Questões de Concurso Sobre crase em português

Foram encontradas 8.463 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3149355 Português
Comida é dinheiro vivo


Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o resto pode ser usado de noite ou completar o próximo cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração apertado.

Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.

O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às reações dos demais comensais.

Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se esnobar uma vez pode faltar depois.

Existe o compromisso social no ato de repetir, não devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir do senso de responsabilidade.

Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo − a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos. Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente passando necessidade, pense na gravidade do ato intencional de colocar fora? Será uma maldição de penúria para três gerações de sua árvore genealógica.

Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha que o garçom está mentindo ou exagerando quando avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado. Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para uma pessoa e meia.

Para se vingar da matemática injusta dos estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como desculpa, alegará que é para o cachorro.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir o-vivo-1.2223796 
Com base nas regras da ortografia oficial da Língua Portuguesa, analise as alternativas abaixo e assinale a opção correta quanto ao uso do termo "à toa" em "É uma ofensa se servir à toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do tamanho do apetite", considerando sua classificação e emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3149052 Português
O sinal indicativo de crase foi empregado INCORRETAMENTE em:
Alternativas
Q3148176 Português
As alternativas abaixo não aceitam o sinal da crase. No entanto, há uma alternativa que o uso da crase é facultativo, ou seja, tanto pode ser usada a crase ou não, em ambas as formas a frase ficaria correta, assinale-a:
Alternativas
Q3147721 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
Alternativas
Q3147619 Português
Analise todas as alternativas abaixo. O uso da crase está correto apenas na alternativa: 
Alternativas
Q3146117 Português

Não se usa crase em qual das alternativas abaixo?

Alternativas
Q3145456 Português
Destaque a única alternativa correta, ou seja, que a crase realmente é empregada. 
Alternativas
Q3145363 Português
Corrija as alternativas abaixo e assinale a oração incorreta, uma vez que é obrigatório o uso da crase.
Alternativas
Q3143959 Português
Complete a frase:
“ENVIAREI AS TAREFAS DO MÊS DE NOVEMBRO _________VOCÊ DEVE FAZER EM TEMPO RECORDE” 
Alternativas
Q3142686 Português
Assinalar a alternativa em que há erro. 
Alternativas
Q3136711 Português
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa

Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicação e alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.

A prática de nomear ciclones tropicais começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos. Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade.

Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.

Regiões diferentes adotam padrões diferentes.

Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas. Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não é de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebe nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.

Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.

Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte, Chris. E assim por diante. Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.

As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos, em 2019. Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.

Furacões e ciclones possuem temporadas fixas, épocas quando eles costumam acontecer.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de primeiro de junho a trinta de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de quinze de maio a trinta de novembro.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo.adaptado.

No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de primeiro de junho 'a' trinta de novembro.


Assinale a opção correta em relação ao uso ou não do sinal indicativo de crase no vocábulo destacado: 

Alternativas
Q3134844 Português
As casas feitas de lixo no deserto do Novo México

Nos belos e rigorosos planaltos desérticos do Estado americano do Novo México, é possível encontrar casas fantásticas e não convencionais que parecem ter saído de um filme de ficção científica.

Algumas dessas residências são esculturalmente arredondadas e chegam a lembrar palácios. Outras se parecem com templos antigos.

Elas foram criadas há quarenta anos e ficam na cidade de Taos e arredores. São casas ecológicas, conhecidas como naves terrestres − residências que atingiram o equilíbrio entre a emissão e a absorção de carbono, projetadas de forma sustentável e construídas principalmente com materiais naturais e resíduos, como pneus velhos, garrafas de vinho vazias, madeira e barro.

A construção das casas requer menos materiais de construção tóxicos ou emissores de carbono. Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo. Por isso, a procura por essas residências diferenciadas cresce em todo o mundo.

O arquiteto Michael Reynolds mudou-se para a cidade em 1969. Seu objetivo era "praticar motocross por diversão", segundo ele.

Agora, com 71 anos de idade, Reynolds conta que teve um momento de inspiração. "Um programa de TV americana falava sobre o desmatamento das florestas para extração de madeira, o que cria não só erosão, mas um problema de oxigênio, já que as árvores emitem oxigênio".

"O programa destacava sobre o que chamamos, hoje, de mudanças climáticas e aquecimento global. Eu vi todas aquelas latas de cerveja jogadas fora e perguntei: por que não construímos com latas de cerveja em vez de árvores?"

Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971, conquistando algum espaço no noticiário com sua singularidade. Mas ele ainda passou anos sendo considerado um maluco, não um arquiteto sério. "Era uma ideia meio ridícula, pura fantasia, mas segui adiante e avancei naquela direção".

E levou ainda muito tempo até que sua ideia conseguisse a aceitação do público.

"As casas pareciam muito esquisitas e ainda têm aparência estranha", ele conta. "Mas, agora, as pessoas entendem."

