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Q3385721 Português

O texto a seguir apresenta a explicação do significado de um verbete de dicionário. Pode-se afirmar que ele é um exemplo de qual função da linguagem?


“limiar (s.m.) 1fig. começo: início, iniciação, princípio, prelúdio. 2 entrada: porta(l). 3 soleira: patamar, degrau, suportal.”

Alternativas
Q3385720 Português

Não sabemos nos despedir



    Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.

    O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.

    A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.

    Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.

    A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.

    Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.

    Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?

    E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.

    Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.



Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir

Em relação à regência dos verbos enxergar, desabar e formular nos respectivos períodos: “... não mais enxergar aquela pessoa?”, “Neste instante é que desabamos:” e “Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3385719 Português

Não sabemos nos despedir



    Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.

    O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.

    A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.

    Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.

    A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.

    Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.

    Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?

    E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.

    Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.



Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir

Considerando o contexto, as palavras embasbacado e iminente podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, respectivamente, por:
Alternativas
Q3385718 Português

Não sabemos nos despedir



    Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.

    O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.

    A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.

    Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.

    A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.

    Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.

    Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?

    E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.

    Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.



Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir

A partir da leitura do texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3385125 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:


(__)Ela riu e chorou e abraçou e beijou todos os amigos.


(__)A atleta brasileira correu, pulou, gritou, venceu.


(__)Carlos fez o trabalho, entregou, recebeu o pagamento.


(__)O vento soprava e as folhas caíam e os pássaros voavam e as nuvens se moviam lentamente.


I.Assíndeto.


II.Polissíndeto.



Correlacione as colunas acima conforme o emprego das figuras de sintaxe nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3385062 Português
Quanto à colocação pronominal em: "Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço..." pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3385061 Português
Considerando-se o contexto, traduz-se INADEQUADAMENTE o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3385060 Português
Acerca do trecho: Meu caro, aprenda com o ERRO.", o processo de formação do vocábulo ERRO foi:
Alternativas
Q3385059 Português
Observe o trecho:
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são sinônimas de "percepção", presente nesse trecho, EXCETO:
Alternativas
Q3385058 Português
Há critérios semânticos e sintáticos que determinam a utilização dos porquês na língua portuguesa.
O trecho "Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais" está de acordo com as normas ortográficas assim como a alternativa:
Alternativas
Q3385055 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/

Na frase "É imprescindível QUE REFLITAMOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DE NOS ENTREGARMOS À VIDA COM TODA A NOSSA ESSÊNCIA E DEDICAÇÃO", o trecho destacado atua como:
Alternativas
Q3385049 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/

Aponte a alternativa que justifica corretamente o emprego das vírgulas na seguinte frase:
"Meu caro, aprenda com o erro."
Alternativas
Q3384952 Português

Leia a crônica abaixo e responda a questão        



      Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.



        Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.



        Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.



        Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.


Autor: Ricardo Menezes

Como o texto caracteriza os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro?
Alternativas
Q3384951 Português

Leia a crônica abaixo e responda a questão        



      Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.



        Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.



        Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.



        Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.


Autor: Ricardo Menezes

O que o texto destaca sobre o Cruzeiro?
Alternativas
Q3384950 Português

Leia a crônica abaixo e responda a questão        



      Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.



        Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.



        Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.



        Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.


Autor: Ricardo Menezes

Qual elemento de coesão é utilizado para indicar uma relação de contraste entre as torcidas do Atlético Mineiro e Cruzeiro? 
Alternativas
Q3384949 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão


A importância do xadrez


        O xadrez, além de ser um jogo milenar, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento humano, influenciando áreas cognitivas, emocionais e sociais. Desde a Antiguidade, o xadrez tem sido reconhecido como um poderoso instrumento educacional, proporcionando inúmeros benefícios para o desenvolvimento integral das pessoas.


        No âmbito cognitivo, a prática do xadrez estimula habilidades como raciocínio lógico, tomada de decisões estratégicas, planejamento e antecipação de movimentos. Essas habilidades são transferíveis para diversas situações da vida cotidiana, contribuindo para o aprimoramento do pensamento crítico e da resolução de problemas.


        No aspecto emocional, o xadrez promove o controle da ansiedade e o desenvolvimento da paciência, uma vez que cada partida requer concentração prolongada e capacidade de lidar com pressões. A superação de derrotas também é uma lição valiosa, ensinando a lidar com o fracasso de maneira construtiva e a buscar melhorias contínuas.


        Além disso, o xadrez favorece a socialização e o respeito mútuo, já que é comumente praticado em comunidade. As partidas promovem interações saudáveis, estimulando a comunicação, o “fair play” e a valorização do adversário. Essa dimensão social contribui para a formação de habilidades interpessoais essenciais ao convívio em sociedade.


        O xadrez, portanto, transcende a ideia de um simples jogo de tabuleiro e se configura como uma ferramenta poderosa no desenvolvimento humano. Seja no contexto educacional, familiar ou comunitário, sua prática constante proporciona benefícios que ecoam ao longo da vida, moldando indivíduos mais capacitados, resilientes e socialmente conscientes.

Autor: Ricardo Menezes
Qual é o papel fundamental do xadrez no desenvolvimento humano, conforme mencionado no texto? 
Alternativas
Q3384948 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão


A importância do xadrez


        O xadrez, além de ser um jogo milenar, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento humano, influenciando áreas cognitivas, emocionais e sociais. Desde a Antiguidade, o xadrez tem sido reconhecido como um poderoso instrumento educacional, proporcionando inúmeros benefícios para o desenvolvimento integral das pessoas.


