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Q3531694 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
No trecho “Para complicar, as emoções são reações...”, a locução “Para complicar” tem como principal efeito de sentido a 
Alternativas
Q3531693 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
A coerência interna do texto está ancorada na seguinte perspectiva:
Alternativas
Q3531692 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
O título “Ambiência”, no contexto do texto, refere-se principalmente:
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Q3531337 Português
Texto para a questão


     No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever.


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
No trecho “Onde guardar a dança da mão direita do escritor...”, o seu efeito expressivo resulta de
Alternativas
Q3527801 Português
A palavra “quilos” NÃO apresenta:
Alternativas
Q3527800 Português

Na imagem abaixo, a palavra “emissário” poderia ser substituída, sem alteração do sentido, por:




Q6.png (280×225)

Alternativas
Q3527799 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado está CORRETAMENTE flexionado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Alternativas
Q3527797 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

Considerando a quantidade de sílabas das palavras retiradas do texto, analisar os itens.

I. “Gastrointestinais” possui seis sílabas.
II. “Orais” possui três sílabas.
III. “Adolescentes” possui cinco sílabas.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3527796 Português
O cigarro eletrônico e os jovens 

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias. 

    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.

    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”. 

    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.

No texto, a palavra “adolescentes” está corretamente grafada com “sc”. Em relação à ortografia das palavras abaixo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Nescessário.
( ) Crecer.
( ) Incerto.
( ) Ascensão.
Alternativas
Q3524046 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas a seguir, em seguida assinale se estão corretas (C) ou erradas (E):




I. Na frase “profissionais da saúde mental”, o substantivo “profissionais” é um substantivo biforme, pois varia em gênero para indicar homem ou mulher.



II. Na expressão “ambientes de trabalho mais saudáveis”, o termo “mais saudáveis” é um advérbio que modifica o verbo “promovam”.



III. Na frase “esgotamento físico e emocional”, os termos “físico” e “emocional” são adjetivos que qualificam o substantivo “esgotamento”.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524045 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Considerando a progressão textual do texto, qual alternativa melhor explica como o autor organiza as ideias para desenvolver o tema? 
Alternativas
Q3524043 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No texto, a palavra “burnout” aparece em itálico. Qual é a principal razão para esse uso?
Alternativas
Q3524042 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo com base nos verbos:



I. O verbo promove, presente no trecho “o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar”, é rizotônico, pois a tonicidade recai sobre o radical;


II. O verbo precisa, no trecho “quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde”, é arrizotônico, já que a sílaba tônica recai fora do radical;


III. O verbo cresce, no trecho “cresce a urgência por estratégias”, é um exemplo de verbo arrizotônico, pois a tonicidade recai na desinência.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524041 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Leia as afirmativas a seguir sobre o uso de pontuações, em seguida marque V para verdadeiro ou F para falso.



( ) No trecho: “Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde”, os dois-pontos são utilizados no texto para introduzir uma explicação ou esclarecimento, como em listas ou definições;


( ) No trecho: “A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação”, o travessão é usado no texto para substituir a vírgula em enumerações e não possui função expressiva;


( ) No trecho: “entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade”, a vírgula aparece no texto para isolar expressões explicativas.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q3524040 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Analise as afirmativas abaixo sobre a acentuação gráfica de palavras presentes no texto:



I. A palavra saúde é acentuada por conter um hiato;


II. A palavra síndrome é acentuada porque é uma paroxítona terminada em -e.


III. A palavra saudáveis é acentuada por ser uma paroxítona.




Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3524039 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

No trecho “Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis...”, o conectivo destacado tem a função de
Alternativas
Q3524038 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual dos recursos a seguir representa um argumento utilizado pelo autor para sustentar a gravidade do burnout no ambiente de trabalho? 
Alternativas
Q3524037 Português

Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho



    O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.


    Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.


    Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.


    Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  

  

    Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.  



(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)

Qual é a ideia principal do texto?
Alternativas
Q3523900 Português
Diferentemente de mídias anteriores, os novos (hiper) textos e (multi)letramentos têm uma determinada característica que se deve à sua própria constituição e ao seu funcionamento.
Trata-se da
Alternativas
Q3523889 Português
Analise a seguinte sequência de atividades, adaptada de Lerner (2001), para responder à questão.


1. Seleção de poemas: A professora lê diversos poemas, incluindo sugestões das crianças e da bibliotecária, todos aprovados pela qualidade literária. As crianças escolhem os poemas que gostariam de gravar, compartilhando impressões e discutindo os autores.

2. Organização da tarefa: A professora forma duplas, que releem os poemas escolhidos, discutem como interpretá-los e definem quem gravará qual poema. Estudam os textos em casa.

3. Audição de gravações: As crianças ouvem gravações de poetas ou declamadores para se inspirarem.

4. Gravação e ensaio: Cada dupla grava os poemas, escuta as gravações, faz ajustes e regrava se necessário. Experimentam com outros poemas.

5. Audição: Todas as crianças escutam as gravações e trocam sugestões.

6. Gravação (segundo ensaio): As duplas regravam os poemas, ajustando conforme as sugestões dos ouvintes, repetindo até a gravação ficar satisfatória.

7. Gravação final: As duplas fazem ajustes finais, com correções da professora e das crianças, até o produto ser aprovado.

8. Audição final: Todos ouvem a gravação compilada pela professora.


(Lerner, 2001. Adaptado)
Essa sequência de atividades trabalha com textos de um mesmo gênero, o que, para Lerner (2001),
Alternativas
Respostas
11941: D
11942: C
11943: E
11944: B
11945: D
11946: B
11947: D
11948: C
11949: A
11950: D
11951: D
11952: D
11953: A
11954: A
11955: D
11956: D
11957: C
11958: D
11959: B
11960: E