Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3996207 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra na qual a sílaba tônica tenha sido corretamente destacada:
Alternativas
Q3996202 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “verdadeiro”:
Alternativas
Q3995041 Português
O mistério da jiboia-do-ribeira


Essa cobra é tão misteriosa que passou mais de 60 anos sem ser encontrada viva. Trata-se da jiboia-do-ribeira. Discreta e preciosa, essa serpente é tão rara e, naturalmente, camuflada que passou todo esse tempo pouco conhecida pela ciência. Ela vive no Vale do Ribeira, região no sul do estado de São Paulo. Durante pouco mais de seis décadas, tudo o que se sabia sobre ela vinha da análise de alguns animais mortos encontrados ao acaso. Mas isso começou mudar com a ajuda dos moradores da região!

Bem disfarçada


A jiboia-do-ribeira é maior até que muitos humanos adultos: pode medir até um metro e setenta centímetros! Apesar disso, ela é quase invisível na floresta, porque seus hábitos a ajudam a se esconder. Vive no alto das árvores e costuma sair para caçar ou para se reproduzir durante a noite.


Além disso, sua camuflagem é perfeita! Sua pele traz uma mistura de tons marrons e verde oliva, com losangos irregulares pretos e barriga amarela, que se confundem com os galhos e as folhas das árvores. E tem mais: ela rasteja bem devagar, o que a deixa ainda mais difícil de ser encontrada.


Sem veneno, com abraço


Ao contrário de cobras venenosas, como jararacas, cascavéis e corais-verdadeiras, a jiboia-do-ribeira não tem veneno. Para conseguir se alimentar, ela dá um "abraço apertado" em pequenos ratos e marsupiais (como os gambás) que se movem pelas copas das árvores à noite. Com um bote rápido, ela se enrola no corpo do animal até que ele pare de respirar e ela consiga comê-lo. É também desta forma que outras cobras da família das jiboias, como as sucuris e as suaçuboias, capturam suas presas.


Antes que desperte medo, vale sempre reforçar que a jiboia-do-ribeira não representa perigo para as pessoas. Ela prefere fugir a ter que se defender. Claro que, se você encontrar uma e não estiver na companhia de um especialista em cobras, o melhor é manter distância e só observar!


Parceria na proteção


Não foi por acaso que moradores do Vale do Ribeira encontraram uma jiboia-do-ribeira viva. O encontro foi resultado da parceria entre pesquisadores do Projeto Jiboia-do-Ribeira e moradores do bairro Guapiruvu, no município de Sete Barras, em São Paulo. Depois de conversas e palestras sobre a conservação da natureza e a importância dessa rara espécie, cinco moradores avistaram uma cobra diferente na estrada, e logo desconfiaram que poderia ser a tal espécie rara de que os pesquisadores tanto falavam. Acertaram em cheio! 


Desde esse encontro, os moradores passaram a ajudar os pesquisadores. Eles tiram fotos, avisam sobre encontros com animais e até participam do monitoramento na natureza com radiotransmissores. Esse trabalho conjunto entre cientistas e moradores é chamado ciência cidadã e tem sido essencial para desvendar os segredos dessa espécie.


Informação ajuda


Mesmo com tantos esforços, a jiboia-do-ribeira continua ameaçada de extinção. Ela depende de florestas bem conservadas para sobreviver, mas o desmatamento e a degradação vêm reduzindo seu hábitat. Além disso, quando as árvores não entrelaçam suas copas, as jiboias precisam descer até o chão para seguir seu caminho, e é aí que mora o perigo! As estradas que cortam a região representam risco de atropelamentos, uma das principais causas de morte da espécie nos últimos anos.


O Projeto Jiboia-do-Ribeira, em parceria com a comunidade do Vale, busca atrair cada vez mais pessoas interessadas em apoiar na conservação dessa rara serpente. Você não imagina o quanto pode ajudar contando a história do animal para seus amigos e familiares, além de sugerir que sigam o projeto Jiboia-do-Ribeira nas redes sociais.


