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Q3242617 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Rasgando pedaços do passado

Por medo, relutei!
Para me fortalecer, desatinei!
Hoje sentei e revirei as caixas do meu passado.
Amontoadas na estante do esquecimento.
Empoeiradas com o olhar pesado.
Relembrando páginas de outrora neste momento
Percebo a história da minha vida.
Cada página rasgada dói na alma.
É um pouco de mim que se vai.
São as asas de um sonho que agora cai.
Os trejeitos de uma época bem resolvida.
Serão lixo? Ou era um antigo e maquilado carma?
Ao revirar as folhas guardadas dos meus 13 anos...
... tive uma agradável surpresa! Uma carta que deixei para mim...
... e que com o tempo esquecera.
Parecia que estava conversando com aquele menino sereno.
Aquele menino que hoje invejo...
Em pranto, resolvi queimar esse passado...
... que tanto me fez feliz e que ainda me atormenta!
Mas a nostalgia apareceu e com um tapa de luva me acertou.
Então guardei aquelas folhas iminentes ao fim.
Sentei no meu orgulho.
Mergulhei nas facetas de outro eu.
Escrevi uma carta!
Para quem sabe, daqui dez anos, ainda me lembre de que fugir do passado...
... é matar uma parte de mim mesmo!

Rian Lopes


https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
No contexto da frase do texto: "Uma carta que deixei para mim..." Qual é a alternativa correta em relação à concordância verbal? 
Alternativas
Q3242364 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador", a colocação pronominal do pronome "se" está correta. Qual das alternativas abaixo justifica adequadamente essa colocação?
Alternativas
Q3242363 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
As palavras da frase "A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva" estão corretamente grafadas, assim como as palavras da frase:
Alternativas
Q3242362 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
Considerando o trecho sobre a influência da mídia e publicidade na percepção de felicidade, qual das seguintes interpretações é mais coerente com a visão do autor?
Alternativas
Q3242361 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna", a palavra "que" pertence, no contexto em que foi empregada, a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q3242360 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
De acordo com o texto, qual é o principal argumento do autor ao discutir o processo de desilusão na velhice?
Alternativas
Q3242359 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
De acordo com o texto, qual é a crítica do autor em relação à felicidade promovida pela sociedade?
Alternativas
Q3242358 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes. Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantêm suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas". Analise a transitividade dos verbos sublinhados e escolha a alternativa correta.
Alternativas
Q3242357 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho:
Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas.
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "sexagenários", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3242356 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância verbal:
Alternativas
Q3242355 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado", a palavra "embora" exerce a função de:
Alternativas
Q3242354 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
A frase "Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes" está escrita corretamente de acordo com as regras de concordância nominal, o que não acontece na alternativa.
Alternativas
Q3242353 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho "Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis", a utilização dos dois-pontos serve para:
Alternativas
Q3241696 Português
Em diversas regiões, a celebração começa no dia 1o de novembro, o Dia de Todos os Santos,________ crianças que faleceram. No dia 2, o Dia dos Fiéis Defuntos homenageia os adultos. Durante esses dias, os cemitérios______ locais de encontro e lembrança, onde as famílias se reúnem para decorar túmulos com flores, velas e objetos que representavam as paixões dos falecidos. O clima é de paz e comunhão, e a dor da perda dá lugar________ recordar e honrar os que se foram. Para os mexicanos, esse encontro anual com os mortos é mais do que uma festa: é um ritual de amor e lembrança, que_______ vida e mantém presente a essência dos que partiram.
(“Por que o Dia dos Mortos é comemorado? Conheça tradição que toma ruas do México”. https://oglobo.globo.com. Adaptado)

As lacunas do texto são completadas, respectivamente, segundo a norma-padrão de regência (verbal e nominal) e de emprego do acento indicativo de crase, por:
Alternativas
Q3241695 Português
A concordância nominal e verbal está em conformidade com a norma-padrão na frase:
Alternativas
Q3241694 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.

    Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.

    Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.

    A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.

    A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.


(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada pode ser substituída pelo que está entre colchetes preservando o sentido e a norma-padrão.
Alternativas
Q3241693 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.

    Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.

    Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.

    A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.

    A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.


(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a vírgula acrescentada ao trecho preserva a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3241692 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.

    Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.

    Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.

    A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.

    A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.


(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)

No trecho “Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como…” (3o parágrafo), as palavras destacadas, no contexto em que foram empregadas, têm como sinônimo e antônimo, respectivamente,
Alternativas
Q3241691 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.

    Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.

    Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.

    A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.

    A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.


(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém explicação para as diferenças das celebrações de Finados entre o Brasil e o México, segundo a pesquisadora Júlia Batista Alves. 
Alternativas
Q3241690 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A comparação entre as festas realizadas no Dia dos Finados no Brasil e no México demonstrou que a população do país da América do Norte associou mais a tradição indígena do que o país da América do Sul. O Dia dos Mortos, como é conhecida a celebração mexicana para o dia 2 de novembro, é uma das maiores celebrações do mundo e demonstra a forte conexão que os mexicanos têm com seus antepassados.

    Por meio da análise dos símbolos utilizados na data, a pesquisadora Júlia Batista Alves pôde perceber por que há pouca força do evento no Brasil: “Aqui não vemos nada parecido com o que acontece nas ruas do México”.

    Uma possível explicação para as divergências estaria, segundo a pesquisadora, na forma como a cultura indígena foi mais integrada à população não indígena no México, enquanto no Brasil a supressão da cultura indígena parece ter sido mais radical. “Podemos dizer que, nesta comparação, os indígenas no Brasil assimilaram mais a cultura católica europeia, e que os indígenas mexicanos conseguiram fazer com que os jesuítas europeus assimilassem mais sua cultura, ainda que tenha sido por meio de adaptações dos ritos indígenas aos católicos, para uma maior interação entre eles”, afirma Júlia.

    A Festa dos Mortos tem proporções muito maiores do que as celebrações relativas no Brasil, que são mais solenes e marcadas pela religiosidade da Europa. No Dia de Finados brasileiro ocorrem missas e outros ritos cristãos, além de idas ao cemitério para homenagear familiares falecidos. Mesmo com o forte sincretismo de culturas e religiões no país, uma festa brasileira para os mortos não acontece. “A celebração aqui tem um viés mais católico”, diz Júlia.

    A comparação, para Júlia, se faz interessante porque o México também é um país no qual a maioria se declara católica. Ainda assim, as comemorações apresentam aspectos muito diferentes. Os mexicanos confeccionam altares coloridos, nos quais oferecem alimentos, flores, velas, entre outros artigos, dependendo da região; também ocorrem desfiles e concursos de fantasias. A pesquisadora conta que a Guatemala também apresenta ritos parecidos, mas que não se comparam à grandiosidade da celebração mexicana, que chegou a ser reconhecida como Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2003, devido ao seu valor histórico, cultural e artístico.


(Mariana Melo. “Para pesquisadora do Prolam, tradição indígena dá singularidade ao Dia dos Mortos no México”. https://jornal.usp.br. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
14541: C
14542: A
14543: A
14544: A
14545: D
14546: B
14547: D
14548: D
14549: D
14550: A
14551: D
14552: B
14553: C
14554: E
14555: D
14556: B
14557: A
14558: D
14559: C
14560: E