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Q3443467 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Disponível em: https://-tiras-de-armandinho. Acesso em: 31 mar. 2024. 

Sobre a linguagem usada no texto, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3443466 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
A alternativa em que, de acordo com a Gramática Normativa, se verifica marca de oralidade no uso do pronome oblíquo átono é
Alternativas
Q3443465 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
A alternativa em que se verifica a presença de derivação imprópria, já que adjetivos foram transformados em substantivos por meio da anteposição do artigo definido “o”, é 
Alternativas
Q3443464 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir dessa passagem.
I- As fases da maturidade e da vida adulta trazem perdas e percalços os quais o afeto tem o poder de amenizar.
II- O prazer de comer aquilo de que se gosta traz alento ante os sofrimentos que são impostos pela vida.
III- Os sofrimentos impostos pela vida fazem com que as pessoas se sintam merecedoras das boas sensações causadas pela comida saborosa e pelo afeto.
IV- Algumas pessoas, erroneamente, querem compensar os sofrimentos da vida pelo consumo desmedido de comida.
V- A comida não tem o poder de aliviar os sofrimentos da vida, por isso deve ser consumida com parcimônia.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443463 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.”
De acordo com o texto, misturar doce com salgado é “inusitado” porque é 
Alternativas
Q3443462 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que são defendidas no texto.
I- O conhecimento da comida de uma região representa o conhecimento de um componente que faz parte da cultura dessa região.
II- A comida em excesso não faz bem, mas a culpa que se sente por comer, por sua vez, também não é benéfica.
III- O afeto dos mineiros pode ser sentido não só nos gestos de carinho, na fala, mas também na sua comida.
IV- A excessiva preocupação com os padrões estéticos impede que as pessoas desfrutem do prazer de comer aquilo de que se gosta.
V- O ato de cozinhar para aqueles de quem se gosta constitui uma demonstração de verdadeiro afeto.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3441907 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Resorts de esqui estocam neve para compensar falta no inverno


Na estação de esqui de Ruka, na Finlândia, a neve normalmente derrete em abril. No início de maio, seus vinte e dois teleféricos não funcionam temporariamente. E, como todos os anos, suas quarenta e uma pistas de esqui ficam verdes, transformando as encostas em um destino para apaixonados por trilhas e ciclistas de montanha, não para esquiadores.


Mas cinco das pistas são marcadas por dois montes de neve cobertos por mantas brancas de poliestireno. Cada monte contém cerca de trinta mil metros cúbicos de neve. Eles ficam lá durante todo o verão.


Quando estes montes forem descobertos em outubro, haverá ainda cerca de 80% a 90% da neve, o suficiente para ser espalhado por três ou quatro encostas, além do parque de neve.


Para uma estação de esqui de baixa altitude como Ruka, que não chega a atingir 500 metros, isso não é apenas conveniente. É um divisor de águas, especialmente no início da temporada de esqui, quando tanto a neve quanto as temperaturas variam bastante.


O fato de a neve ser armazenada o ano todo parece surpreendente, mas a prática remonta há séculos. Antes da refrigeração, as pessoas armazenavam gelo e neve no subsolo durante o verão, permitindo que conservassem os alimentos por exemplo.


Nas últimas décadas, à medida que a indústria do esqui testava maneiras de conservar a neve para permitir a realização de eventos no outono ou início do inverno, os resorts empilhavam a neve, e depois cobriam as pilhas com um material orgânico como serragem, lascas de madeira ou palha.


Estes métodos são surpreendentemente eficazes: uma pesquisa mostrou que eles preservam entre 72% e 85% da massa de neve durante o verão. Hoje, no entanto, a tecnologia é muito mais avançada. O sistema da empresa finlandesa Snow Secure inclui mantas brancas de poliestireno, com 50mm ou 70 mm de espessura, projetadas para se ajustarem com precisão a montes de neve com formato geométrico.


De acordo com testes da própria empresa, o sistema funciona mesmo nas temperaturas mais altas. Ao longo de uma semana de junho de 2023 em Vihti, na Finlândia, a temperatura no topo da manta que cobre a neve armazenada chegou a 44°C, segundo as medições realizadas. E abaixo da manta? A temperatura atingiu apenas 2,5°C.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg3lqg0vrpjo. adaptado

O fato de a neve ser armazenada o ano todo parece surpreendente, 'contudo a prática remonta há séculos'.


A expressão destacada trata-se

Alternativas
Q3441224 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar 2024. 

Analise os itens a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto 03 sobre a melhor maneira de se viver.
I- Com prudência.
II- Com amor.
III- Sem sofrimento.
V- Sem riscos.
V- Com luta.
Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3441219 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01


Valorize as boas memórias: nenhuma tecnologia supera a conexão humana


    Despertador, buzina, trânsito, aviso de mensagem, relógio girando, café esfriando, agenda cheia, semana correndo. Vivemos uma verdadeira maratona a cada dia do calendário, com cada vez menos oportunidades de construir boas memórias. Momentos guiados pelo imediatismo, pelas urgências. Em meio a esse ritmo frenético, uma fresta de pausa.


