Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Q3622070 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Que eu possa dignificar/ minha condição de mulher” e em “dos valores que vão desmoronando”, o termo “que” foi usado, respectivamente, como 
Alternativas
Q3622069 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Saber viver é a grande sabedoria”, tendo em vista o uso de “saber” e “sabedoria”, é CORRETO afirmar que foi usada a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3622068 Português
Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.


Texto 02 

TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a comparação que se pode fazer entre os textos 01 e 02.

I- Pertencem a uma mesma tipologia textual.
II- Usam com predominância a função fática.
III- Possuem aspectos temáticos em comum.
IV- Usam a subjetividade para a expressão. V- Empregam a função poética da linguagem.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3622067 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa que identifica corretamente as marcas linguísticas presentes no texto que comprovam o uso predominante da função emotiva/expressiva no texto. 
Alternativas
Q3622066 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os tipos de linguagem usados no texto.

I- Conotativa.
II- Denotativa.
III- Coloquial.
IV- Formal.
V- Verbal.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622065 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, infere-se que a mudança trouxe

I- curiosidade.
II- criatividade.
III- coragem.
IV- leveza.
V- foco.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622064 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir tendo em vista a relação que eles estabelecem com a mudança expressa a partir da seguinte afirmativa: “Na verdade muita coisa mudou”.

I- Imprevisibilidade.
II- Improvisação.
III- Objetividade.
IV- Satisfação.
V- Rotina.

Os itens que estabelecem relação com a mudança referida no texto são: 
Alternativas
Q3622063 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Em “O que era plano B, virou prioridade.”, pode-se inferir que o “plano B” seria 
Alternativas
Q3622062 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Tendo em vista o contexto em que foi proferida, a afirmativa “Outro dia me peguei tomando café com calma.” indica que “tomar café com calma” era um ato 
Alternativas
Q3621934 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Animais reagem a sons 'secretos' de plantas, revela pesquisa


Uma nova pesquisa sugere que os animais reagem aos sons emitidos pelas plantas, abrindo a possibilidade de que exista um ecossistema invisível entre eles.

Na primeira evidência desse tipo, uma equipe da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriu que mariposas fêmeas evitavam botar ovos em pés de tomate se eles emitissem ruídos que elas associavam ao estresse, indicando que poderiam não estar saudáveis.

A equipe foi a primeira a mostrar, há dois anos, que as plantas gritam quando estão sob estresse ou não estão saudáveis.

Os sons estão fora do alcance da audição humana, mas podem ser percebidos por muitos insetos, morcegos e alguns mamíferos.

"É especulação nesta fase, mas pode ser que todos os tipos de animais tomem decisões com base nos sons que ouvem das plantas, como se devem polinizar, se esconder dentro delas ou comer a planta."

Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos cuidadosamente controlados para garantir que as mariposas estavam respondendo ao som, e não à aparência das plantas.

Eles agora vão investigar os sons que diferentes plantas emitem, e se outras espécies tomam decisões com base neles.

"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel.

Outra área de pesquisa é se as plantas podem transmitir informações umas às outras por meio do som e agir em resposta — conservando água, por exemplo, em condições de seca, de acordo com Lilach Hadany, também professora da Universidade de Tel Aviv.

"Essa é uma questão interessante", diz ela à BBC News.

"Se uma planta está estressada, o organismo mais preocupado com isso são outras plantas, e elas podem responder de várias maneiras."

Os pesquisadores enfatizam que as plantas não são sencientes. Os sons são produzidos por meio de efeitos físicos causados por uma mudança em suas condições locais. O que a descoberta de hoje mostra é que esses sons podem ser úteis para outros animais, e possivelmente outras plantas, capazes de perceber esses sons.

Se for este o caso, então plantas e animais desenvolveram a capacidade de produzir e ouvir os sons para benefício mútuo, de acordo com Hadany.

"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."

No experimento, os pesquisadores se concentraram nas mariposas fêmeas, que normalmente botam seus ovos em tomateiros para que as larvas possam se alimentar deles assim que saírem da casca.

O pressuposto era que as mariposas procuram o melhor local possível para botar seus ovos — uma planta saudável que possa nutrir adequadamente as larvas. Então, quando a planta sinaliza que está desidratada e sob estresse, a questão era: será que as mariposas dariam atenção ao aviso, e evitariam colocar ovos nela?

