Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3379949 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603 
Os vícios de linguagem ocorrem quando há desvios que comprometem a correção ou a clareza da comunicação. Em relação aos vícios de linguagem e seus exemplos, analise as alternativas abaixo e escolha a correta:
Alternativas
Q3378854 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância e regência verbais. 
Alternativas
Q3378853 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por 13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.

   Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano de 1998.

   Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”

   Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa: ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da coxinha de camarão com requeijão.

   Quis a sorte que recentemente me viesse convite para lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na pousada.

   Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda de trocar o frango pelo camarão.


(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho mudou-se a posição do pronome destacado em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal. 
Alternativas
Q3378852 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por 13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.

   Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano de 1998.

   Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”

   Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa: ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da coxinha de camarão com requeijão.

   Quis a sorte que recentemente me viesse convite para lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na pousada.

   Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda de trocar o frango pelo camarão.


(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?” (3o parágrafo)
•  ... num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. (5o parágrafo)

O autor colocou entres aspas o trecho e a palavra destacados para indicar, correta e respectivamente,
Alternativas
Q3378850 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por 13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.

   Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano de 1998.

   Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”

   Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa: ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da coxinha de camarão com requeijão.

   Quis a sorte que recentemente me viesse convite para lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na pousada.

   Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda de trocar o frango pelo camarão.


(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo trecho apresenta palavra empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3378849 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer. Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos há anos, é uma emancipação que também deve avançar por meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que, tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.

    Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única) revolução de nosso tempo.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que o trecho do 1o parágrafo “... muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades.” foi reescrito sem alteração do sentido original.
Alternativas
Q3378848 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer. Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos há anos, é uma emancipação que também deve avançar por meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que, tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.

    Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única) revolução de nosso tempo.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado) 
Considere as passagens do 1o parágrafo:

•  “... verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura...”
•  “... pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.”

Considerando o contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas pelos sinônimos:
Alternativas
Q3377497 Português
Leia a anedota.

    Na estrada, o policial mandou parar um carro que vinha voando baixo. Lá dentro do carro estava uma moça toda risonha. O guarda foi chegando e dizendo:
    – Senhorita, você estava a mais de cento e vinte por hora!
    E a mocinha, feliz da vida:
    – O senhor não achou bárbaro? Aprendi a dirigir ontem e já estou assim...
(Ziraldo. O livro do riso do Menino Maluquinho. São Paulo: Melhoramentos, 2000)

É correto afirmar que o efeito de humor se deve ao fato de 
Alternativas
Q3377495 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa que apresenta redação de acordo com a norma-padrão de regência verbal e nominal.
Alternativas
Q3377494 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa cuja frase apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3377493 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Leia os trechos.

•  ... um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor. (1° parágrafo)
•  ...e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria ativo durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu- -se com a música respeitosamente. (6° parágrafo)

As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3377492 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
A expressão em destaque está corretamente substituída nos parênteses, de acordo com a norma-padrão de emprego do pronome em:
Alternativas
Q3377488 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
O que causou a maior admiração no músico Lucian Barz com relação a Billy foi
Alternativas
Q3375367 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No sexto parágrafo do texto, no trecho “É notório, porém, no que diz respeito à mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a proporção é, entre homens e mulheres, exatamente inversa”, a vírgula anterior ao vocábulo “porém” poderia ser suprimida, sem qualquer prejuízo à correção gramatical.

Alternativas
Q3375366 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No quinto parágrafo do texto, no trecho “A existência de corpos intactos, exumados de locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período final da Idade dos Metais”, o termo “exumados”, usado em sentido literal, tem o mesmo significado que a forma desenterrados.

Alternativas
Q3375365 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No terceiro parágrafo, o termo “afligiam” pode ser substituído, sem prejuízo à correção gramatical, por infligia.

Alternativas
Q3375364 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No quarto parágrafo, o coletivo de “partes moles do corpo” recebe o nome de tecido mole.

Alternativas
Q3375363 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No início do terceiro parágrafo do texto, o vocábulo “Entretanto” poderia ser substituído por Todavia.

Alternativas
Q3375362 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “sujeitos às mais estranhas e variadas enfermidades orgânicas”, a expressão “enfermidades orgânicas” é definida como problemas de saúde que causam alterações sensíveis (que podem ser verificadas e medidas) no corpo (órgãos, tecidos ou sistemas corporais), em contraponto com as doenças de natureza mental.

Alternativas
Q3375361 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No segundo parágrafo, haveria prejuízo à correção gramatical se fosse inserido um acento grave indicativo de crase em “Graças a tais estudos”, da seguinte forma: Graças à tais estudos.

Alternativas
Respostas
13121: A
13122: E
13123: E
13124: C
13125: E
13126: B
13127: A
13128: B
13129: C
13130: D
13131: E
13132: B
13133: D
13134: E
13135: C
13136: E
13137: C
13138: C
13139: C
13140: C