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Ano: 2025 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB
Q3479521 Português

Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos serviam para formar adultos interessados em aprofundar o conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
 A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
 As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
 Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
 O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.

Cristovam Buarque. Universidade e democracia. In: Revista USP, São Paulo, n.º 78, p. 68-77, jun.-ago./2008 (com adaptações).

 Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.  
Ao qualificar o saber como “livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos” (final do segundo parágrafo), o autor alude, indiretamente, ao que não era encontrado nos conventos. 
Alternativas
Q3477506 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“[...] mas adaptável às características de seus falantes.”
Em analogia ao uso correto da crase na passagem anterior, assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase também se grafa conforme às regras da norma-padrão. 
Alternativas
Q3477505 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Em se tratando da função desempenhada pelas conjunções destacadas na passagem que segue, bem como no conjunto textual em que se inserem, assinale a alternativa correta.
Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.”
Alternativas
Q3477504 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
O excerto ressaltado entre aspas a seguir lê-se século dezesseis. Da mesma forma, em respeito à norma-padrão, lê-se corretamente o numeral destacado em
“Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações quando chegou em território brasileiro.”
Alternativas
Q3477503 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
A partir do processo de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, é correto o que se afirma, sobre as palavras enumeradas a seguir, na alternativa:
“O português faz parte da família de línguas¹ que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica²). Vinda de Portugal no século³ 16, a língua portuguesa sofreu alterações quando chegou em território brasileiro.” 
Alternativas
Q3477502 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Algumas classes de palavras assumem funções de elementos conectores. Assim sendo, os vocábulos realçados a seguir desempenham função conectiva de

I. “[...] demonstram que a língua não é estática [...]”
II. “O português faz parte da família de línguas que se originou do latim.” 
Alternativas
Q3477501 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais [...]”
A partir da estrutura oracional do trecho anterior, é verdadeiro o que se descreve no item
Alternativas
Q3477500 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Atente-se à regência do verbo demarcado a seguir, de modo a assinalar o item correto.
“[...] discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças.” 
Alternativas
Q3477499 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua.” O vocábulo mesmo, no contexto discursivo em análise, tem função de 
Alternativas
Q3477498 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
Acerca das vírgulas que delimitam o período em evidência, aponte a alternativa correta.
“Vinda de Portugal no século 16, [1] a língua portuguesa sofreu alterações, [2] quando chegou em território brasileiro.” 
Alternativas
Q3477497 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
“No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos [...]” Assim como em europeias, o acento gráfico caiu em desuso no termo destacado em 
Alternativas
Q3475580 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação à organização geral do texto, NÃO é correto afirmar que 
Alternativas
Q3475579 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta, ainda que com mudanças de sentido, para o excerto “A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão [...]”. 
Alternativas
Q3475578 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação aos termos destacados em “[...] trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho [...]”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3475577 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que fornece entre parênteses um sinônimo para o termo destacado. 
Alternativas
Q3475576 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Considere o excerto “Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado.” e assinale a alternativa em que a reescrita apresentada modifica substancialmente o sentido veiculado pela expressão destacada.  
Alternativas
Q3475575 Português
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Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente a formação e/ou grafia de algumas palavras presentes no texto. 
Alternativas
Q3475574 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente as palavras destacadas em “A ciência mostra benefícios claros dessa restrição [...]” e “Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual [...]”.
Alternativas
Q3475573 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

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saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que  
Alternativas
Q3475572 Português
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saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

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    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Em relação ao termo “isso”, presente no primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
12421: C
12422: B
12423: E
12424: A
12425: C
12426: D
12427: B
12428: E
12429: C
12430: D
12431: A
12432: C
12433: A
12434: A
12435: B
12436: E
12437: A
12438: D
12439: B
12440: C