A resposta foi que elas não botaram ovos, devido ao som que as plantas estavam produzindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77v50515lro
"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel. De acordo com os elementos linguísticos empregados no texto, analise as afirmativas:

I.A locução verbal 'pode haver' tem como sujeito explícito a expressão 'muitas interações complicadas'.
II.O verbo 'haver', empregado no sentido de existir, é impessoal e, por isso é intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O pronome 'este' exerce a mesma função do termo destacado em: "Os 'socorristas' ajudaram o menino que estava ferido."
IV.A expressão 'o primeiro passo' tem função de predicativo do sujeito, enquanto os vocábulos 'o' e 'primeiro' exercem a função de adjuntos adnominais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3621497 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Animais reagem a sons 'secretos' de plantas, revela pesquisa


Uma nova pesquisa sugere que os animais reagem aos sons emitidos pelas plantas, abrindo a possibilidade de que exista um ecossistema invisível entre eles.

Na primeira evidência desse tipo, uma equipe da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriu que mariposas fêmeas evitavam botar ovos em pés de tomate se eles emitissem ruídos que elas associavam ao estresse, indicando que poderiam não estar saudáveis.

A equipe foi a primeira a mostrar, há dois anos, que as plantas gritam quando estão sob estresse ou não estão saudáveis.

Os sons estão fora do alcance da audição humana, mas podem ser percebidos por muitos insetos, morcegos e alguns mamíferos.

"É especulação nesta fase, mas pode ser que todos os tipos de animais tomem decisões com base nos sons que ouvem das plantas, como se devem polinizar, se esconder dentro delas ou comer a planta."

Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos cuidadosamente controlados para garantir que as mariposas estavam respondendo ao som, e não à aparência das plantas.

Eles agora vão investigar os sons que diferentes plantas emitem, e se outras espécies tomam decisões com base neles.

"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel.

Outra área de pesquisa é se as plantas podem transmitir informações umas às outras por meio do som e agir em resposta — conservando água, por exemplo, em condições de seca, de acordo com Lilach Hadany, também professora da Universidade de Tel Aviv.

"Essa é uma questão interessante", diz ela à BBC News.

"Se uma planta está estressada, o organismo mais preocupado com isso são outras plantas, e elas podem responder de várias maneiras."

Os pesquisadores enfatizam que as plantas não são sencientes. Os sons são produzidos por meio de efeitos físicos causados por uma mudança em suas condições locais. O que a descoberta de hoje mostra é que esses sons podem ser úteis para outros animais, e possivelmente outras plantas, capazes de perceber esses sons.

Se for este o caso, então plantas e animais desenvolveram a capacidade de produzir e ouvir os sons para benefício mútuo, de acordo com Hadany.

"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."

No experimento, os pesquisadores se concentraram nas mariposas fêmeas, que normalmente botam seus ovos em tomateiros para que as larvas possam se alimentar deles assim que saírem da casca.

O pressuposto era que as mariposas procuram o melhor local possível para botar seus ovos — uma planta saudável que possa nutrir adequadamente as larvas. Então, quando a planta sinaliza que está desidratada e sob estresse, a questão era: será que as mariposas dariam atenção ao aviso, e evitariam colocar ovos nela?

A resposta foi que elas não botaram ovos, devido ao som que as plantas estavam produzindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77v50515lro
"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

O vocábulo 'mais', nas duas ocorrências no trecho, é classificado morfológica e respectivamente como:
Alternativas
Q3621493 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Animais reagem a sons 'secretos' de plantas, revela pesquisa


Uma nova pesquisa sugere que os animais reagem aos sons emitidos pelas plantas, abrindo a possibilidade de que exista um ecossistema invisível entre eles.

Na primeira evidência desse tipo, uma equipe da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriu que mariposas fêmeas evitavam botar ovos em pés de tomate se eles emitissem ruídos que elas associavam ao estresse, indicando que poderiam não estar saudáveis.

A equipe foi a primeira a mostrar, há dois anos, que as plantas gritam quando estão sob estresse ou não estão saudáveis.

Os sons estão fora do alcance da audição humana, mas podem ser percebidos por muitos insetos, morcegos e alguns mamíferos.

