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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Custo para universalizar água e esgoto nos municípios brasileiros pode variar de R$ 301 a R$ 394 por pessoa
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) identificou custos operacionais para universalizar os serviços de água e esgoto a partir da experiência dos 367 municípios brasileiros mais eficientes em custos e mais efetivos na prestação do serviço. A ideia é que os valores possam servir de referência na estruturação de contratos de concessão para processos competitivos de seleção de fornecedores, uma exigência do Novo Marco do Saneamento (Lei Federal nº 14.026/2020) para municípios que queiram apoio financeiro do governo federal, mas também em programas de universalização baseados em prestação direta.
“As estimativas de investimentos e custos são essenciais para se auferir em quanto os usuários e contribuintes serão onerados para universalizar os serviços. Neste trabalho, indicamos benchmarks de custos operacionais que possam ser úteis aos gestores, que irão escolher aqueles mais alinhados à realidade do município”, explicou o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Fabiano Pompermayer, que assina o estudo.
Para a análise, feita a partir da técnica chamada de Envoltória de Dados, foram considerados dados disponíveis no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), o nível de cobertura e o de eficiência técnica dos prestadores. Apesar da maior concentração de municípios se situar em estados mais desenvolvidos nos estados de São Paulo e Paraná, há municípios das cinco regiões do país nos grupos de benchmarks.
Para municípios de até 10 mil habitantes, os valores de referência obtidos foram de R$ 313,05 e R$ 331,23 ao ano por pessoa atendida, a depender dos critérios considerados. Naqueles de 10 a 50 mil habitantes, foram de R$ 300,89 e R$ 328,16. Já nas cidades de 50 a 250 mil habitantes, os custos operacionais foram de R$ 313,92 e R$ 332,47 ao ano por pessoa atendida enquanto nas que têm mais de 250 mil habitantes foram de R$ 386,21 e R$ 393,93 anuais, por pessoa.
O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) traçou a meta de 99% de domicílios brasileiros com abastecimento de água e 92% com coleta e destinação adequada de esgoto em 2033. Os valores ainda são distantes da realidade do país, que tinha, em 2022, 95,6% das residências abastecidas com água por rede coletora de esgoto ou fossa séptica, de acordo com os índices apurados pelo próprio Plansab.
A baixa qualidade dos serviços também gera externalidades ambientais preocupantes. Conforme o SNIS, em 2022, 37,8% da água potável disponibilizada foi perdida na distribuição e apenas 52,2% do esgoto coletado foi tratado adequadamente.
Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45-todas-
as-noticias/noticias/16109-custo-para-universalizar-agua-e-esgoto-
nos-municipios-mais-eficientes-do-pais-varia-de-r-301-a-r-394-por-
pessoa (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Custo para universalizar água e esgoto nos municípios brasileiros pode variar de R$ 301 a R$ 394 por pessoa
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) identificou custos operacionais para universalizar os serviços de água e esgoto a partir da experiência dos 367 municípios brasileiros mais eficientes em custos e mais efetivos na prestação do serviço. A ideia é que os valores possam servir de referência na estruturação de contratos de concessão para processos competitivos de seleção de fornecedores, uma exigência do Novo Marco do Saneamento (Lei Federal nº 14.026/2020) para municípios que queiram apoio financeiro do governo federal, mas também em programas de universalização baseados em prestação direta.
“As estimativas de investimentos e custos são essenciais para se auferir em quanto os usuários e contribuintes serão onerados para universalizar os serviços. Neste trabalho, indicamos benchmarks de custos operacionais que possam ser úteis aos gestores, que irão escolher aqueles mais alinhados à realidade do município”, explicou o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Fabiano Pompermayer, que assina o estudo.
Para a análise, feita a partir da técnica chamada de Envoltória de Dados, foram considerados dados disponíveis no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), o nível de cobertura e o de eficiência técnica dos prestadores. Apesar da maior concentração de municípios se situar em estados mais desenvolvidos nos estados de São Paulo e Paraná, há municípios das cinco regiões do país nos grupos de benchmarks.
