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Leia o texto para responder à próxima questão.
Mal secreto. (Raimundo Correia).
google.com.br
Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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Mal secreto. (Raimundo Correia).
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Se a cólera que espuma, a dor que mora
Na alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.
Embora 'reconheçam' que esta é uma medida imperfeita da extensão da gordura corporal e 'afirmem' que alguns países têm dados melhores do que outros [...].
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Em muitas dessas nações insulares, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis.
Assinale a opção que contenha um pronome e um advérbio, respectivamente.
Entretanto, para os adultos, a taxa mais do que 'duplicou' nas mulheres e quase 'triplicou' nos homens.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:
I. Não gosto de frutas, mas, como porque é saudável.
II. João, você não está escutando a chamada do seu telefone?
III. Ao longo do dia de hoje Ana esteve muito cansada, e continuou estudando para o concurso.
Está(ão) CORRETO(S):
Sou sua noite, sou seu quarto Se você quiser dormir Eu me despeço Eu em pedaços Como um silêncio ao contrário [...] Sou seu fado, sou seu bardo Se você quiser ouvir O seu eunuco, o seu soprano Um seu arauto Eu sou o sol da sua noite em claro, Um rádio Eu sou pelo avesso sua pele, O seu casaco Se você vai sair O seu asfalto Se você vai sair Eu chovo Sobre o seu cabelo pelo seu itinerário Sou eu o sou paradeiro Em uns versos que eu escrevo Depois rasgo E depois rasgo
Em “Embora a cannabis seja comumente associada à maconha...”, a oração deve ser classificada como:
Embora a cannabis seja comumente associada à maconha, seu uso medicinal tem sido reconhecido em diversos países para o tratamento de uma ampla gama de condições médicas, incluindo epilepsia refratária, dor crônica, Alzheimer, ansiedade, Parkinson, entre outras, totalizando 26 condições médicas listadas. [...].
Disponível em: https://midianinja.org/news/sus-em-sao-paulo-vai-comecar-distribuir-remedios-a-basede-maconha-para-pacientes/. Acesso em: 12 abr. 2024.
Assinale a alternativa em que os termos destacados têm a função sintática de objeto direto nos versos da canção a seguir:
O meu amor conhece cada gesto seu
Palavras que o seu olhar só diz pro meu
Se pra você a guerra está perdida
Olha, que eu mudo os meus sonhos
Pra ficar na sua vida
[...]
Ana Carolina