Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3217520 Português

Largue o celular

Por Mário Corso





(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir, sobre palavras retiradas do texto, levando em conta os conceitos relacionados à fonologia:

I. A palavra “processamento” tem um dígrafo consonantal e um vocálico.
II. Nas palavras “mudança” e “rolando” observa-se, em cada uma delas, o mesmo número de letras e fonemas.
III. Em “agressividade” há a ocorrência de um encontro consonantal e de um dígrafo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3217515 Português

Largue o celular

Por Mário Corso





(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os vocábulos “cognitiva” (l. 08) e “abstinência” (l. 14), analise as assertivas a seguir:

I. Ambos os vocábulos possuem uma vogal pronunciada na oralidade entre os encontros consonantais -gn e -bs, respectivamente.
II. Um sinônimo adequado para os vocábulos são, respectivamente, “perceptiva” e “abstenção”.
III. De acordo com a ocorrência no texto, são palavras que pertencem a classes gramaticais diferentes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3212784 Português
Se trocarmos as consoantes surdas da palavra “pata” por sonoras, obteremos:
Alternativas
Q3212605 Português
Assinale a alternativa correta, de acordo com a correta separação das sílabas das palavras seguintes: realmente, coração, meu.
Alternativas
Q3212347 Português
Com base nos diferentes dígrafos, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Dígrafo consonantal. (2) Dígrafo vocálico.
( ) Molhado.
( ) Cansado.
( ) Impulso.
( ) Águia.
Alternativas
Q3210312 Português
Leia a frase abaixo e responda à pergunta.
Ele foi à aula de português para entender a diferença entre "saída" e "saia".
Considerando a frase acima, analise as afirmações a seguir:
I. Há um hiato na palavra "saída".
II. O uso da crase em "à aula" está correto.
III. Na frase, a palavra "saia" possui um hiato.
Quais afirmativas estão CORRETAS?
Alternativas
Q3210311 Português
A Amazônia fora dos trilhos

Márcio Souza desnuda o custo da ‘civilização’ em ‘Mad Maria’, que é reeditado em momento decisivo da região.

Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria, o leitor é avisado de que “há muito de verdadeiro” no relato da construção da ferrovia Madeira-Mamoré nos primeiros anos do século 20, mas que o livro “não passa de um romance”. Ainda assim, se algo soar familiar, não será por engano, pois “o capitalismo não tem vergonha de se repetir”. Os tratores que derrubavam a floresta para estender em alguns quilômetros o delírio chamado Transamazônica ratificavam o comentário de Márcio Souza enquanto o manauara escrevia o romance, entre 1977 e 1980. Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que extermina flora, fauna e povos da floresta. Neste momento em que a região cresce em relevância no debate público, temos a sorte de reencontrar o livro, que acaba de ganhar reedição após quase vinte anos fora de catálogo.

O plano de uma ferrovia que funcionasse como alternativa ao traiçoeiro rio Madeira no transporte da borracha remonta a fins do século 19, mas foram as escaramuças entre Brasil e Bolívia que impulsionaram o projeto. O Tratado de Petrópolis, assinado pelos dois países em 1903, reconheceu o Acre como território brasileiro e formalizou a nossa promessa de construir uma estrada de ferro que contribuiria para o escoamento da produção boliviana. Souza, aliás, estreou na literatura com o divertido Galvez, imperador do Acre (1976), romance folhetinesco que narra as desventuras do espanhol Luis Galvez Rodríguez de Arias nesse período.

Mad Maria - Márcio Souza

Mad Maria, que carrega no título o apelido da locomotiva da Madeira-Mamoré, se passa em 1911, quando a construção da “ferrovia do diabo” já contabilizava quatro anos e milhares de operários — imigrantes aliciados primeiro nas periferias da Europa e do Caribe e depois na Índia — mortos em decorrência das condições desumanas de trabalho e de doenças como malária e beribéri. Para praticamente todos os envolvidos na obra nessa porção de Mato Grosso (hoje Rondônia), os 366 quilômetros de trilhos não ligavam Porto Velho a Guajará-Mirim, mas o nada a parte alguma, com uma parada no inferno no meio do caminho. A narrativa elege seis personagens para acompanharmos mais detidamente: o médico norte-americano Richard Finnegan e o engenheiro britânico Stephan Collier, funcionários da Madeira-Mamoré Railway Company; a boliviana Consuelo e um indígena karipuna que acabam envolvidos com a obra; o dono do empreendimento, o empresário norte-americano Percival Farquhar, e o então ministro da Viação e Obras Públicas, J. J. Seabra — esses dois verídicos.

