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Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico
Em “Puts grila! Não fui selecionado para o Projeto de viagem à Nasa.”
O termo em destaque pode ser classificado como:
Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

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Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

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“Esses projetos não só aprimoram as habilidades linguísticas, mas também fomentam o pensamento crítico...” 13§
O valor semântico da oração destacada é:
Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

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Em “O projeto busca estimular o pensamento científico...”6§.
Passando o tempo do verbo para o pretérito-mais-que-perfeito, a nova redação deverá ser:
Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

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Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

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Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico

Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico
“___ vezes, vou ___ feiras agropecuárias e, se compro algo, costumo pagar ___ vista.”
Assinale a alternativa que emprega adequadamente a crase em todas as lacunas:
“Eles apresentaram críticas contundentes, mas o comitê não as aceitou, porque acreditava na consistência do projeto.”
Sobre a classificação das orações introduzidas pelos conectivos sublinhados, é correto afirmar:
“A equipe elaborou o plano minuciosamente. _______, alguns membros manifestaram insatisfação com a versão final e, _______, o coordenador resolveu promover uma assembleia interna para revisões.”
Das alternativas abaixo, assinale a que melhor preenche as lacunas, mantendo a coesão e a coerência:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
O sentido da vida (Luiz Fernando Emediato)
O sentido da vida é nascer, crescer, envelhecer e morrer, deixando sob a terra este antigo corpo constituído da solitária e silenciosa matéria de que foram feitas as estrelas e seus filhos, e os filhos de seus filhos.
Sim, é este o sentido da vida, ou não.
O sentido da vida é descobrir alegre ou amargamente a consciência das coisas, da alegria e da dor, da tristeza e do tédio, e então alegrar-se ou entristecer-se.
Sim, é este o sentido da vida, ou não.
Será porventura o sentido da vida caminhar juntos sobre a mesma velha e generosa e solitária terra, dividir angústias e dor, enredar-se no cipoal das palavras?
Sim, o sentido da vida é este, ou não.
Será o sentido da vida buscar luz nas sombras ou sombras na luz, consumir dias e noites a trilhar o áspero caminho imperfeito, buscar o caminho torto, a estrada estreita e, no fim da estrada, apenas neblina, mistério?
Sim, o sentido da vida é bem este, ou não.
Será, meu Deus, o sentido da vida acreditar em Deus, ou alguma coisa superior à capacidade de entender, cair de joelhos e em prantos pedir caridade ou outro vago sentimento qualquer, e nada ouvir em resposta, ou, sim, ouvir uma voz silenciosa, e, então, chorar, dormir, sonhar?
Sim, o sentido da vida é bem este – ou não.
Será o sentido da vida crer na dourada utopia, descobrir então a insustentável fragilidade dos seres, o poder, a miséria?
Sim, é bem este, ou não, o sentido da vida.?
Estará o sentido da vida em sonhar o sonho impossível, alcançar a estrela inatingível, vencer o inimigo imbatível, tocar a realidade intangível, e encontrar nada mais que pesadelo, o nada, a fantasia, as miragens?
Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
Será o sentido da vida entregar-se apaixonadamente às ideias de grande extensão, consumir-se como o fogo e ver apagar-se a chama? Será, criaturas, o sentido da vida consumir o sangue das veias, esgotar a serenidade, despentear os cabelos, perseguir a ilusão?
Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
Mas, se há perguntas demais e respostas de menos, sempre haverá a busca, a esperança, a vida, a luz no fim da escuridão.
Porque é isto – buscar – o sentido da vida.
(Texto adaptado – O Estado de S. Paulo)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dito e Feito
Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível.
— Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.
— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.
— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!
— O ditado fala de paciência e esperança.
— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?
— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.
— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?
— Você está distorcendo, Marcelo.
— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?
— Está difícil hoje...
— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?
— Desisto, Marcelo. Estou indo.
— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.
Souza se despediu, murmurando:
— Antes só que mal acompanhado!
Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado
https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dito e Feito
Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível.
— Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.
— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.
— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!
— O ditado fala de paciência e esperança.
— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?
— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.
— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?
— Você está distorcendo, Marcelo.
— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?
— Está difícil hoje...
— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?
— Desisto, Marcelo. Estou indo.
— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.
Souza se despediu, murmurando:
— Antes só que mal acompanhado!
Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado
https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dito e Feito
Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível.
— Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.
— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.
— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!
— O ditado fala de paciência e esperança.
— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?
— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.
— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?
— Você está distorcendo, Marcelo.
— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?
— Está difícil hoje...
— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?
— Desisto, Marcelo. Estou indo.
— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.
Souza se despediu, murmurando:
— Antes só que mal acompanhado!
Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado
https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/