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Ano: 2024 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2024 - UEM - Técnico Administrativo |
Q3486641 Português
Analise as afirmações seguintes sobre o texto e depois assinale a alternativa correta.

I - A mitologia helênica é uma concepção imatura criada pelo homem porque se trata apenas de ficção científica que almeja uma transposição da vida em zonas ideais.
II - A cultura ocidental deve muito à mitologia grega porque esta inspirou a literatura e as artes através dos séculos.
III - A contemplação da vida, do mundo e do homem levou os gregos a indagar sobre a origem do deus criador.  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2024 - UEM - Técnico Administrativo |
Q3486640 Português
Analise as afirmações seguintes sobre o texto e depois assinale a alternativa correta.

I - Para os gregos, ainda que regido por uma força vital única, tudo o que existia tinha como fonte um deus criador.
II - Para os gregos, a imensidão e a diversidade de fenômenos não poderiam ter sua origem em uma unidade criadora essencial.
III - Para os gregos, do nada existente no caos absoluto surgiu uma força vital única que originou as diferentes maneiras de ser com suas múltiplas funções.
Alternativas
Q3486459 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Analise os seguintes trechos, retirados do texto:



Trecho I: Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


Trecho II: Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade.



Agora, analise as afirmações a seguir:



A primeira palavra em destaque exerce a função sintática de pronome relativo.


II. A segunda palavra em destaque exerce a função sintática de conjunção coordenativa explicativa.


III. A terceira palavra em destaque exerce a função sintática de conjunção subordinativa.



É correto

Alternativas
Q3486458 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.
A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Os estudos realizados com pessoas, ainda que em fase inicial, demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla.
(__) A vacina descrita no estudo atua de modo a criar uma tolerância imunológica específica, marcando proteínas que não devem ser atacadas pelo sistema imunológico.
(__) Uma das principais vantagens da vacina inversa, no que diz respeito às doenças autoimunes, é que não prejudicam o sistema imunológico, como fazem os atuais tratamentos.
(__) As chamadas vacinas inversas ainda apresentam um desafio: como existem distintos antígenos associados às doenças autoimunes, as vacinas precisam ser pensadas para cada um desses antígenos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3486456 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.
Assinale a alternativa que apresenta a correta definição do gênero ao qual pertence o texto lido:
Alternativas
Q3486455 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto:

Primeira coluna: processo de formação

(1) Derivação sufixal.
(2) Derivação prefixal.
(3) Derivação prefixal e sufixal.

Segunda coluna: exemplo

(__) autoimune
(__) imunológica
(__) pesquisadores
(__) incorretamente
(__) imunitário

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3486063 Português
De acordo com a reportagem do NSC Total, Santa Catarina gerou mais de 13 mil empregos em março de 2024, isso se deve à:
Alternativas
Q3486049 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Nossa vida é uma coleção de "ontens"


Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".


Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...


Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".


É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.


Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)


Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".


(...)


Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.


Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861 

Considere as afirmativas relacionadas ao texto apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) O autor conclui incentivando o leitor a cuidar de sua própria "coleção de ontens", sugerindo que, caso ela não esteja satisfatória, é possível renová-la, assumindo o controle sobre as experiências que compõem sua história pessoal.


(__) Em suma, o texto oferece uma reflexão profunda sobre a natureza da vida e a importância de viver de forma consciente e plena, reconhecendo a influência dos "ontens" em nossa jornada pessoal.


(__) O texto reconhece que tanto os momentos positivos quanto os negativos moldam nossa visão de mundo e influenciam nossas escolhas futuras. Para isso, autor incentiva o leitor a abandonar a sua própria "coleção de ontens" e renová-la para uma vida mais satisfatória.



Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:

Alternativas
Q3486048 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Nossa vida é uma coleção de "ontens"


Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".


Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...


Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".


É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.


Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)


Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".


(...)


Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.


Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861 

O texto reconhece que tanto os momentos bons quanto os ruins contribuem para moldar nossa visão de mundo e influenciar nossas escolhas futuras. Essa aceitação dos eventos passados como parte integrante da vida é fundamental para uma abordagem mais madura e equilibrada em relação ao presente e ao futuro.


O autor faz essa reflexão destacando:

Alternativas
Q3486047 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Nossa vida é uma coleção de "ontens"


Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".


Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...


Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".


É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.


Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)


Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".


(...)


Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.


Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861 

Este texto, escrito por Roberto Mancuzo, aborda uma reflexão profunda sobre a natureza efêmera da vida e a importância de viver plenamente o momento presente.


