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Q3351844 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

O valor semântico apresentado pelo segmento ressaltado em "A plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo" é de
Alternativas
Q3351843 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

No termo destacado em "A Amazônia [...] é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo", o elemento "eco" apresenta sentido em sua origem. Considerando-se o exposto, dentre os termos elencados a seguir, aquele cujo elemento "eco" apresenta esse mesmo sentido é:
Alternativas
Q3351842 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Considerando-se o excerto "No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, 'historical reference level' (HRL), sem efeitos econômicos", pode-se afirmar que o número de palavras que, isoladamente, desempenham papel adjetivo corresponde a
Alternativas
Q3351841 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

O segmento evidenciado em "O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras" pode ser alterado, segundo a norma culta e independentemente da mudança de sentido, para
Alternativas
Q3351840 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Dentre as siglas apresentadas a seguir, assinale aquela grafada corretamente, tal qual ocorre em "Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso".
Alternativas
Q3351839 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

De acordo com a norma culta, o trecho "E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?" poderia ser alterado para: 
Alternativas
Q3351838 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Ignorando as alterações de sentido, o período "No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção" poderia ser alterado, de acordo com a norma culta, para
Alternativas
Q3351837 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Considerando os excertos a seguir, é correto atestar que aquele composto na voz ativa é: 
Alternativas
Q3351836 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Quanto às informações apresentadas no texto em questão, infere-se que 
Alternativas
Q3351835 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Em "A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos − quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região ", segmento em o destaque, em relação ao que se enuncia anteriormente, apresenta valor semântico de
Alternativas
Q3351239 Português
Assinale a alternativa que contenha uma palavra formada pelo processo de derivação regressiva:
Alternativas
Q3351238 Português
Sobre os termos essenciais da oração, leia as afirmações a seguir:
I. Os termos essenciais da oração são sujeito e predicado.
II. Os predicados podem ser classificados como verbal, nominal e verbonominal.
III. Existem orações sem sujeito.
É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões)
Alternativas
Q3351237 Português
Assinale a alternativa que contenha um exemplo de uso de dois-pontos em oração apositiva:
Alternativas
Q3351236 Português
Assinale a alternativa em que a ocorrência de crase é obrigatória:
Alternativas
Q3351235 Português
Assinale a alternativa correta, segundo o padrão culto da Língua:
Alternativas
Q3351234 Português
Leia atentamente a canção Umas e outras, de Chico Buarque, para responder à questão.

Umas e outras

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se reservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela para
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Onde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste enamorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.
É possível afirmar que:
Alternativas
Q3351233 Português
Leia atentamente a canção Umas e outras, de Chico Buarque, para responder à questão.

Umas e outras

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se reservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela para
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Onde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste enamorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.
A figura de linguagem que predomina na relação entre a primeira e segunda estrofes é:
Alternativas
Q3351232 Português
Leia atentamente a canção Umas e outras, de Chico Buarque, para responder à questão.

Umas e outras

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se reservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela para
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Onde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste enamorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – É possível afirmar que as personagens se queixam sobre o prolongamento do sofrimento de suas existências.
II – O narrador sintetiza a vida das duas personagens respectivamente nos versos “A vida é feita de um rosário/ Que custa tanto a se acabar” e “A vida é sempre aquela dança/ Onde não se escolhe o par”.
III – É possível afirmar que a primeira mulher preserva seu sorriso, enquanto a segunda o finge, fazendo-o dele sua profissão.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q3351231 Português
Leia atentamente a canção Umas e outras, de Chico Buarque, para responder à questão.

Umas e outras

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se reservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela para
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Onde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste enamorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Nos versos “Que dia! Nossa, pra que tanta conta/ Já perdi a conta de tanto rezar”, o narrador brinca com a polissemia da palavra “conta”.
II – É possível afirmar que a segunda mulher não dá importância para a existência ou não do paraíso.
III – Apesar da diferença entre as mulheres, o narrador identifica um traço de identidade entre elas: o prazer pela rotina do dia a dia.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q3351230 Português
Leia atentamente a canção Umas e outras, de Chico Buarque, para responder à questão.

Umas e outras

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se reservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela para
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Onde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste enamorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – A canção pode ser dividida em três partes: a apresentação de uma mulher religiosa; a apresentação de outra mulher, prostituta; e a descrição do eventual encontro ao acaso entre elas.
II – A primeira e segunda estrofes enfatizam as diferentes vidas das personagens.
III – É possível afirmar que o narrador da canção sente pena da segunda personagem.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões): 
Alternativas
Respostas
18581: C
18582: D
18583: A
18584: A
18585: D
18586: E
18587: E
18588: D
18589: E
18590: E
18591: C
18592: C
18593: D
18594: B
18595: A
18596: A
18597: C
18598: D
18599: B
18600: B