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Q3491848 Português
A menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão


    Curitiba, essa cidade que a gente ama (apesar de às vezes reclamarmos do frio e da chuva), é cheia de particularidades. E entre os parques, os museus e as capivaras, existe uma joia peculiar que muita gente nem sabe que é avenida: a Luiz Xavier. Prepare-se para conhecer a história, as fofocas e os detalhes dessa que é carinhosamente conhecida como a menor avenida do mundo!

    Localizada no coração do Centro de Curitiba, a avenida Luiz Xavier é tão pequenina que mais parece um calçadão, ou quem sabe, um pedacinho de rua que se perdeu. Com seus modestos 50 metros de extensão, ela liga a Rua XV de Novembro (o calçadão mais famoso da cidade) à Rua Ébano Pereira. É tão curtinha que, se você piscar, pode passar direto e nem perceber que andou por uma avenida! Mas não se engane: o tamanho não diminui sua importância e seu charme histórico.

    A história da Luiz Xavier é quase um conto de fadas urbano. Antes de virar a avenida que conhecemos, esse trecho era uma espécie de viela, um atalho para os curitibanos que queriam cortar caminho entre as ruas principais. Imagine só: uma Curitiba do século passado, com carroças, bondes e gente apressada, e no meio de tudo isso, uma passagem secreta. Pois é, a Luiz Xavier era assim.

    Em 1928, um projeto visionário (e talvez um pouco ambicioso para o tamanho do local) transformou essa viela em uma avenida. A ideia era criar um acesso mais direto e elegante, mas o espaço físico era o que era. E assim nasceu a avenida Luiz Xavier, com a peculiaridade de ser incrivelmente curta.

    O nome é uma homenagem a Luiz de Freitas Xavier, um importante jornalista e político paranaense. Luiz Xavier foi figura atuante na imprensa curitibana e teve grande relevância política no estado, sendo deputado estadual e federal. Dar o nome de uma avenida, mesmo que pequena, era uma forma de reconhecimento. A escolha do nome para uma avenida tão singular rende boas risadas e debates entre os curitibanos: seria uma homenagem proporcional ao espaço ou um gesto de carinho por sua importância, independentemente do tamanho?


Fonte: Menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja incorreta: 
Alternativas
Q3491847 Português
A menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão


    Curitiba, essa cidade que a gente ama (apesar de às vezes reclamarmos do frio e da chuva), é cheia de particularidades. E entre os parques, os museus e as capivaras, existe uma joia peculiar que muita gente nem sabe que é avenida: a Luiz Xavier. Prepare-se para conhecer a história, as fofocas e os detalhes dessa que é carinhosamente conhecida como a menor avenida do mundo!

    Localizada no coração do Centro de Curitiba, a avenida Luiz Xavier é tão pequenina que mais parece um calçadão, ou quem sabe, um pedacinho de rua que se perdeu. Com seus modestos 50 metros de extensão, ela liga a Rua XV de Novembro (o calçadão mais famoso da cidade) à Rua Ébano Pereira. É tão curtinha que, se você piscar, pode passar direto e nem perceber que andou por uma avenida! Mas não se engane: o tamanho não diminui sua importância e seu charme histórico.

    A história da Luiz Xavier é quase um conto de fadas urbano. Antes de virar a avenida que conhecemos, esse trecho era uma espécie de viela, um atalho para os curitibanos que queriam cortar caminho entre as ruas principais. Imagine só: uma Curitiba do século passado, com carroças, bondes e gente apressada, e no meio de tudo isso, uma passagem secreta. Pois é, a Luiz Xavier era assim.

    Em 1928, um projeto visionário (e talvez um pouco ambicioso para o tamanho do local) transformou essa viela em uma avenida. A ideia era criar um acesso mais direto e elegante, mas o espaço físico era o que era. E assim nasceu a avenida Luiz Xavier, com a peculiaridade de ser incrivelmente curta.

    O nome é uma homenagem a Luiz de Freitas Xavier, um importante jornalista e político paranaense. Luiz Xavier foi figura atuante na imprensa curitibana e teve grande relevância política no estado, sendo deputado estadual e federal. Dar o nome de uma avenida, mesmo que pequena, era uma forma de reconhecimento. A escolha do nome para uma avenida tão singular rende boas risadas e debates entre os curitibanos: seria uma homenagem proporcional ao espaço ou um gesto de carinho por sua importância, independentemente do tamanho?


