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I. Seu objetivo é criar um “código limpo que funcione”. Trabalha com a estratégia Red - Green - Refactor:
- Codifique o teste;
- Faça-o compilar e executar. O teste não deve passar (Red).
- Implemente o requisito e faça o teste passar (Green).
- Refatore o código (Refactor).
II. Suas práticas, regras e valores garantem um agradável ambiente de desenvolvimento de software para os seus seguidores, que são conduzidos pelos princípios básicos:
- Comunicação - manter o melhor relacionamento possível entre clientes e desenvolvedores, preferindo conversas pessoais a outros meios de comunicação;
- Simplicidade - implementar apenas requisitos atuais, evitando adicionar funcionalidades que podem ser importantes somente no futuro;
- Feedback - o desenvolvedor terá informações constantes do cliente e do código, em que testes constantes indicam os erros tanto individuais quanto do software integrado;
- Coragem - encorajar as pessoas que não possuem facilidade de comunicação e bom relacionamento interpessoal, encorajar a equipe a experimentar e buscar novas soluções, além de encorajar a obtenção de feedback do cliente.
III. Objetiva capturar os critérios de aceitação para as funcionalidades em desenvolvimento. Trabalha com as seguintes etapas:
- Discutir (Discuss): discussão colaborativa com a equipe visando elicitar os critérios de aceitação.
- Refinar (Distill): refinamento dos critérios de aceitação em um conjunto concreto de cenários/exemplos de uso descrevendo o comportamento esperado da aplicação em uma linguagem comum a todos os membros da equipe.
- Desenvolver (Develop): transformação dos testes de aceitação (descrevendo o comportamento esperado do software) em testes/especificação automatizados.
IV. Suas práticas incluem:
- Envolver as partes interessadas no processo através de Outside-in Development.
- Usar exemplos para descrever o comportamento de uma aplicação ou unidades de código.
- Automatizar os exemplos para prover um feedback rápido e testes de regressão.
- Usar o verbo deve (should) ao descrever o comportamento de software para ajudar a esclarecer responsabilidades e permitir que funcionalidades sejam questionadas.
- Usar dublês de teste (mocks, stubs, fakes, dummies, spies) para auxiliar na colaboração entre módulos e códigos que ainda não foram escritos.
Os processos ágeis I, II, III e IV são, correta e respectivamente, denominados:
1. Definição e entendimento do problema.
2. Desenvolvimento de soluções alternativas.
3. Escolha da melhor solução.
4. Implementação da solução.
A seguir são descritas três atividades que ocorrem neste processo:
I. Define cuidadosamente os objetivos do sistema modificado ou do novo sistema e desenvolve uma descrição detalhada das funções que um novo sistema deve desempenhar.
II. Define se cada alternativa de solução é um bom investimento, se a tecnologia necessária para o sistema está disponível e pode ser administrada pela equipe designada da empresa, e se a organização é capaz de acomodar as mudanças introduzidas pelo sistema.
III. É a “planta” ou modelo para a solução de um sistema de informação e consiste em todas as especificações que executarão as funções identificadas durante a análise de sistemas. Essas especificações devem abordar todos os componentes organizacionais, tecnológicos e humanos da solução.
A associação correta das atividades I, II e III aos passos ao qual pertencem no processo de resolução de problemas está, correta e respectivamente, apresentada em
I. Para cada processo aberto deve ser emitido um aviso eletrônico para o juizado correspondente.
II. Os tempos de resposta do sistema não podem exceder a 20 milissegundos, em qualquer hipótese.
III. A disponibilidade da rede de dados deve ser 24 × 7.
IV. Cada juiz deve ser capaz de realizar uma busca de processos, tanto pelo número quanto pela data ou pelo responsável.
V. Toda modificação realizada nos programas do sistema devem seguir os padrões estabelecidos na Gestão de Mudanças.
É exemplo de requisito não funcional o que consta APENAS em
Observando o trâmite de processos no tribunal, Marta percebeu que tanto advogados quanto juízes realizavam análises nos diversos pareceres constantes dos processos. Com sua experiência como analista ela deduziu que uma possível informatização dos processos poderia contemplar uma classe chamada Advogado e outra chamada Juiz, tendo como base uma classe comum chamada Pessoa, com um método chamado AnalisarParecer. Este método (definido na classe comum) se comportaria de maneira diferente para as chamadas feitas a partir de uma instância de Advogado e para as chamadas feitas a partir de uma instância de Juiz, em razão deles terem responsabilidades diferentes em sua forma de analisar e opinar sobre os pareceres.
Pela observação do método e seu comportamento, o princípio da orientação a objetos aplicável no caso, fundamentalmente, é
I. Aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento. Processos ágeis se adequam a mudanças, para que o cliente possa tirar vantagens competitivas.
II. Pessoas relacionadas a negócios e desenvolvedores devem trabalhar separadamente durante todo o curso do projeto.
III. O método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para e por dentro de um time de desenvolvimento, é por meio do correio eletrônico.
IV. A maior prioridade é satisfazer o cliente através da entrega adiantada e contínua de software de valor.
É coerente com os princípios que embasam o manifesto ágil (desenvolvimento ágil de software) o que consta APENAS em
então, transforma essa visão em uma lista de requisitos funcionais e não-funcionais para que, quando forem desenvolvidos, reflitam essa visão. Essa lista, chamada de
, é priorizada pelo
de forma que os itens que gerem maior valor ao produto tenham maior prioridade. Completa, correta e respectivamente, as lacunas I, II e III:

Sommerville define dois tipos fundamentais de desenvolvimento evolucionário.Considere:
I. Descrever todos os requisitos não funcionais antes de fazer o protótipo. Descrever os requisitos funcionais e técnicos. Implementar todos requisitos e desenvolver novo protótipo.
II. Trabalhar com o cliente para explorar os requisitos e entregar um sistema final. O desenvolvimento começa com as partes do sistema compreendidas. O sistema evolui por meio da adição de novas características propostas pelo cliente.
III. Incorporar e implementar todas as mudanças do software no primeiro estágio do desenvolvimento, definindo todos os requisitos técnicos. Formar um protótipo a partir daí. O sistema evolui por meio da adição de novas características propostas pelo cliente.
IV. Compreender os requisitos do cliente e, a partir disso, desenvolver melhor definição de requisitos para o sistema. O protótipo se concentra na experimentação dos requisitos mal compreendidos do cliente.
De acordo com Sommerville