Nesse contexto, analise as afirmações que seguem:



I. O autor utiliza a metáfora da "coleção de ontens" para transmitir a ideia de que cada momento vivido se torna parte de nossa história pessoal, seja ele bom ou ruim.


II. A introdução destaca a diversidade de coleções que as pessoas podem ter, desde objetos físicos até experiências passadas.


III. O autor expressa sua inquietação ao abordar o tema da morte e a rapidez com que a vida pode mudar.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3486046 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Nossa vida é uma coleção de "ontens"


Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".


Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...


Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".


É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.


Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)


Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".


(...)


Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.


Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861 

"... a gente às vezes fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho.. "



Esse trecho do texto estabelece uma relação específica com todas as informações precedentes. Essa relação é de:

Alternativas
Q3486045 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Nossa vida é uma coleção de "ontens"


Tem gente que coleciona carrinhos de brinquedo, outros discos de vinil, tem a galera das figurinhas da Copa agora. Mas tem algo que todos nós colecionamos, querendo ou não: os "ontens".


Tenho um certo receio de pensar este tema, na verdade, porque a gente, às vezes, fica falando "Olha, o fulano morre... Tão novo" ou "Nossa, nunca imaginei que ela fosse tão cedo...", e a gente esquece que nossa vez também pode chegar tão rápido quanto se pisca o olho. Socorro...


Mas é aí, justamente, que podemos lançar uma boa reflexão: se a nossa única certeza é a morte, o que estamos fazendo para honrar cada segundo por aqui?".


É claro que é pergunta velha, mas as respostas ou os insights sempre são novos.


Um deles, por exemplo, dá título à crônica. Eu comprei uma camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", em uma mensagem clara de que devemos realmente cultivar o "hoje" em toda sua extensão, suas delícias e suas dores. (...)


Mas olhar nosso passado não precisa ser uma experiência ruim ou algo que deva deixar de ser feito. Afinal, a nossa vida é uma coleção de "ontens".


(...)


Seja como for, bons ou ruins, são eles que te ajudam a viver o presente de forma mais lúcida e coerente e ainda assim olhar para o futuro de maneira mais planejada.


Cuide de sua coleção de "ontens". E se depois de eu tê-los provocado, a sensação é de que sua coleção tá bem "ruinzinha", nada mais oportuno do que renovar tudo. Afinal, o dia de hoje, já já estará em sua estante de "ontens". E você fez o quê?


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/nossa-vida-e-uma-colecao-de-ont ens,54861 

O texto é uma reflexão que serve como um convite à consciência do tempo e à valorização de cada momento vivido.



Ao mencionar a camiseta com a frase "O ontem já passou. O amanhã ainda não chegou!", o autor ressalta que é:

Alternativas
Q3484770 Português

O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc), unidade do Governo do Estado, enviou esta semana um quantitativo de plaquetas para auxiliar o Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul (Hemorgs). O estado gaúcho sofre com fortes chuvas que estão provocando mortes e destruição.


Fonte: Agência de Notícias SECOM. 03/05/2024.



Segundo o trecho da reportagem acima, a contribuição de Santa Catarina ao Rio Grande do Sul foi por meio de doação de: 

Alternativas
Q3484768 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Saúde mental e redes sociais


Tenho lugar de fala para tocar em um ponto bem delicado: a exposição às redes sociais pode afetar sim a saúde mental de muita gente.


Eu avalio a exposição pública nas redes por três ângulos. O primeiro diz respeito a quem apenas participa do universo do ciberespaço e usa estas plataformas para relacionamentos naturais, mesmo que à distância.


O segundo aspecto reúne os comerciantes da web, pessoas que conseguiram encaixar bons negócios na rede e precisam se manter em alta para tocar estes investimentos. Claro que para muitos vale tudo e, não raro, a situação pode descambar para situações grotescas de exposição.


E, por fim, os casos que entendo serem os mais graves, que dizem respeito ao quanto as redes sociais afetam diretamente a saúde mental das pessoas.


(...)


Hoje não. Agora, não entregamos mais a procuração a ninguém porque nós mesmos somos os principais personagens da história. Temos perfis e acesso direto a quem quer que seja em qualquer lugar. É um poder que, com certeza, ainda não demos conta de assumir com propriedade, sem prejuízos.


Dizer que isto é um problema a se atentar somente para crianças e jovens não é verdade. Adultos e idosos estão neste jogo da mesma forma e sujeitos a serem vítimas dos efeitos que a exposição em rede traz.


