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Q3677192 Português
Networking Estratégico
Por Luanda Moraes 


(Disponível em: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/networking-estrategico-o-que-e-como-funcionae-como-aplicar-no-seu-negocio/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 18 e 35 (duas ocorrências). 
Alternativas
Q3677191 Português
Networking Estratégico
Por Luanda Moraes 


(Disponível em: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/networking-estrategico-o-que-e-como-funcionae-como-aplicar-no-seu-negocio/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Com base no texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os dois tipos de networking apresentados às suas características.


Coluna 1


1. Networking de negócios.

2. Networking tradicional.


Coluna 2


( ) Gera aprendizado a partir de trocas de vivências.

( ) É ativado somente em caso de necessidade.

( ) Evita a repetição de equívocos que outros já cometeram antes.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3677190 Português
Networking Estratégico
Por Luanda Moraes 


(Disponível em: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/networking-estrategico-o-que-e-como-funcionae-como-aplicar-no-seu-negocio/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. Fazer networking estratégico é selecionar criteriosamente com quem você vai se conectar de forma que possa estabelecer uma rede sobre a qual consiga levar vantagens.


II. O networking estratégico deve ser incluído na rotina, com o compartilhamento de informações e demonstrações de interesse pelo o que o outro faz.


III. Fazer networking estratégico não se limita a apenas manter uma lista de contatos com os quais não haja uma interação genuína.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q3677189 Português
Networking Estratégico
Por Luanda Moraes 


(Disponível em: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/networking-estrategico-o-que-e-como-funcionae-como-aplicar-no-seu-negocio/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 16 e 32.
Alternativas
Q3677148 Português
A frase "O policial prendeu o ladrão em sua casa" apresenta o seguinte vício de linguagem:
Alternativas
Q3677147 Português
A figura de pensamento que consiste na aproximação de ideias contrárias em uma mesma estrutura, fundindo-as em uma aparente falta de lógica, como no verso "amor é fogo que arde sem se ver", é o:
Alternativas
Q3677146 Português
O uso do acento grave indicativo da crase é obrigatório na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3677145 Português
No sentido de "acarretar" ou "ter como consequência", a regência do verbo "implicar" está INCORRETA em:
Alternativas
Q3677144 Português
A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3677143 Português
Na frase "Só desejo uma coisa: que você seja feliz.", a oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3677142 Português
A colocação pronominal por mesóclise está corretamente aplicada em:
Alternativas
Q3677141 Português
A palavra "rápido" funciona como advérbio na seguinte frase:
Alternativas
Q3677140 Português
Assinale a alternativa em que o plural do substantivo composto está INCORRETO:
Alternativas
Q3677139 Português
A correlação entre os tempos verbais está de acordo com a norma-padrão na seguinte frase:
Alternativas
Q3676337 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família...”. No período composto por subordinação, a locução conjuntiva “não obstante” está introduzindo uma oração do tipo
Alternativas
Q3676336 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Identifique a função da partícula “que” no período: “As notícias mostram ainda que¹ há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que² pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço”.
Alternativas
Q3676335 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Ao analisar sintaticamente os elementos que compõem o período “Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir...”, pode-se afirmar que a parte em destaque está exercendo função sintática de
Alternativas
Q3676334 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas...”. A oração destacada no período pode ser classificada como 
Alternativas
Q3676333 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento...”. O pronome “nos” exerce, no período em destaque, a função sintática de 
Alternativas
Q3676332 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância”. Sobre a acentuação gráfica das palavras destacadas, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
10581: B
10582: D
10583: E
10584: A
10585: D
10586: A
10587: D
10588: B
10589: C
10590: D
10591: C
10592: C
10593: C
10594: D
10595: B
10596: A
10597: D
10598: C
10599: B
10600: A