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Q3741585 Português
Joselita

        Joselita foi pobre de passar fome. Quando deixou de sê‑lo, o espírito não acompanhou. A vida não gozava. Comia pouco, usava trapos. Reciclava lenços, lavava o fio dental usado. Afastou‑se de todos. Em “Morreu sozinha em sua cama, onde ratazanas criavam filhotes, alimentadas por sua carne magra e aquecidas por cerca de 300 mil reais que juntara sob o colchão.”

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).

Acerca do texto e dos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


A leitura do texto permite identificar uma mensagem implícita: a de que juntar dinheiro e não usufruir do que ele pode proporcionar é tolice.

Alternativas
Q3740430 Português
É CORRETO afirmar que, na primeira fala, o termo “menina” foi usado entre vírgulas, de acordo com a norma, por se tratar de um
Alternativas
Q3740429 Português
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias veiculadas no texto 02.
Alternativas
Q3740428 Português
De acordo com o sentido em que a palavra “supérfluas” foi usada no texto, o seu antônimo é 
Alternativas
Q3740427 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
O sinal gráfico indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, na passagem “‘Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais [...]’”, para indicar a
Alternativas
Q3740426 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
Na passagem “Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar.”, se o verbo “existir” fosse usado no lugar do verbo “haver”, assumiria a forma 
Alternativas
Q3740425 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição da seguinte passagem: “A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout.”

I - O uso do itálico na palavra burnout poderia ser substituído pelas aspas. II- A palavra “só” foi usada como um adjetivo que modifica a palavra “bolso”. III- O termo “até”, uma preposição, insere, na passagem, uma ideia de inclusão. IV- A palavra bornout faz parte da enumeração que é apresentada na passagem. V- O termo “mas”, uma conjunção, insere, na passagem, uma ideia de conclusão.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3740424 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.
I- A supervalorização de bens materiais poder ser uma das causas da dismorfia financeira. II- A aquisição de conhecimento é a melhor maneira para enfrentar a dismorfia financeira. III- O planejamento das finanças é impossível para aqueles que têm dismorfia financeira. IV- A complexidade das soluções impede o necessário enfrentamento da dismorfia financeira. V- O conhecimento especializado é imprescindível para se combater a dismorfia financeira.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3740423 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as consequências da dismorfia financeira.
I- Conflitos familiares. II- Doenças mentais. III- Aversão ao dinheiro. IV- Decisões impulsivas. V- Proposição de metas.
Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Q3740422 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista os sinais de dismorfia financeira apontados pelo texto.
I- Consumir compulsivamente. II- Anotar cada gasto que é feito. III- Evitar extremante os gastos. IV- Querer aumentar sempre a renda. V- Sentir culpa por cada gasto que faz.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3740421 Português
Texto 01


Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro?


    Viver fora da própria realidade financeira é mais comum do que parece. No entanto, essa sensação de apenas desorganização pode ter raízes emocionais profundas. E isso tem nome. A dismorfia financeira é uma distorção na percepção da própria situação econômica. Ela faz com que algumas pessoas gastem muito além do que podem ou, no extremo oposto, tenham medo constante de gastar mesmo com estabilidade.

    O termo pode afetar tanto quem tem pouco dinheiro quanto quem tem muito. “Tem gente que vive como se tivesse uma fortuna, frequentando restaurantes caros, comprando roupas de grife e assumindo financiamentos impossíveis”, afirma Adriana Ricci, especialista em planejamento financeiro. Por outro lado, há pessoas com salários altos, boas reservas e ainda assim com medo de gastar. A culpa aparece após cada pequena compra e sempre junto com aquele pensamento de “e se faltar dinheiro amanhã?”.

   Segundo a psicóloga Anastácia Cristina Macuco Brum, a raiz emocional desse comportamento muitas vezes vem de uma dificuldade na autopercepção. “Muita gente atrela o próprio valor humano ao poder aquisitivo ou às conquistas materiais”, afirma.

   Entre os principais sinais estão o viver de aparência, o consumo por impulso e a comparação constante. “Comprar uma roupa cara, alugar um carro que não pode pagar ou morar em um bairro fora do padrão financeiro são exemplos clássicos”, diz a especialista. No outro extremo, o medo de gastar se torna sufocante. Convites são recusados, viagens adiadas e trocas de carro evitadas, mesmo quando as contas estão em dia.

    A dismorfia financeira não afeta só o bolso, mas pode gerar gatilhos emocionais como depressão, ansiedade, compulsividade e até burnout. Além disso, impacta nas relações familiares com brigas e ressentimentos, principalmente quando o assunto é dívida. “A pessoa sente que precisa trabalhar cada vez mais para manter um padrão que nunca parece suficiente”, avalia Adriana [...]

