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Q3387597 Português
Como aumentar vida útil das roupas: 'Se jogamos fora só porque zíper quebrou, precisamos repensar'


    "Passei anos vasculhando lojas de roupa de segunda mão e vi centenas de peças perfeitas abandonadas por causa de um zíper quebrado", conta a italiana Orsola de Castro. "Afinal, por que gastar tempo e dinheiro consertando um zíper quebrado quando é mais rápido, mais barato e infinitamente mais divertido comprar uma roupa nova com zíper funcionando?", acrescenta.

       Em seu livro Loved Clothes Last (Roupas amadas duram, em tradução livre), publicado em 2021, a fundadora da campanha mundial Fashion Revolution fez um apelo apaixonado. "Se jogamos fora uma roupa só porque o zíper quebrou, precisamos repensar o que estamos fazendo. O que aconteceria se decidíssemos substitui-la?", questionou.

       É cada vez mais difícil ignorar o dano social e ambiental causado pela fabricação de roupas. As taxas de consumo de recursos naturais são estratosféricas, sem mencionar os níveis de contaminação e desperdício e as cadeias de suprimentos, que são marcadas pela exploração. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o setor é responsável por 2% a 8% do total de emissões globais de gases de efeito estufa e utiliza 215 bilhões de litros de água por ano, o que é equivalente a 86 milhões de piscinas olímpicas.

     Além disso, os resíduos têxteis chegam a 92 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a um caminhão de lixo cheio de roupas incineradas ou enviadas a aterros sanitários a cada segundo. Os números da indústria de vestuário são impressionantes, considerando que, de certa forma, este é um setor de produtos não essenciais.

     Poucas pessoas no mundo realmente precisam de mais roupas. Ainda assim, entre 80 e 100 bilhões de peças são produzidas por ano, em uma estimativa conservadora. A indústria de moda tem tentado enfrentar esses impactos por meio de iniciativas e pesquisas que incluem projetos para aumentar a eficiência energética nas cadeias de suprimento, utilização de materiais renováveis, investimento em inovação de materiais para evitar os sintéticos, e iniciativas de justiça social e de combate à crueldade contra os animais.

    Mas ainda que esses esforços tenham boas intenções, essa é uma indústria que tem um impacto ambiental enorme. Basta dizer que a maioria dessas quase 100 bilhões de peças acaba sendo incinerada ou jogada em aterros sanitários após pouquíssimo uso. Por isso, cada vez mais ativistas argumentam que uma das maneiras mais fáceis de reduzir o impacto da indústria de moda é comprando menos.

    Segundo o grupo ativista britânico Take the Jump, o segredo está em comprar apenas três peças novas por ano e fazer com que nossas roupas durem mais. Para uma geração de consumidores alimentados por desejos construídos artificialmente e gratificações instantâneas, esse pode ser um objetivo difícil de imaginar, mas os números são irrefutáveis.

    Uma pesquisa realizada pela organização ambientalista britânica Wrap indica que prolongar a vida útil de uma peça de roupa em apenas nove meses poder reduzir o impacto ambiental em até 10%. Imagine o que poderíamos conseguir ao longo de décadas. Os fatores que contribuem para isso incluem a compra de roupas de boa qualidade, a disposição das pessoas em usar a mesma peça muitas vezes e sua capacidade de cuidar bem dela.

    Pode parecer fácil, mas se fosse, já estaríamos fazendo isso. É claro que, neste momento, os riscos parecem grandes demais para simplesmente ignorarmos. Já se passou pouco mais de uma geração desde que perdemos essa cultura de cuidado com as roupas.

   Enquanto a vida dos nossos avós era baseada em economia e consertos, a maioria dos consumidores hoje se acostumou com o sistema de usar, estragar e jogar fora. As roupas que Castro mencionou ter visto nos brechós — em perfeito estado, mas com zíperes quebrados — são resultado de uma profunda falta de conexão com a forma como as roupas são feitas.

    Hoje é mais importante do que nunca se perguntar porque tanta roupa está sendo feita com materiais derivados do petróleo. Temos que nos perguntar se a viscose (fibra artificial feita a partir da celulose) daquela camisa foi feita a partir da exploração de florestas antigas, se há pele de animal naquele pompom ou por que apenas uma pequena fração dos trabalhadores da indústria têxtil recebe salários dignos.

    E também nos perguntar se queremos seguir causando destruição. O subtítulo do livro de Castro é "como a alegria de remendar e vestir pode ser um ato revolucionário". E é um fato: precisamos de uma revolução.


Fonte: Vida útil das roupas: 'Se jogamos fora porque zíper quebrou, precisamos repensar' - BBC News Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo: 
Alternativas
Q3387596 Português
Como aumentar vida útil das roupas: 'Se jogamos fora só porque zíper quebrou, precisamos repensar'


    "Passei anos vasculhando lojas de roupa de segunda mão e vi centenas de peças perfeitas abandonadas por causa de um zíper quebrado", conta a italiana Orsola de Castro. "Afinal, por que gastar tempo e dinheiro consertando um zíper quebrado quando é mais rápido, mais barato e infinitamente mais divertido comprar uma roupa nova com zíper funcionando?", acrescenta.

       Em seu livro Loved Clothes Last (Roupas amadas duram, em tradução livre), publicado em 2021, a fundadora da campanha mundial Fashion Revolution fez um apelo apaixonado. "Se jogamos fora uma roupa só porque o zíper quebrou, precisamos repensar o que estamos fazendo. O que aconteceria se decidíssemos substitui-la?", questionou.

       É cada vez mais difícil ignorar o dano social e ambiental causado pela fabricação de roupas. As taxas de consumo de recursos naturais são estratosféricas, sem mencionar os níveis de contaminação e desperdício e as cadeias de suprimentos, que são marcadas pela exploração. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o setor é responsável por 2% a 8% do total de emissões globais de gases de efeito estufa e utiliza 215 bilhões de litros de água por ano, o que é equivalente a 86 milhões de piscinas olímpicas.

     Além disso, os resíduos têxteis chegam a 92 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a um caminhão de lixo cheio de roupas incineradas ou enviadas a aterros sanitários a cada segundo. Os números da indústria de vestuário são impressionantes, considerando que, de certa forma, este é um setor de produtos não essenciais.

     Poucas pessoas no mundo realmente precisam de mais roupas. Ainda assim, entre 80 e 100 bilhões de peças são produzidas por ano, em uma estimativa conservadora. A indústria de moda tem tentado enfrentar esses impactos por meio de iniciativas e pesquisas que incluem projetos para aumentar a eficiência energética nas cadeias de suprimento, utilização de materiais renováveis, investimento em inovação de materiais para evitar os sintéticos, e iniciativas de justiça social e de combate à crueldade contra os animais.

    Mas ainda que esses esforços tenham boas intenções, essa é uma indústria que tem um impacto ambiental enorme. Basta dizer que a maioria dessas quase 100 bilhões de peças acaba sendo incinerada ou jogada em aterros sanitários após pouquíssimo uso. Por isso, cada vez mais ativistas argumentam que uma das maneiras mais fáceis de reduzir o impacto da indústria de moda é comprando menos.

    Segundo o grupo ativista britânico Take the Jump, o segredo está em comprar apenas três peças novas por ano e fazer com que nossas roupas durem mais. Para uma geração de consumidores alimentados por desejos construídos artificialmente e gratificações instantâneas, esse pode ser um objetivo difícil de imaginar, mas os números são irrefutáveis.

    Uma pesquisa realizada pela organização ambientalista britânica Wrap indica que prolongar a vida útil de uma peça de roupa em apenas nove meses poder reduzir o impacto ambiental em até 10%. Imagine o que poderíamos conseguir ao longo de décadas. Os fatores que contribuem para isso incluem a compra de roupas de boa qualidade, a disposição das pessoas em usar a mesma peça muitas vezes e sua capacidade de cuidar bem dela.

    Pode parecer fácil, mas se fosse, já estaríamos fazendo isso. É claro que, neste momento, os riscos parecem grandes demais para simplesmente ignorarmos. Já se passou pouco mais de uma geração desde que perdemos essa cultura de cuidado com as roupas.

   Enquanto a vida dos nossos avós era baseada em economia e consertos, a maioria dos consumidores hoje se acostumou com o sistema de usar, estragar e jogar fora. As roupas que Castro mencionou ter visto nos brechós — em perfeito estado, mas com zíperes quebrados — são resultado de uma profunda falta de conexão com a forma como as roupas são feitas.

