Questões de Concurso Sobre português nível médio

Questões Discursivas

Foram encontradas 97.626 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3161160 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Assinale a alternativa que reescreve corretamente, em registro formal escrito, o trecho do texto indicado.
Alternativas
Q3161159 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

Assinale a alternativa em que a função sintática do termo destacado está indicada corretamente.
Alternativas
Q3161154 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o termo “norma curta” (linha 04) é utilizado para:
Alternativas
Q3161153 Português

Q1_10.png (676×413)



RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2022/03/a-gente-e-a-lingua-que-a-gente-fala.shtml

O uso do pronome destacado na frase: "Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da 'norma curta'" (linha 04) constitui: 
Alternativas
Q3160898 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
Na frase “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias”, a palavra “também” é classificada como:
Alternativas
Q3160897 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
Na palavra "mudanças", o número total de fonemas é:
Alternativas
Q3160896 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
No contexto do texto, o termo “ações urgentes e coordenadas” refere-se a:
Alternativas
Q3160895 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
No trecho “Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos...”, o termo “impactar” pode ser substituído, sem alterar o sentido expresso, por:
Alternativas
Q3160894 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
O texto defende que o enfrentamento das mudanças climáticas deve incluir:
Alternativas
Q3160893 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
No texto, quais grupos são destacados como os mais vulneráveis aos impactos do aquecimento global?
Alternativas
Q3160892 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

        Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
        Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP).
        Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
        No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
        Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
        “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
        Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
        A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
        Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
        Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.
Fonte:  https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-aumento-global-de-16-graus-pode-afetar-a-saude-das-pessoas/ (adaptado).
De acordo com o texto, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global:
Alternativas
Q3160731 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Marque a alternativa que apresenta a palavra “que”, a qual inicia cada segmento, com valor diferente das demais.
Alternativas
Q3160730 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Releia o 1º parágrafo do texto e marque a alternativa que identifica corretamente as regras de emprego das vírgulas:
Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.
Alternativas
Q3160729 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] A crase pode ocorrer por regência verbal, regência nominal, locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas de bases femininas. A crase que ocorre por regência nominal se encontra em qual alternativa?
Alternativas
Q3160728 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Marque a alternativa em que a preposição “de” (sublinhada e em negrito) não é exigida por regência nominal.
Alternativas
Q3160727 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Identifique a alternativa correta quanto à concordância verbal:
Alternativas
Q3160726 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Marque a alternativa em que a regra da primeira palavra é diferente das demais.
Alternativas
Q3160725 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] No contexto da decisão anunciada, ativistas contra o discurso de ódio manifestaram:
Alternativas
Q3160724 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Segundo o texto, uma possível motivação para a mudança na checagem de fatos é:
Alternativas
Q3160723 Português
   Em um vídeo publicado no blog da Meta na terça-feira (7/1), o presidente-executivo da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram.

   A checagem de fatos conduzida por especialistas e jornalistas nas plataformas será substituída por "notas da comunidade", um sistema aberto aos usuários, em um modelo semelhante ao do X.

  O anúncio foi celebrado por defensores da liberdade de expressão absoluta e por apoiadores do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificaram a medida como um esforço para "reduzir a censura" no Facebook e Instagram.

  Em sua declaração, Zuckerberg disse que os moderadores profissionais utilizados até agora são "muito tendenciosos politicamente" e que era "hora de voltar às nossas raízes, em torno da liberdade de expressão".

  Ao mesmo tempo, ativistas contra o discurso de ódio na internet e organizações de jornalismo e checagem de fatos receberam as mudanças com grande preocupação.

   Analistas políticos e especialistas na área de tecnologia também viram na medida motivações políticas no momento em que as empresas de tecnologia e seus executivos se preparam para a posse de Trump, marcada para 20 de janeiro.

   Entre os críticos da mudança, muitos sugeriram que ela seria motivada justamente pela intenção de Zuckerberg de se aproximar do próximo presidente americano.

   "O anúncio de Zuckerberg é uma tentativa flagrante de agradar a próxima administração Trump — com implicações prejudiciais", disse Ava Lee, do Global Witness, grupo que se descreve como dedicado a cobrar a responsabilização das grandes empresas de tecnologia por seus atos.

    Já Kate Klonick, professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de St John, afirmou à BBC que as mudanças refletem uma tendência "que parecia inevitável nos últimos anos, especialmente desde a aquisição do X por [Elon] Musk".

    "A gestão privada do discurso nestas plataformas tornou-se cada vez mais um ponto político".

   Donald MacKenzie, sociólogo da Ciência e Tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, afirma que o momento é de readequação, com as grandes corporações americanas se preparando para o segundo mandato de Trump, que promete ser um período de transformação ainda maior do que o primeiro.

Julia Braun, da BBC Brasil em Londres
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y4ymrpp43o
[Questão Inédita] Quanto à recepção do anúncio feito por Zuckerberg, podemos afirmar que:
Alternativas
Respostas
15601: D
15602: D
15603: D
15604: A
15605: D
15606: B
15607: B
15608: A
15609: C
15610: C
15611: D
15612: B
15613: B
15614: E
15615: E
15616: D
15617: A
15618: A
15619: B
15620: B