Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3728022 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.




Infere-se do texto que o tempo pessoal:
Alternativas
Q3728021 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.




Com base na leitura do texto reflexivo postado na página @poesiabilhete, assinale a alternativa que melhor expressa a mensagem central transmitida pelo autor.
Alternativas
Q3725744 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Observe os trechos retirados do texto 2 e depois marque a alternativa correta:



I. “Minha mulher acha QUE DEVO PROCURAR AJUDA.”



II. “E quando não O conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele [...]”



III. “O cabelo ruivo, liso e LUSTROSO [...]” 



IV. “[...] ela me ENTREGOU a escova pedindo que a PENTEASSE.” 

Alternativas
Q3725743 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Sobre o texto 2, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3725742 Português

Leia o texto 2 e depois responda à questão.



TEXTO 2 



    Minha mulher reclama outra vez que dormi mal, muito agitado, e gritei no sono. 



    — Você chamou sua mãe — ela diz, ainda passando a mão de leve no meu cabelo para me tranquilizar. — Parece criança. Sempre o mesmo pesadelo?



    — Sempre o mesmo. Dorme outra vez — respondo. — Dorme, está tudo bem. 



    No pesadelo preciso salvar minha mãe e não a consigo alcançar. Ela corre à minha frente no meio da bruma. No meu desespero, só enxergo seu cabelo ruivo como uma echarpe vermelha ao vento. Sou responsável por ela, mas sou pequeno demais, meus passos são curtos, ela precisa de mim e ao mesmo tempo escapa. Antes de voltar a dormir lembro quando eu era criança e ela me entregou a escova pedindo que a penteasse. O cabelo ruivo, liso e lustroso, soltava pequenos estalidos, e minha mãe riu, dizendo “estou toda elétrica hoje, viu?”. Aquele instante de felicidade não se repetiria nos nossos anos sombrios. Reaparece, aqui e ali, em algum de meus sonhos que acabam em pesadelo.



    Minha mulher acha que devo procurar ajuda. Quem sabe um bom psicólogo. Porque também me acha nervoso demais, e inseguro, não acredito em mim mesmo, e, principalmente, não acredito muito no amor dela. “Que dificuldade você tem para ser feliz”, ela reclama. Diz que pareço ter nascido órfão. Que preciso superar, tudo que aconteceu há tanto tempo. 



    Mas ela não sabe como era aquele tempo. A gente não fala muito no assunto, nem eu nem meu irmão mais moço. Ninguém sabe muita coisa da nossa infância registrada em raras fotos perdidas nas gavetas, ninguém sabe do copo escondido e da ferida exposta. Nem de minha mãe, a quem meu pai protegia de todos os modos, ajudando a disfarçar quando ela tentava ocultar o copo no vestido, na gaveta, atrás de algum objeto, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar da casa. E quando não o conseguia, nos dias ruins podia gritar, jogar o copo nele ou dar um tapa rápido e certeiro em nós, que éramos pequenos. Nos dias bons sorria encabulada, mostrava o copo com aquele sorriso meio infantil, é água, eu estava quase esquecendo de tomar o meu remédio. 



    Não era água: era a sua perdição e a nossa desgraça. 



(LUFT, Lya. O silêncio dos amantes (p. 44- 45). Record. Edição do Kindle). 

Sobre o texto 2, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3725741 Português
Observe as orações abaixo e depois assinale a alternativa incorreta:


I. Do lado de fora da basílica, uma lojinha de artigos religiosos vendia um FRAGRANTE terço feito de pétalas de rosas. 


II. Após correr a prova dos 10.000 metros, o atleta sentou-se no chão, ESPAVORIDO.


III. As medidas tomadas pela empresa não SURTIRAM os efeitos desejados.


IV. Jaqueline era responsável por um setor que gerava somas VULTOSAS para a empresa. 
Alternativas
Q3725740 Português
Marque a alternativa em que o uso da crase não seja obrigatório: 
Alternativas
Q3725739 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Observe os trechos retirados do texto e depois marque a alternativa correta:



I. “[...] é um completo MAL-ENTENDIDO [...]”.



II. “Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê-LAS é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-LAS.”



