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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Em relação à grafia das palavras, ao uso de maiúsculas, às siglas e à acentuação, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
[...] o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições "à" entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre transformações sociais, desafios demográficos e estratégias adotadas para o cuidado de pessoas idosas em um contexto de envelhecimento populacional.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado
A relação entre limites profissionais, saúde mental e condições de trabalho aparece no texto-base como elemento central para compreender os fatores que contribuem para o esgotamento.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado
A relação entre vida profissional e bem-estar aparece, em diversos relatos contemporâneos, marcada pela dificuldade de estabelecer limites entre rotina de trabalho e tempo pessoal.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado
A discussão sobre esgotamento profissional no texto-base evidencia que enfrentar o burnout depende tanto de atitudes individuais quanto de condições institucionais que permitam ajustes e acolhimento.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado
A forma como as pessoas escolhem as palavras ao se comunicar pode influenciar a maneira como elas se posicionam no trabalho e conseguem proteger seu tempo pessoal.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
“Meses depois fui para o seminário São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. […]”
Machado de Assis, Dom Casmurro,1994.
Assinale a alternativa correta quanto à figura de linguagem.
Embora haja muitas pesquisas sobre o uso de material reciclável, nenhuma conseguiu conscientizar 100% a população.
Assinale a alternativa que indica corretamente a classificação quanto à classe gramatical das palavras destacadas, na ordem em que aparecem no texto.
O portão foi _______ às 8 h da manhã para o início das provas do concurso público da Câmara Legislativa da _______. O certame será _______ até o final deste semestre.
Semana passada no cinema o personagem gritou Atenção E todos
assustaram Assinale a alternativa que preenche corretamente a frase acima com os sinais de pontuação adequados.