    Aquele guardanapo bordado, o cachecol tricotado, o cheiro de bolo invadindo a tarde, música boa. O que esses dois mundos têm em comum? Muitas coisas!


    Existem gostosas e preciosas histórias nessa estrada. Se não a observarmos dando o devido valor, corremos o risco de que fiquem amareladas e esquecidas dentro de uma caixa de camisa. Ou enfiadas no fundo de uma gaveta, com as roldanas enferrujadas.


    Nessa costura de movimentos, há um caminho aliando o tecnológico com o manual, que traz calma, refresca a alma, aquece as boas memórias.


    A realidade é que há um forte vínculo entre passado e presente; há uma busca às simples e boas coisas da vida, como sentar ao redor de uma mesa, e com tempo, calma e amigos, saborear o que de melhor uma refeição pode nos proporcionar.


     Atualmente questionamos o consumo, nos permitimos misturar o que há de diferente e essa talvez seja a maior herança que tenhamos do século passado. A máquina de café expresso, por exemplo, tão fast e fashion, tem seu valor e praticidade, mas não dá pra esquecer a magia do bom e velho café passado no filtro de pano. Momento e movimentos totalmente diversos e igualmente gostosos.


    O mundo vive um momento crítico. Queremos pausas para quebrar as regras e encontrar novas (ou velhas) alternativas. Buscamos nossas memórias e experiências que reconectam à nossa essência.


    Eu sei, você sabe, todo mundo sabe, a tecnologia nos proporciona ações em velocidade tão rápida que já não deixamos pegadas. Não guardamos comprovantes físicos nem imprimimos fotografias. Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.


    Muitas vezes, simples recordações nos parecem bobas, escassas de qualquer valor. Que tal permitir que elas contribuam como um vínculo entre o que fomos e o que nos tornamos? Entre o que a pressa do cotidiano apresenta e o que importa a nossos particulares desejos e necessidades? Respeite as suas lembranças [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado. 

Considere, a seguir, o trecho do texto.
“Com enxurrada de conteúdos, a rede mundial de computadores nos demanda ações práticas, porém, contudo, todavia, há muito amor para se manter no espaço físico e real.”
Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura de construção desse trecho:
I- A palavra “enxurrada” foi usada no sentido conotativo com valor semântico de grande quantidade.
II- O verbo “demanda” poderia ser substituído no texto pelo verbo “exige”, sem alterar o sentido do trecho.
III- As três conjunções “porém”, “contudo” e “todavia” foram usadas sequencialmente para realçar a ideia que expressam, já que elas possuem a mesma ideia de adversidade.
IV- O verbo “demanda” foi usado no trecho com dois complementos representados por “nos”, como objeto indireto, e “ações práticas”, como objeto direto.
V- O verbo “há” foi usado no singular, já que o seu sujeito “muito amor” se encontra também no singular.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3441124 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a função sintática do termo em destaque no período: “A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan”.
Alternativas
Q3441123 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: “O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo”.
Alternativas
Q3441122 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: “O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição”.
Alternativas
Q3441121 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja letra em destaque NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra s na palavra visitantes:
Alternativas
Q3441120 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Q3441119 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja separação silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3441118 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente o tipo textual predominante no texto: 
Alternativas
Q3441047 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 04 


Disponível em: https://www.pensador.com/. Acesso em: 31 mar. 2024.  

A alternativa que contempla a temática abordada no texto é 
Alternativas
Q3441046 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a expressão “podia tar”, no contexto em que se encontra inserida.
I- Os termos “podia” e “tar” foram usados formando uma locução verbal.
II- O verbo auxiliar “podia” insere, no texto, uma ideia de indubitabilidade.
III- O verbo principal “tar” encontra-se reduzido e foi usado no infinitivo.
IV- A expressão “podia tar” insere, no texto, uma ideia de possibilidade.
V- O verbo auxiliar “podia”, no registro formal, resulta na forma “poderia”.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3441045 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição do texto 03.
I- As marcas de coloquialidade e a simplicidade presentes na estrutura do texto reforçam a ideia de humildade que ele pretende expressar.
II- A desinência “-no” usada no lugar de “-ndo”, nos verbos “matano”, “roubano”, “prevaricano” e “ganhano”, constitui uso variável do gerúndio na língua falada.
III- O termo “mas” insere, no texto, uma ideia contrastiva em relação às ideias que foram expressas anteriormente.
IV- O termo “prevaricano” compõe o conjunto de ações negativas presentes no texto, já que significa agir com má-fé.
V- Os termos “tar” e “tá” representam, respectivamente, uso variáveis das formas verbais “estar” e “está”.
Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q3441044 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar. 2024.

As falas dos personagens, no primeiro e segundo quadros, revelam, entre eles, diferenças nítidas em relação a 
Alternativas
Respostas
17561: B
17562: A
17563: D
17564: A
17565: C
17566: E
17567: C
17568: D
17569: B
17570: B
17571: C
17572: A
17573: E
17574: B
17575: D
17576: C
17577: A
17578: B
17579: E
17580: D