Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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Leia com atenção a afirmativa abaixo:
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Qual é o tipo de sujeito presente na afirmativa acima?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente
Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.
Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.
Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.
"De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.
A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.
Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".
Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente
Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.
Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.
Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.
"De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.
A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.
Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".
Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente
Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.
Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.
Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.
"De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.
A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.
Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".
Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente
Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.
Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.
Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.
"De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.
A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.
Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".
Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente
A aprendizagem sempre passa pelo Sistema Nervoso Central, no entanto, segundo Rotta (2006), nem sempre ele é responsável pelo fracasso escolar. Dados apontam que as dificuldades para a aprendizagem podem chegar a 50% e como causas primárias têm-se problemas como a dislexias, discalculias, dispraxias, disgnosias, déficits de atenção e hiperatividade, que necessitam ser investigados. No entanto não são as únicas causas, devem-se olhar também as causas não primárias como problemas físicos, socioeconômicos e pedagógicos.
Fonte: SPRADA, Thanise Pereira; GARGHETTI, Francine Cristine. Dificuldades de Aprendizagem: identificação, avaliação e tratamento. Revista Psicologia em Foco, v. 8, n. 11, p. 15-35, 2016.
De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes
Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.
No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?
A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering. Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).
Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.
Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.
Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.
É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.
Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.
Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doencas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.
(__) Os estudos realizados com pessoas, ainda que em fase inicial, demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla.
(__) A vacina descrita no estudo atua de modo a criar uma tolerância imunológica específica, marcando proteínas que não devem ser atacadas pelo sistema imunológico.
(__) Uma das principais vantagens da vacina inversa, no que diz respeito às doenças autoimunes, é que não prejudicam o sistema imunológico, como fazem os atuais tratamentos.
(__) As chamadas vacinas inversas ainda apresentam um desafio: como existem distintos antígenos associados às doenças autoimunes, as vacinas precisam ser pensadas para cada um desses antígenos.
É correto o que se afirma em:
O abacaxi é originário da Amazônia, em uma área que inclui o Brasil, a Colômbia, a Guiana e a Venezuela, onde foi domesticado pelos ameríndios há mais de 3 mil anos. Após o descobrimento da América, foi transformado em iguaria da realeza europeia e passou ______ ser oferecido como símbolo de hospitalidade _______ convidados nobres. Levado pelos navegantes portugueses e espanhóis, ganhou o mundo a partir do século XVI. O excelente sabor, o aroma e a presença da coroa lhe renderam _______ denominação de “rainha das frutas”.
É uma das frutas tropicais mais consumidas no mundo. O cultivo comercial no Brasil iniciou nas primeiras décadas do século XX, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Sudeste.
Apesar de se situar entre os principais países produtores, o Brasil participa muito pouco nas exportações mundiais de abacaxi e derivados. O principal destino da produção brasileira é o mercado interno, notadamente na forma de frutas frescas. Grande parte da produção brasileira de abacaxi é de origem familiar.
O abacaxi é rico em vitaminas, sais minerais e fibras, e apresenta em sua composição a enzima bromelina. Possui ação diurética, contribui para o bom funcionamento dos sistemas imunológico e intestinal e regula a atividade muscular do coração. A casca pode ser usada no preparo de chás, sucos e de uma espécie de bebida fermentada chamada aluá.
É uma cultura de múltiplos usos. Os frutos são consumidos in natura ou processados. Da planta são obtidos materiais utilizados na confecção de tecidos para o vestuário e na produção de bioplástico para a indústria automobilística, entre outros.
(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)
O abacaxi é originário da Amazônia, em uma área que inclui o Brasil, a Colômbia, a Guiana e a Venezuela, onde foi domesticado pelos ameríndios há mais de 3 mil anos. Após o descobrimento da América, foi transformado em iguaria da realeza europeia e passou ______ ser oferecido como símbolo de hospitalidade _______ convidados nobres. Levado pelos navegantes portugueses e espanhóis, ganhou o mundo a partir do século XVI. O excelente sabor, o aroma e a presença da coroa lhe renderam _______ denominação de “rainha das frutas”.
É uma das frutas tropicais mais consumidas no mundo. O cultivo comercial no Brasil iniciou nas primeiras décadas do século XX, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Sudeste.
Apesar de se situar entre os principais países produtores, o Brasil participa muito pouco nas exportações mundiais de abacaxi e derivados. O principal destino da produção brasileira é o mercado interno, notadamente na forma de frutas frescas. Grande parte da produção brasileira de abacaxi é de origem familiar.
O abacaxi é rico em vitaminas, sais minerais e fibras, e apresenta em sua composição a enzima bromelina. Possui ação diurética, contribui para o bom funcionamento dos sistemas imunológico e intestinal e regula a atividade muscular do coração. A casca pode ser usada no preparo de chás, sucos e de uma espécie de bebida fermentada chamada aluá.
É uma cultura de múltiplos usos. Os frutos são consumidos in natura ou processados. Da planta são obtidos materiais utilizados na confecção de tecidos para o vestuário e na produção de bioplástico para a indústria automobilística, entre outros.
(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)