A jiboia-do-ribeira é mais um exemplo de como a biodiversidade brasileira é única e precisa ser protegida. Assim como ela necessita das árvores para se abrigar, nós precisamos das florestas para manter a vida na Terra. Proteger a jiboia-do-ribeira é também proteger rios limpos, ar puro e um futuro mais equilibrado para todos os seres vivos.


https://chc.org.br/artigo/o-misterio-da-jiboia-do-ribeira/
"Sua pele traz uma mistura de tons marrons e verde oliva, com losangos irregulares pretos e barriga amarela.
Com base na separação silábica e ao número de sílabas dos vocábulos presentes no trecho, marque a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3994776 Português
O mistério da jiboia-do-ribeira


Essa cobra é tão misteriosa que passou mais de 60 anos sem ser encontrada viva. Trata-se da jiboia-do-ribeira. Discreta e preciosa, essa serpente é tão rara e, naturalmente, camuflada que passou todo esse tempo pouco conhecida pela ciência. Ela vive no Vale do Ribeira, região no sul do estado de São Paulo. Durante pouco mais de seis décadas, tudo o que se sabia sobre ela vinha da análise de alguns animais mortos encontrados ao acaso. Mas isso começou mudar com a ajuda dos moradores da região!

Bem disfarçada


A jiboia-do-ribeira é maior até que muitos humanos adultos: pode medir até um metro e setenta centímetros! Apesar disso, ela é quase invisível na floresta, porque seus hábitos a ajudam a se esconder. Vive no alto das árvores e costuma sair para caçar ou para se reproduzir durante a noite.


Além disso, sua camuflagem é perfeita! Sua pele traz uma mistura de tons marrons e verde oliva, com losangos irregulares pretos e barriga amarela, que se confundem com os galhos e as folhas das árvores. E tem mais: ela rasteja bem devagar, o que a deixa ainda mais difícil de ser encontrada.


Sem veneno, com abraço


Ao contrário de cobras venenosas, como jararacas, cascavéis e corais-verdadeiras, a jiboia-do-ribeira não tem veneno. Para conseguir se alimentar, ela dá um "abraço apertado" em pequenos ratos e marsupiais (como os gambás) que se movem pelas copas das árvores à noite. Com um bote rápido, ela se enrola no corpo do animal até que ele pare de respirar e ela consiga comê-lo. É também desta forma que outras cobras da família das jiboias, como as sucuris e as suaçuboias, capturam suas presas.


Antes que desperte medo, vale sempre reforçar que a jiboia-do-ribeira não representa perigo para as pessoas. Ela prefere fugir a ter que se defender. Claro que, se você encontrar uma e não estiver na companhia de um especialista em cobras, o melhor é manter distância e só observar!


Parceria na proteção


Não foi por acaso que moradores do Vale do Ribeira encontraram uma jiboia-do-ribeira viva. O encontro foi resultado da parceria entre pesquisadores do Projeto Jiboia-do-Ribeira e moradores do bairro Guapiruvu, no município de Sete Barras, em São Paulo. Depois de conversas e palestras sobre a conservação da natureza e a importância dessa rara espécie, cinco moradores avistaram uma cobra diferente na estrada, e logo desconfiaram que poderia ser a tal espécie rara de que os pesquisadores tanto falavam. Acertaram em cheio! 


Desde esse encontro, os moradores passaram a ajudar os pesquisadores. Eles tiram fotos, avisam sobre encontros com animais e até participam do monitoramento na natureza com radiotransmissores. Esse trabalho conjunto entre cientistas e moradores é chamado ciência cidadã e tem sido essencial para desvendar os segredos dessa espécie.


Informação ajuda


Mesmo com tantos esforços, a jiboia-do-ribeira continua ameaçada de extinção. Ela depende de florestas bem conservadas para sobreviver, mas o desmatamento e a degradação vêm reduzindo seu hábitat. Além disso, quando as árvores não entrelaçam suas copas, as jiboias precisam descer até o chão para seguir seu caminho, e é aí que mora o perigo! As estradas que cortam a região representam risco de atropelamentos, uma das principais causas de morte da espécie nos últimos anos.