Ele destaca o aspecto financeiramente econômico de viver sem depender da rede elétrica. E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgnglmjrgyo.adaptado.
E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.
Assinale a opção correta em relação ao uso ou não do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q3134022 Português
Em qual das frases abaixo há ERRO no emprego da crase?  
Alternativas
Q3128534 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


"Abriu os olhos, a aranha tecia. Um fio branco saído de suas entranhas unia-se a outros fios . Cecília igualou-se àquela criatura. Um estranho destino as unia naquele espaço. Pensou em Flora. Chamava-a assim por nunca ter entendido o ____________ do nome Floresta Brasileira que lhe deram. Quando se apresentaram, guardou um sorriso de deboche e de curiosidade, segurando a pergunta: ____________? Floresta a intrigava por causa da forma com que via o mundo. Via? Floresta não via, era cega. Movimentava-se nos espaços como se os soubesse por definição. Flora e Cecília, um dia o acaso as colocara frente a frente."


Miriam Alves, A cega e a negra, uma fábula. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/345-mi riam-alves-textos-selecionados. Acesso em: 02 nov. 2024. Adaptado.

A respeito das expressões grifadas no excerto e do uso de crase, analise as sentenças que seguem e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.


(__) Em "Um fio branco saído de suas entranhas unia-se a outros fios", a crase não foi utilizada porque a preposição a está seguida de palavra masculina.


(__) Em "Um fio branco saído de suas entranhas unia-se a outros fios", haveria crase se a preposição a estivesse seguida de palavra masculina, mas no singular.


(__) Em "Cecília igualou-se àquela criatura", a crase é obrigatória porque a preposição a está seguida do pronome demonstrativo aquela e continuaria sendo obrigatório se seguida dos pronomes demonstrativos aquele e aquilo.  


(__) Em "Cecília igualou-se àquela criatura", a crase é obrigatória quando a preposição a estiver seguida do pronome demonstrativo aquela, posto que é feminino, e facultativa quando seguida dos pronomes demonstrativos aquele e aquilo , posto que são masculinos.


(__) Em "Flora e Cecília, um dia o acaso as colocara frente a frente", não há crase porque a expressão "frente a frente" deve ser escrita sem crase, uma vez que não há o uso do artigo definido a, neste contexto, antes da palavra frente , e significa "cara a cara", "face a face".


Marque a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q3128474 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.

Por que é importante incluir os direitos humanos no debate sobre as mudanças climáticas e outros contextos de emergência?

Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental

Andressa Caldas, Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 21 de outubro de
2024


A América Latina enfrenta hoje um grande desafio. Além de ser a região mais desigual do planeta, nos últimos tempos também temos assistido a eventos que tensionam os Estados e suas possibilidades de intervenção e resposta, como as diferentes crises provocadas por fenômenos até então desconhecidos ou que já conhecíamos, mas que estão adquirindo novas formas.

Basta observar as recentes inundações no Rio Grande do Sul, os incêndios florestais na Amazônia, as históricas secas ou as doenças epidêmicas (como dengue, chikungunya, cólera e o vírus Zika) e pandemias que não cessam, para perceber essas consequências. Esses eventos aprofundam as desigualdades já existentes e prejudicam certos grupos populacionais, especialmente vulneráveis, em detrimento de outros.

São fatos que podemos chamar de contextos críticos e de emergência, e que ocorrem em um mundo cada vez mais afetado por crises interconectadas que envolvem crises ambientais (que podem provocar migrações forçadas), insegurança alimentar e pandemias com novas doenças.

Embora muitos Estados da região tenham feito esforços para mitigar os efeitos das crises, esses esforços muitas vezes se mostraram fragmentários e insuficientes. Da mesma forma, as coordenações regionais para gerenciar as ameaças e responder aos contextos críticos e de emergência, incluindo a pandemia de covid-19 e seus impactos posteriores, tiveram algumas limitações.

Nesse cenário, o papel da sociedade civil, redes, movimentos e organizações sociais que atuam em conjunto com a comunidade tem sido fundamental para enfrentar os desafios impostos por esses novos cenários em toda a região. Além disso, a necessidade de proteção, assistência humanitária e afirmação dos direitos humanos se tornou um tema cada vez mais relevante. 

É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas. A América Latina tem um papel estratégico em relação aos contextos críticos e de emergência. Não é apenas uma região de refúgio diante das guerras, mas também pode oferecer soluções para problemas globais em energia, segurança alimentar, biodiversidade, conhecimento e na construção de políticas públicas com enfoque em direitos humanos.

A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência.

