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Q3601740 Português
O cajueiro
    
    O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu. Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo.
    Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá- -manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
    No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
    A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
    Foi agora, em fins de setembro. Estava carregado de flores.

(BRAGA, Rubem. Melhores Contos. Seleção de Davi Arrigucci Jr. Global Editora – 11ª edição, 2001.)
Considerando as ideias do texto, o título “O cajueiro” se justifica, pois: 
Alternativas
Q3601739 Português
O cajueiro
    
    O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu. Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo.
    Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá- -manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
    No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
    A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
    Foi agora, em fins de setembro. Estava carregado de flores.

(BRAGA, Rubem. Melhores Contos. Seleção de Davi Arrigucci Jr. Global Editora – 11ª edição, 2001.)
De acordo com o texto, as expressões destacadas mantêm o mesmo valor semântico se substituídas pelas palavras a seguir indicadas, EXCETO em: 
Alternativas
Q3601738 Português
O cajueiro
    
    O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu. Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo.
    Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá- -manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
    No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
    A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
    Foi agora, em fins de setembro. Estava carregado de flores.

(BRAGA, Rubem. Melhores Contos. Seleção de Davi Arrigucci Jr. Global Editora – 11ª edição, 2001.)
O significado contextual do vocábulo “fragor”, no trecho “[...] num fragor tremendo pela ribanceira; [...]” (4º§), pode ser entendido como:
Alternativas
Q3601737 Português
O cajueiro
    
    O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu. Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo.
    Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá- -manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
    No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
    A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
    Foi agora, em fins de setembro. Estava carregado de flores.

(BRAGA, Rubem. Melhores Contos. Seleção de Davi Arrigucci Jr. Global Editora – 11ª edição, 2001.)
A crônica “O cajueiro”, de Rubem Braga, é uma narrativa comovente sobre a relação entre o narrador e um cajueiro, que é descrito como uma árvore majestosa. Explícita ou implicitamente, é possível inferir que as ideias a seguir estão presentes no texto, EXCETO:
Alternativas
Q3601039 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=niquel+tirinhas
No segundo quadrinho há uma locução verbal “quero ver”, em que:
Alternativas
Q3601038 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=niquel+tirinhas
Conforme a leitura da tirinha, analise as afirmativas abaixo.

I. No primeiro quadrinho, a palavra “você” é o sujeito simples da oração.
II. No segundo e no terceiro quadrinho, o sujeito está oculto.
III. No segundo quadrinho, “a sua cara suja” é objeto indireto da oração.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3601037 Português
Em relação ao correto tempo dos verbos, analise o parágrafo a seguir.

______ sol ou ______, não deixava de ir ao parque. Nada fazia que ele ______ de verdade. Quando ele se ______ mais, ______ realizar todos os seus desejos.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3601036 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


A responsabilidade dos robôs cirurgiões está nas mãos do médico.

    O século XXI tem suas peculiaridades. Muitas delas extremamente ligadas ao desenvolvimento tecnológico que engoliu todos os mercados e indústrias. Na medicina isso não é diferente e um dos exemplos mais claros é a cirurgia robótica. Décadas atrás, a possibilidade de um robô operar o corpo de um ser humano era mera ficção científica. Hoje é uma realidade presente até nos mais simples hospitais mundo afora. Todavia, ainda estamos falando de sistemas operacionais que não têm consciência e é aqui que fica a grande dúvida acerca do tema: de quem é a responsabilidade pelos robôs em centros cirúrgicos? [...]

https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/aresponsabilidedosroboscirurgioes
O tipo do texto acima é predominantemente:
Alternativas
Q3601035 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


A responsabilidade dos robôs cirurgiões está nas mãos do médico.

