Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3362092 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado

https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Com base na análise do texto, assinale a alternativa correta sobre a ideia principal e a interpretação implícita do texto.
Alternativas
Q3361961 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Leia o trecho do texto a seguir:

"Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível."

Com base na análise dos termos essenciais, integrantes e acessórios da oração, assinale a alternativa correta sobre a estrutura da segunda oração.
Alternativas
Q3361960 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Leia o trecho do texto a seguir:

"Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela."

Com base na predicação verbal, analise a função sintática da palavra "Intrigado" no contexto da oração e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3361957 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Com base nos tipos textuais, analise as características predominantes no texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3361955 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Leia o trecho do texto a seguir:

"Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela."

Com base nas regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa sobre o uso do hífen, analise a grafia da palavra "parapeito" e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3361954 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Com base nas regras de uso da crase, analise a ocorrência do acento grave no trecho "Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença" e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3361953 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Leia o trecho do texto a seguir:

"E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.

Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.

Lembrei-me da trova de Mario Quintana:

Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho
Eles passarão...
Eu passarinho!"

Com base nas regras de pontuação, analise a função dos sinais de pontuação no trecho e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3361952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
A forma verbal "lembrei" em "Lembrei-me da trova de Mario Quintana" quando usada na forma pronominal (lembrar-se), exige a preposição "de", tornando-se um verbo transitivo indireto. No entanto, quando empregado sem o pronome "se", torna-se transitivo direto, dispensando a preposição.

Nesse contexto, qual outro verbo da Língua Portuguesa segue essa mesma regência?
Alternativas
Q3360995 Português
Colina, nutriente vital para o cérebro


A colina não é vitamina, nem mineral. É um composto orgânico vital para o funcionamento saudável do sistema nervoso humano.

Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos. Eles variam desde o aumento do desempenho cognitivo até a proteção contra distúrbios do desenvolvimento neurológico, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a dislexia.

O nutriente também desempenha papel significativo no neurodesenvolvimento humano.

Em um estudo, mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento cognitivo saudável.

A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente. Por isso, precisamos obter parte de que necessitamos na alimentação.

Sua presença é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe, frango e leite. Ela também está presente em amendoins, feijão-vermelho, cogumelos e crucíferas, como brócolis. Mas os alimentos de origem animal contêm mais colina do que as fontes de origem vegetal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cze1r7ye4n3o.adaptado.
A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente.
O número de artigos simples presentes na frase é de:
Alternativas
Q3360994 Português
Colina, nutriente vital para o cérebro


A colina não é vitamina, nem mineral. É um composto orgânico vital para o funcionamento saudável do sistema nervoso humano.

Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos. Eles variam desde o aumento do desempenho cognitivo até a proteção contra distúrbios do desenvolvimento neurológico, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a dislexia.

O nutriente também desempenha papel significativo no neurodesenvolvimento humano.

Em um estudo, mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento cognitivo saudável.

A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente. Por isso, precisamos obter parte de que necessitamos na alimentação.

Sua presença é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe, frango e leite. Ela também está presente em amendoins, feijão-vermelho, cogumelos e crucíferas, como brócolis. Mas os alimentos de origem animal contêm mais colina do que as fontes de origem vegetal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cze1r7ye4n3o.adaptado.
A colina foi relacionada ao aumento do desempenho cognitivo e à redução da ansiedade, entre outros efeitos benéficos.
Assinale a alternativa cuja afirmativa se encontra plenamente compatível com as ideias veiculadas no texto base.
Alternativas
Q3360992 Português
Colina, nutriente vital para o cérebro


A colina não é vitamina, nem mineral. É um composto orgânico vital para o funcionamento saudável do sistema nervoso humano.

Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos. Eles variam desde o aumento do desempenho cognitivo até a proteção contra distúrbios do desenvolvimento neurológico, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a dislexia.

O nutriente também desempenha papel significativo no neurodesenvolvimento humano.

Em um estudo, mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento cognitivo saudável.

A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente. Por isso, precisamos obter parte de que necessitamos na alimentação.

Sua presença é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe, frango e leite. Ela também está presente em amendoins, feijão-vermelho, cogumelos e crucíferas, como brócolis. Mas os alimentos de origem animal contêm mais colina do que as fontes de origem vegetal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cze1r7ye4n3o.adaptado.
Mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento "cognitivo" saudável.

O sinônimo que representa o vocábulo destacado, nesta frase, é:
Alternativas
Q3360873 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja palavra possua prefixo:
Alternativas
Q3360872 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente a justificativa correta para o uso da crase no período: Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.
Alternativas
Q3360871 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde. 
Alternativas
Q3360870 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”.
Alternativas
Q3360869 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Q3360868 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3360867 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3360716 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às variações linguísticas e suas adequações aos contextos comunicacionais.
II- O uso de expressões como “minino”, “oxe”, “visse”, “gostasse” são marcas de uma variante regional.
III- O segundo quadrinho, em que há a expressão “Ai meu Deus”, possui um balão diferente que expressa que algo foi pensado.
IV- A menção a “cuscuz” e “São João de Campina Grande” reforça o contexto regional de uso da variante dita pelos pais.
V- No último quadrinho, há uma adesão dos pais à variante falada pelo filho.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3360715 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o uso da variedade linguística no trecho "Pô, mano, tá me zoando?", é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
13341: A
13342: C
13343: C
13344: B
13345: C
13346: A
13347: A
13348: A
13349: A
13350: A
13351: D
13352: C
13353: B
13354: C
13355: A
13356: D
13357: B
13358: C
13359: D
13360: A