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Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: FSPSS Prova: Avança SP - 2024 - FSPSS - Office Boy |
Q3425204 Português

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Na tirinha, o personagem menciona que seu pai está "lesionado no bolso". O que essa expressão sugere sobre a situação financeira do pai do personagem? 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: FSPSS Prova: Avança SP - 2024 - FSPSS - Office Boy |
Q3425203 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto da crase: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: FSPSS Prova: Avança SP - 2024 - FSPSS - Office Boy |
Q3425202 Português
Analise as sentenças a seguir e identifique aquela em que o verbo "trazer" está corretamente conjugado
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: FSPSS Prova: Avança SP - 2024 - FSPSS - Office Boy |
Q3425201 Português

Considere as sentenças a seguir e identifique a que está incorreta quanto à regência verbal. 

Alternativas
Q3424428 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma oração reduzida de gerúndio. 
Alternativas
Q3424423 Português
Marque a alternativa que apresenta uma oração subordinada adverbial. 
Alternativas
Q3424421 Português
Marque a alternativa que contém uma figura de linguagem do tipo hipérbole. 
Alternativas
Q3424420 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o uso do hífen de acordo com a Reforma Ortográfica. 
Alternativas
Q3424419 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que melhor explica o conceito de "barreira atitudinal" mencionado pela autora no texto. 
Alternativas
Q3424418 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Marque a alternativa que corretamente interpreta o papel das organizações da sociedade civil conforme descrito no texto. 
Alternativas
Q3424417 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que explica de forma mais completa a crítica implícita da autora sobre o impacto das catástrofes no contexto social e econômico das comunidades afetadas.
Alternativas
Q3424416 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Marque a alternativa que melhor caracteriza a relação entre as políticas públicas e os eventos climáticos extremos, conforme descrito pela autora. 
Alternativas
Q3424415 Português
Emergência todo dia: quem escolhe quem pode viver o
amanhã? 

Há quase dois meses, testemunhamos um estado brasileiro ser inundado. Diante da força das enchentes e da água que não parava de subir, nos mobilizamos rapidamente. Resultado da perda que causa catarse e gera solidariedade. Talvez a pandemia tenha nos dado mais agilidade para atuar em momentos inimagináveis, embora eles sejam cada vez mais recorrentes. Mas a solidariedade não segue a mesma lógica ou frequência.

Em 2019, "emergência climática" foi considerado o termo do ano pelo dicionário de Oxford com a definição: "Uma situação em que ação urgente é necessária para reduzir ou cessar a mudança do clima e prevenir danos ambientais potencialmente irreversíveis a ela associados".

Não sei se queremos acreditar que há tempo para levar um pouco mais a situação por esperança ou negacionismo, mas a verdade é que não temos políticas, diretrizes e atitudes o suficiente para reduzir ou prevenir a mudança e, assim, evitar os eventos climáticos extremos. Ou, talvez, gostemos como sociedade de bater recordes: 2023 foi o ano mais quente em 174 anos no mundo; as chuvas estão acima da média, mês após mês, enquanto os alertas técnicos e baseados em ciência não são considerados como iminentes porque há outras agendas de suposto interesse público.

E assim, um estado brasileiro ficou por semanas debaixo d'água. Casas foram destruídas, vidas foram perdidas, histórias levadas pela água que subiu. Os danos causados em 96% das cidades do Rio Grande do Sul seguem sendo contabilizados, enquanto o medo e a possibilidade de a água subir de novo permanecem latentes. Ao mesmo tempo, uma pergunta complexa segue por aqui: O que acontece nos dias, semanas e meses seguintes às tragédias? 

É impossível olhar para os dados dos boletins dos órgãos técnicos e não entender que cada número reflete a vida de uma pessoa, que impacta a vida de uma família, de uma cidade inteira, de um estado e, necessariamente, do país. São pessoas, histórias, afetos, lares e lugares. É visceral, emocional, material. É assunto vital e, por isso, deveria se manter como emergencial.

Mas, não é isso o que acontece. Aquela mobilização ágil vai se diluindo com o tempo, com a diminuição de espaço nas mídias, com o deixar de falar no assunto e de agir para a sua resolução possível. A queda de interesse e de doações para as vítimas da catástrofe do Rio Grande do Sul podem ser percebidas no dia-a-dia e também nas pesquisas de tendências e de buscas pela internet. 

