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Com base nessas informações, infere-se que o autor considera a deflação um fenômeno:
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com o texto, a principal preocupação em relação à deflação é que ela:
Considerando as informações do texto, é CORRETO afirmar que a deflação observada nesses países está relacionada principalmente a:
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
O autor afirma que a América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.
Com base nesse trecho e nas ideias desenvolvidas ao longo do texto, é CORRETO concluir que o autor reconhece que:
De acordo com o texto, a principal preocupação em relação à deflação é que ela:
Com base nesse trecho e nas ideias desenvolvidas ao longo do texto, é CORRETO concluir que o autor reconhece que:
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Com base nessas informações, infere-se que o autor considera a deflação um fenômeno:
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.
A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.
Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.
Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.
O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, nesta frase, o sujeito