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Q3776902 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
É correto afirmar sobre a regência do verbo "cuidar", empregado no segundo verso da estrofe 1. 
Alternativas
Q3776901 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
O texto trabalha intertextualmente com o filósofo Heráclito "Nada é permanente, exceto a mudança". Esse axioma está contido em:
Alternativas
Q3776900 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
Assinale a alternativa que contém dígrafo separável.
Alternativas
Q3776899 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
A relação do verbo com o pronome na reescrita de "Eu me amo" só apresenta inadequação em:
Alternativas
Q3776898 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
Assinale a alternativa em que uma das palavras é uma homonímia perfeita. 
Alternativas
Q3776897 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
Falhou a análise morfológica da palavra em: "O que não muda nesse mundo" em:
Alternativas
Q3776896 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
O texto da canção só não sugere:
Alternativas
Q3776895 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
O neologismo "Mundança", título do texto, apresenta:
Alternativas
Q3776894 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
A mudança da segunda pessoa do singular para a do plural do verbo "ser" em: "tu fores flor no meu jardim" resultaria em:
Alternativas
Q3776893 Português
Mundança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Mas quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha
dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança
Hoje, com sinceridade
Eu acordei com uma vontade de cuidar de mim
Me levar para um passeio
Sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim
Arrumar minhas gavetas
Botar tinta na caneta do meu coração
Escrever um: Eu me amo
Cada vez que a voz do mundo me disser que não
Lê um livro, colher flores
Pra te dar quando tu fores flor no meu jardim
Animar essa pessoa
Que andou vagando à toa, mas que mora em mim
Quando eu mudo, o mundo muda, cai na minha dança
Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança
Muda tudo, o tempo todo, feito uma criança
O que não muda nesse mundo é somente a mudança


(Canção de Flávio Leandro)
"Muda o tempo todo feito uma criança." o termo "feito uma criança" conota uma ideia:
Alternativas
Q3776799 Português
A estrutura da oração na língua portuguesa é organizada a partir da relação entre seus constituintes, que se distribuem entre termos essenciais, integrantes e acessórios. O domínio dessa classificação é indispensável à análise sintática, já que cada termo desempenha papel específico na construção do sentido.
Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I.O sujeito e o predicado são termos essenciais da oração, pois sem eles não há estrutura oracional completa.
II.O complemento nominal é um termo integrante que completa o sentido de nomes.
III.O adjunto adnominal é termo integrante do sujeito, estabelecendo ligação direta com o verbo transitivo.
IV.O agente da passiva é termo acessório da oração, introduzido pela preposição "por" ou "de", e indica o responsável pela ação em construções na voz passiva.

Em quais afirmativas todas as classificações e definições estão corretas? 
Alternativas
Q3776798 Português
O emprego do acento indicativo de crase é um dos temas mais complexos da gramática normativa. Assim, considerando as regras de uso da crase, assinale a alternativa em que o uso do acento grave está incorreto, segundo a norma culta da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3776797 Português
Os tipos textuais são definidos por suas estruturas linguísticas e finalidades comunicativas específicas, não se confundindo com gêneros textuais. Assim, cada tipo textual apresenta características próprias, como o predomínio de determinadas classes gramaticais, a presença de intencionalidade discursiva e o modo como organiza as informações no texto.
Analise atentamente as colunas abaixo e relacione os textos às suas respectivas classificações tipológicas, conforme as definições da gramática textual.

Coluna 01:
(__) Apresenta sequência de fatos reais ou fictícios, com uso narrador, personagens, tempo e espaço definidos.
(__) Estrutura-se em introdução, desenvolvimento e conclusão, com defesa de um ponto de vista.
(__) Descreve seres, lugares ou sensações de forma pormenorizada, utilizando adjetivos e verbos de ligação.
(__) Expõe informações de modo objetivo, buscando explicar conceitos ou fenômenos sem emitir opinião.
(__) Instrui o leitor quanto à realização de uma ação, empregando verbos no modo imperativo.

Coluna 02:
I. Texto descritivo
II. Texto dissertativo
III. Texto narrativo
IV. Texto injuntivo
V. Texto expositivo

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3776217 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia.

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado corresponde a um advérbio simples de tempo que expressa atualidade.
Alternativas
Q3776216 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O texto apresenta reflexões sobre a adolescência, abordando questões sociais, familiares e psicológicas, com o objetivo de discutir problemas e propor caminhos de enfrentamento.

Com base no texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual. 
Alternativas
Q3776215 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade.

Em relação ao uso da linguagem nesse trecho, é correto afirmar que ele se caracteriza pelo emprego de:
Alternativas
Q3776213 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O processo terapêutico "ajuda" o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento.

De acordo com a regência verbal, o verbo destacado na frase classifica-se como:
Alternativas
Q3776212 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia.
O recurso estilístico presente no trecho acima exemplifica: 
Alternativas
Q3776211 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Diana defende que se "debata" a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Q3776210 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying perseguem adolescentes por onde quer que vão

Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional do sofrimento na adolescência, etapa marcada por transformações profundas e determinantes para a passagem à vida adulta.

O debate ganhou força após a estreia da série Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega. Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente, conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como uma catástrofe.

Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são frequentes, assim como a timidez, que o adolescente enxerga como falha grave. Em uma era de hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido como incapacidade pessoal. Diana defende que se debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como os padrões superficiais impostos nesse ambiente.

Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento. Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes recebam preparo para lidar com a saúde mental de alunos e que também sejam cuidados, com espaços regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e competitivas, a escola deveria funcionar como escudo contra cobranças excessivas, focando no presente do aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho e fortalecendo a socialização.

O cuidado clínico começa com a nomeação da dor. Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre formas de enfrentamento, preferencialmente em perspectiva coletiva que envolva família, escola e comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.

Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos jovens — seja em diários, seja nas redes sociais — oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência é um período de separação dos pais e de construção de uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade familiar.

Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas referências sociais, culturais e familiares. A internet, porém, multiplica essas referências e as troca de forma incessante, produzindo instabilidade semelhante às imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica compromete a organização do pensamento e intensifica fragilidades psíquicas.

Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a disseminação de smartphones e redes sociais. O bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.

Assim, em meio a cobranças sociais, pressões acadêmicas e influências digitais, a adolescência revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar, escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de construção de identidade, dignidade e pertencimento.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central. Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e, ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Respostas
8881: A
8882: B
8883: C
8884: D
8885: D
8886: B
8887: C
8888: D
8889: A
8890: B
8891: A
8892: B
8893: C
8894: E
8895: C
8896: C
8897: D
8898: X
8899: E
8900: E