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Quando chegamos à cidade, não conhecíamos ninguém nem íamos à nenhum lugar a passeio. Só às vezes passávamos em um restaurante que tem um bife a milanesa delicioso.
“Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.”
Assinale a alternativa que indica qual é a classe gramatical a que pertence o termo “belo” destacado acima:
“O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe.”
Em relação à regência verbal do verbo “aprovar” que ocorre especificamente no trecho destacado do texto, assinale a alternativa correta. O verbo “aprovar” na frase acima é:
Qual dessas preocupações é destacada no texto apresentado?
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O uso das vírgulas em "Vi, em câmera lenta, os milhos" isola um adjunto adverbial intercalado, marcando pausa e conferindo flexibilidade sintática à oração sem prejudicar sua coesão.
(__)Os travessões inserem uma oração com valor acessório, que poderia ser substituída por vírgulas ou parênteses sem alterar a correção gramatical nem o sentido.
(__)Os dois-pontos introduzem uma citação direta do pensamento da narradora, funcionando como marca de discurso direto com valor de enumeração narrativa.
Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
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A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
I. Clarice, professora de literatura brasileira, publicou recentemente um artigo sobre Machado de Assis.
II. O presidente da empresa anunciou medidas rigorosas de economia interna.
III. O Pantanal — maior planície alagável do planeta — sofre com os efeitos das queimadas.
IV. Os engenheiros apresentaram o projeto ao conselho, e ele foi aprovado por unanimidade.
Em quais afirmativas há emprego adequado do aposto?
"O relatório foi arquivado por conter diversas descrições suscintas do problema, o que dificultou a análise detalhada do caso."
Considerando a correção vocabular e as regras de regência e significado, identifique a alternativa que classifica corretamente o vício de linguagem presente na oração.