Fonte: Menor avenida do mundo fica em Curitiba; veja qual é sua extensão
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Mas não se engane: o tamanho não diminui sua importância e seu charme histórico.
Alternativas
Q3490943 Português
Em um texto, é fundamental que o conteúdo seja claro e objetivo, permitindo que o leitor compreenda o que está sendo transmitido. Tendo isso como referência, analise o enunciado retirado  uma manchete de jornal:
"Madrinha aparece no casamento da irmã fantasiada de tiranossauro nos EUA."
A compreensão do texto foi prejudicada devido ao emprego:
Alternativas
Q3489881 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



As duas charges abordam questões relacionadas à mobilidade urbana e ao comportamento da população no trânsito, utilizando o humor para criticar atitudes irresponsáveis e a má utilização de políticas públicas. Ambas as charges, portanto, apontam para a necessidade de consciência e de responsabilidade no trânsito, tanto no uso de veículos motorizados quanto na valorização de meios de transporte mais sustentáveis, como a bicicleta.

A primeira charge mostra um diálogo entre um motorista alcoolizado e um policial. Analise a seguinte reescrita da fala do policial:
“Sim, na gasolina e não no sangue."

A alternativa em que a reescrita apresenta erro de concordância verbal ou nominal é:
Alternativas
Q3489880 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos... É tanta coisa ao redor que fica quase impossível vencer a procrastinação, uma atitude comum e totalmente humana. Difícil é encontrar uma única pessoa que não tenha adiado a realização de alguma tarefa pelo menos uma vez na vida. Mas uma pesquisadora está tentando ajudar quem sofre disso, principalmente as pessoas que têm vários problemas no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal e familiar por causa disso.

  Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cujas vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian.

"Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. "Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva".

  Sirois afirma: "Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?"


Adaptado de De VivaBem, em São Paulo 07/08/2022 16h10
Na frase "Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa..." (parágrafo 2, linha 2), a palavra em destaque é um verbo no:
Alternativas
Q3489879 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos... É tanta coisa ao redor que fica quase impossível vencer a procrastinação, uma atitude comum e totalmente humana. Difícil é encontrar uma única pessoa que não tenha adiado a realização de alguma tarefa pelo menos uma vez na vida. Mas uma pesquisadora está tentando ajudar quem sofre disso, principalmente as pessoas que têm vários problemas no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal e familiar por causa disso.

  Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cujas vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian.

"Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. "Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva".

  Sirois afirma: "Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?"


Adaptado de De VivaBem, em São Paulo 07/08/2022 16h10
No trecho "É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos..." (parágrafo 1, linha 1), a palavra em destaque está no:
Alternativas
Q3489878 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Perdendo a cabeça olhando memes? O dicionário tem uma palavra para isso.

Por Yasmin Rufo

BBC Notícias, 2 de dezembro de 2024
Adaptado


   Você passa horas rolando o Instagram e o TikTok sem pensar? Se sim, você pode estar sofrendo de podridão cerebral, que a Oxford University Press elegeu como a frase ou palavra do ano. É um termo que expressa preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo online de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. A frequência de uso aumentou 230% entre 2023 e 2024.

  O psicólogo e professor da Universidade de Oxford Andrew Przybylski diz que a popularidade da palavra é um "sintoma do tempo em que vivemos". Brain rot superou outras cinco frases ou palavras na lista da editora do dicionário, incluindo demure, Romantasy e dynamic pricing. A podridão cerebral é definida como a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material considerado trivial ou pouco desafiador. O primeiro uso registrado de podridão cerebral data de muito antes da criação da internet: foi escrito em 1854 por Henry David Thoreau em seu livro Walden.

  Ele critica a tendência da sociedade de desvalorizar ideias complexas e como isso é parte de um declínio geral no esforço mental e intelectual. Isso o leva a perguntar: "Enquanto a Inglaterra se esforça para curar a podridão da batata, ninguém se esforçará para curar a podridão cerebral, que prevalece de forma muito mais ampla e fatal?"

  A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa, mas agora está sendo usada no mainstream como uma forma de descrever conteúdo de baixa qualidade e baixo valor encontrado nas mídias sociais.

  O professor Przybylski diz que "não há evidências de que a podridão cerebral realmente exista". "Em vez disso, ela descreve nossa insatisfação com o mundo online e é uma palavra que podemos usar para agrupar nossas ansiedades em relação às mídias sociais." Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, diz que, ao olhar para a Palavra do Ano de Oxford nas últimas duas décadas, "é possível ver a crescente preocupação da sociedade com a forma como nossas vidas virtuais estão evoluindo, a forma como a cultura da internet está permeando muito de quem somos e do que falamos".

  NOTA: "Demure" significa comportar-se de forma reservada e discreta, geralmente em relação ao estilo de roupa ou comportamento. "Romantasy" é um gênero literário que mistura romance e fantasia. "Dynamic pricing" é o ajuste de preços de produtos ou serviços de acordo com a demanda do mercado.
A expressão "podridão cerebral" (parágrafo 1, linha 2), de acordo com o texto, consiste em um(a):
Alternativas
Q3489877 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Perdendo a cabeça olhando memes? O dicionário tem uma palavra para isso.