Alguns respiros neste mundo louco, porém, me trazem um pouco de otimismo, como quando a atriz Paolla Oliveira mandou um monte de haters se lascar quando eles, patologicamente, fizeram críticas ao seu peso e idade.


Conhecemos o jogo. Quem faz estas críticas é normalmente blindada pelo anonimato, mas está mais do que na hora de não deixar que isso sirva de gatilho para que a vida seja jogada no lixo.


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/saude-mental-e-redes-sociais,634 35

Analise as afirmações que seguem:



I. O autor começa ressaltando que a exposição às redes sociais pode afetar a saúde mental de muitas pessoas, introduzindo, assim, o tema central do texto.


II. O autor argumenta que, atualmente, as pessoas têm mais poder sobre suas próprias narrativas devido à presença online, mas alerta que esse poder vem com responsabilidade e implicações para a saúde mental.


III. O autor conclui que é hora de não permitir que as críticas online afetem negativamente a vida das pessoas, destacando a necessidade de enfrentar e resistir à negatividade virtual.



Está CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3484767 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Saúde mental e redes sociais


Tenho lugar de fala para tocar em um ponto bem delicado: a exposição às redes sociais pode afetar sim a saúde mental de muita gente.


Eu avalio a exposição pública nas redes por três ângulos. O primeiro diz respeito a quem apenas participa do universo do ciberespaço e usa estas plataformas para relacionamentos naturais, mesmo que à distância.


O segundo aspecto reúne os comerciantes da web, pessoas que conseguiram encaixar bons negócios na rede e precisam se manter em alta para tocar estes investimentos. Claro que para muitos vale tudo e, não raro, a situação pode descambar para situações grotescas de exposição.


E, por fim, os casos que entendo serem os mais graves, que dizem respeito ao quanto as redes sociais afetam diretamente a saúde mental das pessoas.


(...)


Hoje não. Agora, não entregamos mais a procuração a ninguém porque nós mesmos somos os principais personagens da história. Temos perfis e acesso direto a quem quer que seja em qualquer lugar. É um poder que, com certeza, ainda não demos conta de assumir com propriedade, sem prejuízos.


Dizer que isto é um problema a se atentar somente para crianças e jovens não é verdade. Adultos e idosos estão neste jogo da mesma forma e sujeitos a serem vítimas dos efeitos que a exposição em rede traz.


Alguns respiros neste mundo louco, porém, me trazem um pouco de otimismo, como quando a atriz Paolla Oliveira mandou um monte de haters se lascar quando eles, patologicamente, fizeram críticas ao seu peso e idade.


Conhecemos o jogo. Quem faz estas críticas é normalmente blindada pelo anonimato, mas está mais do que na hora de não deixar que isso sirva de gatilho para que a vida seja jogada no lixo.


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/saude-mental-e-redes-sociais,634 35

O texto destaca que a questão da saúde mental e redes sociais não se limita apenas a crianças e jovens, mas também afeta adultos e idosos, demonstrando a universalidade do problema.



Essa situação destaca, principalmente:

Alternativas
Q3484765 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Saúde mental e redes sociais


Tenho lugar de fala para tocar em um ponto bem delicado: a exposição às redes sociais pode afetar sim a saúde mental de muita gente.


Eu avalio a exposição pública nas redes por três ângulos. O primeiro diz respeito a quem apenas participa do universo do ciberespaço e usa estas plataformas para relacionamentos naturais, mesmo que à distância.


O segundo aspecto reúne os comerciantes da web, pessoas que conseguiram encaixar bons negócios na rede e precisam se manter em alta para tocar estes investimentos. Claro que para muitos vale tudo e, não raro, a situação pode descambar para situações grotescas de exposição.


E, por fim, os casos que entendo serem os mais graves, que dizem respeito ao quanto as redes sociais afetam diretamente a saúde mental das pessoas.


(...)


Hoje não. Agora, não entregamos mais a procuração a ninguém porque nós mesmos somos os principais personagens da história. Temos perfis e acesso direto a quem quer que seja em qualquer lugar. É um poder que, com certeza, ainda não demos conta de assumir com propriedade, sem prejuízos.


Dizer que isto é um problema a se atentar somente para crianças e jovens não é verdade. Adultos e idosos estão neste jogo da mesma forma e sujeitos a serem vítimas dos efeitos que a exposição em rede traz.