III. “[...] cairíamos no desespero e estaríamos perdidos.”



IV. “Existem hoje muitas forças contra o humanismo, DAS QUAIS as mais óbvias são instituições religiosas [...]”.

Alternativas
Q3725738 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Sobre o texto 1, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q3725737 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Sobre o texto 1, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3725111 Português
Assinale a alternativa que respeita a ortografia oficial vigente.
Alternativas
Q3725110 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada ao período condicional deslocado.
Alternativas
Q3725109 Português
Assinale a alternativa com emprego correto do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3725108 Português
Assinale a alternativa em que a regência nominal está correta. 
Alternativas
Q3725107 Português
Assinale a alternativa com concordância nominal e verbal correta.
Alternativas
Q3725106 Português
Considerando as relações sintáticas, assinale a frase que apresenta período composto com coordenação adversativa e subordinação causal. 
Alternativas
Q3725105 Português
Assinale a alternativa em que a sequência apresenta, nessa ordem, uma frase nominal, uma oração sem sujeito e um período composto por subordinação.
Alternativas
Q3725104 Português
Em qual alternativa o “que” exerce função de pronome relativo?
Alternativas
Q3725103 Português
Em qual alternativa a palavra destacada resulta de parassíntese? 
Alternativas
Q3725102 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.




Desapegar (também) é preciso.

Gustavo Tamagno Martins



    Minha caixa de e-mails lotou. E nem foi por descuido, porque fico de olho diariamente. Foi por apego mesmo. Não apago (ou apagava) nem os que já havia lido e respondido. Sempre pensei que, uma hora ou outra, iria precisar de todas aquelas mensagens eletrônicas, mesmo que a grande maioria fossem meras propagandas de empresas e sites que nem lembro de ter assinado para receber. “Uma hora vou precisar”. Vai na mesma linha do que colocar na mala quando preciso viajar. Tudo parece útil e essencial, até mesmo aquilo que nunca usei na minha vida. Mas nem tudo é. 



    Há alguns dias precisei acompanhar a palestra promovida por um cliente. O título não poderia ser outro: “descarte o que não soma… e seja feliz!”. Dias depois fui procurar um filme para assistir na plataforma de streaming. O objetivo era relaxar, uma das formas que encontro para me desligar do mundo. O título que apareceu em destaque e como sugestão para mim não foi nada relax: “Desapega!”. Tá bom, já entendi o recado!



    Temos a mania de carregar tudo conosco. Até mesmo o que não nos leva para frente. Insistimos em guardar coisas que já não serão usadas ou que não nos dizem mais a respeito, por simples medo de dizer adeus. Peças de roupa ficam mofando no guarda-roupas enquanto outras pessoas poderiam estar usando. E logicamente isso não serve apenas para roupas e objetos. Empregos, relacionamentos, amizades e sentimentos. Quanta coisa acumulamos (principalmente aqui dentro do peito) sem necessidade? Ops, precisamos fazer uma faxina de vez em quando e eliminar toda aquela tralha que deixa a nossa vida mais pesada.



    Quando descartamos o que não faz mais sentido carregarmos conosco, abrimos espaço para novas oportunidades e experiências diferentes. É necessário deixar partir e abrir mão de muita coisa para a vida fluir e a nossa jornada se tornar mais leve. Quando soltamos o que nos prende, ficamos mais livres. Lembra a sensação de assoprar uma flor dente-de-leão? Se o botão se apegasse e quisesse ficar preso, ele não se tornaria flor. Desapegar (também) é preciso. 

Assinale a alternativa que combina foco no receptor, figura de linguagem pertinente e ausência de vício de linguagem. 
Alternativas
Respostas
9961: D
9962: D
9963: B
9964: A
9965: C
9966: B
9967: D
9968: C
9969: C
9970: A
9971: C
9972: B
9973: C
9974: D
9975: B
9976: A
9977: C
9978: D
9979: C
9980: A