Por Yasmin Rufo

BBC Notícias, 2 de dezembro de 2024
Adaptado


   Você passa horas rolando o Instagram e o TikTok sem pensar? Se sim, você pode estar sofrendo de podridão cerebral, que a Oxford University Press elegeu como a frase ou palavra do ano. É um termo que expressa preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo online de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. A frequência de uso aumentou 230% entre 2023 e 2024.

  O psicólogo e professor da Universidade de Oxford Andrew Przybylski diz que a popularidade da palavra é um "sintoma do tempo em que vivemos". Brain rot superou outras cinco frases ou palavras na lista da editora do dicionário, incluindo demure, Romantasy e dynamic pricing. A podridão cerebral é definida como a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material considerado trivial ou pouco desafiador. O primeiro uso registrado de podridão cerebral data de muito antes da criação da internet: foi escrito em 1854 por Henry David Thoreau em seu livro Walden.

  Ele critica a tendência da sociedade de desvalorizar ideias complexas e como isso é parte de um declínio geral no esforço mental e intelectual. Isso o leva a perguntar: "Enquanto a Inglaterra se esforça para curar a podridão da batata, ninguém se esforçará para curar a podridão cerebral, que prevalece de forma muito mais ampla e fatal?"

  A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa, mas agora está sendo usada no mainstream como uma forma de descrever conteúdo de baixa qualidade e baixo valor encontrado nas mídias sociais.

  O professor Przybylski diz que "não há evidências de que a podridão cerebral realmente exista". "Em vez disso, ela descreve nossa insatisfação com o mundo online e é uma palavra que podemos usar para agrupar nossas ansiedades em relação às mídias sociais." Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, diz que, ao olhar para a Palavra do Ano de Oxford nas últimas duas décadas, "é possível ver a crescente preocupação da sociedade com a forma como nossas vidas virtuais estão evoluindo, a forma como a cultura da internet está permeando muito de quem somos e do que falamos".

  NOTA: "Demure" significa comportar-se de forma reservada e discreta, geralmente em relação ao estilo de roupa ou comportamento. "Romantasy" é um gênero literário que mistura romance e fantasia. "Dynamic pricing" é o ajuste de preços de produtos ou serviços de acordo com a demanda do mercado.
No trecho "A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa" (parágrafo 4, linha 1), a palavra em destaque funciona como um:
Alternativas
Q3489861 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No trecho “Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade” (5º parágrafo), o emprego da forma verbal em destaque sugere que a autora: 
Alternativas
Q3489860 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de: 
Alternativas
Q3489859 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de: 
Alternativas
Q3489858 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
O emprego das aspas na expressão “todo mundo tem”, no primeiro parágrafo, assume o papel de:
Alternativas
Q3489857 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
A estratégia argumentativa predominante no desenvolvimento do artigo é a enumeração de: 
Alternativas
Q3489175 Português

eia o texto a seguir para responder à questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133872/T01.png


Fonte: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/

Na fala “É muito estranho...”, no primeiro quadrinho, o termo “estranho” NÃO pode ser substituído corretamente por qual das palavras a seguir?
Alternativas
Q3489174 Português

eia o texto a seguir para responder à questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133872/T01.png


Fonte: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/

No último quadrinho, na frase “Isso sempre me preocupa”, o termo destacado está modificando o sentido do verbo “preocupar” e é classificado gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3489173 Português

eia o texto a seguir para responder à questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133872/T01.png


Fonte: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/

Na frase “Às vezes a gente fica deitado na cama à noite e não tem uma única coisa com que se preocupar”, a regência do verbo pronominal “preocupar-se” é a preposição “com”. Assinale a alternativa em que há um verbo cuja regência verbal também admite a preposição “com”: 
Alternativas
Q3489172 Português

eia o texto a seguir para responder à questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133872/T01.png


Fonte: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/

Na tirinha acima, a fala do personagem demonstra que:
Alternativas
Q3488721 Português
Qual das alternativas a seguir apresenta apenas pronomes indefinidos?
Alternativas
Q3488720 Português

Leia o trecho a seguir:


"Maria gosta de ler. Ela é uma boa aluna."


Com base no uso da palavra "Ela", assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3488719 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal e a concordância nominal estão plenamente corretas:
Alternativas
Respostas
12361: C
12362: B
12363: E
12364: A
12365: B
12366: D
12367: D
12368: C
12369: A
12370: B
12371: A
12372: C
12373: A
12374: A
12375: E
12376: B
12377: C
12378: C
12379: D
12380: D