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Q3183149 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
No verso “ora sim, ora não, creio em parto sem dor.” (L10), o verbo “creio” está conjugado na:
Alternativas
Q3183148 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
No verso “vai carregar bandeira.” (L3), o termo “bandeira” exerce a função de:
Alternativas
Q3183147 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
O vocábulo “desdobrável” (L18) é classificado como:
Alternativas
Q3183146 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
Sobre a grafia das palavras empregadas no poema, é correto afirmar que “pedigree” está escrita conforme a norma ortográfica porque:
Alternativas
Q3183145 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
No verso “– dor não é amargura.” (L13), a palavra “dor” adquire um sentido:
Alternativas
Q3183144 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não sou feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

– dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.


(PRADO, Adélia. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1995, p.11.)
O texto “Com licença poética” é predominantemente: 
Alternativas
Q3181323 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


O apanhador de desperdícios


Uso a palavra para compor meus silêncios.

Não gosto das palavras

fatigadas de informar.

Dou mais respeito

às que vivem de barriga no chão

tipo água pedra sapo.

Entendo bem o sotaque das águas

Dou respeito às coisas desimportantes

e aos seres desimportantes.

Prezo insetos mais que aviões.

Prezo a velocidade

das tartarugas mais que a dos mísseis.

Tenho em mim um atraso de nascença.

Eu fui aparelhado

para gostar de passarinhos.

Tenho abundância de ser feliz por isso.

Meu quintal é maior do que o mundo.

Sou um apanhador de desperdícios:

Amo os restos

como as boas moscas.

Queria que a minha voz tivesse um formato

de canto.

Porque eu não sou da informática:

eu sou da invencionática.

Só uso a palavra para compor meus silêncios.


Manoel de Barros

A poesia como um todo e num contexto específico à obra de Manoel de Barros é repleta de lirismo e um uso recorrente de figuras de linguagem. No excerto abaixo, retirado do poema, é perceptível o uso de:
Meu quintal é maior do que o mundo.
Alternativas:
Alternativas
Q3181322 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


O apanhador de desperdícios


Uso a palavra para compor meus silêncios.

Não gosto das palavras

fatigadas de informar.

Dou mais respeito

às que vivem de barriga no chão

tipo água pedra sapo.

Entendo bem o sotaque das águas

Dou respeito às coisas desimportantes

e aos seres desimportantes.

Prezo insetos mais que aviões.

Prezo a velocidade

das tartarugas mais que a dos mísseis.

Tenho em mim um atraso de nascença.

Eu fui aparelhado

para gostar de passarinhos.

Tenho abundância de ser feliz por isso.

Meu quintal é maior do que o mundo.

Sou um apanhador de desperdícios:

Amo os restos

como as boas moscas.

Queria que a minha voz tivesse um formato

de canto.

Porque eu não sou da informática:

eu sou da invencionática.

Só uso a palavra para compor meus silêncios.


Manoel de Barros

O uso do acento indicativo de crase é motivado pela junção de um artigo definido (a) e de uma preposição (a), havendo a obrigação da presença de ambos para a presença de dito acento. Seu uso abaixo se deve ao fato de que o trecho sublinhado exerce a função sintática de:
Dou respeito às coisas desimportantes
Alternativas:
Alternativas
Q3181321 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


O apanhador de desperdícios


Uso a palavra para compor meus silêncios.

Não gosto das palavras

fatigadas de informar.

Dou mais respeito

às que vivem de barriga no chão

tipo água pedra sapo.

Entendo bem o sotaque das águas

Dou respeito às coisas desimportantes

e aos seres desimportantes.

Prezo insetos mais que aviões.

Prezo a velocidade

das tartarugas mais que a dos mísseis.

Tenho em mim um atraso de nascença.

Eu fui aparelhado

para gostar de passarinhos.

Tenho abundância de ser feliz por isso.

Meu quintal é maior do que o mundo.

Sou um apanhador de desperdícios:

Amo os restos

como as boas moscas.

Queria que a minha voz tivesse um formato

de canto.

Porque eu não sou da informática:

eu sou da invencionática.

Só uso a palavra para compor meus silêncios.


Manoel de Barros

A preposição “para” no enunciado abaixo expressa ideia de finalidade. Em virtude disso, qual das alternativas abaixo que apresente vocábulo ou locução que possa substituí-la sem prejuízo do sentido e correção gramatical?
Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
Alternativas:
Alternativas
Q3181320 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


O apanhador de desperdícios


Uso a palavra para compor meus silêncios.

Não gosto das palavras

fatigadas de informar.

Dou mais respeito

às que vivem de barriga no chão

tipo água pedra sapo.

Entendo bem o sotaque das águas

Dou respeito às coisas desimportantes

e aos seres desimportantes.

Prezo insetos mais que aviões.

Prezo a velocidade

das tartarugas mais que a dos mísseis.

Tenho em mim um atraso de nascença.

Eu fui aparelhado

para gostar de passarinhos.

Tenho abundância de ser feliz por isso.

Meu quintal é maior do que o mundo.

Sou um apanhador de desperdícios:

Amo os restos

como as boas moscas.

Queria que a minha voz tivesse um formato

de canto.

Porque eu não sou da informática:

eu sou da invencionática.

Só uso a palavra para compor meus silêncios.


Manoel de Barros

Manoel de Barros é conhecido como um poeta que tem tom experimental em seus poemas, criando palavras novas e/ou atribuindo sentidos distintos àquelas já existentes.
Os vocábulos “desimportante” e “invencionática” presentes no texto foram formadas respectivamente a partir de quais processos de formação de palavras?
Alternativas
Q3181319 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


O apanhador de desperdícios


Uso a palavra para compor meus silêncios.