O Projeto Jiboia-do-Ribeira, em parceria com a comunidade do Vale, busca atrair cada vez mais pessoas interessadas em apoiar na conservação dessa rara serpente. Você não imagina o quanto pode ajudar contando a história do animal para seus amigos e familiares, além de sugerir que sigam o projeto Jiboia-do-Ribeira nas redes sociais.


A jiboia-do-ribeira é mais um exemplo de como a biodiversidade brasileira é única e precisa ser protegida. Assim como ela necessita das árvores para se abrigar, nós precisamos das florestas para manter a vida na Terra. Proteger a jiboia-do-ribeira é também proteger rios limpos, ar puro e um futuro mais equilibrado para todos os seres vivos.


https://chc.org.br/artigo/o-misterio-da-jiboia-do-ribeira/
"Sua pele traz uma mistura de tons marrons e verde oliva, com losangos irregulares pretos e barriga amarela.
Com base na separação silábica e ao número de sílabas dos vocábulos presentes no trecho, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3993572 Português
O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua saúde


É alaranjada, é grudenta, e provavelmente é a última coisa sobre a qual você gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atraído cada vez mais a atenção dos cientistas, que querem usá-la para aprender mais sobre doenças e outras condições como câncer, doenças cardíacas e distúrbios metabólicos, como diabetes do tipo 2.

O nome correto dessa substância pegajosa é cerúmen, e trata-se de um misto de secreções de dois tipos de glândulas — as ceruminosas e as sebáceas — que revestem o canal auditivo externo. Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.

Uma vez formada no canal auditivo, a substância é transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a células da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vigésimo de milímetro por dia.

A função principal da cera do ouvido ainda é debatida, mas é mais provável que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela também funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bactérias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho até nossas cabeças.

Tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua aparência não tão agradável, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secreções corporais.

Mas isso está começando a mudar, graças a uma série de descobertas científicas surpreendentes.

A primeira delas é que a cera do ouvido contém uma quantidade enorme de informações sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.

Por exemplo, a grande maioria de pessoas com ascendência europeia ou africana tem uma cera de ouvido úmida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.

Já a maioria das pessoas do leste asiático têm uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que não é grudenta.

O gene responsável pela produção da cera úmida e seca é chamado ABCC11, que também está ligado a um outro traço curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, têm uma versão desse gene que faz com que suas axilas não tenham cheiro.

Contudo, talvez a descoberta mais útil relacionada à cera do ouvido é o que ela pode revelar sobre a nossa saúde.

A resposta está na capacidade das secreções cerosas de refletirem as reações químicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.

"Muitas doenças em organismos vivos são metabólicas", diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de química da Universidade Federal de Goiás. Ele lista diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.

"Nesses casos, as mitocôndrias — organelas celulares responsáveis por converter lipídios, carboidratos e proteínas em energia — passam a funcionar de maneira diferente das células saudáveis. Elas começam a produzir diferentes substâncias químicas e podem até parar de produzir outras."

O laboratório de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de substâncias mais do que outros fluidos biológicos, como sangue, urina, suor e lágrimas.

"Isso faz muito sentido porque não há muita renovação na cera do ouvido", diz Antoniosi.

"Ela se acumula e, por isso, há uma razão para se pensar que é um bom lugar para identificar as mudanças do metabolismo a longo prazo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpege1ze9o.adaptado.
Essas secreções se misturam aos pelos, células mortas da pele e outros detritos até atingir a consistência de uma cera que todos nós conhecemos.
Assinale a alternativa correta quanto à divisão silábica dos vocábulos mencionados.
Alternativas
Q3981593 Português
Quanto à separação das palavras em sílabas, marque a opção correta:
Alternativas
Q3980235 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Trecho de Navio Negreiro - Castro Alves

-


Era um sonho dantesco... o tombadilho

Que das luzernas avermelha o brilho.

Em sangue a se banhar.