Para municípios de até 10 mil habitantes, os valores de referência obtidos foram de R$ 313,05 e R$ 331,23 ao ano por pessoa atendida, a depender dos critérios considerados. Naqueles de 10 a 50 mil habitantes, foram de R$ 300,89 e R$ 328,16. Já nas cidades de 50 a 250 mil habitantes, os custos operacionais foram de R$ 313,92 e R$ 332,47 ao ano por pessoa atendida enquanto nas que têm mais de 250 mil habitantes foram de R$ 386,21 e R$ 393,93 anuais, por pessoa.
O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) traçou a meta de 99% de domicílios brasileiros com abastecimento de água e 92% com coleta e destinação adequada de esgoto em 2033. Os valores ainda são distantes da realidade do país, que tinha, em 2022, 95,6% das residências abastecidas com água por rede coletora de esgoto ou fossa séptica, de acordo com os índices apurados pelo próprio Plansab.
A baixa qualidade dos serviços também gera externalidades ambientais preocupantes. Conforme o SNIS, em 2022, 37,8% da água potável disponibilizada foi perdida na distribuição e apenas 52,2% do esgoto coletado foi tratado adequadamente.
Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/categorias/45-todas-
as-noticias/noticias/16109-custo-para-universalizar-agua-e-esgoto-
nos-municipios-mais-eficientes-do-pais-varia-de-r-301-a-r-394-por-
pessoa (adaptado)
"A gestão pública contemporânea opera sob a tensão permanente entre dois imperativos aparentemente contraditórios: a eficiência, que exige racionalização de processos, redução de custos e maximização de resultados; e a legitimidade democrática, que demanda transparência, participação e responsividade perante os cidadãos."
Registre (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
(__)Os dois-pontos introduzem uma enumeração explicativa dos termos "imperativos aparentemente contraditórios", detalhando-os semanticamente.
(__)As vírgulas antes de "que" isolam orações subordinadas adjetivas explicativas, acrescentando informações sobre "eficiência" e "legitimidade democrática".
(__)O ponto e vírgula separa elementos coordenados extensos, contribuindo para a organização sintática e evitando ambiguidade na leitura do período.
Assinale a alternativa com a sequência correta.
No que se refere ao uso da água e ao tratamento do esgoto há tantos __________ envolvidos que é preciso analisar cada situação e entender __________ medidas concretas e mais incisivas são necessárias. Muitas pessoas, por falta de conhecimento, negam a crescente escassez de água potável em vários lugares do mundo e questionam: "__________eu preciso economizar se no Brasil há tanta água disponível?". __________? _________ a água é um recurso renovável, porém, é finito e limitado. Sem cuidado e políticas públicas claras e decisivas, corremos o risco de desertificar imensas áreas no Brasil e no mundo.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
[...] Aproximadamente 147,5 milhões de brasileiros vivem em municípios onde o processo de implementação da Tarifa Social de Água e Esgoto já foi iniciado, o que corresponde a cerca de 69% da população do País. Desse total, 94,6 milhões de pessoas (44% dos brasileiros) residem em municípios atendidos por prestadores que já concluíram o processo de implementação, conforme os critérios estabelecidos na legislação federal.
A implementação da Tarifa Social também dialoga com o contexto de acesso aos serviços de saneamento básico no País. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que a ausência de acesso aos serviços de água e esgoto está fortemente associada à renda, com maior incidência entre as famílias de menor rendimento.
Entre as pessoas sem acesso à rede de abastecimento de água, cerca de 44% possuem renda domiciliar per capita inferior a meio salário-mínimo. Além disso, cerca de 38% da população não conectada à rede de esgoto está nessa mesma faixa de renda, reforçando a importância de políticas públicas voltadas à inclusão social e à ampliação do acesso a esses serviços essenciais.
[...]
(Disponível em: https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/lista-i nedita-aponta-que-quase-1-9-mil-municipios-brasileiros-estao-com-a-ta rifa-social-de-agua-e-esgoto-implementada-conforme-a-legislacao-fede ral. Acesso em: 06 mai. 2026. Adaptado.)