    O século XXI tem suas peculiaridades. Muitas delas extremamente ligadas ao desenvolvimento tecnológico que engoliu todos os mercados e indústrias. Na medicina isso não é diferente e um dos exemplos mais claros é a cirurgia robótica. Décadas atrás, a possibilidade de um robô operar o corpo de um ser humano era mera ficção científica. Hoje é uma realidade presente até nos mais simples hospitais mundo afora. Todavia, ainda estamos falando de sistemas operacionais que não têm consciência e é aqui que fica a grande dúvida acerca do tema: de quem é a responsabilidade pelos robôs em centros cirúrgicos? [...]

https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/aresponsabilidedosroboscirurgioes
Em relação à leitura e à compreensão do texto acima, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Uma das singularidades do século XXI é a cirurgia robótica.
( ) Robô operar o corpo de um ser humano é ficção científica.
( ) O desenvolvimento tecnológico é uma realidade inclusive nos hospitais mais simples.
( ) Nos centros cirúrgicos, a responsabilidade é dos robôs.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q3601034 Português
Assinale a alternativa incorreta, em relação ao emprego da crase. 
Alternativas
Q3601033 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.

Cientistas criam plástico reciclável que não leva materiais derivados de petróleo

    Os pesquisadores consideram que, com o tempo, o novo plástico PECA poderá oferecer uma alternativa competitiva a outras formas de plástico [...]

    Além de todos os problemas que o descarte de plástico gera ao meio ambiente, a fabricação de novos materiais desse tipo também é motivo de preocupação por parte de ambientalistas. Isso porque o plástico, para ser produzido, usa produtos derivados de combustíveis fósseis, conhecidos propulsores da crise climática no mundo.

    Para reduzir o problema, dois cientistas da Boise State University, nos EUA, desenvolveram um novo tipo de plástico que, ao contrário dos existentes, não é feito de petróleo bruto e derivados. Na pesquisa, os cientistas A. Christy e S. Phillips descrevem a fabricação do material baseado em poli etil cianoacrilato (PECA), uma matéria prima não petrolífera.

    A descoberta, publicada na Science Advances, apresenta experimentos de laboratório que replicam processos industriais para uso do material. Os resultados sugerem que cerca de 93% do novo plástico pode ser reciclado para se tornar uma matéria prima mais limpa, mesmo quando é misturado com outros resíduos, como papel e alumínio. [...]

https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2023/04/01/cientistas-criamplastico-reciclavel-que-nao-leva-materiais- derivados-de-petroleo.ghtml
No trecho: “A descoberta, publicada na Science Advances, apresenta experimentos de laboratório...”, as vírgulas são empregadas para:
Alternativas
Q3601032 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.

Cientistas criam plástico reciclável que não leva materiais derivados de petróleo

    Os pesquisadores consideram que, com o tempo, o novo plástico PECA poderá oferecer uma alternativa competitiva a outras formas de plástico [...]

    Além de todos os problemas que o descarte de plástico gera ao meio ambiente, a fabricação de novos materiais desse tipo também é motivo de preocupação por parte de ambientalistas. Isso porque o plástico, para ser produzido, usa produtos derivados de combustíveis fósseis, conhecidos propulsores da crise climática no mundo.

    Para reduzir o problema, dois cientistas da Boise State University, nos EUA, desenvolveram um novo tipo de plástico que, ao contrário dos existentes, não é feito de petróleo bruto e derivados. Na pesquisa, os cientistas A. Christy e S. Phillips descrevem a fabricação do material baseado em poli etil cianoacrilato (PECA), uma matéria prima não petrolífera.

    A descoberta, publicada na Science Advances, apresenta experimentos de laboratório que replicam processos industriais para uso do material. Os resultados sugerem que cerca de 93% do novo plástico pode ser reciclado para se tornar uma matéria prima mais limpa, mesmo quando é misturado com outros resíduos, como papel e alumínio. [...]

https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2023/04/01/cientistas-criamplastico-reciclavel-que-nao-leva-materiais- derivados-de-petroleo.ghtml
No trecho: “Para reduzir o problema, dois cientistas da Boise State University, nos EUA, desenvolveram um novo tipo de plástico...”, a preposição sublinhada “para” introduz a ideia de: 
Alternativas
Q3601031 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.

Cientistas criam plástico reciclável que não leva materiais derivados de petróleo

    Os pesquisadores consideram que, com o tempo, o novo plástico PECA poderá oferecer uma alternativa competitiva a outras formas de plástico [...]