        No âmbito cognitivo, a prática do xadrez estimula habilidades como raciocínio lógico, tomada de decisões estratégicas, planejamento e antecipação de movimentos. Essas habilidades são transferíveis para diversas situações da vida cotidiana, contribuindo para o aprimoramento do pensamento crítico e da resolução de problemas.


        No aspecto emocional, o xadrez promove o controle da ansiedade e o desenvolvimento da paciência, uma vez que cada partida requer concentração prolongada e capacidade de lidar com pressões. A superação de derrotas também é uma lição valiosa, ensinando a lidar com o fracasso de maneira construtiva e a buscar melhorias contínuas.


        Além disso, o xadrez favorece a socialização e o respeito mútuo, já que é comumente praticado em comunidade. As partidas promovem interações saudáveis, estimulando a comunicação, o “fair play” e a valorização do adversário. Essa dimensão social contribui para a formação de habilidades interpessoais essenciais ao convívio em sociedade.


        O xadrez, portanto, transcende a ideia de um simples jogo de tabuleiro e se configura como uma ferramenta poderosa no desenvolvimento humano. Seja no contexto educacional, familiar ou comunitário, sua prática constante proporciona benefícios que ecoam ao longo da vida, moldando indivíduos mais capacitados, resilientes e socialmente conscientes.

Autor: Ricardo Menezes
No trecho "O xadrez, portanto, transcende a ideia de um simples jogo de tabuleiro", o termo "portanto" é utilizado como elemento de coesão com que finalidade?
Alternativas
Q3384947 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão


A importância do xadrez


        O xadrez, além de ser um jogo milenar, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento humano, influenciando áreas cognitivas, emocionais e sociais. Desde a Antiguidade, o xadrez tem sido reconhecido como um poderoso instrumento educacional, proporcionando inúmeros benefícios para o desenvolvimento integral das pessoas.


        No âmbito cognitivo, a prática do xadrez estimula habilidades como raciocínio lógico, tomada de decisões estratégicas, planejamento e antecipação de movimentos. Essas habilidades são transferíveis para diversas situações da vida cotidiana, contribuindo para o aprimoramento do pensamento crítico e da resolução de problemas.


        No aspecto emocional, o xadrez promove o controle da ansiedade e o desenvolvimento da paciência, uma vez que cada partida requer concentração prolongada e capacidade de lidar com pressões. A superação de derrotas também é uma lição valiosa, ensinando a lidar com o fracasso de maneira construtiva e a buscar melhorias contínuas.


        Além disso, o xadrez favorece a socialização e o respeito mútuo, já que é comumente praticado em comunidade. As partidas promovem interações saudáveis, estimulando a comunicação, o “fair play” e a valorização do adversário. Essa dimensão social contribui para a formação de habilidades interpessoais essenciais ao convívio em sociedade.


        O xadrez, portanto, transcende a ideia de um simples jogo de tabuleiro e se configura como uma ferramenta poderosa no desenvolvimento humano. Seja no contexto educacional, familiar ou comunitário, sua prática constante proporciona benefícios que ecoam ao longo da vida, moldando indivíduos mais capacitados, resilientes e socialmente conscientes.

Autor: Ricardo Menezes
No trecho "Essas habilidades são transferíveis para diversas situações da vida cotidiana", a expressão "Essas habilidades" retoma a que elemento mencionado anteriormente? 
Alternativas
Q3384946 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão


A importância do xadrez


        O xadrez, além de ser um jogo milenar, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento humano, influenciando áreas cognitivas, emocionais e sociais. Desde a Antiguidade, o xadrez tem sido reconhecido como um poderoso instrumento educacional, proporcionando inúmeros benefícios para o desenvolvimento integral das pessoas.


        No âmbito cognitivo, a prática do xadrez estimula habilidades como raciocínio lógico, tomada de decisões estratégicas, planejamento e antecipação de movimentos. Essas habilidades são transferíveis para diversas situações da vida cotidiana, contribuindo para o aprimoramento do pensamento crítico e da resolução de problemas.


        No aspecto emocional, o xadrez promove o controle da ansiedade e o desenvolvimento da paciência, uma vez que cada partida requer concentração prolongada e capacidade de lidar com pressões. A superação de derrotas também é uma lição valiosa, ensinando a lidar com o fracasso de maneira construtiva e a buscar melhorias contínuas.


        Além disso, o xadrez favorece a socialização e o respeito mútuo, já que é comumente praticado em comunidade. As partidas promovem interações saudáveis, estimulando a comunicação, o “fair play” e a valorização do adversário. Essa dimensão social contribui para a formação de habilidades interpessoais essenciais ao convívio em sociedade.


        O xadrez, portanto, transcende a ideia de um simples jogo de tabuleiro e se configura como uma ferramenta poderosa no desenvolvimento humano. Seja no contexto educacional, familiar ou comunitário, sua prática constante proporciona benefícios que ecoam ao longo da vida, moldando indivíduos mais capacitados, resilientes e socialmente conscientes.

Autor: Ricardo Menezes
Qual elemento de coesão é utilizado na expressão "Desde a Antiguidade" para estabelecer uma relação temporal? 
Alternativas
Q3384945 Português
Imagem associada para resolução da questão

Reconstrua a frase “Eu cuido da minha gata como se fosse minha filha”, substituindo a expressão comparativa por outra de mesmo valor semântico.
Alternativas
Respostas
18241: C
18242: D
18243: A
18244: B
18245: E
18246: E
18247: D
18248: B
18249: C
18250: A
18251: A
18252: D
18253: C
18254: D
18255: A
18256: B
18257: D
18258: B
18259: B
18260: A