I.Em construções com expressões numéricas de porcentagem, o verbo concorda com o termo preposicionado que especifica esse número. Desse modo, o verbo "estar" concorda com "da população".
II.Em construções com expressões numéricas de porcentagem, se o termo preposicionado não estiver explícito, a concordância se faz com o número. Assim, o verbo "possuir" concorda com 44%.
III.Se o verbo anteceder a expressão de porcentagem, a concordância se fará com o número. É o que acontece nesta construção: Estão na mesma faixa de renda 38% da população não conectada à rede de esgoto.
É correto o que se afirma em:
Estabeleça a relação entre as colunas abaixo, preenchendo as lacunas nas frases corretamente. A seguir, assinale a sequência obtida.
(1) mal (2) mau
( ) Os fãs ficaram enlouquecidos, _______ viram o galā na sacada do hotel.
( ) Pessoas de ______ caráter existem em toda parte, assim como pessoas benevolentes.
( ) Ele passou por um ______ pedaço nos primeiros anos em que foi para a capital.
( ) Não se sinta só por estar entre nós.
Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem:
- ___________ muitas coisas para lhe contar.
- Já __________ muitas pessoas no local da festa.
- Naquele paraíso, __________ tudo de bom.
- Ainda ___________ muitos segredos entre nós.

CAZO. IBGE. Disponível. <https://blogdoaftm.com.br/charge-195-milhoes-debrasileiros-vivem-em-ruas-nao-pavimentadas/>.
A expressão verbal “tem passado", utilizada na fala da personagem na charge acima, indica uma ação que:
"Não posso compreender que a literatura consista no culto ao dicionário." (Lima Barreto)
A forma verbal destacada no pensamento acima se encontra no:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade
O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.
Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.
O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.
A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.
"Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma.
Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)
ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser
ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em
"O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade
O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.
Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.
O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.
A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.
"Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma.
Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)
ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser
ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Viagem ao espaço deixa de ser ficção para se tornar realidade
O sonho de desbravar o universo sempre esteve presente nos filmes e na literatura de ficção científica, mas, ao longo das últimas décadas, sempre se desfez diante de incontornáveis limitações tecnológicas.
Vivemos hoje um tempo no qual essas barreiras parecem finalmente estar caindo, principalmente porque empresas privadas como a SpaceX, do bilionário Elon Musk, da Tesla, a Blue Origin, de Jeff Bezos, da Amazon, ea Virgin Galactic, de Richard Branson, decidiram acelerar seus foguetes e entrar para valer na corrida pelo turismo espacial.
O caminho rumo ao espaço não é mais uma exclusividade de governos, pois, ainda que EUA, Rússia, China, India, Comunidade Europeia, Emirados Arabes Unidos, entre outros, também estejam lançando ou reativando seus programas, a exploração espacial em larga escala só irá acontecer em parceria com o setor privado.
A chamada Missão Marte já está em andamento. Recentemente, Emirados Árabes, China e EUA pousaram novas sondas no planeta vermelho. No entanto, colocar humanos em solo marciano em condições habitáveis é outra história.
"Nós temos e acreditamos na tecnologia para enviar humanos a Marte. Para ir estudar lá e retornar", afirma Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da Nasa, a agência espacial norte-americana. "Na realidade não é se a tecnologia pode nos deter, é por causa dela que podemos fazer isso. O público americano é bastante generoso e continua nos financiando, e isso é especial. Nós planejamos ter humanos em Marte na década de 2030, ainda em meu tempo de vida", afirma.
Segundo estudos, uma viagem ao planeta vermelho duraria por volta de 180 dias. Os astronautas ficariam lá entre 20 e 30 dias e voltariam para casa em uma viagem de outros 220 dias, num total de 14 meses. (...)
ESTÚDIO FOLHA. Viagem ao espaço deixa de ser
ficção para se tornar realidade. UOL. Disponível em