Tinir de ferros... estalar de açoite...

Legiões de homens negros como a noite,

Horrendos a dançar...

-

Negras mulheres, suspendendo às tetas

Magras crianças, cujas bocas pretas

Rega o sangue das mães:

Outras moças, mas nuas e espantadas,

No turbilhão de espectros arrastadas,

Em ânsia e mágoa vãs!

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente...

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais ...

Se o velho arqueja, se no chão resvala,

Ouvem-se gritos... o chicote estala.

E voam mais e mais...

-

Presa nos elos de uma só cadeia,

A multidão faminta cambaleia,

E chora e dança ali!

Um de raiva delira, outro enlouquece,

Outro, que martírios embrutece,

Cantando, geme e ri!

-

No entanto o capitão manda a manobra,

E após fitando o céu que se desdobra,

Tão puro sobre o mar,

Diz do fumo entre os densos nevoeiros:

"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!

Fazei-os mais dançar!..."

-

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .

E da ronda fantástica a serpente

Faz doudas espirais...

Qual um sonho dantesco as sombras voam!...

Gritos, ais, maldições, preces ressoam!

E ri-se Satanás!...

Analise as afirmativas sobre algumas palavras do texto.

I. Na palavra "estridente", ocorre um encontro consonantal perfeito e dois imperfeitos.
II. A palavra "nevoeiros" apresenta hiato e ditongo decrescente.
III. A palavra "açoite" contém um dígrafo.
IV. Na palavra "doudas", há tritongo.
V. Na palavra "chicote", há dígrafo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3979986 Português
Leia o trecho a seguir e responda à questão:
"O luar banha a praia e ilumina os corações que caminham sobre a areia fina".
No que diz respeito ao fenômeno fonológico, qual das alternativas apresenta corretamente uma característica da frase? 
Alternativas
Q3979728 Português
Em qual alternativa há um encontro consonantal imperfeito? 
Alternativas
Q3977994 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

Vozes-Mulheres 

A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
-
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
-
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela
-
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue
e
fome.
-
A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
-
O ontem – o hoje – o agora.
-
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
O eco da vida-liberdade
-
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta encontro consonantal perfeito.
Alternativas
Q3977993 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

Vozes-Mulheres 

A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
-
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
-
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela
-
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue
e
fome.
-
A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
-
O ontem – o hoje – o agora.
-
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
O eco da vida-liberdade
-
Assinale a única alternativa cujo termo NÃO contenha um dígrafo.
Alternativas
Q3977160 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Pela Luz Dos Olhos Teus (part. Miúcha) – TOM JOBIM

-

Quando a luz dos olhos meus

E a luz dos olhos teus

Resolvem se encontrar

Ai, que bom que isso é, meu Deus

Que frio que me dá

O encontro desse olhar

-

Mas se a luz dos olhos teus

Resiste aos olhos meus

Só pra me provocar

Meu amor, juro por Deus

Me sinto incendiar

-

Meu amor, juro por Deus

Que a luz dos olhos meus

Já não pode esperar

Quero a luz dos olhos meus

Na luz dos olhos teus

Sem mais lá-rá-rá-rá

-

Pela luz dos olhos teus

Eu acho, meu amor

E só se pode achar

Que a luz dos olhos meus

Precisa se casar

-

Quando a luz dos olhos meus

E a luz dos olhos teus

Resolvem se encontrar

Ai, que bom que isso é, meu Deus

Que frio que me dá

O encontro desse olhar

-

Mas se a luz dos olhos teus

Resiste aos olhos meus

Só pra me provocar

Meu amor, juro por Deus

Me sinto incendiar

-

Meu amor, juro por Deus

Que a luz dos olhos meus

Já não pode esperar

Quero a luz dos olhos meus

Na luz dos olhos teus

Sem mais lá-rá-rá-rá

-

Pela luz dos olhos teus

Eu acho, meu amor

E só se pode achar

Que a luz dos olhos meus

Precisa se casar

-

Que a luz dos olhos meus precisa se casar

Que a luz dos olhos meus precisa se casar

Precisa se casar (precisa se casar)

