Questões de Concurso
Sobre engenharia de software para fcc
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I. Decomposição - o software é um produto complexo construído a partir de partes mais simples. A decomposição funcional é uma maneira de conceber o software como um conjunto de funções de alto nível (requisitos) que são decompostas em partes cada vez mais simples até chegar a comandos individuais de linguagem de programação.
II. Abstração - muitas vezes é necessário descrever um elemento em uma linguagem de nível mais alto do que o necessário para sua construção. A abstração ajuda os interessados no processo de desenvolvimento a entenderem estruturas grandes e complexas através de descrições mais abstratas.
III. Composição - a composição deu origem à orientação a objetos, em que um objeto pode ser classificado simultaneamente em mais de uma classe. Por exemplo, um cão, além de ser um mamífero, é animal e vertebrado.
IV. Padronização - a criação de padrões (patterns) de programação, design e análise ajuda a elaborar produtos com qualidade mais previsível. São importantes para a captação de experiências e evitam a repetição de erros que já têm solução conhecida.
Apresentam princípio e descrição corretos o que se afirma APENAS em
I. Cuida de um projeto específico, garantindo que os prazos e o orçamento sejam cumpridos. Segue as práticas definidas no processo de engenharia e é responsável por verificar a aplicação do processo.
II. É o desenvolvedor responsável pela compreensão do problema relacionado ao sistema que se deve desenvolver, ou seja, pelo levantamento de requisitos e sua efetiva modelagem. Deve, portanto, descobrir o que o cliente precisa (por exemplo, controlar suas vendas, comissões etc.).
III. Propõe a melhor tecnologia para produzir um sistema executável para as especificações realizadas. Deve, então, apresentar uma solução para as necessidades do cliente (por exemplo, propor uma solução baseada em web, um banco de dados centralizado etc.).
Os papéis descritos em I, II e III, referem-se, respectivamente, à
O termo relacionado à reengenharia de sistemas ao qual o texto se refere é
O código do projeto pertence a todos os membros da equipe. Isto significa que qualquer pessoa que percebe que pode adicionar valor ao código, mesmo que ele próprio não o tenha desenvolvido, pode fazê-lo, desde que faça os testes necessários e não prejudique as funcionalidades atuais. Isto é possível porque todos são responsáveis pelo software. Caso um membro da equipe deixe o projeto antes do fim, a equipe consegue continuar o projeto sem grandes dificuldades, pois todos conhecem todas as partes do software, mesmo que não seja de forma detalhada.
Esta prática é
I. É uma Sprint de um mês, para inspecionar o incremento e adaptar o Backlog do Produto, se necessário.
II. É uma reunião time-boxed de 3 horas para uma Sprint de um mês, sendo uma oportunidade para o Time Scrum inspecionar a si próprio e criar um plano para melhorias a serem aplicadas na próxima Sprint.
III. É um evento time-boxed de 15 minutos, para que a Equipe de Desenvolvimento possa sincronizar as atividades e criar um plano para as próximas 24 horas.
IV. É um time-box de 8 horas para uma Sprint de um mês de duração.
Estão de acordo com as definições I, II, III e IV, respectivamente, as denominações:
As lacunas I e II são correta e respectivamente preenchidas com:
Marcelo optou por usar o diagrama de :
As lacunas de I a IV são correta e respectivamente preenchidas por:
I. #
II. +
III. ~
IV. -
Os tipos de visibilidade definidos de I a IV são correta e respectivamente:
I. Referem-se a testes que são conduzidos na interface do software. Examinam algum aspecto fundamental do sistema, sem se preocupar com a estrutura lógica interna do software.
II. Testes exaustivos podem ser impraticáveis, mas podem ser aplicados testes que examinam caminhos lógicos importantes e estruturas de dados essenciais podem ser submetidas à prova quanto à sua validade.
III. São baseados em um exame rigoroso do detalhe procedimental. Caminhos lógicos internos ao software e colaborações entre componentes são testados, definindo-se casos de teste que exercitam conjuntos específicos de condições e/ou ciclos.
IV. Focalizam os requisitos funcionais do software, permitindo ao engenheiro de testes derivar conjuntos de condições de entrada que vão exercitar plenamente todos os requisitos funcionais de um programa.
V. Tentam encontrar erros: em funções incorretas ou omitidas, de interface, de comportamento ou desempenho, de iniciação e término.
VI. Ao usá-los, o engenheiro de testes pode derivar casos de teste que garantam que todos os caminhos independentes de um módulo tenham sido exercitados pelo menos uma vez.
A associação dos tipos de teste de CP ou testes de CB com as características de I a VI é apresentada, correta e respectivamente, em:
I. O sistema deve ser resistente a falhas, ou seja, falhas de processamento não devem causar a interrupção da sua função global. O teste deve forçar o software a falhar de diversos modos e verificar se a reabilitação é adequadamente realizada.
II. As informações armazenadas pelo sistema devem ser protegidas de todo o tipo de invasão e ataque. O teste deve tentar invadir o sistema e atacar suas vulnerabilidades de forma a verificar se os mecanismos de proteção são realmente capazes de protegê-lo.
III. O sistema deve ser capaz de suportar grande demanda por recursos. O teste deve submeter o sistema a situações extremas de demanda por recursos, frequência ou volume anormais.
Isabel indicou, de forma adequada e respectiva, os seguintes testes para as situações I, II e III:
Preenchem as lacunas correta e sequencialmente:
I. ser evitada com o uso de um Sistema de Controle de Versão (SCV) que trabalhasse com o modelo alocar-modificar- desalocar. Neste modelo, o repositório permite que somente uma pessoa por vez possa modificar o arquivo.
II. ser evitada com o uso de um SCV que trabalhasse com o modelo copiar-modificar-unificar. Neste modelo, Renato e Luiza criariam uma cópia de trabalho pessoal do arquivo armazenado no repositório. Eles então trabalhariam de forma paralela, modificando suas próprias cópias. No final, as cópias locais seriam unificadas em uma nova versão.
III. ser evitada por qualquer SCV, marcando o arquivo como não-unificável. Neste caso, tanto o modelo alocar-modificar- desalocar quanto o modelo copiar-modificar-unificar, impediriam que houvesse a sobrescrita no arquivo quando Renato e Luiza acessassem-no ao mesmo tempo.
IV. causar atrasos e tempo perdido com o uso de um SCV que trabalhasse com o modelo alocar-modificar-desalocar. Isso porque Renato poderia alocar o arquivo, esquecer dele e sair de férias. Luiza continuaria esperando para editar o arquivo e teria que pedir a um administrador para liberar o arquivo alocado por Renato.
V. ser evitada com o uso de um SCV que trabalhasse com o modelo copiar-modificar-unificar. Caso as alterações de Luiza viessem a se sobrepor às alterações de Renato, na unificação das cópias dos arquivos o SCV detectaria o problema, desfaria automaticamente as sobreposições e poderia seguramente salvar o arquivo unificado de volta no repositório.
Está correto o que se afirma APENAS em: