Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3440634 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

Assinale a alternativa em que a grafia da palavra está plenamente conforme as normas ortográficas do português contemporâneo, considerando a formação morfológica e a etimologia dos vocábulos empregados. 
Alternativas
Q3440633 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
Os enclaves de áudio "permitem" áudio personalizado em espaços públicos.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3440632 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Assinale a alternativa cuja forma verbal se encontra plenamente adequada à norma culta da língua portuguesa, respeitando as regras de concordância. 
Alternativas
Q3440631 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
[...] e as bibliotecas "permitiriam" que os alunos "estudassem" com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q3440630 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial. Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior.

Com base no trecho retirado do texto, assinale a alternativa que melhor explica a relação entre os períodos apresentados, considerando os mecanismos de coesão textual.
Alternativas
Q3440629 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3440628 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O som que faz curva e chega só ao seu ouvido no meio da multidão

E se você ouvisse música ou um podcast sem fones de ouvido e sem incomodar ninguém ao seu redor? Ou ter uma conversa particular em público sem que outras pessoas o ouçam?

Uma pesquisa recém-publicada pelos pesquisadores Jiaxin Zhong e Yun Jing da Universidade Estadual da Pensilvânia apresenta uma maneira de criar enclaves de áudio — bolsões localizados de som isolados do resto do ambiente. Em outras palavras, eles desenvolveram uma tecnologia que cria som exatamente onde ele precisa estar.

A capacidade de enviar um som que se torna audível apenas em um local específico pode transformar o entretenimento, a comunicação e as experiências de áudio espacial.

Segundo os pesquisadores, eles descobriram uma nova maneira de enviar o som para um ouvinte específico por meio de feixes de ultrassom autoflexionados e um conceito chamado acústica não linear.

"Em nosso trabalho, usamos o ultrassom como um transportador de som audível. Ele transporta o som pelo espaço silenciosamente, tornando-se audível somente quando desejado", explica Jiaxin Zhong.

Normalmente, as ondas sonoras se combinam linearmente, o que significa que elas se somam proporcionalmente em uma onda maior. Entretanto, quando as ondas sonoras são suficientemente intensas, elas interagem de forma não linear, gerando novas frequências que não estavam presentes antes. 

Os enclaves de áudio permitem áudio personalizado em espaços públicos. Por exemplo, os museus forneceriam diferentes guias de áudio aos visitantes sem fones de ouvido, e as bibliotecas permitiriam que os alunos estudassem com aulas em áudio sem incomodar os outros.

Em um carro, os passageiros ouvirão música sem distrair o motorista de prestar atenção nas instruções de navegação. Escritórios e ambientes militares também podem se beneficiar de zonas de fala localizadas para conversas confidenciais.

Os enclaves de áudio também se adaptam para cancelar o ruído em áreas designadas, criando zonas de silêncio para melhoria de concentração em locais de trabalho ou reduzir a poluição sonora nas cidades.

Isso não é algo que estará nas prateleiras das lojas em um futuro imediato, pois ainda há desafios para essa tecnologia. A distorção não linear afeta a qualidade do som e a eficiência energética é outro problema, haja visto que a conversão de ultrassom em som audível requer campos de alta intensidade que consomem muita energia para serem gerados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly851exe5yo.adaptado.
Apenas para seus ouvidos: técnica combina feixes de ultrassom que viajam pelo espaço inaudíveis para os ouvidos humanos e só se tornam audíveis após interagirem usando um conceito chamado acústica não linear, um som que só você pode ouvir.

Considerando os avanços tecnológicos descritos no texto e suas possíveis aplicações, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3440397 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
No último parágrafo, nos trechos “Ikeda lembra que as festas populares têm” e “práticas gregárias que ciclicamente comemoram”, a palavra “que” é classificada, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3440396 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
Em “as festas populares têm uma importância antropológica por serem ‘práticas gregárias’” (5º parágrafo), a preposição “por” traz o sentido de:
Alternativas
Q3440395 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
“o que se via era a explosão da natureza” (4º parágrafo)
Em relação à flexão verbal “via”, assinale a alternativa com verbo em destaque no mesmo tempo e modo.
Alternativas
Q3440394 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
“Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza” (4º parágrafo)
Independentemente da alteração de sentido, assinale a alternativa que, ao substituir o trecho em destaque, produz falha gramatical.
Alternativas
Q3440393 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
Analise as informações a seguir:

I- Em “Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil” (título), o pronome “que” tem como referência “origem”.

II- Em “Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados” (1º parágrafo), o pronome “onde” retoma “clima”.

III- Em “foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo” (1º parágrafo), o pronome em destaque tem como referência “origem”.

Assinale a alternativa com o item ou com os itens com informação correta. 
Alternativas
Q3440392 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
Assinale a alternativa em que se encontra a frase em que NÃO é possível a criação de voz passiva.
Alternativas
Q3440391 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

3

Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
Observe as afirmações a seguir:

I- Em “é contagiante a alegria” (1 º parágrafo), o termo sublinhado é o predicativo do sujeito.

II- Em “as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera... quanto o solstício de verão” (2 º parágrafo), a preposição “para” tem o sentido de finalidade.

III- Em “com um sotaque próprio” (2 º parágrafo), a palavra em destaque foi usada com sentido conotativo.

IV- As palavras “até” e “mês” são acentuadas pela mesma regra.

Quais são as corretas:
Alternativas
Q3440390 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

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É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

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Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

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Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

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O uso da expressão “explosão da natureza” (4º parágrafo) funciona no texto como uma:
Alternativas
Q3440389 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

1

É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

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Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

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Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

5
A associação entre os deuses antigos e os ciclos da natureza, conforme descrita por Ikeda, implica que:
Alternativas
Q3440388 Português
Festa Junina: a origem da celebração pagã que virou religiosa e 'caipira' no Brasil
(Edison Veiga)


Para um brasileiro, pode ser difícil entender como as estações do ano são capazes de influenciar o imaginário e a própria organização da sociedade. Mas em países de clima temperado ou frio, onde primavera, verão, outono e inverno são mais demarcados, é contagiante a alegria com que o verão é celebrado, depois de meses de dias curtos, temperaturas frequentemente negativas e poucas possibilidades de interação social.

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É por isso que, desde os tempos mais antigos, as primeiras civilizações europeias já tinham festas específicas para celebrar tanto a chegada da primavera — a volta da vida desabrochando — quanto o solstício de verão — o ápice do sol, o dia mais longo do ano. E, segundo pesquisadores, são esses dois tipos de celebração, depois abraçados pelo catolicismo, que explicam a origem das festas juninas, que no Brasil acabariam sendo reinventadas com um sotaque próprio.           2


"As origens são mesmo as antigas festas pagãs das antigas civilizações, ligadas aos ciclos da natureza, às estações do ano. Sociedades antigas faziam grandes festividades, com durações longas, até de um mês, sobretudo nos períodos de plantio e de colheita", contextualiza o pesquisador de culturas populares Alberto Tsuyoshi Ikeda.

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Se nessa época do ano o que se via era a explosão da natureza, a vida social espelhava isso. "Os grupos humanos realizavam grandes comemorações dedicadas à própria natureza, muitas vezes rendendo homenagens aos antigos deuses relacionados à natureza, à vida animal, à vida vegetal de um modo geral. Eram festas comunitárias com muita alegria, muita alimentação e reunião de pessoas em grande número: foi o que deu origem às festas juninas que a gente conhece no Brasil e em outras partes do mundo."

4

Ikeda lembra que as festas populares têm uma importância antropológica por serem "práticas gregárias que ciclicamente comemoram a própria constituição, a própria existência das comunidades enquanto coletividade, a reunião de grupos humanos que preservam uma história comum". (in: https://www.terra.com.br/, com adaptações)

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A inserção do pesquisador Alberto Tsuyoshi Ikeda no corpo do texto tem como efeito discursivo:
Alternativas
Q3440367 Português
Uma vida ao lado


       Fina, a parede. 
       E, além dela, a vida do vizinho. Irritante a princípio. Ruídos, pancadas, tosse, tudo interferindo, infiltrando-se. Depois, aos poucos, familiar.
      Sabia-lhe o banho, as refeições, as horas de repouso. A cada gesto, um som. E no som, recriado, o via mover-se em geometrias idênticas às suas. A sala, o quarto, o corredor.
      Cada vez mais ligava-se ao vizinho, absorvendo seus hábitos. Ouvia bater de louças e se apressava à cozinha, vinham vozes moduladas e ligava a televisão. À noite só conseguia dormir depois do baque dos sapatos do outro, o ranger da cama assinalando que se metera entre lençóis.
     Perdia-o, porém, quando saía porta afora. Passos, tinir de chaves, lá se ia o vizinho. Sem ele, vazios a sala e o quarto, a parede emudecia, separando silêncios.
      Voltava ao fim do dia, pontual. Passos, tinir de chaves. Ele então acendia a luz ao estalar do interruptor do outro, e juntos punham a casa em andamento.
    Tentava, às vezes, seguir-lhe as andanças. Espiava pelo olho mágico estudando a paciência com que esperava o elevador, postava-se à janela para ver que direção tomava, em que ônibus subia.
      E, justamente numa tarde em que espreitava, viu o outro atravessar em má hora a rua movimentada, hesitar, correr e ser atropelado por um furgão.
       Percebeu que precisava trabalhar rápido. Sem hesitar, arrancou as portas dos armários, as cortinas, pegou a caixa de ferramentas, e começou a serrar, lixar, bater, colar.
     Tudo estava pronto quando ouviu o caixão do outro chegar para o velório. Sobre a mesa da sala, na exata posição em que o do vizinho deveria estar, colocou seu próprio caixão. Depois abriu a porta de par em par e, vestido no terno azul-marinho, deitou-se cruzando as mãos sobre o peito.
      Ainda teve tempo de pensar que tinha esquecido de engraxar os sapatos. E já os primeiros visitantes começavam a chegar, entrando com a mesma tristeza nos dois apartamentos, para prantear defuntos tão iguais.



(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco. 1986.)
A intensificação trata-se do processo de reforçar ou aumentar a força ou grau de algo, seja uma ação, uma qualidade, uma emoção ou um conceito. Considerando que isso pode ser feito através de diversas estratégias linguísticas, assinale, a seguir, a transcrição textual que evidencia uma intensificação. 
Alternativas
Q3440366 Português
Uma vida ao lado


       Fina, a parede. 
       E, além dela, a vida do vizinho. Irritante a princípio. Ruídos, pancadas, tosse, tudo interferindo, infiltrando-se. Depois, aos poucos, familiar.
      Sabia-lhe o banho, as refeições, as horas de repouso. A cada gesto, um som. E no som, recriado, o via mover-se em geometrias idênticas às suas. A sala, o quarto, o corredor.
      Cada vez mais ligava-se ao vizinho, absorvendo seus hábitos. Ouvia bater de louças e se apressava à cozinha, vinham vozes moduladas e ligava a televisão. À noite só conseguia dormir depois do baque dos sapatos do outro, o ranger da cama assinalando que se metera entre lençóis.
     Perdia-o, porém, quando saía porta afora. Passos, tinir de chaves, lá se ia o vizinho. Sem ele, vazios a sala e o quarto, a parede emudecia, separando silêncios.
      Voltava ao fim do dia, pontual. Passos, tinir de chaves. Ele então acendia a luz ao estalar do interruptor do outro, e juntos punham a casa em andamento.
    Tentava, às vezes, seguir-lhe as andanças. Espiava pelo olho mágico estudando a paciência com que esperava o elevador, postava-se à janela para ver que direção tomava, em que ônibus subia.
      E, justamente numa tarde em que espreitava, viu o outro atravessar em má hora a rua movimentada, hesitar, correr e ser atropelado por um furgão.
       Percebeu que precisava trabalhar rápido. Sem hesitar, arrancou as portas dos armários, as cortinas, pegou a caixa de ferramentas, e começou a serrar, lixar, bater, colar.
     Tudo estava pronto quando ouviu o caixão do outro chegar para o velório. Sobre a mesa da sala, na exata posição em que o do vizinho deveria estar, colocou seu próprio caixão. Depois abriu a porta de par em par e, vestido no terno azul-marinho, deitou-se cruzando as mãos sobre o peito.
      Ainda teve tempo de pensar que tinha esquecido de engraxar os sapatos. E já os primeiros visitantes começavam a chegar, entrando com a mesma tristeza nos dois apartamentos, para prantear defuntos tão iguais.



(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco. 1986.)
Nos trechos a seguir, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO: 
Alternativas
Q3440365 Português
Uma vida ao lado


       Fina, a parede. 
       E, além dela, a vida do vizinho. Irritante a princípio. Ruídos, pancadas, tosse, tudo interferindo, infiltrando-se. Depois, aos poucos, familiar.
      Sabia-lhe o banho, as refeições, as horas de repouso. A cada gesto, um som. E no som, recriado, o via mover-se em geometrias idênticas às suas. A sala, o quarto, o corredor.
      Cada vez mais ligava-se ao vizinho, absorvendo seus hábitos. Ouvia bater de louças e se apressava à cozinha, vinham vozes moduladas e ligava a televisão. À noite só conseguia dormir depois do baque dos sapatos do outro, o ranger da cama assinalando que se metera entre lençóis.
     Perdia-o, porém, quando saía porta afora. Passos, tinir de chaves, lá se ia o vizinho. Sem ele, vazios a sala e o quarto, a parede emudecia, separando silêncios.
      Voltava ao fim do dia, pontual. Passos, tinir de chaves. Ele então acendia a luz ao estalar do interruptor do outro, e juntos punham a casa em andamento.
    Tentava, às vezes, seguir-lhe as andanças. Espiava pelo olho mágico estudando a paciência com que esperava o elevador, postava-se à janela para ver que direção tomava, em que ônibus subia.
      E, justamente numa tarde em que espreitava, viu o outro atravessar em má hora a rua movimentada, hesitar, correr e ser atropelado por um furgão.
       Percebeu que precisava trabalhar rápido. Sem hesitar, arrancou as portas dos armários, as cortinas, pegou a caixa de ferramentas, e começou a serrar, lixar, bater, colar.
     Tudo estava pronto quando ouviu o caixão do outro chegar para o velório. Sobre a mesa da sala, na exata posição em que o do vizinho deveria estar, colocou seu próprio caixão. Depois abriu a porta de par em par e, vestido no terno azul-marinho, deitou-se cruzando as mãos sobre o peito.
      Ainda teve tempo de pensar que tinha esquecido de engraxar os sapatos. E já os primeiros visitantes começavam a chegar, entrando com a mesma tristeza nos dois apartamentos, para prantear defuntos tão iguais.



(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco. 1986.)
São considerados elementos de retomada textual, que contribuem para a coesão textual, os destacados a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
12701: B
12702: A
12703: C
12704: D
12705: D
12706: D
12707: B
12708: A
12709: E
12710: A
12711: D
12712: E
12713: B
12714: C
12715: C
12716: D
12717: C
12718: B
12719: D
12720: B