    Planejar as finanças vira uma tarefa quase impossível para quem sofre de dismorfia financeira. É mais fácil fugir do que olhar de frente. Muitas vezes, a pessoa nem sabe ao certo quanto ganha, quanto gasta ou para onde o dinheiro vai. As decisões são tomadas no impulso, sem estratégia.

    O primeiro movimento, para Adriana, é reconhecer o padrão: “Quando você entende que age de forma disfuncional gastando além do que pode ou vivendo com medo de gastar, fica mais fácil começar a mudança”, afirma. Entre as estratégias iniciais, ela sugere passos simples e possíveis como anotar todos os gastos, estabelecer metas reais e começar a consumir conteúdos sobre o tema. Pode ser um livro, uma palestra ou até um curso online. “Você não precisa virar um especialista, mas precisa cuidar do próprio dinheiro com carinho, olhar para ele com atenção.” [...]


Fonte: SUZUKI, Mariana. Dismorfia financeira: como lidar com a visão distorcida do seu dinheiro? Disponível em: vidasimples.co/carreira-e-financas/dismorfia-financeira. Acesso em: 26 out. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, a dismorfia financeira é uma
Alternativas
Q3740380 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Marque a alternativa que apresenta todas as palavras flexionadas no plural corretamente:
Alternativas
Q3740379 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Marque a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente:
Alternativas
Q3740378 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Considere a frase: “E aí, o que fazer?” Marque a alternativa correta sobre os dois sinais de pontuação presentes nessa frase ( a vírgula e a interrogação):
Alternativas
Q3740377 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Considere o trecho: “É melhor prevenir”. O vocábulo ‘prevenir’, neste contexto, pode ser substituído, sem prejudicar o significado por:
Alternativas
Q3740376 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Marque a alternativa cujas palavras estão com as sílabas separadas corretamente:
Alternativas
Q3740375 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Considere as palavras abaixo e marque a alternativa em que todas elas são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3740374 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Observe o número de sílabas das palavras, presentes no texto, e marque a alternativa em que todas elas são polissílabas:
Alternativas
Q3740373 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Marque a alternativa na qual há dígrafo em todas as palavras:
Alternativas
Q3740372 Português
TEXTO I

MOCINHO OU VILÃO?

Você sabia que os agrotóxicos podem ser bons e ruins ao mesmo tempo?

   Remédios para plantas, defensivos agrícolas, venenos contra pragas... Esses são alguns nomes pelo quais são conhecidos os agrotóxicos, produtos químicos que servem para prevenir, destruir ou controlar diferentes tipos de praga em plantações. Se, por um lado, eles são um escudo para as plantas, por outro, podem causar danos à saúde de animais, e isso inclui de minhocas a seres humanos. Tudo depende da forma como é aplicado no ambiente.

   Os agrotóxicos podem ser usados em vasos de planta, jardins, pequenas roças ou grandes plantações com o propósito de evitar que microrganismos, e também plantas daninhas, prejudiquem o crescimento dos vegetais.

   Então, vejamos, se os agrotóxicos agem pelo bem dos vegetais, eles são ótimos, certo? Nem sempre. Muitas vezes você vê na feira aqueles legumes, verduras e frutas parecerem mais bonitos para conseguir um preço melhor e, para isso, muitos usam agrotóxicos além da conta. Os resultados disso são: danos à saúde do trabalhador rural, que, em geral, aplica o produto sem proteção; danos à saúde do consumidor, que ingere vegetais contaminados; e dano ao meio ambiente, pela poluição do solo e das águas, que prejudica das minhocas aos peixes.

   E aí, o que fazer? Se você tiver algum receio na hora de fazer a feira, procure comprar os vegetais de produtores que você conheça para evitar consumir produtos contaminados. Outra opção é comprar produtos identificados na embalagem como orgânicos. Esta denominação é garantia de que não são produzidos com o uso de agrotóxicos. É melhor prevenir...(...)


(BELO, Mariana, Toxicologia Ambiental, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/ Fiocruz. Disponível em: http://chc.org.br/ mocinho-ou-vilao-2. Acesso em: 3 set. 2025. Texto adaptado).
Marque a alternativa em que todas as palavras apresentam encontros consonantais:
Alternativas
Respostas
9841: C
9842: E
9843: C
9844: A
9845: B
9846: C
9847: D
9848: A
9849: D
9850: B
9851: E
9852: B
9853: A
9854: D
9855: C
9856: B
9857: A
9858: D
9859: C
9860: B