Atmosfera de terror

Dividido em capítulos curtos que fragmentam a ação e alternam sempre o foco do narrador, o livro pode ser lido como um romance de aventura, mas sem qualquer leveza. A batalha política travada no Rio de Janeiro entre Farquhar e Seabra em ambientes luxuosamente decorados só atenua a atmosfera de terror deixada pelos eventos na frente de trabalho da estrada de ferro, que incluem decapitações, mutilações e execuções. Finnegan, recém-chegado ao canteiro de obras, conserva um certo idealismo. “É que aqui estamos vivendo uma espécie de guerra. É a civilização que está avançando, vencendo a barbárie. Numa guerra acontecem coisas ruins, em geral. Mas sempre o homem consegue fazer conquistas”, pensa o médico. Isso o contrapõe a Collier, engenheiro que trabalhou na construção do canal do Panamá para quem o progresso nada mais é que “uma política de ladrões enganando povos inteiros”. Não são apenas árvores que caem diante dos trilhos da Madeira-Mamoré, mas também qualquer noção edulcorada da humanidade, como atesta a transformação do médico ao longo da narrativa, que ecoa o Coração das trevas de Joseph Conrad.
embate entre homem e natureza, entre “civilização e barbárie” é proposto em diversos momentos, e não só na Amazônia. A um aliado, Farquhar desabafa: “Meus pedidos de concessões no Paraná estão paralisados. E por um motivo ridículo, dizem que há índios ali”. É verdade, porém, que o livro poderia dar mais espaço ao seu único personagem indígena. O trecho em que ele narra um mito karipuna que explica a razão das chuvas é de uma beleza singular e reluz em meio a tanta desgraça. É uma pena que, a partir de certo ponto, deixemos de acompanhar o que se passa na mente de Joe Caripuna, batizado assim por Finnegan.

O poeta no divã Redação Quatro Cinco Um Divulgação Científica Um manual para usar alucinógenos Carlos Minuano como os arquivos da Madeira-Mamoré Railway Company foram destruídos, Souza teve de “sair pelo mundo buscando informações”. Na mesma entrevista ele mencionou a Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, o Museu Britânico e a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos como algumas das fontes de sua pesquisa. A formação em ciências sociais o moveu a sempre fundamentar bem o que escreve. Talvez por isso, Souza é um autor tão competente de romances históricos: além de Galvez e Mad Maria, que ganhou uma adaptação da Globo em 2005, merece lembrança a tetralogia Crônicas do Grão-Pará e Rio Negro, na qual o amazonense se inspira em O tempo e o vento de Érico Veríssimo para contar a “desformação” do Norte do Brasil no século 19.

Quando a Madeira-Mamoré foi enfim aberta, em 1912, o ciclo brasileiro da borracha já havia sofrido um duro golpe. O látex oriundo dos seringais da Malásia começava a invadir o mercado global, pavimentando a hegemonia inglesa no setor. Natimorta, a ferrovia passou para as mãos do governo na década de 30. Em 1972, foi desativada definitivamente. Naquele mesmo ano, o presidente Emílio Garrastazu Médici inaugurou o primeiro trecho da Transamazônica.

Fonte: Adaptado – Revista 451 - Guilherme Magalhães -24 fev 2023 | Edição #67.

Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/resenhas/literatura/literatura-brasileira/a-amazonia-fora-dos-trilhos/
No trecho "Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria", identifique o tipo de encontro consonantal presente na palavra "embrenhar".
Alternativas
Q3209026 Português
Museu do Artesanato Paraibano passa a integrar Rede
de Pesquisas das Américas



O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, agora faz parte da Rede de Pesquisas das Américas (Arenet), sendo o primeiro museu do Brasil a fazer parte da rede. A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.