"É especulação nesta fase, mas pode ser que todos os tipos de animais tomem decisões com base nos sons que ouvem das plantas, como se devem polinizar, se esconder dentro delas ou comer a planta."

Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos cuidadosamente controlados para garantir que as mariposas estavam respondendo ao som, e não à aparência das plantas.

Eles agora vão investigar os sons que diferentes plantas emitem, e se outras espécies tomam decisões com base neles.

"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel.

Outra área de pesquisa é se as plantas podem transmitir informações umas às outras por meio do som e agir em resposta — conservando água, por exemplo, em condições de seca, de acordo com Lilach Hadany, também professora da Universidade de Tel Aviv.

"Essa é uma questão interessante", diz ela à BBC News.

"Se uma planta está estressada, o organismo mais preocupado com isso são outras plantas, e elas podem responder de várias maneiras."

Os pesquisadores enfatizam que as plantas não são sencientes. Os sons são produzidos por meio de efeitos físicos causados por uma mudança em suas condições locais. O que a descoberta de hoje mostra é que esses sons podem ser úteis para outros animais, e possivelmente outras plantas, capazes de perceber esses sons.

Se for este o caso, então plantas e animais desenvolveram a capacidade de produzir e ouvir os sons para benefício mútuo, de acordo com Hadany.

"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."

No experimento, os pesquisadores se concentraram nas mariposas fêmeas, que normalmente botam seus ovos em tomateiros para que as larvas possam se alimentar deles assim que saírem da casca.

O pressuposto era que as mariposas procuram o melhor local possível para botar seus ovos — uma planta saudável que possa nutrir adequadamente as larvas. Então, quando a planta sinaliza que está desidratada e sob estresse, a questão era: será que as mariposas dariam atenção ao aviso, e evitariam colocar ovos nela?

A resposta foi que elas não botaram ovos, devido ao som que as plantas estavam produzindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77v50515lro
"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."
Quanto ao emprego da crase no trecho acima, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3620985 Português

NARRADOR: Na recepção, um idoso, uma criança e um jovem se entreolham com seus números de atendimento na mão, enquanto aguardam o médico. O idoso reclama de um incômodo resfriado e parece esperar há tanto tempo, que reage com um sonoro “Amém!” ao ouvir que sua vez chegou. No trajeto até o consultório, acaba espirrando... 


IDOSO: ATCHIM!

CRIANÇA: Saúde!

JOVEM: ...Pública, gratuita e de qualidade!


(Esquete popular)

*Esquete: (artes) peça curta e com poucos atores.

No esquete apresentado, o termo “ATCHIM!” configura um exemplo de
Alternativas
Q3620984 Português

NARRADOR: Na recepção, um idoso, uma criança e um jovem se entreolham com seus números de atendimento na mão, enquanto aguardam o médico. O idoso reclama de um incômodo resfriado e parece esperar há tanto tempo, que reage com um sonoro “Amém!” ao ouvir que sua vez chegou. No trajeto até o consultório, acaba espirrando... 


IDOSO: ATCHIM!

CRIANÇA: Saúde!

JOVEM: ...Pública, gratuita e de qualidade!


(Esquete popular)

*Esquete: (artes) peça curta e com poucos atores.

Assinale a opção em que a palavra apresenta acento gráfico obrigatório.  
Alternativas
Q3620983 Português

Saúde

(Rita Lee)


Me cansei de lero‑lero

Dá licença, mas eu vou sair do sério

Quero mais saúde

Me cansei de escutar opiniões

De como ter um mundo melhor



Mas ninguém sai de cima, nesse chove não molha

Eu sei que agora eu vou é cuidar mais de mim



Como vai? Tudo bem

Apesar, contudo, todavia, mas, porém

As águas vão rolar, não vou chorar

Se por acaso morrer do coração

É sinal que amei demais



Mas enquanto estou viva e cheia de graça

Talvez ainda faça um monte de gente feliz

“As águas vão rolar, não vou chorar Se por acaso morrer do coração É sinal que amei demais”
No contexto em que se apresenta, o termo “do coração” admite valor semântico de  
Alternativas
Q3620982 Português

Saúde

(Rita Lee)


Me cansei de lero‑lero

Dá licença, mas eu vou sair do sério

Quero mais saúde

Me cansei de escutar opiniões

De como ter um mundo melhor



Mas ninguém sai de cima, nesse chove não molha

Eu sei que agora eu vou é cuidar mais de mim



Como vai? Tudo bem

Apesar, contudo, todavia, mas, porém

As águas vão rolar, não vou chorar

Se por acaso morrer do coração

É sinal que amei demais



Mas enquanto estou viva e cheia de graça

Talvez ainda faça um monte de gente feliz

Com base na leitura do texto, assinale a opção que apresenta o comentário correto sobre ele. 
Alternativas
Q3620981 Português

Texto para a questão.