    Além de todos os problemas que o descarte de plástico gera ao meio ambiente, a fabricação de novos materiais desse tipo também é motivo de preocupação por parte de ambientalistas. Isso porque o plástico, para ser produzido, usa produtos derivados de combustíveis fósseis, conhecidos propulsores da crise climática no mundo.

    Para reduzir o problema, dois cientistas da Boise State University, nos EUA, desenvolveram um novo tipo de plástico que, ao contrário dos existentes, não é feito de petróleo bruto e derivados. Na pesquisa, os cientistas A. Christy e S. Phillips descrevem a fabricação do material baseado em poli etil cianoacrilato (PECA), uma matéria prima não petrolífera.

    A descoberta, publicada na Science Advances, apresenta experimentos de laboratório que replicam processos industriais para uso do material. Os resultados sugerem que cerca de 93% do novo plástico pode ser reciclado para se tornar uma matéria prima mais limpa, mesmo quando é misturado com outros resíduos, como papel e alumínio. [...]

https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2023/04/01/cientistas-criamplastico-reciclavel-que-nao-leva-materiais- derivados-de-petroleo.ghtml
No trecho: “...conhecidos propulsores da crise climática no mundo”. A palavra sublinhada é sinônima de:
Alternativas
Q3601030 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.

Cientistas criam plástico reciclável que não leva materiais derivados de petróleo

    Os pesquisadores consideram que, com o tempo, o novo plástico PECA poderá oferecer uma alternativa competitiva a outras formas de plástico [...]

    Além de todos os problemas que o descarte de plástico gera ao meio ambiente, a fabricação de novos materiais desse tipo também é motivo de preocupação por parte de ambientalistas. Isso porque o plástico, para ser produzido, usa produtos derivados de combustíveis fósseis, conhecidos propulsores da crise climática no mundo.

    Para reduzir o problema, dois cientistas da Boise State University, nos EUA, desenvolveram um novo tipo de plástico que, ao contrário dos existentes, não é feito de petróleo bruto e derivados. Na pesquisa, os cientistas A. Christy e S. Phillips descrevem a fabricação do material baseado em poli etil cianoacrilato (PECA), uma matéria prima não petrolífera.

    A descoberta, publicada na Science Advances, apresenta experimentos de laboratório que replicam processos industriais para uso do material. Os resultados sugerem que cerca de 93% do novo plástico pode ser reciclado para se tornar uma matéria prima mais limpa, mesmo quando é misturado com outros resíduos, como papel e alumínio. [...]

https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2023/04/01/cientistas-criamplastico-reciclavel-que-nao-leva-materiais- derivados-de-petroleo.ghtml
Conforme leitura do texto acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3598791 Português

Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder à questão.



A estrela




Retoma uma expressão anteriormente mencionada o que se sublinha em: 
Alternativas
Q3598790 Português

Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder à questão.



A estrela




Evidencia-se no poema 
Alternativas
Q3598789 Português

Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder à questão.



A estrela




No verso Não obstante, Gatinho, confesso, a locução conjuntiva introduz, no contexto, uma 
Alternativas
Q3598788 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
Mantendo as relações de sentido estabelecidas no contexto, o trecho sublinhado em Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações pode ser substituído por: 
Alternativas
Q3598787 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
No trecho mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada (22 parágrafo), os pronomes sublinhados referem-se, respectivamente, a:  
Alternativas
Q3598786 Português
Atenção: Leia o texto para responder à questão.


    A "caixa de Pandora· é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o principio da precaução, desencadeiam consequências/as maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C.e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.

    Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.

    Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.

    Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os mates resultou em considerar a "inteligência artificial' como opção para o declínio da "inteligência natural".

    Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, ás radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.

    Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.

    O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente. no espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.

    A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: Intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais/; social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).

    Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em tomo de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).

    Eis aqui a caixa de Pandora.


(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jomal.usp.br. Acesso em 06/2025)
O autor propõe que, para que se estabeleçam "novas formas de estar no mundo", é preciso, entre outros:  
Alternativas
Respostas
11321: D
11322: A
11323: A
11324: D
11325: A
11326: C
11327: A
11328: D
11329: C
11330: D
11331: C
11332: B
11333: A
11334: C
11335: E
11336: C
11337: B
11338: E
11339: A
11340: D