Com um grande acervo, o Museu do Artesanato Paraibano tem muita diversidade na produção artesanal de todas as regiões do Estado. Além de preservar e valorizar o patrimônio cultural, gerando renda para os artesãos com a comercialização das peças e das diversas exposições.


O diretor do museu, Fábio Morais, destacou que a entrada na Arenet foi possível graças ao Encontro Ibero-americano de Artesanato e Arte Popular, realizado em João Pessoa na última segunda-feira (27).


A diretora-executiva da Arenet, Greta de Léon, participou desse encontro e, na terça, veio nos visitar. In loco, ela atestou, juntamente com outras autoridades, o potencial do Museu no ensino, na pesquisa, além de um acervo de memória muito rico. “Para nós, é uma alegria poder se conectar com instituições que possam fortalecer a cultura popular e o artesanato, trocando experiências e conhecimentos.”


Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em: 01/02/2025.

“A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.”


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3207653 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra com suas sílabas separadas corretamente.
Alternativas
Q3207512 Português
De acordo com a aplicação das normas constantes do sistema ortográfico da Língua Portuguesa, as palavras “congresso” e “quase”, respectivamente, contêm
Alternativas
Q3207173 Português
Leia o texto e responda à questão:



(Disponível em: cronicabrasileira.org.br/cronicas/17849/a-mulher-sozinha – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre palavras presentes no texto:


I. A palavra “recém-nascida” leva hífen pelo mesmo motivo de “Disse-me”.


II. As palavras “Passando” e “caminhada” apresentam dígrafos.


III. A palavra “última” não é acentuada pelo mesmo motivo de “imóvel”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q3207035 Português
Sobre regras gramaticais da língua portuguesa, analise as assertivas abaixo:
I. A palavra “trabalhadora” tem um encontro consonantal e um dígrafo.
II. As palavras “humildade” e “saciedade” têm o mesmo número de fonemas.
III. A palavra “mão” não conta com um encontro vocálico porque a vogal nasal “ã” não entra nessa categoria.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q3206977 Português
Marque a opção em que as sílabas de todas as palavras estão separadas corretamente.
Alternativas
Q3206970 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma palavra monossílaba.
Alternativas
Q3206969 Português
Marque a alternativa CORRETA que classifica a palavra quanto ao número de sílabas. 
Alternativas
Q3206825 Português
A fonética e a fonologia, embora frequentemente estudadas juntas, são disciplinas distintas. A fonética estuda os sons como entidades físico-articulatórias isoladas, tendo como unidade o fone. Já a fonologia investiga os sons a partir de um ponto de vista funcional, como elementos que integram um sistema linguístico, e sua unidade é o fonema (Castilho, 2019).
Sobre fones e os fonemas, afirma-se que
Alternativas
Q3205790 Português
Qual alternativa apresenta corretamente a separação silábica e a classificação da sílaba tônica da palavra?
Alternativas
Q3205789 Português
Sobre a relação entre letras e fonemas e as famílias de palavras, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3205788 Português
Qual das alternativas a seguir apresenta a separação silábica correta?
Alternativas
Q3205632 Português

Escola do crime: a operação que desmontou um curso online para aplicar golpes


Por Fantástico








(Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2025/01/05/escola-do-crime-a-operacao-quedesmontou-um-curso-online-para-aplicar-golpes.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise as assertivas abaixo sobre aspectos ortográficos e fonológicos da Língua Portuguesa:
I. A palavra “sub-reino” leva hífen pelo mesmo motivo de “super-revista”. II. A palavra “devêssemos” é acentuada pelo mesmo motivo de “exército”. III. As palavras “timbre” e “colar” apresentam o mesmo número de fonemas.
Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
1601: E
1602: D
1603: A
1604: A
1605: B
1606: A
1607: C
1608: A
1609: B
1610: D
1611: D
1612: A
1613: A
1614: C
1615: A
1616: C
1617: D
1618: D
1619: C
1620: E