Saúde é democracia 


“Saúde é democracia” é uma expressão que decorre da ideia de que “Democracia é saúde”, defendida pelo sanitarista Sergio Arouca em seu discurso de abertura na 8ª Conferência Nacional de Saúde (8ª CNS), realizada em 1986. Naquele momento, em pleno processo de redemocratização do Brasil, discutia‑se um novo paradigma do conceito ampliado de saúde que se materializa, apesar de todas as resistências políticas e econômicas, na criação do Sistema Único de Saúde (SUS).


Em sua fala, Arouca explicou essa mudança de paradigma, a partir de sua interpretação do conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde, afirmando que saúde não é simplesmente ausência de doença: “é um bem‑estar social que pode significar que as pessoas tenham mais alguma coisa do que somente não estar enfermos: que tenham direito à casa segura, ao trabalho, ao salário condigno, à água, à vestimenta, à educação, às informações sobre como dominar o mundo e transformá‑lo. Que tenham direito ao meio ambiente que não lhes seja agressivo, e que, pelo contrário, permita uma vida digna e decente. Direito a um sistema político que respeite a livre opinião, a livre possibilidade de organização e autodeterminação de um povo, e que não esteja todo tempo submetido ao medo da violência, da violência derivada da miséria, e que resulta no roubo. Que não esteja também submetido ao medo da violência de um governo contra o seu próprio povo, para que sejam mantidos interesses que não são do povo”


Essa definição de saúde está diretamente relacionada ao conceito de democracia, não sendo possível melhorar a saúde das pessoas se não melhorar em paralelo a qualidade geral de vida, o que, por sua vez, também não é possível enquanto persistir um modelo econômico concentrador de renda e excludente e um modelo político autoritário.


Diante do cenário recente de ameaças à democracia brasileira, a direitos sociais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 e a outras conquistas da população, o site PenseSUS relembra as expressões “Saúde é democracia” e “Democracia é saúde”, ressaltando que, do mesmo modo que um processo democrático foi fundamental para implantar o SUS, a resistência a partir do movimento sanitário que lhe deu base e sustentabilidade se faz ainda mais necessária, em defesa da democracia em nosso país. 



Internet: (com adaptações).

Considerando‑se o contexto das frases, assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q3620980 Português

Texto para a questão.


Saúde é democracia 


“Saúde é democracia” é uma expressão que decorre da ideia de que “Democracia é saúde”, defendida pelo sanitarista Sergio Arouca em seu discurso de abertura na 8ª Conferência Nacional de Saúde (8ª CNS), realizada em 1986. Naquele momento, em pleno processo de redemocratização do Brasil, discutia‑se um novo paradigma do conceito ampliado de saúde que se materializa, apesar de todas as resistências políticas e econômicas, na criação do Sistema Único de Saúde (SUS).


Em sua fala, Arouca explicou essa mudança de paradigma, a partir de sua interpretação do conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde, afirmando que saúde não é simplesmente ausência de doença: “é um bem‑estar social que pode significar que as pessoas tenham mais alguma coisa do que somente não estar enfermos: que tenham direito à casa segura, ao trabalho, ao salário condigno, à água, à vestimenta, à educação, às informações sobre como dominar o mundo e transformá‑lo. Que tenham direito ao meio ambiente que não lhes seja agressivo, e que, pelo contrário, permita uma vida digna e decente. Direito a um sistema político que respeite a livre opinião, a livre possibilidade de organização e autodeterminação de um povo, e que não esteja todo tempo submetido ao medo da violência, da violência derivada da miséria, e que resulta no roubo. Que não esteja também submetido ao medo da violência de um governo contra o seu próprio povo, para que sejam mantidos interesses que não são do povo”


Essa definição de saúde está diretamente relacionada ao conceito de democracia, não sendo possível melhorar a saúde das pessoas se não melhorar em paralelo a qualidade geral de vida, o que, por sua vez, também não é possível enquanto persistir um modelo econômico concentrador de renda e excludente e um modelo político autoritário.