Precisa se casar (precisa se casar)

-

Precisa se casar, precisa se casar

Precisa se casar, precisa se casar

Precisa se casar, precisa se casar

Precisa se casar, precisa se casar

Precisa se casar, precisa se casar

Precisa se casar, precisa se casar



No que diz respeito aos encontros consonantais, vocálicos e dígrafos, pode-se afirmar que:

I. Em "olhos", há dígrafo consonantal.
II. Em "isso", há encontro consonantal perfeito.
III. Em "encontro", há dígrafo vocálico e encontro consonantal.
IV. Em "provocar", há encontro consonantal imperfeito.
V. Em "incendiar", há hiato.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3971768 Português
Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa


Com base em aspectos gramaticais diversos. analise as assertivas que seguem:

I. inútil (1.16) e indelével (1.13) são proparoxitonas II. seria (1.18) é verbo conjugado no futuro do pretérito. III. haver (1.19) e chuva (/.19) possuem quatro fonemas IV. No verso Que, se quer, e, se veio, se desconhece (1.17) as três ocorrências de se exercem a função de pronome reflexivo reciprocо.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3971673 Português
Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar 




A palavra estoque (l.18), presente no texto, é composta por seis fonemas. Qual das alternativas abaixo contém uma palavra com esse mesmo número de fonemas? 
Alternativas
Q3971672 Português
Longa vida àqueles que ainda vivem para nos inspirar 




Analise o seguinte trecho do texto: mulheres modernas que também devem ter lido as crônicas, contos e poemas de Marina Colasanti (l.8-10). A partir da análise citada, e considerando os aspectos gramaticais, é CORRETO afirmar o que consta na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3968750 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
Analise as assertivas abaixo, julgando-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O verbo apresentando (/.31) está no gerúndio.
( ) Na expressão sendo mais densa (l.11), o vocábulo mais consiste em um advérbio de intensidade.
( ) O vocábulo fluxos (l.29) possui o mesmo número de letras e fonemas.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parênteses, na ordem em que aparecem?
Alternativas
Q3968749 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
No texto, alguns vocábulos contêm dígrafos, ou seja, combinações de duas letras que formam um único som. Sabendo disso, assinale a alternativa que indica a palavra que NÃO apresenta dígrafo.
Alternativas
Q3968748 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


O RS possui cerca de 14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas


Q1_10.png (362×520)
Q1_10_.png (362×201)


Fonte: https //atlassocioeconomico rs.gov br/rodovias (adaptado)
Analise a seguinte frase do texto: o Estado conta com aproximadamente 17,5 mil quilômetros de rodovias federais, estaduais e municipais (l.6-8). Qual das alternativas abaixo apresenta uma informação INCORRETA sobre os elementos da frase?
Alternativas
Q3968668 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Desigualdade no campo: qual é o cenário da agricultura familiar no Brasil?


Q11_20.png (358×564)
Q11_20_.png (358×329)



Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/desigualdade-no-campo-qual-e-ocenario-da-agricultura-familiar-no-brasil/ (adaptado)
Analise as assertivas a seguir com base na relação entre fonemas e dígrafos de palavras do texto:

I. Na palavra coordenando (l.55), há 9 fonemas e 2 dígrafos.
II. Na palavra pequenos (l.56), há 7 fonemas e 1 dígrafo.
III. Na palavra tamanho (l.43), há 6 fonemas e 1 dígrafo.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3968616 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Eventos climáticos de 2024 geraram grandes perdas de vegetação nativa no RS


Q1_10.png (358×550)
Q1_10_.png (361×340)

Fonte: Correio do Povo
Assinale a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA acerca de fonemas e dígrafos de palavras do texto.
Alternativas
Respostas
821: B
822: C
823: D
824: D
825: D
826: B
827: A
828: C
829: B
830: A
831: B
832: C
833: C
834: B
835: C
836: B
837: C
838: A
839: D
840: A