Questões Discursivas

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Q3180755 Português
As classes de palavras desempenham papéis fundamentais na construção das frases, com cada uma delas cumprindo uma função específica dentro da oração.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre as classes de palavras e suas funções nas frases.
Alternativas
Q3180754 Português
As funções da linguagem são fundamentais para entender como as mensagens são transmitidas e recebidas em diferentes contextos. Cada função da linguagem serve a um propósito específico, como informar, expressar sentimentos, persuadir ou estabelecer comunicação social.

Assinale a alternativa CORRETA sobre as funções da linguagem e seus usos nos textos.
Alternativas
Q3180753 Português
O reconhecimento das características dos diferentes gêneros textuais é importante para entender a finalidade e a estrutura de cada um. Os gêneros narrativos, descritivos e dissertativos argumentativos possuem peculiaridades que os tornam adequados a diferentes tipos de comunicação.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre os gêneros textuais narrativos, descritivos e dissertativos argumentativos.
Alternativas
Q3180752 Português
O reconhecimento de pressupostos, subentendidos e intenções comunicativas é essencial para uma compreensão mais profunda do texto. Muitas vezes, os textos não explicam tudo de maneira explícita, e o leitor precisa entender o que está sendo sugerido ou implicitamente informado.

Assinale a alternativa CORRETA sobre o reconhecimento de pressupostos, subentendidos e intenções comunicativas em um texto.
Alternativas
Q3180751 Português
A habilidade de identificar informações explícitas e implícitas em um texto é essencial para uma leitura crítica e aprofundada. As informações explícitas são aquelas que estão claramente expressas no texto, enquanto as implícitas exigem que o leitor faça inferências baseadas no contexto.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a identificação de informações explícitas e implícitas em um texto. 
Alternativas
Q3180750 Português
A compreensão e interpretação de textos verbais e não verbais exigem habilidades de leitura atenta e análise crítica. Textos não verbais, como imagens, gráficos, charges e outros, também transmite informações que devem ser compreendidas de forma integrada com o contexto verbal.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a interpretação de textos verbais e não verbais.
Alternativas
Q3179788 Português
As palavras a seguir foram agrupadas e classificadas gramaticalmente. Analise-as e assinale a alternativa em que a classe gramatical proposta não representa todas as palavras do conjunto dado.
Alternativas
Q3179787 Português
Analise o excerto a seguir e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente suas lacunas.

A data da festa estava se aproximando, __ não haviam começado a cuidar dos preparativos. Sempre pensavam em deixá-los para __ tarde. No fundo, sabiam que precisariam de __ dois ou três dias.
Alternativas
Q3179786 Português
Analise os pares de palavras a seguir e assinale a alternativa em que as palavras dadas não são sinônimas.
Alternativas
Q3179785 Português
A palavra destacada exprime uma circunstância de modo apenas em:
Alternativas
Q3179784 Português
A oração em destaque exprime uma condição apenas em:
Alternativas
Q3179783 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
Em “leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias [...]”, o verbo “levar” ocorre: 
Alternativas
Q3179782 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
No excerto “Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito”, pertence(m) à classe gramatical de adjetivo apenas a(s) palavra(s):
Alternativas
Q3179781 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
As expressões “primeiro” e “seis”, que ocorrem no excerto “Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade”, correspondem, respectivamente, aos numerais de tipo: 
Alternativas
Q3179780 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
O excerto “Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer” permite inferir que:
Alternativas
Q3179779 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
No último parágrafo do texto, ao receber a notícia de que sua filha estava noiva, o narrador: 
Alternativas
Q3179108 Português

Analise a charge abaixo e selecione a alternativa CORRETA. 



Imagem associada para resolução da questão



Qual é a reflexão principal da charge do Charlie Brown e seus amigos sobre a ideia de que "antes as pessoas iam à escola e hoje vão para o trabalho"? 

Alternativas
Q3179107 Português
Todas as alternativas abaixo estão corretas quanto à concordância nominal, EXCETO: 
Alternativas
Q3179106 Português
Assinale a alternativa que está INCORRETO o uso do acento indicativo de CRASE:
Alternativas
Q3179105 Português
Marque a alternativa que completa corretamente a frase. _________________ você não estudou para a prova? 
Alternativas
Respostas
15381: D
15382: B
15383: E
15384: A
15385: D
15386: B
15387: B
15388: C
15389: D
15390: D
15391: C
15392: D
15393: D
15394: B
15395: B
15396: A
15397: A
15398: B
15399: D
15400: C