Foram encontradas 97.393 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3536750 Português

    Em um mundo onde o clima está cada vez mais quente e instável, os agricultores enfrentam dificuldades para manter suas plantações frescas. Uma startup fundada no deserto da Arábia Saudita acredita ter uma solução.

    Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz. Isso é possível graças a uma nanotecnologia incorporada a lâminas de polímero plástico, que bloqueia a radiação solar infravermelha próxima. Ao diminuir o calor dentro das estufas, a empresa afirma que as plantações podem ser cultivadas com até 30% menos água e com menor necessidade de resfriamento mecânico.

    Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    O design premiado foi rapidamente comercializado e agora já conta com compradores em 15 países por meio da Iyris (anteriormente RedSea), uma empresa derivada das pesquisas realizadas na KAUST.

    Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris, à CNN. Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.



Fonte: CNN. Adaptado.

No trecho "Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.", a palavra sublinhada pode ser substituída, sem mudar o sentido, por:
Alternativas
Q3536749 Português

    Em um mundo onde o clima está cada vez mais quente e instável, os agricultores enfrentam dificuldades para manter suas plantações frescas. Uma startup fundada no deserto da Arábia Saudita acredita ter uma solução.

    Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz. Isso é possível graças a uma nanotecnologia incorporada a lâminas de polímero plástico, que bloqueia a radiação solar infravermelha próxima. Ao diminuir o calor dentro das estufas, a empresa afirma que as plantações podem ser cultivadas com até 30% menos água e com menor necessidade de resfriamento mecânico.

    Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    O design premiado foi rapidamente comercializado e agora já conta com compradores em 15 países por meio da Iyris (anteriormente RedSea), uma empresa derivada das pesquisas realizadas na KAUST.

    Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris, à CNN. Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.



Fonte: CNN. Adaptado.

No trecho "Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).", a vírgula após “SecondSky” tem a função de: 
Alternativas
Q3536748 Português

    Em um mundo onde o clima está cada vez mais quente e instável, os agricultores enfrentam dificuldades para manter suas plantações frescas. Uma startup fundada no deserto da Arábia Saudita acredita ter uma solução.

    Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz. Isso é possível graças a uma nanotecnologia incorporada a lâminas de polímero plástico, que bloqueia a radiação solar infravermelha próxima. Ao diminuir o calor dentro das estufas, a empresa afirma que as plantações podem ser cultivadas com até 30% menos água e com menor necessidade de resfriamento mecânico.

    Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    O design premiado foi rapidamente comercializado e agora já conta com compradores em 15 países por meio da Iyris (anteriormente RedSea), uma empresa derivada das pesquisas realizadas na KAUST.

    Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris, à CNN. Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.



Fonte: CNN. Adaptado.

Segundo o texto, quais foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia SecondSky?
Alternativas
Q3536747 Português

    Em um mundo onde o clima está cada vez mais quente e instável, os agricultores enfrentam dificuldades para manter suas plantações frescas. Uma startup fundada no deserto da Arábia Saudita acredita ter uma solução.

    Sua tecnologia reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz. Isso é possível graças a uma nanotecnologia incorporada a lâminas de polímero plástico, que bloqueia a radiação solar infravermelha próxima. Ao diminuir o calor dentro das estufas, a empresa afirma que as plantações podem ser cultivadas com até 30% menos água e com menor necessidade de resfriamento mecânico.

    Chamada SecondSky, a tecnologia foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    O design premiado foi rapidamente comercializado e agora já conta com compradores em 15 países por meio da Iyris (anteriormente RedSea), uma empresa derivada das pesquisas realizadas na KAUST.

    Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos foram alguns dos primeiros países a adotar a tecnologia, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris, à CNN. Essas nações, quentes, secas e com poucos recursos naturais, buscam reduzir sua dependência de importações de alimentos frescos.



Fonte: CNN. Adaptado.

A principal inovação apresentada no texto é um: 
Alternativas
Q3536636 Português
Considerando as regras de concordância verbal da norma culta, analise o período a seguir:

"Após a análise dos dados, verificou-se que havia inconsistências nos registros médicos, e que nem a equipe administrativa nem o diretor do hospital responsabilizou-se pelas falhas, embora 75% dos gestores reconheceram a necessidade de auditoria imediata."

Assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3536634 Português
Leia com atenção as afirmativas a seguir:

I. O laboratório, que fica no terceiro andar, será reformado no próximo semestre.
II. Você será promovido se mantiver o desempenho atual.
III. É imprescindível que os estudantes revisem toda a matéria antes da prova.
IV. Como não havia luz no bairro, a reunião foi cancelada.
V. Precisamos analisar apenas os documentos que apresentam assinatura digital.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma oração subordinada adverbial? 
Alternativas
Q3536633 Português
Considerando as normas de regência nominal da língua culta, analise o trecho a seguir:

"O paciente demonstrou estar convicto de suas conclusões, embora não tivesse certeza do diagnóstico. Revelou medo que a medicação falhasse, além de se mostrar obediente a todas as orientações, mas pouco disposto a novas intervenções."

Assinale a alternativa que indique onde está o erro de regência nominal do trecho lido, respeitando a relação entre os termos sublinhados e suas respectivas preposições:
Alternativas
Q3536631 Português
Considerando as regras de emprego da crase na norma culta, analise o trecho a seguir:

"A diretora compareceu (I.) à reunião (II.) às 14h30 e referiu-se (III.) à nova política de sustentabilidade, alinhada (IV.) às diretrizes internacionais. Ressaltou que, (V.) à medida que implementamos mudanças, devemos responder (VI.) às demandas ambientais e evitar ficar (VII.) à mercê de crises."

Assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3536629 Português
Por que os pelos de seu corpo se arrepiam quando está frio?


No inverno ou em locais naturalmente, mais frios, o corpo responde às sensações térmicas que a baixa temperatura proporciona. Quando uma pessoa sente frio, a pele muda de lisa para áspera e os pelos se arrepiam. O termo médico para esse arrepio é cutis anserina, embora também seja conhecido como piloereção ou reflexo pilomotor, como explica um artigo da Harvard Medical School (HMS).

Os arrepios de frio ocorrem quando pequenos músculos nos folículos capilares da nossa pele puxam o cabelo para cima, explica o National Institutes of Health (NIH), a agência de pesquisa médica dos Estados Unidos.

De acordo com o artigo da HMS, os arrepios são uma reação involuntária. Especificamente, são os nervos do sistema nervoso simpático (aqueles que controlam a resposta de luta ou fuga) que controlam esses músculos da pele.

Os arrepios de frio ajudam a conservar o calor quando o corpo é exposto ao frio. Isso ocorre porque a contração dos músculos da pele (chamados arrectores pilorum) gera calor. Por sua vez, os folículos pilosos elevados fazem com que os poros da pele se fechem. Além disso, os pelos elevados prendem uma camada de ar perto da pele, retendo o calor do corpo.

No entanto, esclarece a HMS, esses fatores podem ser mais importantes para animais com peles grossas do que para os seres humanos. De fato, não está claro até que ponto os arrepios são importantes nos seres humanos.

Mas isso não é tudo. Uma pesquisa publicada em 2020 na revista Cell concluiu que existe uma ligação entre os arrepios e a regeneração do cabelo e dos folículos capilares. Aparentemente, explica a HMS, os nervos conectados aos pequenos músculos da pele também se conectam às células-tronco dos folículos pilosos, que são responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Em resposta ao frio, o nervo comanda a contração dos pequenos músculos da pele (causando arrepios) e, ao mesmo tempo, o mesmo nervo ativa as células-tronco do folículo para o crescimento de novos cabelos.

De acordo com o NIH, essa descoberta pode ter implicações na reversão da queda de cabelo e na compreensão da cicatrização de feridas na pele.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/07/por-que-os-p elos-de-seu-corpo-se-arrepiam-quando-esta-frio 

Pode-se inferir do texto que a pesquisa de 2020 apontou uma relação entre arrepios e:
Alternativas
Q3536513 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada.
Alternativas
Q3536512 Português
Assinale a alternativa em que o verbo está corretamente flexionado no plural:
Alternativas
Q3536479 Português
Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa acentuada de maneira incorreta.
Alternativas
Q3536477 Português
Assinale a alternativa em que todos os verbos sofrem alteração no radical ao serem flexionados:
Alternativas
Q3536124 Português
Leia as afirmativas a seguir, analisando o emprego dos sinais de pontuação de acordo com a norma culta:

I. "O gerente solicitou: relatórios atualizados; planilhas detalhadas e cronogramas revisados; entretanto, a equipe — sobrecarregada — não concluiu as tarefas a tempo."