    Hoje é mais importante do que nunca se perguntar porque tanta roupa está sendo feita com materiais derivados do petróleo. Temos que nos perguntar se a viscose (fibra artificial feita a partir da celulose) daquela camisa foi feita a partir da exploração de florestas antigas, se há pele de animal naquele pompom ou por que apenas uma pequena fração dos trabalhadores da indústria têxtil recebe salários dignos.

    E também nos perguntar se queremos seguir causando destruição. O subtítulo do livro de Castro é "como a alegria de remendar e vestir pode ser um ato revolucionário". E é um fato: precisamos de uma revolução.


Fonte: Vida útil das roupas: 'Se jogamos fora porque zíper quebrou, precisamos repensar' - BBC News Brasil
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir os termos em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Além disso, os resíduos têxteis chegam a 92 milhões de toneladas por ano.
Alternativas
Q3387595 Português
Como aumentar vida útil das roupas: 'Se jogamos fora só porque zíper quebrou, precisamos repensar'


    "Passei anos vasculhando lojas de roupa de segunda mão e vi centenas de peças perfeitas abandonadas por causa de um zíper quebrado", conta a italiana Orsola de Castro. "Afinal, por que gastar tempo e dinheiro consertando um zíper quebrado quando é mais rápido, mais barato e infinitamente mais divertido comprar uma roupa nova com zíper funcionando?", acrescenta.

       Em seu livro Loved Clothes Last (Roupas amadas duram, em tradução livre), publicado em 2021, a fundadora da campanha mundial Fashion Revolution fez um apelo apaixonado. "Se jogamos fora uma roupa só porque o zíper quebrou, precisamos repensar o que estamos fazendo. O que aconteceria se decidíssemos substitui-la?", questionou.

       É cada vez mais difícil ignorar o dano social e ambiental causado pela fabricação de roupas. As taxas de consumo de recursos naturais são estratosféricas, sem mencionar os níveis de contaminação e desperdício e as cadeias de suprimentos, que são marcadas pela exploração. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o setor é responsável por 2% a 8% do total de emissões globais de gases de efeito estufa e utiliza 215 bilhões de litros de água por ano, o que é equivalente a 86 milhões de piscinas olímpicas.

     Além disso, os resíduos têxteis chegam a 92 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a um caminhão de lixo cheio de roupas incineradas ou enviadas a aterros sanitários a cada segundo. Os números da indústria de vestuário são impressionantes, considerando que, de certa forma, este é um setor de produtos não essenciais.

     Poucas pessoas no mundo realmente precisam de mais roupas. Ainda assim, entre 80 e 100 bilhões de peças são produzidas por ano, em uma estimativa conservadora. A indústria de moda tem tentado enfrentar esses impactos por meio de iniciativas e pesquisas que incluem projetos para aumentar a eficiência energética nas cadeias de suprimento, utilização de materiais renováveis, investimento em inovação de materiais para evitar os sintéticos, e iniciativas de justiça social e de combate à crueldade contra os animais.

    Mas ainda que esses esforços tenham boas intenções, essa é uma indústria que tem um impacto ambiental enorme. Basta dizer que a maioria dessas quase 100 bilhões de peças acaba sendo incinerada ou jogada em aterros sanitários após pouquíssimo uso. Por isso, cada vez mais ativistas argumentam que uma das maneiras mais fáceis de reduzir o impacto da indústria de moda é comprando menos.

    Segundo o grupo ativista britânico Take the Jump, o segredo está em comprar apenas três peças novas por ano e fazer com que nossas roupas durem mais. Para uma geração de consumidores alimentados por desejos construídos artificialmente e gratificações instantâneas, esse pode ser um objetivo difícil de imaginar, mas os números são irrefutáveis.

    Uma pesquisa realizada pela organização ambientalista britânica Wrap indica que prolongar a vida útil de uma peça de roupa em apenas nove meses poder reduzir o impacto ambiental em até 10%. Imagine o que poderíamos conseguir ao longo de décadas. Os fatores que contribuem para isso incluem a compra de roupas de boa qualidade, a disposição das pessoas em usar a mesma peça muitas vezes e sua capacidade de cuidar bem dela.