Valorizar o papel e protagonismo dos diversos movimentos, redes e organizações sociais que estão nos territórios e trabalham articulados com as comunidades afetadas é imprescindível para alcançar uma gestão e planejamento eficazes das políticas públicas. Gerar espaços de participação, diálogo e intercâmbio com a sociedade civil continua sendo um mecanismo fundamental para enfrentar esses novos riscos e desafios.

(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2024/10/21/por-que-e-importante-incluir -os-direitos-humanos-no-debate-sobre-as-mudancas-climaticas-e-outro s-contextos-de-emergencia. Acesso em 03 nov. 2024. Adaptado.)

Leia os excertos que seguem:


I."É essencial integrar a perspectiva de direitos humanos no discurso e nas políticas públicas para criar soluções justas e equitativas frente às consequências das mudanças climáticas."


II."A incorporação da perspectiva de direitos humanos como uma ferramenta indispensável que fornece orientações claras sobre como pensar as políticas públicas, as respostas às crises e os cenários de recuperação pode colaborar em como enfrentamos esses cenários de crise e emergência."


Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas.


(__) Em I, no trecho "no discurso e nas políticas públicas", a preposição em pode ser substituída pela preposição a, fazendo as contrações necessárias. Desse modo, teremos uma crase em "às políticas públicas". Essa substituição não causará mudança de sentido ao texto. 


(__) Em I, no trecho "frente às consequências das mudanças climáticas", a crase é facultativa.


(__) Em II, no trecho "as respostas às crises e os cenários de recuperação", a crase é obrigatória porque temos um caso de regência nominal.


(__) Ainda no mesmo trecho, "os cenários" pede a preposição a, formando a contração "aos", também devido à regência nominal da palavra "respostas".


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3128454 Português
Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://historiasdagatapreta.com/2020/09/23/ja-dizia-ruy-barbosa/5Acesso em: 14 ago. 2024.


No último quadrinho da narrativa acima, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, há:
Alternativas
Q3128224 Português
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância e de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3125310 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto da crase:
Alternativas
Q3124502 Português

Leia o texto apresentado para responder a questão a seguir:



Assinale a alternativa que apresenta o uso correto da crase:
Alternativas
Q3122819 Português
Leia atentamente o texto abaixo.


Alimentação e saúde

Comer! Certamente um verbo que a nossa espécie rege desde os primórdios – na verdade, ele é regido antes mesmo de o Homo Sapiens caminhar na face da Terra. Comemos para sobreviver, para crescer, para ficarmos fortes, para confraternizar, para sentir prazer...

Porém como a ciência vem expondo nas últimas décadas, o que a gente ingere também pode nos fazer mal. E foi sob a ótica desse conflito entre aquilo que nos deixa saudáveis ou doentes que muitas das recomendações nutricionais foram dadas durante um bom tempo. Simples assim! Só que não! Mais recentemente, a visão do equilíbrio tem prevalecido, até porque a dicotomia a ferro e fogo, que elegia alimentos ........................ e ........................, provou-se insustentável. Mas, se fosse moleza alcançar a tão sonhada dieta balanceada, não teríamos tanta gente encarando as ........................ de uma relação conturbada com as refeições e de escolhas e exageros que as colocam na mira da obesidade, do diabetes, da hipertensão etc. Não à toa, as mais novas tendências da nutrição tentam absorver essa busca pela saudabilidade sem se esquecer da lei da oferta e da demanda e sem abrir mão, quando possível, de praticidade e prazer. E aí as coisas podem se complicar, porque não há receita-padrão para todo mundo.

A fórmula do sucesso não é secreta: bota arroz, feijão, ovo, carne e salada no prato, e tudo certo! Tempos depois, nós, a ........................, ouvimos que estávamos simplificando demais a discussão, haja vista tantas nuances envolvidas entre aquilo que vai ao prato e é absorvido pelo corpo de uma pessoa. A verdade talvez esteja entre um desses extremos. E é nessa direção que ouvimos tantos nutricionistas por aí, destacando o princípio de que, no mundo ideal, a personalização é a via mais ........................ e eficaz.

Elegemos dietas da moda, derrubamos dietas da moda; colocamos ingredientes no pódio; pedimos licença para retirá-los até segunda ordem. Assim avançam a ciência e as tendências, muito embora algumas descobertas e orientações sigam atuais e inabaláveis.


VEJASaúde, Editora Abril. São Paulo, no 496. Adaptado.
Analise a frase abaixo:
O espetáculo foi lindo! Foi filmado para mostrar ............................. que não puderam ir ao teatro. Iniciou pontualmente ........... 18:30h. Voltei ............ pé, uma caminhada não faz mal ........... ninguém.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas da frase. 
Alternativas
Respostas
1901: D
1902: D
1903: A
1904: D
1905: E
1906: A
1907: E
1908: E
1909: C
1910: C
1911: E
1912: D
1913: B
1914: A
1915: A
1916: D
1917: D
1918: A
1919: C
1920: E