata-se, em linhas gerais, de uma estratégia de
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Q1618775 Enfermagem
A rede de atenção à saúde temática deve se organizar a partir da necessidade de enfrentamentos de vulnerabilidades, agravos ou doenças que acometam as pessoas ou as populações (BRASIL, 2018). Uma das redes de atenção à saúde temática é a
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Q1618774 Enfermagem
A Resolução COFEN nº 564/2017 aprovou o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Sobre as infrações e penalidades abordadas nessa resolução, considere as afirmativas abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
De acordo com a Resolução COFEN nº 564/2017, estão corretas as afirmativas
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Q1618773 Enfermagem
A Resolução do CNS n. 553, de 9 de agosto de 2017, aprovou a atualização da Carta dos Direitos e Deveres da Pessoa Usuária da Saúde. Constitui uma diretriz dessa carta:
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Q1618772 Enfermagem
O princípio do SUS que considera a pessoa como um todo, propondo o atendimento a todas as suas necessidades, através da integração (reunião) de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação é o princípio da
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Q1010245 Enfermagem

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça -feira (9 de abril), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas. O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsbu rg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017. O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-asurto-de-sarampo.ghtml. Acesso em: Acesso em: 04 abr. 2019. 

No Brasil, o sarampo é uma doença imunoprevenível para a qual o Ministério da Saúde oferece vacinas para crianças e adultos. De acordo com o calendário do Ministério da Saúde, o programa de vacinação de crianças de 12 meses até menores de 5 anos de idade é:
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Q1010244 Enfermagem

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça -feira (9 de abril), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas. O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsbu rg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017. O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-asurto-de-sarampo.ghtml. Acesso em: Acesso em: 04 abr. 2019. 

Apesar dos grandes avanços obtidos, os surtos de sarampo continuam ocorrendo mesmo em países que apresentam alta cobertura vacinal e, dentre os obstáculos à eliminação do sarampo nas Américas, a Organização Mundial da Saúde destaca:

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Q1010243 Enfermagem
Paciente idoso chega à unidade de saúde de atenção primária acompanhado de familiar que refere ter o idoso apresentado, após a caminhada matinal em jejum, um quadro de tremores, sudorese, palidez, taquicardia, tonturas, cefaleia, fraqueza, distúrbios visuais e sinais de confusão mental. Ao avaliar o paciente, o médico observou que ele já estava responsivo, mas ainda se apresentava com palidez e um tanto desorientado. 
Após verificar os sinais vitais, para favorecer a definição do caso, o técnico de enfermagem deve
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Q1010242 Enfermagem
Paciente idoso chega à unidade de saúde de atenção primária acompanhado de familiar que refere ter o idoso apresentado, após a caminhada matinal em jejum, um quadro de tremores, sudorese, palidez, taquicardia, tonturas, cefaleia, fraqueza, distúrbios visuais e sinais de confusão mental. Ao avaliar o paciente, o médico observou que ele já estava responsivo, mas ainda se apresentava com palidez e um tanto desorientado. 
O quadro indica que o paciente apresenta sinais e sintomas sugestivos de
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Q1010241 Enfermagem
A insuficiência respiratória aguda no adulto caracteriza-se pela dificuldade respiratória ou pela alteração de ritmo e/ou pela frequência ventilatória de início súbito e de gravidade variável. Nesse caso, comumente são sinais e sintomas de gravidade, entre outros:
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Q1010240 Enfermagem
Em alguns municípios brasileiros, o teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB, GeneXpert®) encontra-se disponível na rede pública de saúde. É possível apresentar o resultado desse teste, em aproximadamente, duas horas em ambiente laboratorial, sendo necessária somente uma amostra de escarro. No entanto, atualmente, esse exame está indicado, prioritariamente, para o diagnóstico de
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Q1010239 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

A associação das infecções causadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e pelo protozoário Leishmania spp. caracteriza a coinfecção Leishmania-HIV. Essa coinfecção é considerada doença emergente de alta gravidade em várias regiões do mundo, pois entre outras causas, em pacientes HIV positivos, a leishmaniose visceral pode
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Q1010238 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

O Ministério da Saúde recomenda algumas ações como formas de controle da leishmaniose visceral. Uma dessas ações a ser realizada de forma integrada às demais é
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Q1010237 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

No texto, o termo "autóctone" remete
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Q1010236 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, doenças negligenciadas são
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Q1010235 Enfermagem
No prontuário de um paciente, estão prescritos 200 mg de cefalotina a serem administrados no horário. Na farmácia do serviço de saúde, está disponível o medicamento já reconstituído em frasco-ampola de 1g/10ml. Nesse caso, o volume da medicação a ser administrado será de
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Q1010234 Enfermagem
O técnico em enfermagem observa que a medicação prescrita em um prontuário a ser feita no horário, corresponde a 350 mg de vancomicina. No entanto, a farmácia liberou cloridato de vancomicina em frasco ampola de 500 mg de pó liofilizado com 10 ml de água destilada para reconstituição, e a diluição deverá ser feita em soro fisiológico para obter uma concentração de 5 mg/ml. Assim, o volume da medicação que deve ser aspirado após a reconstituição e o volume de SF a ser diluído serão, respectivamente,
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Q1010233 Enfermagem
Em uma unidade de saúde da atenção básica chega um homem adulto, consciente, mas agitado, com as mãos no pescoço, não conseguindo falar. Ele apresenta respiração ruidosa e tosse silenciosa, características de sufocação por corpo estranho. Diante do quadro clínico apresentado pelo homem e com o objetivo de remover o corpo estranho, o técnico de enfermagem deverá
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Q1010232 Enfermagem

Entre as práticas de segurança na administração de medicamentos, o profissional de enfermagem deve saber trocar os dispositivos intravenosos de acordo com as recomendações da ANVISA (2017). Partindo desse princípio, considere as afirmativas abaixo.


I Considera-se infusão contínua a infusão prolongada e superior a duas horas, com volume e velocidade variáveis. Nesse caso, os equipos não devem ser trocados em intervalos inferiores a 96 horas.

II Infusão intermitente é aquela realizada com intervalo inferior a duas horas. Nesses casos, os equipos deverão ser trocados a cada 24 horas.

III Na nutrição parenteral, deve-se proceder a troca do equipo a cada 72/96 horas.

IV O cateter periférico de teflon deve ter seu uso restrito à coleta de amostra sanguínea e/ou à administração de medicamentos em dose única.


Das afirmativas, estão corretas

Alternativas
Respostas
161: C
162: B
163: D
164: D
165: B
166: D
167: B
168: D
169: B
170: C
171: B
172: B
173: C
174: A
175: B
176: B
177: B
178: C
179: D
180: A