Enquanto isso, as organizações da sociedade civil - organizações não governamentais, institutos, movimentos e iniciativas que trabalham pelo interesse público -, seguem atuantes e precisando de doação de recursos - pessoas, conhecimento e dinheiro -, para continuarem incansavelmente na linha de frente. Porque sabe que emergências acontecem todos os dias. E o dia a dia depende de recursos.

O nosso papel como sociedade é estar próximo e fortalecer quem atua para buscar meios de solucionar o que é possível e necessário. Doar de forma recorrente é cumprir este papel cidadão, fortalecendo as estruturas e movimentos de quem atua pelos nossos direitos.

Costumo dizer que a nossa principal barreira é a atitudinal. Ou seja, comportamento. Então, te convido a pensar no que você tem feito para não perpetuar as desigualdades e transformar, direta ou indiretamente, a vida de alguém que está em vulnerabilidade agora. A sua doação subsidia este trabalho invisível e viabiliza a vida, o dia a dia de milhões de pessoas em todo o nosso país. Faça a sua parte e doe.

(De Marina Franciuli. Publicado em 30/06/2024. Disponível em: uol.com.br/ecoa/colunas/opiniao/2024/06/30/emergencia-todo-dia-quem escolhe-quem-pode-viver-o-amanha.htm?cmpid=copiaecola) 
Assinale a alternativa que melhor reflete a abordagem crítica da autora em relação à resposta da sociedade diante das emergências climáticas mencionadas no texto. 
Alternativas
Q3423847 Português
“ (...) O primeiro instrumento musical de cordas que se tem notícias, que chegou ao Brasil, foi a viola de dez cordas – ou cinco cordas duplas – trazida pelos jesuítas portugueses, que aqui chegaram para catequisar os índios e a usavam durante a catequese.


A primeira notícia que se tem sobre este instrumento no Brasil, ocorre no século XVII em São Paulo.


A confusão entre a viola e o violão começa em meados do século XIX, quando a viola é usada com uma afinação própria do violão, isto é, lá, ré, sol, si, mi.


Atualmente, a viola passou-se a ser denominada de viola caipira, por ser um instrumento típico do interior do país, e a nomenclatura violão, ao instrumento que era característico de uso urbano, e ter sua forma atual estabelecida no final do século XIX.


Com isso, o violão passou a tornar-se o instrumento favorito para o acompanhamento vocal, como no caso das modinhas, na música instrumental, acompanhando a flauta e o cavaquinho, e com isso formando a base de um conjunto de choro ou chorinho.


O violão, por ser um instrumento muito usado na música popular brasileira, e pelo povo em geral, passou a ter uma má fama, sendo considerado por muitos como um instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornando-se um símbolo de vagabundagem e, carregando consigo este estigma por muitos anos.


Em virtude desta discriminação sofrida pelo violão no Brasil e sua associação, os primeiros que tentaram desmistificar esse ranço pejorativo e discriminatório do violão, divulgando-o como um instrumento sério foram considerados verdadeiros heróis.


Um dos precursores do violão moderno no Brasil foi o fundador da revista “O Violão”, publicando-a em 1928, foi Joaquim Santos (1873-1935) ou Quincas Laranjeira, considerado o “Pai do violão moderno” que nos últimos anos de sua vida dedicou-se a ensinar a tocar o violão pelo método de Tárrega.



A origem do violão no Brasil, sua história, desenvolveu-se, basicamente, em dois grandes eixos da expressão da arte no Brasil: Rio de Janeiro e São Paulo. Foi nessas cidades que surgiram a maioria dos grandes violonistas brasileiros. (...)” (Violão Samba e Choro. Origem do Violão no Brasil – Uma breve história, 2016)



De acordo com o autor do texto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

I. Por ser associado à boemia e à vagabundagem o violão foi considerado um instrumento de má fama por muitos anos.
II. Joaquim Santos (Quincas Laranjeira) foi considerado um dos precursores do violão moderno no Brasil.
III. A maioria dos grandes violonistas brasileiros surgiram no Amazonas e Ceará.
Alternativas
Respostas
17701: C
17702: B
17703: C
17704: D
17705: C
17706: B
17707: X
17708: X
17709: X
17710: C
17711: C
17712: C
17713: A
17714: D
17715: B
17716: D
17717: A
17718: C
17719: B
17720: A