    Pode parecer fácil, mas se fosse, já estaríamos fazendo isso. É claro que, neste momento, os riscos parecem grandes demais para simplesmente ignorarmos. Já se passou pouco mais de uma geração desde que perdemos essa cultura de cuidado com as roupas.

   Enquanto a vida dos nossos avós era baseada em economia e consertos, a maioria dos consumidores hoje se acostumou com o sistema de usar, estragar e jogar fora. As roupas que Castro mencionou ter visto nos brechós — em perfeito estado, mas com zíperes quebrados — são resultado de uma profunda falta de conexão com a forma como as roupas são feitas.

    Hoje é mais importante do que nunca se perguntar porque tanta roupa está sendo feita com materiais derivados do petróleo. Temos que nos perguntar se a viscose (fibra artificial feita a partir da celulose) daquela camisa foi feita a partir da exploração de florestas antigas, se há pele de animal naquele pompom ou por que apenas uma pequena fração dos trabalhadores da indústria têxtil recebe salários dignos.

    E também nos perguntar se queremos seguir causando destruição. O subtítulo do livro de Castro é "como a alegria de remendar e vestir pode ser um ato revolucionário". E é um fato: precisamos de uma revolução.


Fonte: Vida útil das roupas: 'Se jogamos fora porque zíper quebrou, precisamos repensar' - BBC News Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3386844 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

O sinal indicativo de crase na palavra em destaque está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3386843 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta redação de acordo com a norma-padrão de regência verbal e nominal.
Alternativas
Q3386842 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3386841 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Leia os trechos. 



•  ... um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor. (1º parágrafo)


•  ...e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria ativo durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu- -se com a música respeitosamente. (6º parágrafo)



As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de

Alternativas
Q3386840 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

A expressão em destaque está corretamente substituída nos parênteses, de acordo com a norma-padrão de emprego do pronome em:
Alternativas
Q3386839 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Em – Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. (último parágrafo) – a palavra destacada retoma a informação referente
Alternativas
Q3386838 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Considere o trecho do texto:



•  Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas… (2º parágrafo)



Nele, as vírgulas foram empregadas pelo mesmo motivo que no trecho:

Alternativas
Q3386837 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se faz afirmação correta quanto às informações do texto.
Alternativas
Q3386836 Português

Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.



Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.



Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.



“Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.




“É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.



Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia no 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 



“Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”



(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado)

O que causou a maior admiração no músico Lucian Barz com relação a Billy foi
Alternativas
Q3386217 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Assinale a opção correta com a divisão silábica da palavra Guaratinguetá e a justificativa para o acento. 
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Q3386215 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Considere o trecho: “Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.” Identifique a opção que apresenta a afirmativa correta sobre as palavras em destaque. 
Alternativas
Q3386214 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Considere o trecho: “Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis.” Assinale a alternativa que apresenta corretamente o que se pode afirmar dos três elementos destacados. 
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Q3386213 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Considere o trecho: “Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia:...” Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa correta sobre a transitividade do verbo em destaque. 
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Q3386212 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Considere o seguinte trecho: “Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.” Identifique a opção que apresenta a afirmativa correta sobre os verbos em destaque.  
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Q3386211 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Observe as palavras destacadas do trecho do texto: “Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.” Identifique a opção que fornece palavras que sigam as mesmas regras de acentuação de Paraíba, histórica e identitário, respectivamente.
Alternativas
Q3386210 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Levando em consideração os elementos destacados no trecho do texto: “Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos.”, podemos considerar de acordo com as regras de posicionamento dos pronomes que: 
Alternativas
Q3386209 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


   Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

   Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

   Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Levando em consideração a palavra “arroz” contida no texto, há uma tendência no aparecimento de uma vogal de transição entre a vogal “o” e a consoante “z”, assim como nas palavras “luz” e “fez”. Indique a opção abaixo que representa tal fenômeno. 
Alternativas
Respostas
13061: C
13062: B
13063: E
13064: E
13065: C
13066: D
13067: E
13068: B
13069: C
13070: A
13071: B
13072: D
13073: E
13074: C
13075: D
13076: C
13077: A
13078: B
13079: A
13080: B