Alguns respiros neste mundo louco, porém, me trazem um pouco de otimismo, como quando a atriz Paolla Oliveira mandou um monte de haters se lascar quando eles, patologicamente, fizeram críticas ao seu peso e idade.


Conhecemos o jogo. Quem faz estas críticas é normalmente blindada pelo anonimato, mas está mais do que na hora de não deixar que isso sirva de gatilho para que a vida seja jogada no lixo.


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/saude-mental-e-redes-sociais,634 35

Considere as afirmativas relacionadas ao texto apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:



(__) O objetivo principal do texto é conscientizar os leitores sobre os potenciais impactos negativos que a exposição às redes sociais pode ter na saúde mental das pessoas.


(__) Ele busca destacar os diferentes ângulos dessa questão, desde a utilização das redes para relacionamentos até os efeitos negativos da exposição excessiva, especialmente enfatizando que esse problema não se restringe apenas aos jovens, mas também afeta adultos e idosos.


(__) Além disso, o texto busca inspirar uma reflexão sobre como as pessoas podem enfrentar e resistir às críticas e à negatividade online, promovendo uma cultura de autoempoderamento e proteção da saúde mental.



Assinale a alternativa com a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3484764 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Saúde mental e redes sociais


Tenho lugar de fala para tocar em um ponto bem delicado: a exposição às redes sociais pode afetar sim a saúde mental de muita gente.


Eu avalio a exposição pública nas redes por três ângulos. O primeiro diz respeito a quem apenas participa do universo do ciberespaço e usa estas plataformas para relacionamentos naturais, mesmo que à distância.


O segundo aspecto reúne os comerciantes da web, pessoas que conseguiram encaixar bons negócios na rede e precisam se manter em alta para tocar estes investimentos. Claro que para muitos vale tudo e, não raro, a situação pode descambar para situações grotescas de exposição.


E, por fim, os casos que entendo serem os mais graves, que dizem respeito ao quanto as redes sociais afetam diretamente a saúde mental das pessoas.


(...)


Hoje não. Agora, não entregamos mais a procuração a ninguém porque nós mesmos somos os principais personagens da história. Temos perfis e acesso direto a quem quer que seja em qualquer lugar. É um poder que, com certeza, ainda não demos conta de assumir com propriedade, sem prejuízos.


Dizer que isto é um problema a se atentar somente para crianças e jovens não é verdade. Adultos e idosos estão neste jogo da mesma forma e sujeitos a serem vítimas dos efeitos que a exposição em rede traz.


Alguns respiros neste mundo louco, porém, me trazem um pouco de otimismo, como quando a atriz Paolla Oliveira mandou um monte de haters se lascar quando eles, patologicamente, fizeram críticas ao seu peso e idade.


Conhecemos o jogo. Quem faz estas críticas é normalmente blindada pelo anonimato, mas está mais do que na hora de não deixar que isso sirva de gatilho para que a vida seja jogada no lixo.


Roberto Mancuzo



https://www.imparcial.com.br/noticias/saude-mental-e-redes-sociais,634 35

Releia o trecho a seguir: "Alguns respiros neste mundo louco, PORÉM, me trazem um pouco de otimismo, como quando a atriz Paolla Oliveira mandou um monte de haters se lascar quando eles, patologicamente, fizeram críticas ao seu peso e idade."



Assinale a alternativa cujo conteúdo determina a relação entre a ideia introduzida pela expressão destacada e aquela veiculada antes dessa mesma expressão: 

Alternativas
Q3484538 Português
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Missa do Galo 


    Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia- -noite.

    A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranquilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.

    Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.


(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. Excertos.)
Em: Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. (3º§), as aspas foram empregadas para:
Alternativas
Q3484537 Português
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Missa do Galo 


    Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia- -noite.

    A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranquilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.

    Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.


(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. Excertos.)
Dentre as transcrições textuais relacionadas, assinale a que expressa ideia de condição.
Alternativas
Q3484536 Português
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Missa do Galo 


    Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia- -noite.

    A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranquilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.

    Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.


(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. Excertos.)
A frase em que o vocábulo destacado tem seu sinônimo INDEVIDAMENTE indicado é:
Alternativas
Respostas
16941: B
16942: B
16943: B
16944: E
16945: E
16946: A
16947: A
16948: C
16949: B
16950: D
16951: B
16952: A
16953: A
16954: A
16955: B
16956: D
16957: A
16958: B
16959: A
16960: A