Diante do cenário recente de ameaças à democracia brasileira, a direitos sociais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 e a outras conquistas da população, o site PenseSUS relembra as expressões “Saúde é democracia” e “Democracia é saúde”, ressaltando que, do mesmo modo que um processo democrático foi fundamental para implantar o SUS, a resistência a partir do movimento sanitário que lhe deu base e sustentabilidade se faz ainda mais necessária, em defesa da democracia em nosso país. 



Internet: (com adaptações).

Considere‑se o excerto a seguir.


“não sendo possível melhorar a saúde das pessoas enquanto persistir um modelo econômico concentrador de renda e excludente e um modelo político autoritário.” 


No contexto apresentado, o termo “enquanto” admite valor semântico de

Alternativas
Q3620979 Português

Texto para a questão.


Saúde é democracia 


“Saúde é democracia” é uma expressão que decorre da ideia de que “Democracia é saúde”, defendida pelo sanitarista Sergio Arouca em seu discurso de abertura na 8ª Conferência Nacional de Saúde (8ª CNS), realizada em 1986. Naquele momento, em pleno processo de redemocratização do Brasil, discutia‑se um novo paradigma do conceito ampliado de saúde que se materializa, apesar de todas as resistências políticas e econômicas, na criação do Sistema Único de Saúde (SUS).


Em sua fala, Arouca explicou essa mudança de paradigma, a partir de sua interpretação do conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde, afirmando que saúde não é simplesmente ausência de doença: “é um bem‑estar social que pode significar que as pessoas tenham mais alguma coisa do que somente não estar enfermos: que tenham direito à casa segura, ao trabalho, ao salário condigno, à água, à vestimenta, à educação, às informações sobre como dominar o mundo e transformá‑lo. Que tenham direito ao meio ambiente que não lhes seja agressivo, e que, pelo contrário, permita uma vida digna e decente. Direito a um sistema político que respeite a livre opinião, a livre possibilidade de organização e autodeterminação de um povo, e que não esteja todo tempo submetido ao medo da violência, da violência derivada da miséria, e que resulta no roubo. Que não esteja também submetido ao medo da violência de um governo contra o seu próprio povo, para que sejam mantidos interesses que não são do povo”


Essa definição de saúde está diretamente relacionada ao conceito de democracia, não sendo possível melhorar a saúde das pessoas se não melhorar em paralelo a qualidade geral de vida, o que, por sua vez, também não é possível enquanto persistir um modelo econômico concentrador de renda e excludente e um modelo político autoritário.


Diante do cenário recente de ameaças à democracia brasileira, a direitos sociais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 e a outras conquistas da população, o site PenseSUS relembra as expressões “Saúde é democracia” e “Democracia é saúde”, ressaltando que, do mesmo modo que um processo democrático foi fundamental para implantar o SUS, a resistência a partir do movimento sanitário que lhe deu base e sustentabilidade se faz ainda mais necessária, em defesa da democracia em nosso país. 



Internet: (com adaptações).

“Em sua fala, Arouca explicou essa mudança de paradigma, a partir de sua interpretação do conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde, afirmando que saúde não é simplesmente ausência de doença: ‘é um bem‑estar social que pode significar que as pessoas tenham mais alguma coisa do que somente não estar enfermos: que tenham direito à casa segura, ao trabalho, ao salário condigno, à água, à vestimenta, à educação, às informações sobre como dominar o mundo e transformá‑lo.’ ” 


Os dois pontos aparecem duas vezes no fragmento em evidência. Assinale a opção que apresenta a explicação correta acerca das duas ocorrências de uso desse instrumento gramatical. 

Alternativas
Respostas
11121: D
11122: B
11123: D
11124: E
11125: C
11126: E
11127: A
11128: B
11129: A
11130: C
11131: B
11132: C
11133: B
11134: C
11135: D
11136: A
11137: B
11138: C
11139: E
11140: B