Não gosto das palavras

fatigadas de informar.

Dou mais respeito

às que vivem de barriga no chão

tipo água pedra sapo.

Entendo bem o sotaque das águas

Dou respeito às coisas desimportantes

e aos seres desimportantes.

Prezo insetos mais que aviões.

Prezo a velocidade

das tartarugas mais que a dos mísseis.

Tenho em mim um atraso de nascença.

Eu fui aparelhado

para gostar de passarinhos.

Tenho abundância de ser feliz por isso.

Meu quintal é maior do que o mundo.

Sou um apanhador de desperdícios:

Amo os restos

como as boas moscas.

Queria que a minha voz tivesse um formato

de canto.

Porque eu não sou da informática:

eu sou da invencionática.

Só uso a palavra para compor meus silêncios.


Manoel de Barros

Qual das alternativas abaixo apresenta conceito que NÃO encontra embasamento no poema de Manoel de Barros?
Alternativas
Q3181282 Português
A gramática e a ortografia são fundamentais para garantir a clareza e a precisão na comunicação escrita, especialmente em um ambiente corporativo. Erros de escrita podem comprometer a imagem profissional e a credibilidade da organização.
Analise as assertivas a seguir sobre as regras básicas de gramática e ortografia da língua portuguesa e em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. O uso de “mau” é sempre recomendado quando a palavra tem o sentido de "não bom", enquanto “mal” deve ser usado apenas como advérbio de modo.
II. O uso da vírgula é opcional antes de "que", em orações subordinadas, desde que o significado da frase não seja alterado.
III. A concordância verbal deve ser realizada de acordo com o sujeito da oração, levando em consideração se ele está no singular ou plural.
IV. O acento diferencial em “pára” (verbo) e “para” (preposição) foi mantido pelo Novo Acordo Ortográfico, visando evitar ambiguidades.
Alternativas
Q3181214 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Até breve

    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais?
    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.
    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.
    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]
    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo
— ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.
    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado). Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19085/ate- breve>.

Com a leitura do texto, depreende-se que, na visão da narradora:
Alternativas
Q3180883 Português
O domínio das regras gramaticais é fundamental para digitadores que trabalham com produção e revisão de textos. Além de garantir a clareza da comunicação, o conhecimento gramatical evita erros que possam comprometer a credibilidade do conteúdo. Considere um profissional que está digitando um relatório técnico e precisa revisar questões de concordância verbal e nominal, uso correto de pronomes e pontuação.

Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3180881 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor desde 2009, trouxe mudanças significativas nas regras de acentuação, afetando a grafia de diversas palavras. É fundamental que profissionais que trabalham com texto compreendam e apliquem corretamente essas alterações para garantir a conformidade com a norma padrão.

Com base no Novo Acordo Ortográfico, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3180880 Português
A pontuação é essencial para a clareza e compreensão de textos, já que marca pausas, separa ideias e organiza a estrutura da escrita. Profissionais que utilizam a pontuação de forma inadequada podem comprometer o sentido das mensagens. Considere o seguinte trecho:

"Os gestores, que estavam presentes, decidiram aprovar o projeto."

Com base nas regras de pontuação, assinale a alternativa CORRETA sobre o uso da vírgula nesse contexto.
Alternativas
Q3180759 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe mudanças significativas nas regras de acentuação gráfica, afetando a escrita de diversas palavras. Essas alterações impactam a forma como os falantes da língua escrevem, principalmente no que se refere a alguns acentos, como os diferenciais e os ditongos.

Assinale a alternativa CORRETA sobre as novas regras de acentuação gráfica conforme o Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q3180758 Português
Os processos de formação de palavras, como derivação, composição e hibridismo, são fundamentais para a expansão e adaptação da língua. Cada um desses processos apresenta características específicas que resultam na criação de novas palavras.

Analise as assertivas abaixo e a seguir, assinale a alternativa CORRETA sobre os processos de formação de palavras.

I. A derivação é um processo de formação de palavras que consiste na adição de prefixos ou sufixos a uma palavra primitiva, resultando em palavras com significados distintos, como em "feliz" e "infeliz".
II. A composição é o processo de formação de palavras que envolve a junção de duas ou mais palavras simples, mantendo o significado original de ambas, como em "girassol" e "beija-flor".
III. O hibridismo ocorre quando se combinam palavras de diferentes origens linguísticas, como no caso de "automóvel" (do grego "auto" e do latim "mobilis").
IV. A derivação imprópria é um tipo de derivação em que a palavra muda de classe gramatical sem alterar sua forma, como no caso de "o bom" (adjetivo) e "o bem" (substantivo).
Alternativas
Q3180757 Português
A concordância verbal e nominal é fundamental para a construção de frases sintaticamente corretas, e o uso da crase também exige atenção, pois envolve a combinação de preposição com o artigo feminino.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre concordância verbal e nominal, e uso da crase.
Alternativas
Q3180756 Português
A compreensão das estruturas de períodos simples e compostos é essencial para a análise da organização e da complexidade de uma frase. Um período simples contém apenas uma oração, enquanto um composto possui mais de uma, podendo ser coordenado ou subordinado.

Assinale a alternativa CORRETA sobre as estruturas de períodos simples e compostos.
Alternativas
Respostas
15361: D
15362: A
15363: D
15364: C
15365: E
15366: E
15367: A
15368: E
15369: C
15370: A
15371: E
15372: B
15373: B
15374: A
15375: E
15376: D
15377: A
15378: B
15379: E
15380: C