II. "Embora o projeto fosse complexo (exigindo conhecimentos técnicos avançados), os estagiários demonstraram competência; surpreendendo os coordenadores."

III. "Os componentes necessários são: parafusos, porcas, arruelas e buchas; pois a montagem exige precisão."

IV. "O técnico questionou: — A instalação foi finalizada? — e, ao receber a confirmação, registrou o termo de entrega."

V. "A máquina apresentou falhas críticas... superaquecimento, vazamentos e desgaste prematuro; portanto, será substituída."

Em quais afirmativas todas as ocorrências de pontuação estão corretas? 
Alternativas
Q3536084 Português
Leia atentamente a seguinte sentença:

"Faz tempo que se procuram soluções para o problema, mas poucas pessoas se dispõem a colaborar voluntariamente."

Assinale a alternativa que indica corretamente os tipos de sujeito da primeira e da segunda orações, respectivamente:
Alternativas
Q3536079 Português
Por que os pelos de seu corpo se arrepiam quando está frio?


No inverno ou em locais naturalmente, mais frios, o corpo responde às sensações térmicas que a baixa temperatura proporciona. Quando uma pessoa sente frio, a pele muda de lisa para áspera e os pelos se arrepiam. O termo médico para esse arrepio é cutis anserina, embora também seja conhecido como piloereção ou reflexo pilomotor, como explica um artigo da Harvard Medical School (HMS).

Os arrepios de frio ocorrem quando pequenos músculos nos folículos capilares da nossa pele puxam o cabelo para cima, explica o National Institutes of Health (NIH), a agência de pesquisa médica dos Estados Unidos.

De acordo com o artigo da HMS, os arrepios são uma reação involuntária. Especificamente, são os nervos do sistema nervoso simpático (aqueles que controlam a resposta de luta ou fuga) que controlam esses músculos da pele.

Os arrepios de frio ajudam a conservar o calor quando o corpo é exposto ao frio. Isso ocorre porque a contração dos músculos da pele (chamados arrectores pilorum) gera calor. Por sua vez, os folículos pilosos elevados fazem com que os poros da pele se fechem. Além disso, os pelos elevados prendem uma camada de ar perto da pele, retendo o calor do corpo.

No entanto, esclarece a HMS, esses fatores podem ser mais importantes para animais com peles grossas do que para os seres humanos. De fato, não está claro até que ponto os arrepios são importantes nos seres humanos.

Mas isso não é tudo. Uma pesquisa publicada em 2020 na revista Cell concluiu que existe uma ligação entre os arrepios e a regeneração do cabelo e dos folículos capilares. Aparentemente, explica a HMS, os nervos conectados aos pequenos músculos da pele também se conectam às células-tronco dos folículos pilosos, que são responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Em resposta ao frio, o nervo comanda a contração dos pequenos músculos da pele (causando arrepios) e, ao mesmo tempo, o mesmo nervo ativa as células-tronco do folículo para o crescimento de novos cabelos.

De acordo com o NIH, essa descoberta pode ter implicações na reversão da queda de cabelo e na compreensão da cicatrização de feridas na pele.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/07/por-que-os-p elos-de-seu-corpo-se-arrepiam-quando-esta-frio 
Pode-se interpretar do texto que os arrepios ajudam a conservar calor corporal porque: 
Alternativas
Q3535852 Português
        O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender‑se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

        A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

        Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá‑lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

        No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula‑se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet:<www.redalyc.org>  (com adaptações).
No último parágrafo do texto, a expressão popular “ano de mangas, ano de febre amarela”, empregada no Rio de Janeiro, no início do século XX, indicava 
Alternativas
Respostas
11861: A
11862: A
11863: D
11864: B
11865: B
11866: C
11867: C
11868: C
11869: A
11870: D
11871: D
11872: B
11873: B
11874: C
11875: C
11876: C
11877: D
11878: C
11879: A
11880: A